Olha o nível da eleição brasileira.

Renan Santos critica o que chama de “despolitização” das campanhas eleitorais de 2026, apontando que políticos estão substituindo o debate de propostas por coreografias de dança e funk. Ele cita três exemplos: ACM Neto, que lançou uma dança funk para sua campanha ao governo da Bahia; um instrutor de dança contratado para ensinar membros do PL (partido de Flávio Bolsonaro) a dançar; e o candidato favorito ao governo de Pernambuco, que também aposta em coreografias.

Renan argumenta que o país enfrenta problemas gravíssimos — crime organizado tomando o Brasil, economia em frangalhos, recursos naturais (como terras raras) sendo ameaçados por outras nações — e que tratar a eleição como entretenimento é um desserviço à população. Ele critica especificamente Flávio Bolsonaro por dançar em vez de explicar seu envolvimento com o crime organizado no Rio de Janeiro.

“Flávio Bolsonaro quer dançar ao invés de explicar para as pessoas todo o seu envolvimento com o crime organizado do Rio de Janeiro.”

Renan alerta que Lula é favorito e, caso reeleito, poderá nomear quatro ministros do STF, agravando a crise institucional. Ele aponta a curva de juros futuros como “assustadora” e afirma que “o Brasil vai quebrar”, está se tornando um “narco-estado” dominado pelo PCC e Comando Vermelho.

Ele se posiciona como o candidato tratado como “louco” e “outsider” por querer falar de temas sérios, enquanto os demais candidatos tratam o eleitor como “idiota” com campanhas superficiais. Conclui pedindo ao eleitor que desconfie de políticos que transformam dança em tema eleitoral: “Vamos vencer a eleição falando de coisa séria ou esse país, infelizmente, nunca será levado a sério.”

Temas abordados

Pessoas mencionadas

  • Flávio Bolsonaro — criticado por campanha superficial e envolvimento com crime organizado
  • Lula — favorito nas eleições; pode nomear 4 ministros do STF
  • ACM Neto — ex-prefeito de Salvador; criticado por campanha com dança funk para governo da Bahia

Fontes