Senador da República pelo Partido Liberal (PL), filho de Jair Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pela direita tradicional. Renan Santos o menciona recorrentemente como principal adversário na direita e como síntese dos vícios que ele atribui ao “bolsonarismo institucional”.

”Flávio quer perder pro Lula para continuar mandando na direita” (agosto de 2026)

Em 24 de agosto de 2026, Renan afirma que “tudo que o Flávio Bolsonaro quer é perder eleição pro Lula, continuar mandando na direita, porque ele acha que a direita é um bordel, que eles vão ficar cafetinando todo mundo”. Ele diz que Flávio “não vai preso fazendo um acordo com o Lula, com o Xandão e com o Vorcaro lá em Brasília” — e que Lula “sabe que tem esse cara fraco e ganha”. Ver 2026-08-24 - Esquerda e direita estão roubando você junto!.

”Fralda do Flávio” no debate da Band (agosto de 2026)

Em 23 de agosto de 2026, no debate presidencial da Band, Renan exibe uma “fralda do Flávio” ao lado da “fralda do Lula”, ironizando a ausência de Flávio. Ele o chama de “canalha” que fica “botando seus seguidores para brigar em rede social, mas na hora de vir aqui apresentar proposta não tem coragem”. Ver 2026-08-23 - Trouxe duas fraldas para os cagões de debate que fugiram de mim. e Candidatos do Partido Missão e os Debates — 2026.

Recusa do debate da Band e “fraldas geriátricas” (agosto de 2026)

Em 22 de agosto de 2026, Renan afirma que Lula e Flávio “não querem e não vão participar do debate” da Band. Ele ironiza trazendo “fraldas geriátricas” para os “bundões covardes” e afirma que quem segue Flávio é “apenas um panaca, um boneco” usado para “ficar assistindo as coisas acontecerem”. Renan lista os escândalos que ligaria a Flávio — além do Banco Master e do INSS, o petrolão e a operação Furna da Onça — e diz que estará no debate “de cara limpa”. Ver 2026-08-22 - Simplesmente não dá mais pra ficar calado. e Candidatos do Partido Missão e os Debates — 2026.

Silas Malafaia o “protege” da fuga dos debates (agosto de 2026)

Em 22 de agosto de 2026, Renan responde ao pastor Silas Malafaia, que defendeu publicamente que Flávio não deveria ir aos debates — segundo Renan, “desesperado” para proteger “seu Flavinho”. Renan ironiza a descrição de si como “descontrolado” e afirma que Flávio “apenas vai ter que responder as minhas perguntas” — “não necessariamente” sobre os “inúmeros escândalos de corrupção” citados por Malafaia.

Renan reafirma que Flávio “tem que ir no debate”, sem ter medo dele, para “explicar suas propostas” e “explicar porque diabos recebe dinheiro sujo de vagabundo como Daniel Vorcaro”. Ele diz que está crescendo nas pesquisas e que “o Flávio não vai poder fugir para sempre” — “logo mais ele estará comigo nos debates. E o que você vai ver, Silas, não será bonito”. Ver 2026-08-22 - RESPOSTA AO SILAS e Candidatos do Partido Missão e os Debates — 2026.

Lançado por Lula como candidato “que perde no segundo turno” (agosto de 2026)

Em 20 de agosto de 2026, Renan afirma que Lula lançou Flávio Bolsonaro como candidato porque Flávio “perde para ele no segundo turno” — daí Lula “falar qualquer coisa” numa eleição que Renan classifica como “de cartas marcadas”. A fala reforça a tese de que a candidatura de Flávio seria conveniente a Lula. Ver 2026-08-20 - Você vai voltar a comer picanha.

Família Bolsonaro “nos mesmos escândalos” que Lula (agosto de 2026)

Em 20 de agosto de 2026, ao responder como convencer um eleitor que vota em Lula ou em Flávio, Renan afirma que votar em Lula ou na “família Bolsonaro” é votar em quem está “nos mesmos escândalos” — Banco Master e NSS. Ele contrapõe o próprio “passado ilibado” e o livro de 460 páginas de propostas que desafia os demais candidatos a apresentarem. Ver 2026-08-20 - 2026 e tem gente que ainda acredita em Lula e Flávio..

”Corrupção da família Bolsonaro” e o próximo alvo nas pesquisas (agosto de 2026)

Em 16 de agosto de 2026, no anúncio oficial de sua candidatura, Renan afirma ser “o único que pode atacar a corrupção do Lula e a corrupção da família Bolsonaro” e “apontar a corrupção do Centrão e do STF”. No dia anterior (15 de agosto), ao comemorar ter ultrapassado Lula no segundo turno na pesquisa Quest, Renan afirma que “Lula só consegue vencer se Flávio for pro segundo turno” e fixa como próximo passo “buscar ultrapassar o Flávio Bolsonaro” nas pesquisas para enfrentar Lula. Ver 2026-08-16 - Não veja esse vídeo! e 2026-08-15 - Eu passei o Lula!.

”Chicana” no TSE e desafio para abrir as contas do Dark Horse (agosto de 2026)

Em 14 de agosto de 2026, Renan diz que Flávio não teria conseguido explicar por que recebeu e-mails e confirmou a filiação “fraudulenta” ao Partido Missão, e que o senador foi ao TSE pedindo atuação da Polícia Federal — o que Renan classifica como “chicana” para obter decisão jurídica que sabotasse a candidatura. No dia seguinte (15 de agosto), Renan lança um desafio público: que Flávio abra as contas do filme Dark Horse, cuja abertura teria sido prometida e ainda não teria ocorrido. Ele o acusa, junto com Lula, de “covardes” que fogem dos debates — “no debate não tem como fugir de mim” — e afirma que petistas e bolsonaristas “gostam dos mesmos lados de corrupção”, citando os escândalos do Banco Master e do INSS.

Ver 2026-08-14 - Começou a baixaria e 2026-08-15 - Desafio para Flavio e Lula.

Representação no TSE e acareação: “agora o TSE serve para vocês” (agosto de 2026)

Em 14 de agosto de 2026, Renan anuncia que o Partido Missão entrou com representação no TSE contra todos os envolvidos na filiação de Flávio, enviando logs e documentação à Corte, à PF e à imprensa. Na peça, sustenta que a equipe de Flávio acessou os e-mails e clicou nos links voluntariamente, várias vezes, antes de alegar que era spam. Renan critica a contradição da turma que “reclamava do TSE para tudo” e agora quer usá-lo “para tirar minha candidatura”, e repete o desafio à acareação na TV: “bota o Flávio numa tela, bota eu em outra”.

Ver 2026-08-14 - Entrei no TSE contra Flávio e Filiação Fraudulenta de Flávio Bolsonaro — Agosto de 2026.

”Passo a passo” da filiação: sistema automático, e-mails abertos e desafio à acareação (agosto de 2026)

Em 13 de agosto de 2026, Renan detalha a mecânica da filiação de Flávio ao Partido Missão. Ele explica que o cadastro foi feito com o e-mail oficial do Senado e que os e-mails do sistema foram abertos, com links internos clicados (inclusive o download do aplicativo e a confirmação de filiação paga ou não paga). Renan questiona por que a campanha esperou para tornar o caso público e por que alguém com acesso ao e-mail clicou nos links; afirma que a candidatura não estava barrada e que a “manifestação” convocada era o ato de lançamento de campanha no Rio. Sugere que o episódio pode ser “cortina de fumaça” para a declaração de bens de Flávio e anuncia que o Partido Missão disponibilizará dados, e-mails, logs e IP ao TSE e à imprensa, desafiando Flávio a fazer o mesmo e a uma acareação na TV.

Ver 2026-08-13 - Passo a passo da “filiação” do Flávio. e Filiação Fraudulenta de Flávio Bolsonaro — Agosto de 2026.

Filiação fraudulenta denunciada e desafio ao confronto público (agosto de 2026)

Em 13 de agosto de 2026, Renan denuncia que a filiação de Flávio teria sido fraudulenta, feita “por meio de seu e-mail oficial” por alguém com acesso à conta. Ele anuncia uma coletiva de imprensa no Rio de Janeiro e desafia Flávio a um confronto público em qualquer televisão — “detalhe por detalhe, IP por IP, registro por registro no sistema”. Renan também questiona a versão de que o senador seria “vítima do sistema” e levanta a possibilidade de o episódio ser um truque para divulgar um ato de campanha.

Ver 2026-08-13 - A verdade sobre a filiação do Flávio Bolsonaro e Filiação Fraudulenta de Flávio Bolsonaro — Agosto de 2026.

”Vagabundo” e fuga das sabatinas (agosto de 2026)

Em 11 de agosto de 2026, ao anunciar 10% nas pesquisas, Renan afirma que a eleição é sobre “nós três, eu, Lula e Flávio”. Ele repete a meta de “tirar o vagabundo do Flávio do segundo turno” e diz que Lula e Flávio “fogem das sabatinas” e “fogem dos debates”, enquanto ele estaria “trazendo a verdade” e “trazendo proposta”.

Ver 2026-08-11 - URGENTE batemos 10%!!.

Foto da festa e conexão com Willer Tomás no escândalo do INSS (agosto de 2026)

Em 11 de agosto de 2026, Renan analisa a foto vazada de uma festa com piscina (“surubão dos políticos”) e afirma que Willer Tomás — “melhor amigo” de Flávio — está no centro da imagem, ligado ao Escândalo do INSS. Renan relembra que Willer e Flávio viajaram juntos aos Estados Unidos e “sacaram milhões de reais para brincar no cassino”. Também conecta Flávio ao caso da casa do jogador Richarlison e ao escritório de advocacia tocado por uma sócia indicada por Willer, cuja família seria sócia do “Careca do INSS”. Conclui que a “turma deles” — petistas e bolsonaristas — “está junta participando dos mesmos escândalos, inclusive das mesmas piscinas”.

Ver 2026-08-11 - Vazou as primeiras imagens do surubão dos políticos..

”Farsante”, “fraco” e “corrompido”: ataque na reta final da campanha (agosto de 2026)

Em 10 de agosto de 2026, Renan descreve Flávio como “o farsante, o fraco, o corrompido” — alguém que “trocou os milhões na rua pelos milhões na conta”. Afirma que Flávio “não tem chance de vencer Lula no segundo turno” e que foi “colocado na eleição pelo Lula e perder para o Lula”. Renan anuncia que as próximas semanas serão “para que eu suba e busque Flávio Bolsonaro”, com o objetivo de “tirar o Flávio do segundo turno”.

Ver 2026-08-10 - Não precisamos ser escravos do bolsonarismo e do petismo.. O discurso foi republicado em 11 de agosto de 2026 com conteúdo idêntico — 2026-08-11 - Começamos a construir algo grandioso! — sem afirmação nova.

”Burrinho” e “simplinho” na aposta do PT (agosto de 2026)

Em 8 de agosto de 2026, ao responder a José Dirceu, Renan reproduz a avaliação que atribui ao PT: “Vocês achavam que a eleição seria um jogo entre vocês e o Flavinho Bolsonaro, que é burrinho, é simplinho, que vocês derrotam no segundo turno.” Ele usa a fala para argumentar que o PT subestimou a eleição e que o “verdadeiro duelo” será entre o PT e ele, não entre o PT e Flávio.

Ver 2026-08-08 - Resposta para José Dirceu.

”Duas faces da mesma moeda” com o Lulismo (agosto de 2026)

Em 6 de agosto de 2026, Renan reafirma que “a família Bolsonaro e o Lulismo são duas faces da mesma moeda” — não por serem iguais, mas porque “ambos geram danos terríveis pro nosso futuro”. Ele critica a promessa de Flávio de “oferecer celular de graça pra mulher para melhorar a intenção de voto com mulher”, classificando o gesto como parte do rebaixamento do debate político, que deveria tratar de “desindexação, desvinculação, reforma de competitividade”.

Perguntado em quem votaria num segundo turno entre Flávio e Lula, Renan recusa as categorias: “Eu voto Renan Santos, eu não vou pra batalha pensando em perder.”

Ver 2026-08-06 - Lula ou Flávio.

”QI baixíssimo” e ligação com a “banda podre” do Rio (agosto de 2026)

Em 4 de agosto de 2026, Renan critica Flávio por não comparecer aos debates eleitorais, descrevendo-o como “um cara com QI baixíssimo, com histórico de corrupção recente, envolvimento com a turma da banda podre da política carioca, ligada ao Comando Vermelho, concorrendo do outro lado”. Ele afirma que Flávio só consegue falar da própria promessa de dar mais de 100 milhões de celulares a mulheres e idosos “sozinho numa câmara”, sem coragem de defender em público uma proposta que Renan estima custar mais de R$ 150 bilhões por ano.

Renan desafia Flávio ao debate e afirma que ele, como “bom pseudo ou falso democrata”, não irá aos primeiros dois debates — assim como Lula.

Ver 2026-08-04 - Eles estão com medo de vir pro debate..

”Mongoloide” e desafio ao debate de ideias (agosto de 2026)

Em 3 de agosto de 2026, Renan chama Flávio Bolsonaro de “mongoloide” e critica a campanha do senador que alegou que Renan “não tem faculdade”. Renan responde que largou o curso de direito na USP e desafia Flávio ao debate de ideias: “Você é todo pós-graduado, debate comigo. Ideias.” Diz que daria dez minutos a Flávio para falar de economia e que bastariam três seus. Classifica o debate de 2026 como “construído entre um mongoloide como Flávio Bolsonaro e um cachaceiro senil como Lula”.

Ver 2026-08-03 - Se você não é ladrão nem oportunista, vem com a gente.

Promessa de dar celular a todos: assistencialismo que “penhora o futuro” (agosto de 2026)

Em 2 de agosto de 2026, Renan critica a promessa de Flávio Bolsonaro de dar celular para todo mundo, classificando-a como parte do assistencialismo que “vende o teu futuro para se apropriar do presente”. Renan afirma que seu governo não oferecerá “esmola” nem seguirá o modelo de vale-gás de Lula ou de distribuição de celulares: “Eu não vou dar gás nem celular para ninguém.”

Ver 2026-08-02 - Não vou dar celular nem vale-gás para ninguém!.

Renan inclui Flávio no desafio do debate (julho de 2026)

Em 31 de julho de 2026, no mesmo vídeo em que responde a Lula, Renan estende a Flávio Bolsonaro o termo público de debate: caso participe do debate na Band ou tope um podcast, Renan não falará de nenhum escândalo dele, e Flávio poderá falar o que quiser. Renan desafia: “Se o medo de vocês é a lacração, porque vocês, presos nos maiores escândalos de corrupção, têm medo de baixar o nível?”

Ver 2026-07-31 - Resposta ao Lula.

Renan desafia Flávio ao debate e prevê fuga (julho de 2026)

Em 24 de julho de 2026, após Lula recusar debate, Renan também desafia Flávio publicamente — afirmando que quer ambos os candidatos no debate para que expliquem seus “históricos complicados” e finalmente apresentem propostas. Ele prevê que, se Lula fugir, Flávio será o próximo a recuar.

Em outro vídeo do mesmo dia, Renan reafirma a previsão de que Flávio será o próximo a fugir dos debates — alegando que “sem o Lula não vai poder debater.” Ele critica a estratégia de ambos os candidatos de evitar confronto direto com propostas sérias.

Ver 2026-07-24 - É oficial eles estão fugindo de mim! e 2026-07-24 - Lula tá com medo de mim!.

Renan desafia Flávio a defender o agro brasileiro contra o próprio Trump (julho de 2026)

Em 25 de julho de 2026, após os EUA acusarem o agro brasileiro de desmatamento e trabalho forçado, Renan desafia Flávio Bolsonaro a defender publicamente o setor agrícola — “em detrimento do Trump.” Ele questiona se Flávio vai “largar o saco do Donald Trump” e defender o agro, ou se vai imitar o irmão Eduardo Bolsonaro que “fica puxando o saco do Trump nos Estados Unidos.”

Renan aponta que a família Bolsonaro sempre foi apoiada pela agricultura e que Flávio precisa escolher entre defender o setor ou proteger sua relação com Trump.

Ver 2026-07-25 - Eu desafio o Lula e o Flávio Bolsonaro..

Notas fiscais ligam Flávio a Vorcaro: Renan pede desistência da candidatura (julho de 2026)

Em 22 de julho de 2026, Renan reage à descoberta de três notas fiscais emitidas por Flávio Bolsonaro contra uma empresa chamada Copenhagen — de propriedade de Rogério, um dos homens mais próximos a Daniel Vorcaro e que mais recebeu dinheiro do esquema do Banco Master. O mesmo Rogério também está envolvido com a Ambipar, empresa fraudulenta do esquema.

Renan afirma que as notas fiscais comprovam não apenas o envolvimento de Flávio com Vorcaro, mas sua participação no esquema do Banco Master, possivelmente como lobista. Ele pede que Flávio desista da candidatura: “Sai da eleição.” Argumenta que Flávio está fazendo Lula parecer honesto — “E o Lula não pode parecer um sujeito honesto porque o Lula não é honesto” — e prejudicando o campo da direita, que sempre se posicionou como anticorrupção.

“Você fez escolhas muito ruins pra tua vida. Não jogue o teu fracasso pessoal e o teu desejo de grana no colo do Brasil.”

Ver 2026-07-22 - Acabou para Flavio Bolsonaro.

”Maior inimigo”: Renan compara Flávio e Lula como dois males igualmente nocivos (julho de 2026)

Em 18 de julho de 2026, perguntado sobre seu maior inimigo entre Lula e Flávio Bolsonaro, Renan respondeu que ambos são igualmente nocivos, comparando a escolha a “pegar ebola ou ser atropelado por uma Scania”. Ele descreveu Flávio e o bolsonarismo como “parasita da esperança” — alguém que finge defender valores conservadores enquanto, segundo Renan, rouba o eleitor que deposita fé no movimento. Renan também afirmou que tanto Lula quanto Flávio estão envolvidos nos mesmos escândalos de corrupção.

Ver 2026-07-18 - Qual é nosso maior inimigo.

Crítica de Coronel Aroldo Medina: ex-bolsonarista declara apoio a Renan (julho de 2026)

Em 17 de julho de 2026, o Coronel Aroldo Medina — pré-candidato a vice-presidente na chapa de Renan — gravou um vídeo no canal de Renan dirigido a eleitores bolsonaristas. Medina, que se identifica como bolsonarista e ex-policial militar com 40 anos de carreira, afirma que Flávio Bolsonaro “não corresponde” aos valores que ele acreditava que a família Bolsonaro defendia. Ele lista os motivos: dezenas de escândalos de corrupção, amizade com Daniel Vorcaro, aliados ligados ao Comando Vermelho no Rio de Janeiro e apoio a ministros do STF nomeados por Lula.

Medina conclui que encontrou em Renan Santos os valores que buscava: “Você nunca esteve errado nos seus valores. Você só errou nas pessoas, assim como eu também errei.”

Ver 2026-07-17 - Recado de @AroldoMedina14.

Viagem aos EUA para defender Brasil das tarifas de Trump (julho de 2026)

Em 16 de julho de 2026, após Trump taxar o Brasil nos setores de etanol e calçados, Renan critica Flávio Bolsonaro por ter ido “de maneira patética” aos Estados Unidos tentar defender o Brasil pessoalmente. A viagem não produziu resultados — “Trump taxou a gente, nem ligou, até porque o Trump só usa esses idiotas.”

Renan usa o episódio como exemplo do que chama de postura servil dos Bolsonaro com Trump: “A família Bolsonaro puxa saco do Trump e acha que ficar se vendendo como uma espécie de intermediário entre Brasil e Trump ajuda eles a bater nos seus inimigos aqui.” Para Renan, a direita bolsonarista errou ao comemorar as primeiras tarifas (que aumentaram a popularidade de Lula) e agora colhe o resultado de ter um “aliado” que não se importa com o Brasil.

Ver 2026-07-16 - Taxaram a gente.

PL vota com a esquerda em pautas populistas (julho de 2026)

Em 15 de julho de 2026, Renan denuncia que o PL — partido de Flávio Bolsonaro — votou junto com a esquerda no Congresso para aprovar duas “pautas bombas”: uma que altera regras previdenciárias gerando R$ 30 bilhões em gastos e outra sobre dívidas de municípios. Renan afirma que Flávio é “covarde” — imita Renan em temas populares como segurança pública, mas na hora de votar com responsabilidade fiscal, vota com a esquerda. Renan o desafia publicamente: “Explique o voto do teu partido, Flávio. Diga por que o seu partido votou junto com as esquerdas para estourar as contas públicas do próximo governo.”

“Você quer ganhar a eleição ou você só tá fingindo? Porque você vota com a esquerda todas as vezes sempre para ferrar o Brasil.”

Ver 2026-07-15 - Direita e esquerda se uniram mais uma vez para ferrar o Brasil..

Alta rejeição e inviabilidade contra Lula no segundo turno (julho de 2026)

Em 14 de julho de 2026, Renan afirma que Flávio Bolsonaro está “muito queimado” e que sua rejeição está “altíssima de acordo com todas as pesquisas”. Renan alega que está prestes a sair mais material negativo sobre Flávio, incluindo suposto envolvimento com crime organizado no Rio de Janeiro e aparições em festas com “pessoas sem roupa”. Segundo Renan, Flávio não tem chance de ganhar de Lula em um eventual segundo turno, e que o próprio Lula quer enfrentá-lo justamente por isso. Renan conclui que a pressão por “voto útil” em Flávio é uma “mentira” que beneficia Lula.

Ver 2026-07-14 - Esse vídeo vai definir o resultado das eleições.

Vantagem financeira absurda sobre Renan (julho de 2026)

Em 11 de julho de 2026, ao comentar o escândalo de R$ 119 milhões envolvendo Valdemar Costa Neto, Renan afirma que a campanha de Flávio Bolsonaro terá “centenas de vezes mais dinheiro” que a sua — candidatura do Partido Missão. Enquanto o PL opera com orçamentos multimilionários e ainda desvia emendas, Renan diz continuar “um cara de classe média” como presidente do próprio partido. Ver 2026-07-11 - R$ 119 milhões, Valdemar.

Campanha superficial: dança em vez de propostas (julho de 2026)

Em 9 de julho de 2026, Renan critica Flávio Bolsonaro por estar dançando em campanha eleitoral em vez de explicar seu envolvimento com o crime organizado no Rio de Janeiro. Renan aponta que o país está sendo tomado pelo crime organizado, com a economia em frangalhos, recursos naturais ameaçados e a curva de juros futuros em níveis “assustadores” — e que, nesse contexto, fazer campanha com coreografias é tratar o eleitor como “idiota”.

“Flávio Bolsonaro quer dançar ao invés de explicar para as pessoas todo o seu envolvimento com o crime organizado do Rio de Janeiro.”

Renan também critica o PL (partido de Flávio) por contratar um instrutor de dança funk para treinar seus candidatos, e menciona que o candidato favorito ao governo de Pernambuco também aposta em dança, sugerindo que se trata de um padrão de “despolitização” das eleições de 2026.

Ver 2026-07-09 - Olha o nível da eleição brasileira..

Nota: esta página reúne apenas afirmações feitas por Renan Santos em seus vídeos. As acusações são reprodução das declarações dele; quando possível, liga-se à fonte exata. Nenhuma aqui é verificada independentemente por este wiki.

Caso da casa de Richarlisson em Angra dos Reis (julho de 2026)

Em 7 de julho de 2026, Renan respondeu a uma piada de Flávio no Twitter (Flávio disse que criaria o cargo de técnico da seleção para si) com “Devolve a casa do Richarlisson”. O comentário viralizou.

Renan explica que o jogador Richarlisson teve uma casa de R$ 10 milhões em Angra dos Reis tomada por uma manobra jurídica conduzida por Willer Tomás, advogado e melhor amigo de Flávio. Registros imobiliários inalterados desde 1977 foram alterados em 24 horas. A esposa grávida do sócio de Richarlisson foi expulsa por capangas armados com fuzis.

Renan também aponta que Flávio filmou o mesmo terreno com drone, e que Willer Tomás e Flávio sacaram juntos R$ 15 milhões em cassinos nos EUA às vésperas da posse de Trump. Renan conecta Willer Tomás ao escândalo NSS com Everson Rocha e à CPMI do INSS, comparando a dupla a “famílias corruptas” como as da Rússia.

Ver 2026-07-07 - Devolve a casa do Richarlisson. e Willer Tomás.

Redução da diferença nas pesquisas Atlas (julho de 2026)

Em 1º de julho de 2026, Renan comemora a pesquisa Atlas que mostra redução de 7 pontos percentuais na diferença entre ele e Flávio Bolsonaro. Renan projeta que, mantido o ritmo de crescimento, tirará Flávio do segundo turno. Ele argumenta que Flávio “não tem chance contra Lula em nenhum cenário no segundo turno” e que sua própria candidatura é a “única via para derrotar o Lula”.

Renan também sugere que a campanha de Flávio está “esticando seus colegas de partidos a lançar candidatura para que não chegue logo uns 10%”, indicando que Flávio estaria fragmentando a direita para conter o avanço de Renan.

Ver 2026-07-01 - BATI 8% NA ATLAS.

Humilhação pública por Michele Bolsonaro (junho de 2026)

Em 26 de junho de 2026, Michele Bolsonaro gravou um vídeo atacando Flávio publicamente, chamando-o de “falso”. Renan comenta que concorda com parte das críticas dela — Flávio é um “líder inábil” — e observa que a situação expõe o racha total na família Bolsonaro. Renan critica a resposta de Flávio: em vez de rebater as acusações, publicou vídeos como o em que voa de avião a jato para resgatar Neymar. Renan ironiza que Flávio “não consegue fazer campanha para nada” e que, quando precisa falar, imita Renan (bordão “prendeu, matou”). Conclui que “um líder de verdade jamais se submeteria a uma humilhação pública dessas” e que Flávio “não consegue fazer nenhuma dessas tarefas” de resolver o próprio núcleo familiar, partido e bloco político.

Ver 2026-06-26 - Michele vs Flávio Bolsonaro.

Vídeo com IA sobre o CV e as conexões reais de Flávio com o crime organizado (junho de 2026)

Em 19 de junho de 2026, Renan desmonta o vídeo recente de Flávio Bolsonaro, gerado por inteligência artificial, em que aparece prometendo “explodir o Comando Vermelho com mísseis”. Renan afirma que a peça é artificial porque a história real de Flávio com o crime organizado é bem diferente.

Renan reapresenta as conexões de Flávio com figuras associadas ao CV:

  • Carlos Castro — aliado de Flávio, afastado e investigado por relações com o crime organizado.
  • Rodrigo Bacelar — apoiado por Flávio para governador; parceiro de TH Joias. A Polícia Federal determinou ambos como “núcleo operacional e político do Comando Vermelho na política do Rio”.
  • TH Joias — descrito como membro do Comando Vermelho. O melhor amigo de Flávio é próximo da turma de TH Joias, que foi presa em operação por relação com o CV.
  • Adriano da Nóbrega — assassino de aluguel, bicheiro, do crime organizado; parentes trabalhavam no gabinete de Flávio na rachadinha.

Renan também critica que Flávio, como senador no governo do pai, não fez nada contra o crime organizado, não ajudou a agenda de Moro e lutou contra a CPI da Lava Toga. Conclui que “Flávio não é a favor da luta contra o crime organizado porque ele próprio se relaciona com os caras do crime organizado.”

Ver 2026-06-19 - Flávio Bolsonaro tem ligação com o comando vermelho.

Dinheiro sujo para filme da família bancou irmão nos EUA (junho de 2026)

Em 19 de junho de 2026, Renan revela que Flávio Bolsonaro foi pego negociando dinheiro sujo para um filme tocado por sua família, que acabou financiando seu irmão nos Estados Unidos. O caso envolve novos desdobramentos do Escândalo Banco Master, onde o presidente da Câmara e Jorge Wagner (PT/BA) também foram implicados. Renan critica a falta de reação popular diante das revelações, ofuscadas pela Copa do Mundo.

Ver 2026-06-19 - Hoje tem Brasil x Haiti!.

Crítica por ignorar guerra tecnológica (junho de 2026)

Em 14 de junho de 2026, ao comentar a restrição dos EUA ao compartilhamento de IA avançada, Renan critica Flávio Bolsonaro por estar “dançando” enquanto o jogo geopolítico e tecnológico avança sem o Brasil — em contraste com temas estratégicos que sua pré-campanha está discutindo, como soberania tecnológica, data centers e terras raras.

Ver 2026-06-14 - Vão proibir seu ChatGPT.

Conexão com Vorcaro via Ciro Nogueira (junho de 2026)

Em 17 de junho de 2026, novos vazamentos do escândalo Banco Master mostraram fotos de Ciro Nogueira em momentos de lazer com Daniel Vorcaro — o mesmo Nogueira que Flávio havia declarado publicamente ser seu “vice-presidente perfeito.” Renan usa a declaração de Flávio para conectá-lo à rede de jatinhos, festas e prostitutas de Vorcaro, e à revelação de que um membro do governo Bolsonaro recebeu R$ 11 milhões do banqueiro.

Ver 2026-06-17 - Você está sabendo do novo escândalo do Vorcaro.

Pesquisa Quest: Lula abre distância e Banco Master corrói confiança (junho de 2026)

Em 11 de junho de 2026, Renan comenta a pesquisa Quest: Lula abriu distância de Flávio, que não foi bem no levantamento. O Escândalo Banco Master impactou a confiança que o eleitor tem em Flávio. Renan projeta que, como tem o maior desconhecimento entre os candidatos, ao se tornar mais conhecido vai reduzir a distância para Flávio e ir ao segundo turno.

Ver 2026-06-11 - Eu disparei contra o Lula no segundo turno!.

Nikolas abandona e pesquisa mostra Flávio como mais rejeitado (junho de 2026)

Em 8 de junho de 2026, Renan comenta os rumores de que Nikolas Ferreira estaria abandonando a campanha de Flávio. Cita pesquisa RealTime Big Data: 48% dos brasileiros buscam alternativa a Lula e Flávio — e 26% desses preferem Renan. Flávio é descrito como o candidato mais rejeitado, “mais até que o Lula”, enquanto Renan seria o menos conhecido e menos rejeitado, com maior potencial de crescimento.

Renan reitera que Flávio está cercado por aliados do centrão (Eduardo Cunha, Cláudio Castro, Ciro Nogueira) e que sua candidatura é “terceira via”, não de direita. Conclui que o abandono de Nikolas é sintoma do reconhecimento de que Flávio perde para Lula no segundo turno.

Ver 2026-06-08 - Nikolas vai abandonar Flávio.

Censura a Juliano Cazarré — voto no PL da Misoginia (junho de 2026)

Em 6 de junho de 2026, Renan critica Flávio Bolsonaro por ter votado a favor do PL da Misoginia, que classifica como instrumento de censura contra conservadores. O caso concreto: o ator Juliano Cazarré, que promove um curso sobre masculinidade tradicional, está sendo alvo de feministas que querem proibi-lo de falar — e Flávio, segundo Renan, “votou junto com a esquerda” para viabilizar essa censura.

Renan contrasta: enquanto Flávio e o Partido Novo cedem à pauta feminista para capturar votos femininos, o crime organizado — que efetivamente mata mulheres — permanece intocado. Oferece solidariedade a Cazarré e repúdio a “políticos fracos como Flávio Bolsonaro.”

Ver 2026-06-06 - Flávio Bolsonaro censurou Juliano Cazarré.

”Flávio é Janja”: argumento sobre tarifas americanas (junho de 2026)

Em 2 de junho de 2026, Renan compara Flávio Bolsonaro a Janja após o senador declarar, em entrevista sobre as tarifas impostas pelos EUA ao Brasil, que “quem está sendo retalhado não são as empresas brasileiras — quem está sendo retalhado é o próprio Lula.” Renan identifica esse raciocínio como idêntico ao argumento petista de que a taxação das “blusinhas” importadas afetaria apenas empresas, não o consumidor.

O efeito prático foi, segundo Renan, um presente ao adversário: ao defender que a tarifa atingiria somente Lula, Flávio entregou ao presidente um discurso de defensor da soberania nacional — exatamente o que Lula aproveitou. Renan estende a crítica ao padrão histórico da família: colocar a bandeira americana na Paulista no 7 de Setembro e agradecer Trump quando ele taxou o Brasil são, para ele, exemplos de que os bolsonaristas são “profissionais em fazer besteira” enquanto o PT “agradece esse trabalho de profissionais.”

Conclui que “Lula quer manter o Flávio candidato para o segundo turno” — ou seja, a permanência de Flávio na corrida beneficia o PT.

Ver 2026-06-02 - Flavio é Janja.

Rede do Comando Vermelho no Rio e apelo ao eleitor conservador (junho de 2026)

Em 1º de junho de 2026, Renan apresenta ao eleitor conservador e bolsonarista uma série de ligações entre Flávio Bolsonaro e figuras associadas ao crime organizado no Rio de Janeiro, argumentando que apoiar Flávio contradiz os valores de quem rejeita a corrupção e o PT.

As acusações concretas apresentadas por Renan:

  • Rodrigo Bacelar, ex-presidente da ALERJ apoiado por Flávio para governador do Rio de Janeiro, foi preso pela Polícia Federal acusado de ser “chefe do núcleo político do Comando Vermelho no estado.” Antes da prisão, Bacelar teria avisado o deputado influencer TH Joias (também associado ao CV) sobre uma operação policial que o pegaria.
  • No celular de Cláudio Castro (governador do RJ pelo PL, colocado no poder com apoio de Flávio e Bacelar), encontrado em busca e apreensão, havia “inúmeras ligações, uma em sequência da outra, tanto pro Bacelar quanto pro Flávio Bolsonaro.”
  • Gutenberg da Fonseca, descrito por Renan como “melhor amigo do Flávio Bolsonaro e articulador político dele no Rio de Janeiro”, tornou-se secretário de Cláudio Castro. No celular de TH Joias, havia registros de uma reunião sendo marcada entre Gutenberg e “Índio do Lixão” — membro do Comando Vermelho —, intermediada por TH Joias.
  • Há fotos e vídeos de TH Joias, Bacelar e Flávio Bolsonaro “almoçando e se encontrando como grandes amigos.”

Renan encerra com uma pergunta direta ao eleitor conservador: “Que exemplo você vai dar para os seus filhos e netos de retidão e de luta contra a corrupção enquanto declara voto num bandido como esses?” E apresenta-se como “alternativa de direita, séria e sem rabo preso com vagabundo.”

Ver 2026-06-01 - Você também concorda com esse vídeo.

Viagem aos EUA como “propaganda barata” e pré-candidato ligado ao CV (maio de 2026)

Em 30 de maio de 2026, no contexto da declaração americana de que o PCC e o Comando Vermelho são organizações terroristas, Renan critica as viagens de Flávio aos EUA para tratar do tema como “ilusões e propaganda barata” para “se livrar do problema do Vorcaro.” Afirma que “mundo concreto, isso não vai mudar em nada o combate ao crime organizado.”

Acrescenta duas acusações concretas: (1) o pré-candidato de Flávio ao governo do Rio de Janeiro era o “Bacelar”, fotografado junto ao Comando Vermelho e a “TH Joias”; (2) durante o período em que o PL de Cláudio Castro governou o Rio de Janeiro, o Comando Vermelho duplicou de tamanho no estado. Conclui: “Quando o pai dele Jair tava no governo federal, eles não fizeram nada para enfrentar o crime organizado.”

Ver 2026-05-30 - A Globo resolveu me atacar!.

”Tem todos os defeitos do pai e nenhuma das qualidades” (maio de 2026)

Em clip de entrevista de 24 de maio de 2026, Renan sintetiza seu diagnóstico sobre Flávio: o pai, apesar dos crimes, carregava pelo menos um “ícone” na cabeça do eleitor — a imagem de quem “enfrentava o sistema.” Flávio não tem nem isso. Fugia de ter propostas; o único sustento era a narrativa de ser “a única força capaz de vencer o PT.” Com o derretimento, essa narrativa desapareceu. “O derretimento do Flávio é natural.”

Afirma também que toda a direita sabia dos crimes da família Bolsonaro — Partido Novo, ex-membros do MBL — e ficou quieta por “usufruir do lucro político.” Renan se apresenta como exceção: apontou os erros quando havia custo em fazê-lo.

Ver 2026-05-24 - O caminho para a direita não é a família Bolsonaro.

Visita a Vorcaro preso e desculpa “inverossímil” (maio de 2026)

Em 21 de maio de 2026, a imprensa revela que Flávio Bolsonaro visitou pessoalmente Daniel Vorcaro depois de este ter sido preso — alegando que foi para “avisar que nunca mais faria negócios com ele por ser corrupto”. Renan classifica a justificativa como impossível de acreditar: “Nenhuma pessoa em sã consciência acredita que uma pessoa foi na casa adulta para avisar: ‘Não faço mais negócio com você’.” Especula que a visita real era para pedir para ser retirado da delação. Reafirma que “Flávio é bandido. Ponto.” e que a Missão é a única candidatura que não está envolvida com nenhum ator do escândalo.

Ver 2026-05-21 - Flávio Bolsonaro precisa de ajuda!.

Perfil completo de corrupção: rachadinha, Adriano da Nóbrega e Banco Master (maio de 2026)

Em 17 de maio de 2026, Renan faz o retrato mais completo de Flávio. Enquanto Renan e outros marchavam para derrubar Dilma nos anos 2010, Flávio “ficava ficando rico”: assessores sacavam 80%+ do salário nos caixas da Alerj e repassavam ao operador Fabrício Queiroz, que pagava até a escola dos filhos de Flávio. Parte dos recursos escoava por uma loja de chocolates Copenhagen com vendas fora da sazonalidade (mais em agosto que em abril) em dinheiro vivo, enquanto a família adquiria imóveis à vista. Não foi preso porque Toffoli anulou as provas e Gilmar Mendes criou foro privilegiado retroativo. Em retribuição: derrubou a CPI da Lava-Toga, nunca mais citou os dois ministros (exceto para apoiar o irmão de Gilmar para prefeito no Mato Grosso). Além disso, era próximo de Adriano da Nóbrega — “assassino de aluguel que trabalhava para traficante e bicheiro” — cuja esposa e mãe trabalhavam no gabinete de Flávio no mesmo esquema de Queiroz.

Renan conclui: “Você não tem condições de enfrentar o Lula porque você é tão ou mais corrupto do que o Lula.” Apela diretamente: “Se você tem um pingo, um mínimo de patriotismo dentro do seu coração, tira essa candidatura.”

Ver 2026-05-17 - Quem é Flavio Bolsonaro.

Duelo de corrupção com Moraes: Flávio perde (maio de 2026)

Em 16 de maio de 2026, Renan faz comparação ponto a ponto entre Flávio e Alexandre de Moraes em grau de envolvimento com Vorcaro. Resultado irônico: Flávio “perde” o duelo de corrupção para seu próprio adversário. Esposa de Moraes (R$ 130M, 16x acima do mercado) supera o filme Dark Horse de Flávio (R$ 61M, 3x acima); Moraes visitou Vorcaro em Trancoso e Campos do Jordão; Flávio apenas teve um jantar em São Paulo. Único ponto para Flávio: foi mais caloroso nas mensagens (“Irmão, estarei sempre contigo”). Ponto que confirma, para Renan, que Flávio é “sempre o mais fraco” mesmo quando se trata de corrupção.

“Como todo mundo sabe, a família Bolsonaro é sempre freguesa do Alexandre de Moraes. Mesmo nessa categoria, eles conseguiram perder pro cara.”

Ver 2026-05-16 - Flávio Bolsonaro x Alexandre de Moraes. Quem vence.

Áudio vazado com Vorcaro e recusa de debater (maio de 2026)

Em 13 de maio de 2026, vaza áudio em que Flávio Bolsonaro pede dinheiro a Daniel Vorcaro para pagar contas da pré-campanha, afirmando que o banqueiro havia lhe dado “liberdade para cobrar” e agradecendo os R$ 60 milhões recebidos para o filme “Dark Horse”.

Renan desconstrói as quatro versões de Flávio sobre o episódio: negação total → negação de ter recebido dinheiro → contrato existia e Vorcaro deixou de pagar → produtora diz que não recebeu nenhum depósito (contradizendo as mensagens). Renan interpreta: o filme era fachada para caixa dois, reforçado pelo fato de Vorcaro ter financiado filmes também sobre Temer e sobre Lula. O custo alegado (R$ 134 milhões) é cinco vezes o de “Ainda Estou Aqui” (premiado no Oscar). Renan propõe investigação pelo Ministério Público Eleitoral e convida Zema e Caiado a protocolarem representação conjunta.

Em 15 de maio de 2026, Renan reage à informação de que Flávio recusou participar de debates presidenciais caso Renan comparecesse. Ironiza: um candidato que afirma querer combater o crime, resolver a maioridade penal e enfrentar o STF “não tem coragem de me confrontar na televisão.” Afirma que trackings de Flávio mostram Renan perto de 10% e que o crescimento é “inevitável.” Encerra com ameaça de debate: “Se prepare, Flávio.”

Ver 2026-05-13 - Se o Brasil for um país sério, Flávio Bolsonaro e Xandão vão pra cadeia agora, 2026-05-14 - JAIR BOLSONARO ABANDONA FLÁVIO BOLSONARO APÓS ÁUDIOS VAZADOS e 2026-05-15 - Flávio Bolsonaro acabou comigo.

Confissão do accordão com Moraes e sem propostas próprias (maio de 2026)

Em 10 de maio de 2026, Renan reproduz uma declaração em que Flávio confirma que o acordo com Alexandre de Moraes era real: “O texto que nós aprovamos foi um texto autorizado pelo Alexandre de Moraes e agora muito estranhamente… eu não sei.” E depois: “Eu acho estranho porque foi o próprio Alexandre de Moraes que escreveu o texto que foi aprovado no Congresso Nacional [dosimetria].”

Renan interpreta como confissão explícita: Flávio fechou acordo com Moraes, Moraes redigiu a dosimetria, o Congresso aprovou — e depois Moraes a derrubou. O accordão incluía extinguir a CPI do Banco Master como contrapartida. Renan conclui que Moraes “sempre vai trair, nunca vai cumprir nada” — e que Flávio não teve inteligência suficiente para perceber isso.

Além da traição, Renan critica a ausência de propostas próprias: Flávio admite apresentar “propostas genéricas por enquanto” para não dar munição ao adversário. Quando tenta ter pauta, imita Renan: defende o Nordeste como solução (meses depois de Renan) e repete a fórmula “prendeu matou” (bordão que Renan reivindica ter criado).

“Você só é filho do teu pai. Você é um cara que concorre à presidência da República usando o nome da tua família.”

Elogios a Lula: em 12 de maio de 2026, Flávio elogiou publicamente a revogação da “taxa das blusinhas” pelo governo Lula, afirmando: “Parabéns pela revogação da taxa das bluzinhas.” Renan usa isso para reafirmar que Flávio e Lula estão no mesmo lado.

Ver 2026-05-10 - Flávio Bolsonaro confessou o acordo com o Alexandre de Moraes e 2026-05-12 - URGENTE - a nova mentira do Lula.

Messias: Flávio admite fraqueza (abril de 2026)

Em 29 de abril de 2026, durante a tentativa de Lula de emplacar Jorge Messias como ministro do STF, Flávio foi questionado sobre por que não articulou votos contra a nomeação. Sua resposta: “Olha, mais uma vez, eu não participei de articulação política, não pedi votos contra. Eu apenas dei a minha opinião.”

Para Renan, a declaração é uma confissão de fraqueza política: Flávio se reuniu com Messias no contexto das negociações, não articulou nada, e agora se desresponsabiliza. O pano de fundo: Flávio tem “rabo preso” com o STF — sua carreira política existe porque Toffoli derrubou as provas do COAF na rachadinha, e Gilmar Mendes criou manobra que travou o processo no foro privilegiado de Brasília.

“Querem meter um fraco desses? Um homem que não tem liderança na presidência da República, ele não consegue nem liderar a bancada do PL no Senado, quanto mais liderar um país.”

Ver 2026-04-29 - FLÁVIO É FRACO, 2026-04-29 - URGENTE! Lula quer fazer de tudo para eleger Bessias no STF e Tentativa de Lula de nomear Jorge Messias ao STF.

Plano econômico escondido (abril de 2026)

Em 29 de abril de 2026, Renan exibe declaração de Flávio admitindo que só apresenta “propostas genéricas”: “Infelizmente vocês vão continuar ouvindo propostas genéricas da minha parte por enquanto. Se a gente começa a dar detalhes, isso acaba sendo usado contra a própria campanha.”

O aliado de Flávio, Romeu Zema, propõe privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil. Renan critica: vender ativos estratégicos não resolve o déficit público, significa perder soberania sem sanar o problema fiscal. Usa Trump comprando participação em empresas de terras raras, Intel e aço como argumento de que em setores estratégicos até governos de direita intervêm.

Contraste com o plano de Renan: PEC protocolada por Kim Kataguiri prevê R$ 3,3 trilhões economizados em 10 anos, fim de mamatas, novo modelo de previdência e fim de super aposentadorias militares.

Ver 2026-04-29 - Por que Flavio Bolsonaro quer esconder o plano dele.

Acusações de origem patrimonialista

No vídeo 2026-04-07 - Resposta ao Flávio Bolsonaro, Renan constrói um histórico:

  • Rachadinha em seu gabinete da Alerj enquanto MBL estava nas ruas pelo impeachment — “crime de peculato”.
  • A Lava Jato teria “morrido quando Flávio foi pego na rachadinha e o pai destruiu a operação para salvá-lo”.
  • Ligação do gabinete com o miliciano Adriano da Nóbrega.
  • Defesa por Willer Tomás, advogado citado em episódios como “cassino, JBS, INSS”.
  • “Prefere ser tratado como louco a ser amigo de Valdemar da Costa Neto”.

No vídeo 2026-03-28 - Eu vim pro Rio de Janeiro e passei por 4 países diferentes, Renan inclui Flávio entre as “grandes figuras políticas do Rio” que teriam amizades com milicianos e traficantes como TH Joias, ao lado de Eduardo Paes.

Votos de Flávio alinhados à esquerda/STF

Renan apresenta uma série de votos que, na leitura dele, mostram um padrão de “voto com o inimigo”:

  • PL da misoginia — Flávio votou a favor, justificando como resposta a uma “armadilha do PT” em ano eleitoral. Renan classifica como incoerência: “vota a favor do projeto que ele mesmo diz que é ruim”. Ver 2026-03-29 - O Flávio Bolsonaro votou pra cair na armadilha. E sabia disso.
  • Voto para acabar com a CPI da Lava Toga.
  • Apoio à PEC da Blindagem.
  • Voto para aprovar Cristiano Zanin e Flávio Dino no STF.
  • Recusa de apoiar o impeachment de Alexandre de Moraes: “não acho que o caminho seja fazer impeachment de ministro”.

Posições econômicas e sociais

No vídeo 2026-04-01 - Quero conversar com você, eleitor bolsonarista:

  • Declarações no CPAC sobre terras raras (“Brazil is the solution to break-end China for critical mineral rare earth elements”) — Renan interpreta como submissão aos EUA. Ver 2026-03-31 - O PT começou a atacar o Flávio Bolsonaro.
  • Promessa de aumentar o Bolsa Família, invocando o próprio pai como precedente.
  • Posições favoráveis, atribuídas a ele ou ao seu partido, como o apoio ao Vale-Gás do Lula e ao fim da escala 6x1.

”Medo de apresentar propostas”

Renan acusa Flávio de recusar-se a divulgar suas propostas de governo para “não perder votos”. Classifica isso como “estelionato eleitoral”. Ver 2026-03-29 - O Flávio Bolsonaro votou pra cair na armadilha. E sabia disso e 2026-04-05 - O Brasil está empobrecendo.

Por que Flávio se tornou o candidato (análise de dezembro de 2025)

No vídeo 2025-12-06 - Flávio Bolsonaro rachou a direita, Renan analisa por que Tarcísio perdeu viabilidade e Flávio emergiu como candidato da direita tradicional.

Os quatro requisitos de Tarcísio que não se cumpriram:

  1. Apoio do centrão — Rueda e Ciro Nogueira envolvidos no Banco Master
  2. Apoio dos Bolsonaros — Tarcísio não usou contato com Moraes para libertar Jair
  3. Lula fraco — as aventuras de Eduardo nos EUA refortaleceram Lula
  4. (Apenas a reeleição em SP permanecia provável)

O paralelo histórico com 2018: assim como o PT preferiu Haddad a Ciro Gomes para “manter o partido dono do próprio campo”, Flávio escolheu entrar para não deixar o campo da direita para Tarcísio ou governadores. “Em político não existe muito essa conversa de espaço vago.”

Sobre a ironia eleitoral: “Você antipetista, imagine para uma eleição tentando chamar o Lula de ladrão apoiando um candidato que rouba tanto quanto o cachaceiro” — referência à rachadinha e à loja Copenhagen usada para lavar dinheiro.

O ataque pessoal de Flávio a Renan

Em entrevista ao podcast Inteligência Limitada, Flávio teria dito que Renan “precisa de ajuda psiquiátrica” para governar. Todo o vídeo 2026-04-07 - Resposta ao Flávio Bolsonaro é resposta a essa provocação.

Satirização

O vídeo satírico de 1º de abril 2026-04-01 - Um pedido de desculpas encena uma falsa retirada de pré-candidatura em favor de Flávio, usando a peça como forma indireta de recapitular todas as críticas acima.

Comportamento durante doença do pai

Em março de 2026, enquanto Jair Bolsonaro estava muito doente (sequelas da facada, depressão), Renan observou que Flávio “anda e pula por aí, fazendo campanha de maneira alegre, como se fosse a coisa mais normal do mundo.” Renan considera esse comportamento anormal e menciona também que Michele Bolsonaro tomaria decisões políticas contrárias ao que Jair havia autorizado — como o apoio a Flávio. Ver 2026-03-15 - Minha posição sobre a doença de Bolsonaro e o STF.

Sabotagem da CPI de Alessandro Vieira (março de 2026)

Em março de 2026, o senador Alessandro Vieira organizou uma CPI para investigar ministros do STF por conexão com o Escândalo Banco Master. Flávio Bolsonaro assinou como 29º signatário — apenas depois do quórum mínimo já ter sido atingido, de modo que sua assinatura não fizesse diferença — e depois concedeu entrevista atacando a própria CPI, chamando Vieira de “grande hipócrita” e dizendo que a CPI seria “ilegal” e “não teria objeto”. Renan desmonta cada argumento: a CPI tem objeto válido (ministros do STF e Banco Master), Flávio não precisava “aditar” (poderia criar outra CPI), e ao atacar Vieira publicamente, serviu ao STF.

Renan coloca essa ação em linha com os episódios anteriores: CPI da Lavatoga, prisão em 2ª instância, PL da misoginia, aprovação de Zanin e Dino. “Flávio Bolsonaro é teu inimigo e aliado do centrão e do STF.”

Ver 2026-03-13 - PARABÉNS PARA A DIREITA BRASILEIRA.

”Apoiaria ele caindo de um precipício” — recusa total de apoio (janeiro de 2026)

Em 12 de janeiro de 2026, perguntado publicamente se apoiaria Flávio no segundo turno caso não chegasse lá, Renan responde: “Eu apoiaria ele caindo de um precipício.” Reitera as acusações de rachadinha (funcionários fantasmas, lavagem em loja da Copenhagen, compra de dezenas de imóveis com recursos roubados) e a tese de que Jair Bolsonaro destruiu a Lava Jato “para salvar o patrimônio da família — aqueles imóveis comprados com dinheiro roubado tinham que continuar com eles.”

Argumento estratégico: “Se o Flávio tiver no segundo turno, por um ganhou — Flávio com certeza perde pro Lula.” A única decisão “prática” seria concentrar votos no Renan. Critica a lógica do “voto no menos pior” que, na sua avaliação, só leva o Brasil “pro buraco.”

Reivindica o protagonismo do MBL: “O impeachment da Dilma fomos nós, não Bolsonaro. Quem estava nas ruas defendendo a prisão do Lula em 2018? Fomos nós. E depois quem soltou o Lula foi o Bolsonaro — em nome da salvação do Flávio corrupto.”

Ver 2026-01-12 - RENAN RESPONDE SE APOIARIA O FLÁVIO BOLSONARO NO SEGUNDO TURNO.

Batismo na Lagoinha com fins eleitorais (janeiro de 2026)

Em janeiro de 2026, Flávio se batizou na Igreja Lagoinha — a mesma ligada por Renan ao Escândalo Banco Master via Fabiano Zettel (cunhado de Daniel Vorcaro, pastor da Lagoinha) e André Valadão. Renan lê o batismo como proselitismo religioso em ano eleitoral, não como ato de fé, e usa o episódio para cobrar publicamente que Flávio se posicione sobre os vínculos da Lagoinha com o escândalo do INSS e do Banco Master.

Ver 2026-01-20 - POR QUE NIKOLAS, FLÁVIO BOLSONARO E SILAS MALAFAIA NÃO FALAM SOBRE A IGREJA LAGOINHA.

Ciro Nogueira como vice cogitado (maio de 2026)

Renan aponta que, em entrevista, Flávio Bolsonaro mencionou Ciro Nogueira como possível vice em sua chapa presidencial. Nogueira foi preso em maio de 2026 na operação compliance zero por seu papel como lobista do Banco Master. Para Renan, a escolha cogitada reforça o padrão de Flávio: alinha-se com figuras que ele mesmo diz combater. Ver Ciro Nogueira e 2026-05-07 - BOM DIA, CIRO NOGUEIRA.

Apoio a Márcio Canela — operação policial encontra 3 fuzis (julho de 2026)

Em 8 de julho de 2026, Renan divulga que Márcio Canela, pré-candidato ao Senado apoiado por Flávio, foi alvo de operação policial em que a PF encontrou três fuzis em sua casa. Canela foi prefeito de Belford Roxo.

Renan afirma que Canela “resolveu o crime” em Belford Roxo entregando as regiões ao tráfico e pedindo para os traficantes pararem de se matar — em vez de combatê-los. A mãe de Flávio Bolsonaro é suplente de senadora de Canela. Renan conecta Canela a Bacelar e TH Joias, ambos do União Brasil e com ligações ao Comando Vermelho.

“O Flávio é uma máquina de andar com bandido.”

Ver 2026-07-08 - Quem é Marcio Canella e Márcio Canela.

Apoio a Márcio Canela em Belford Roxo (maio de 2026)

Em 3 de maio de 2026, Renan denuncia o apoio de Flávio Bolsonaro à candidatura ao Senado de Márcio Canela, prefeito de Belford Roxo (RJ). Para Renan, o caso é mais um exemplo do padrão de alianças de Flávio com figuras de histórico suspeito.

Dados apresentados sobre Belford Roxo: apenas 10% de esgoto tratado, PIB per capita menor que o do Maranhão, 70% dos empregos formais no setor público. Canela nomeou para a secretaria de indústria e comércio o miliciano Eduardo Araújo, condenado a 8 anos de prisão.

“O Flávio Bolsonaro é acostumado a andar com gente dessa natureza. É o Queiroz, é o Adriano da Nóbrega, é o Willer Tomás, é o Canela.”

Ver 2026-05-03 - Belford Roxo é pior que o Maranhão.

”Accordão” com Xandão: CPI do Master sepultada (maio de 2026)

Em vídeos de 30 de abril e 1º de maio de 2026, Renan formula a tese de que Flávio Bolsonaro, Alcolumbre e Alexandre de Moraes articularam um acordo para enterrar a CPI do Banco Master em troca de condições mais favoráveis na dosimetria de Jair Bolsonaro.

O plano de Alcolumbre: avançar com a dosimetria no Congresso Nacional, retirando o Banco Master da pauta. Interesse direto: Alcolumbre indicou Oto Lobo para a CVM (homem de Vorcaro) e o Amapá investiu a previdência de servidores em títulos do banco.

“O mesmo Xandão que eles mandaram as pessoas ir pra rua para protestar, para ficar na frente de quartel pedindo a cabeça dele, foi a pessoa que assinou o acordo, que deu as mãos pro Flávio.”

Renan lista o padrão de traições: fim da CPI da Lava Toga (para proteger a dosimetria do pai), voto a favor do PL da misoginia, voto errado no fundo partidário. Afirma que “daqui por diante você não vai ver mais bolsonarista falando CPI do Master”.

O Partido Missão anunciou que vai judicializar para forçar a CPI do Master na pauta. Renan desafiou Flávio a “pegar a sua bancada e mandar colocar na pauta” — prevendo que não o fará.

Ver 2026-04-30 - Marmelada na CPI do Banco Master e 2026-05-01 - Sim, Flavio fez acordo com o Xandão.

”Bolso Master”: PT usa escândalo contra Flávio (abril de 2026)

Em 30 de abril de 2026, o PT começa a circular propaganda associando Flávio ao Escândalo Banco Master com o slogan “Banco Master é Bolso Master”. Lula voltara a crescer nas pesquisas com a imagem de Flávio cada vez mais associada à corrupção.

Renan descreve a estratégia do PT como previsível: esperar o momento em que não pode surgir outro candidato do PL, “meter a metralhadora na cara do Flávio” e ir ao segundo turno vencê-lo. Reitera que Flávio é “o candidato favorito do PT” por ser fraco (proposta genérica, desmaiou em debate) e ter “muito esqueleto no armário”.

A composição eleitoral de Renan, citando pesquisa da “Nexos”, inclui eleitores de Lula que migram para ele — algo que o PT não esperava:

“Eu sou a bomba atômica que eles não esperavam.”

Ver 2026-04-30 - Flavio Bolsonaro é a única salvação contra Lula.

Manifesto de março de 2026: “discurso corajoso” sem citar ninguém

Na manifestação de março de 2026 (quando a prisão de Dias Toffoli estava sendo especulada), Flávio discursou sem citar nenhum ministro pelo nome, disse que “o Supremo é fundamental para a democracia” e se orgulhou de que o pai aumentou o Bolsa Família para R$ 600. No mesmo palanque, um correligionário agradeceu Valdemar da Costa Neto — preso duas vezes nos mesmos escândalos do PT.

Renan construiu um vídeo irônico fingindo elogiar o “discurso corajoso” antes de desmontar cada elemento. Conclui: “a manifestação que foi convocada aparentemente para falar do Banco Master foi usada para fazer palanque de uma candidatura que deve tudo ao STF e ao Centrão.”

Ver 2026-03-02 - PARABÉNS, FLÁVIO BOLSONARO.

Valdemar da Costa Neto como parceiro

Renan usa o papel de Valdemar da Costa Neto como prova do que chama de “bolsopetismo”: líder do PL que foi preso duas vezes nos escândalos do Mensalão e Petrolão, junto com figuras do PT, sendo apresentado como “grande orgulho da direita”.

No mesmo dia da manifestação de março, Valdemar veio a público avisar que a votação da dosimetria (prometida nas manifestações) “não tem como fazer” no Congresso.

“Não seria Valdemar e Zé Dirceu que viveram juntos dentro da cadeia, os dois responsáveis por esse novo teatro das tesouras?”

Ver 2026-03-02 - ENVIE ESSE VÍDEO PARA SEU AMIGO BOLSONARISTA.

Candidato “funcional” do Lula: a leitura de Renan (fevereiro de 2026)

Em 10 de fevereiro de 2026, Renan formula de maneira direta a sua leitura sobre o papel de Flávio na política:

“O candidato oficial da direita bolsonarista é o Flávio Bolsonaro. E todo mundo sabe que ele perde no segundo turno, mas ele será candidato mesmo assim — porque o objetivo dele não é ganhar eleição. O objetivo é manter a direita sob o comando da família Bolsonaro.”

Renan aponta que os governadores que pareciam ser alternativas (Eduardo Leite, Ratinho Júnior, Caiado) foram “colocados para dentro” do PSD de Gilberto Cassab, que está fechando apoio ao Lula. Flávio ficaria sozinho como candidato de direita no primeiro turno, perderia, e “todo mundo finge que briga”. Ver 2026-02-10 - VOCÊ ESTÁ SENDO FEITO DE OTÁRIO!.

”Destruiu a nossa revolução” (1 de fevereiro de 2026)

Em comício de 1 de fevereiro de 2026, Renan formula a versão mais visceral do ataque a Flávio. Negando que queira matá-lo fisicamente, Renan declara que a intenção é “matá-lo politicamente e conspurcar o cadáver político deles”:

“Ele e o bosta do pai dele trocaram a revolução por casas compradas com dinheiro roubado por peculato, por dinheiro de rachadinha. Trocaram os milhões de pessoas que saíram às ruas pelo impeachment de Dilma Rousseff numa mansão num condomínio fechado ao lado da casa do miliciano.”

Valdemar da Costa Neto é caracterizado neste vídeo como “velho de tornozeleira” e “vagabundo petista” — referência às suas condenações nos escândalos do Mensalão e do Petrolão, “ao lado do PT”. Renan contrasta: a Missão cresceu de 10 para 547.000 validados no TSE sem se prostituir a Valdemar. “Eles são o passado. Nós somos o futuro.”

Ver 2026-02-01 - FLÁVIO BOLSONARO DESTRUIU A NOSSA REVOLUÇÃO.

”O mais corrupto dos filhos de Jair” — treta com Tarcísio (dezembro de 2025)

Em 2025-12-14 - Sobre a treta Tarcísio x Flávio Bolsonaro, Renan descarta o conflito entre Tarcísio e Flávio como irrelevante e os enquadra como partes do mesmo sistema. Sobre Flávio:

“Flávio Bolsonaro é o mais corrupto dos filhos de Jair, o cara que trocou uma revolução por dinheiro roubado pela Rachadinha.”

Prevê que Flávio será “devastado por Lula” nas eleições porque “tem rabo preso com os mesmos caras que o Lula tem” — e o Lula usará a Polícia Federal para expor a parte de Flávio sem tocar a própria.

Flávio = “Judas”: analogia bíblica de dezembro de 2025

Em 2025-12-13 - Legal seu projeto, Renan, Renan usa uma analogia bíblica para classificar os três adversários: Lula = “o capeta”, Tarcísio = “Barrabás”, Flávio = “Judas” — “traiu tudo o que nós fizemos em nome das moedas de prata para comprar casa, de preferência moedas de prata devidamente lavadas numa loja da Copenhagen.”

Adiciona que todos os três “estão no celular do Vorcaro” — o Banco Master como elo entre adversários aparentemente opostos.

Candidato ideal de Trump, Moraes e Lula (dezembro de 2025)

Em 2025-12-12 - TRUMP RETIROU MAGNITSKY DO ALEXANDRE DE MORAES!, Renan formula pela primeira vez a tese de que Flávio é candidato porque Trump, Alexandre de Moraes e Lula todos o preferem: Flávio perde para o Lula no segundo turno, mantém a base bolsonarista sob o controle da família Bolsonaro e garante que os Bolsonaros mantenham “boa relação com as Cortes Superiores.” “É um acordo bom para quase todo mundo — só não é bom para você.”

Fontes principais (ordem cronológica decrescente)