Violência escolar e tentativa de homicídio por alunos (julho de 2026)

Em 2 de julho de 2026, Renan comenta o caso da professora Michele, em São José dos Campos, que sofreu tentativa de homicídio por quatro alunos que colocaram lâminas de vidro em seu copo d’água. Ele descreve o caso como sintoma de uma escalada da violência que atinge também o ambiente escolar:

“Isso vai se somando a um número cada vez maior de casos de violência e desrespeito contra professores em sala de aula. Isso cada vez mais vem se tornando a regra.”

Renan vincula o episódio à perda de autoridade do professor — que não pode mais reprovar alunos, não tem instrumentos de disciplina e vê os alunos “intocáveis” — e defende a redução da maioridade penal e escolas militares como resposta.

Ver 2026-07-02 - Essa professora foi atacada pelos próprios alunos em São José dos Campos.

Restinga (Porto Alegre): crime organizado no Sul do país (junho de 2026)

Em 30 de junho de 2026, Renan visita o bairro da Restinga, em Porto Alegre (RS), para mostrar que o crime organizado não é um fenômeno restrito ao Norte e Nordeste. Porto Alegre tem IDH de 0,9, mas a Restinga tem apenas 0,59 e taxa de criminalidade 63% maior que o resto da cidade.

Renan revela que o Rio Grande do Sul tem 13 facções criminosas, e a Restinga é dominada por três: Manos, V7 e Bala na Cara. Ele promete eliminar todas, com uma ameaça direta à facção Bala na Cara: “vai terminar tomando bala na cara da própria polícia”.

“Comigo todas essas facções serão eliminadas, especialmente o Bala na Cara, que vai terminar tomando é bala na cara da própria polícia.”

Ver 2026-06-30 - Restinga teu povo te ama.

Resposta ao PSOL: promessa de legislação mais pesada (julho de 2026)

Em 1º de julho de 2026, ao responder a um ataque da deputada Sâmia Bonfim (PSOL/SP), Renan promete aprovar a legislação mais pesada do Brasil para crimes violentos, como contraponto ao que chama de “defesa de bandido” pelo PSOL. Ele critica o PSOL por não ter votado o aumento de penas para crimes violentos e por defender progressão de pena e saidinhas.

Renan especificamente propõe que menores de idade que cometerem crimes sexuais contra mulheres sejam presos como adultos, independentemente da idade.

“Nós vamos passar a legislação mais pesada no Brasil para todo tipo de crime violento. E mesmo menor de idade, com qualquer idade que cometer crime sexual contra uma mulher, será preso como adulto.”

Ver 2026-07-01 - Sâmia Bonfim resolveu me atacar.

Segurança pública é um dos eixos centrais da pré-candidatura de Renan Santos. Sua proposta mais enfática sobre o tema é decretar estado de defesa no primeiro dia de governo e implementar uma legislação que ele chama de “direito penal do inimigo” para combater o crime organizado.

”Presidente do Brasil que trabalha e mata bandido” (junho de 2026)

Em 29 de junho de 2026, Renan faz uma declaração contundente sobre quem representa e quem é seu inimigo. Ele afirma que não será “presidente de todos” — isso seria mentira. Define-se como “presidente do Brasil que vai trabalhar e do Brasil que mata bandido”. Para quem é vagabundo ou está aterrorizando brasileiros, diz: “Eu não sou seu presidente, eu sou seu inimigo.”

A declaração se conecta ao conceito de Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo, em que criminosos são tratados não como cidadãos com presunção de inocência, mas como inimigos do estado. Renan também aproveita para valorizar o trabalhador honesto — aquele que tem a opção de entrar para o crime na porta de casa e escolhe permanecer honesto — como o mais honesto dos brasileiros.

Ver 2026-06-29 - Eu não vou ser o presidente de todos.

México como narcoestado: o que o Brasil pode aprender (junho de 2026)

Em 28 de junho de 2026, como parte da série “Países na Copa”, Renan analisa o México como um alerta para o Brasil. Ele descreve o país como uma sociedade menos desenvolvida que, pela vizinhança com os Estados Unidos, tornou-se rota de produção e escoamento de drogas — permitindo o crescimento de cartéis gigantescos.

Renan critica tanto a estratégia fracassada de Felipe Calderón (focar em lideranças sem reocupar territórios) quanto o governo de Andrés Manuel López Obrador (AMLO), que aplicou uma política de não enfrentamento ao crime — descrita como “basicamente não fazer nada contra o crime”. O resultado foi explosão de homicídios, fortalecimento dos cartéis e uma situação que Renan classifica como “quase guerra civil”, tornando o México um “narcoestado” onde boa parte do território é ocupado por facções.

Renan afirma que o Brasil seguirá o mesmo destino se continuar elegendo a esquerda — que, segundo ele, em todo o continente é aliada do narcotráfico. Cita como exemplos: as FARC na Colômbia, os plantadores de coca próximos a Evo Morales na Bolívia, e Lula “passeando no Complexo do Alemão”. Também critica a direita sem plano, apontando que Calderón teve um ministro na folha de pagamento do crime organizado.

Como contraponto positivo, Renan cita Nayib Bukele em El Salvador — país que não foi à Copa mas “está metendo goleada em todo mundo no combate ao crime”.

Ver 2026-06-28 - O que o Brasil pode aprender com o México nessa Copa do Mundo.

Em 24 de junho de 2026, Renan testa o apoio popular ao slogan “prendeu matou” na cidade com o pior IDH do Brasil (Melgaço, PA). Uma moradora anônima, ao ser perguntada se concorda com a política, responde afirmativamente e diz desejar “uma pausa” nos violentos — expressão que Renan interpreta como apoio ao endurecimento penal. A moradora também menciona que gostaria de ver melhorias em água tratada, energia estável e desfavelização.

O episódio serve a Renan como evidência de que as camadas mais pobres e vulneráveis — justamente as que mais sofrem com a violência — endossam suas propostas de segurança, contrariando a narrativa de que políticas duras seriam impopulares entre a população de baixa renda.

Ver 2026-06-24 - Será que defendem o que nós defendemos na cidade com pior IDH do país.

Lição do Haiti: quando o crime captura o estado (junho de 2026)

Em 20 de junho de 2026, como parte da série “Países na Copa”, Renan usa o Haiti como advertência sobre a relação entre estado e crime organizado. Ele descreve um país onde 90% da capital Porto Príncipe é controlada por facções criminosas, a fome é regra, e a população come bolinhos de argila para sobreviver.

A tese central do vídeo: “Quando você entrega o estado pro crime organizado, o crime desorganiza o estado. O estado se torna apenas um instrumento de achaque do crime para com as pessoas.” Renan cita a atuação da ONU no Haiti (MINUSTAH), onde o Brasil cumpriu um papel que ele considera positivo sob o comando do general Santos Cruz — mas a ordem durou apenas enquanto a força internacional esteve presente.

Renan afirma que não acredita que o Brasil vá virar um Haiti, mas sustenta que “alguns pequenos lugares do nosso país já o são”, citando favelas e o estado do Maranhão como exemplos de territórios onde o crime já capturou o estado. O paralelo com o Maranhão se conecta à sua análise sobre o Presídio de Pedrinhas e o surgimento do Bonde dos 40 e do PCM.

“Viver nesse lugar se torna o inferno.”

Ver 2026-06-20 - O que podemos aprender com o Haiti.

”Precisamos libertar 25 milhões de brasileiros”: visão estratégica (setembro de 2025)

Em 9 de setembro de 2025, Renan afirma que 25 milhões de brasileiros vivem “presos nas mãos do crime organizado” e defende uma abordagem multifatorial: uso de todas as forças policiais, da Força Aérea para controle de fronteiras e alterações nas leis penais. Critica a GLO de Michel Temer como ineficaz (“feita de Brasília olhando”) e a atuação de Wilson Witzel como “malandra” por descer de helicóptero sem compromisso real com a retomada de territórios.

Renan propõe romper com o paradigma ressocializador do direito penal brasileiro — que remonta aos constituintes de 1988 — para um modelo focado na punição. Ele anuncia que a primeira ocupação de seu governo demonstrará esse novo enfoque.

Ver 2025-09-09 - Precisamosa libertar 25 milhões de brasileiros!.

Primeira aparição em pesquisa e o discurso de “guerra” (setembro de 2025)

Em 2 de setembro de 2025, logo após aparecer com 2% em pesquisa presidencial, Renan formula pela primeira vez de forma pública o núcleo de sua plataforma de segurança: “prender e matar bandidos, libertar as favelas do comando do crime organizado.” Em reportagem televisiva, ele afirma que “cansamos de buscar a paz” e que é preciso “declarar guerra às facções criminosas”, invadir áreas ocupadas pelo tráfico e prender colaboradores.

Renan propõe reocupar o território e desfavelizar os locais tomados pelo crime organizado.

Ver [[fontes/2025-09-02 - QUEM É RENAN SANTOS [QrFE87WpcEs]]].

”Vingar as pessoas boas”: compromisso pessoal e motivação familiar (junho de 2026)

Em 18 de junho de 2026, Renan faz um pronunciamento de tom profundamente pessoal. Questionado sobre qual compromisso público assume, ele promete que no final do primeiro ano de mandato o brasileiro conseguirá comprar um item de alto valor no celular sem se endividar e sem medo de ser roubado.

Renan revela que sua mãe foi sequestrada duas vezes — motivação pessoal que o leva a dizer que quer “vingar as vítimas do crime organizado”. Para os criminosos, declara: “ou ele vai estar preso ou eu vou matar ele.” Afirma não ter perdão e que é consumido pela “raiva da injustiça”.

“Se eu pudesse 30 anos praticamente depois, eu gostaria de estrangular o cara que praticamente torturou minha mãe. Eu não tenho perdão com esses caras.”

Contrasta a “moça correta, trabalhadora, boa filha” com influenciadoras como Virgínia Fonseca e Deolane Bezerra, que segundo ele recebem valor e atenção no país enquanto o brasileiro honesto se sente injustiçado.

Ver 2026-06-18 - Meu governo vai vingar as pessoas boas do Brasil..

”Proeza” de Lula: devolução de celular pelo correio e a crítica de Renan (junho de 2026)

Em 18 de junho de 2026, Renan critica uma proposta de Lula que permitiria a criminosos devolver celulares roubados pelo correio, em vez de irem a uma delegacia, porque os bandidos “têm medo” da polícia. Renan ironiza a proposta como mais um exemplo de Lula colocando “os sentimentos do bandido em primeiro lugar.”

No contraste com sua própria posição, Renan afirma que em seu governo criminosos em flagrante “vão tomar uns tiros” e, se forem a julgamento, pegarão 30 anos de prisão sem possibilidade de saída.

“A réal é que se o bandido assaltar alguém a mão armada, eu vou pegar ele. Se isso acontecer em flagrante, provavelmente ele vai tomar uns tiros e ele vai morrer. E caso vá a julgamento, ele vai pegar 30 anos de cadeia e de lá não vai sair.”

Ver 2026-06-18 - Lula conseguiu uma proeza! e Lula.

Facções criminosas vs. terrorismo: o caso do Amapá (junho de 2026)

Em 18 de junho de 2026, no vídeo “Noruega vs Iraque”, Renan afirma que as facções criminosas brasileiras matam mais do que organizações terroristas como o Estado Islâmico. Ele aponta que o Amapá é o estado mais perigoso do Brasil e que “é mais seguro viver em Bagdá do que em Macapá”.

A comparação serve para criticar a gestão dos recursos do petróleo no Amapá — que, combinada com a violência do crime organizado, cria um cenário pior que o de países em guerra. Ver 2026-06-18 - Noruega vs Iraque.

Rota PCC-Holanda: Paranaguá, Rotterdam e o tráfico internacional (junho de 2026)

Em 14 de junho de 2026, no episódio da série “Países na Copa”, Renan denuncia a conexão entre Brasil e Holanda através do tráfico internacional de drogas. O PCC utiliza o Porto de Paranaguá (PR) para exportar cocaína para a Europa, tendo como destino principal o Porto de Rotterdam, na Holanda — descrito como o maior ponto de entrada de drogas do continente europeu.

Renan revela que a facção holandesa “Tag” — descrita como a versão local do PCC — matou um jornalista que investigava essa rota bilionária. Os lucros da exportação de drogas para a Europa, segundo ele, “alimentam todos os outros braços dessa facção, tornando ela hoje a mais poderosa da América do Sul.”

Proposta: intervenção federal em todos os portos brasileiros que estão sob “ocupação silenciosa do PCC” — Paranaguá, Santos e Pecém entre eles.

Renan também usa a Holanda como contra-exemplo no debate sobre legalização de drogas: argumenta que a Holanda não tem PCC, Comando Vermelho ou facções fazendo ocupação territorial — portanto, a legalização não resolveria o problema brasileiro. “Qualquer discussão sobre o tema tem que passar antes por eliminar, destruir completamente as nossas facções.”

Critica jornalistas e sociólogos que citam o exemplo holandês para justificar o uso recreativo de drogas no Brasil, classificando o argumento como “conversa mole.”

Ver 2026-06-14 - O que a Holanda e o Brasil tem em comum Tráfico internacional de drogas.

Mega-presídio no Ceará: Renan responde à imprensa que chamou proposta de “pior das eleições” (junho de 2026)

Em 10 de junho de 2026, Renan responde à imprensa que classificou sua proposta de construir o maior presídio do mundo no Ceará como “a pior proposta das eleições de 2026”. Ironiza a crítica apontando a contradição do jornal O Povo (CE), que na mesma edição noticiava homicídios e a atuação do Comando Vermelho enquanto condenava a solução — o enfrentamento ao crime.

Renan afirma que o Ceará é o estado que mais vem sendo tomado pelo crime organizado no Brasil, com uma das taxas de homicídio mais altas do país. Diz que pretende dar o nome de Antônia Ioni Rodrigues da Silva ao presídio — a cozinheira de escola que se recusou a envenenar a comida dos policiais a mando do CV e foi morta por isso.

Anuncia que, se necessário, vai decretar estado de defesa no Ceará e afastar o governador caso ele não colabore. Menciona que Hugo Leonardo, pré-candidato da Missão ao governo cearense, teve farda e arma retiradas e está sob ameaça por denunciar que a polícia no estado não consegue trabalhar.

“A gente no Brasil fica vivendo aquela bobeira da dicotomia entre mais escolas ou mais presídios. Pois bem, eu vou fazer mais presídios do que escolas, até porque o que nós precisamos é reformar nossas escolas e prender bandido como se não houvesse amanhã.”

Ver 2026-06-10 - A pior proposta dessa eleição É MINHA!!!.

Minas Gerais como novo Rio de Janeiro: avanço do crime organizado em três frentes (junho de 2026)

Em 7 de junho de 2026, Renan alerta que Minas Gerais está se tornando o novo Rio de Janeiro em violência urbana. Apresenta dados: desde 2018, as mortes violentas em MG aumentaram 14%, enquanto a média nacional caiu 8%. Atribui o fenômeno à localização geográfica do estado, que faz fronteira com São Paulo (PCC), Rio de Janeiro (Comando Vermelho) e Bahia (ambas as facções).

Renan descreve a situação em diferentes regiões:

  • Juiz de Fora — periferia tomada pelo Comando Vermelho
  • Triângulo Mineiro — tomada pelo PCC, especialmente em Araguari
  • Belo Horizonte — favela onde “Niícolas” surgiu controlada pelo TCP (Terceiro Comando Puro), que Renan descreve como grupo que criou o “Complexo de Israel”, versão própria e corrupta do cristianismo

No Aglomerado da Serra (BH), o tráfico passou um áudio impondo regras para motoristas de Uber — as mesmas regras clássicas do Rio de Janeiro: vidro baixado, luz interna acesa, farol baixo, sob pena de levar bala. Para Renan, isso prova que o modus operandi do crime organizado carioca já se instalou em Minas.

Renan critica o governo mineiro por dar bilhões em renúncia fiscal para “empresários amigos” em vez de dar aumento salarial à polícia. Propõe como presidente: estado de defesa em todas as favelas controladas pelo crime em MG; transferência de presos faccionados para presídios de segurança máxima em áreas remotas (Amazônia ou litoral); corte de privilégios do judiciário para financiar a polícia; e proteção jurídica via AGU para policiais em operação.

Encerra pedindo que mineiros sigam Ben Mendes, pré-candidato do Partido Missão ao governo de Minas Gerais.

Ver 2026-06-07 - Minas Gerais é o novo Rio de Janeiro.

Ditadura militar vs. violência das facções: 434 mortos em 20 anos contra 4 dias de facções (junho de 2026)

Em 6 de junho de 2026, ao comentar a série “Brasil 70” da Netflix, Renan faz uma comparação contundente para contestar a narrativa sobre a ditadura militar brasileira. Ele afirma não ser defensor do regime militar — que “teve inúmeros defeitos” — mas sustenta que o Brasil governado pelo PT hoje é “muito, mas muito mais sanguinário.”

Renan apresenta o número de 434 mortos em mais de 20 anos de ditadura militar, reconhecendo que haviam pessoas inocentes e jornalistas entre eles. Contrasta esse número com a violência atual: “Em coisa de quatro dias morre mais gente na mão das facções do que todas as vítimas da ditadura militar.” Ele argumenta que a maior parte dos mortos pela ditadura eram “membros de organizações terroristas que faziam uso da violência e do terror para implementar um golpe comunista no país” e afirma que “ninguém liga pros mortos em nome das facções” enquanto se exige “indenização eterna pros terroristas que foram vítimas da ditadura militar.”

O argumento serve para reforçar sua tese central: a prioridade deve ser o combate ao crime organizado, que mata em escala muito superior ao que a ditadura já matou.

Ver 2026-06-06 - Já politizaram a copa!.

Caso Gabriel: latrocínio em Capão Redondo e evolução do slogan (junho de 2026)

Em 6 de junho de 2026, Renan anuncia que está recuando no slogan “prender matô” devido aos múltiplos processos judiciais que tem enfrentado. O novo slogan passa a ser apenas “matu” — uma adaptação tática legal sem alteração na convicção.

O anúncio é feito a partir do caso de Gabriel, jovem voluntário de uma ONG no Capão Redondo (SP), executado por um assaltante que não gostou do modelo do celular roubado — mesmo após o casal ter entregue o aparelho. Renan descreve Gabriel como filho único e contrasta sua morte com a provável impunidade do assassino.

A partir desse caso, Renan detalha sua visão sobre o sistema penitenciário: o criminoso deve passar o resto da vida na cadeia sem cama confortável, sem boa alimentação, sem visitas íntimas, sem livros e sem progressão de pena. Ele quer que o assassino se lembre de Gabriel todos os dias, envelheça na prisão e morra como fracasso.

“Eu acho que o assaltante tem que morrer. E eu acho que a polícia brasileira tem que ter todos os meios possíveis para pegar bandidos, figuras más, figuras que cometem latrocínio. E eu quero que ela possa matá-los.”

Renan afirma que não deseja ensinar nada ao criminoso na cadeia e não quer que ele tenha sequer uma cama, boa comida ou visita íntima. Conclui que, enquanto os 40 mil “Gabriéis” anuais forem esquecidos pela imprensa, sua posição continuará sendo a de defesa da punição extrema.

Ver 2026-06-06 - Lembre-se do Gabriel.

Porto de Pecém tomado pelo crime organizado (junho de 2026)

Em 3 de junho de 2026, ao visitar o Porto de Pecém (CE), Renan descreve o porto — construído com bilhões em recursos públicos — como tomado por facções criminosas. Segundo ele, o PCC utilizou o local para escoar drogas para a Europa e os EUA; depois GDE e Comando Vermelho passaram a disputar o controle. O Ceará é apontado por Renan como o estado com maior número de homicídios do Brasil, e sua posição geográfica privilegiada o torna alvo das facções justamente por oferecer rotas de exportação.

Renan destaca que o Comando Vermelho cortou cabos de fibra ótica no entorno do porto e está instalando o CVnet — sua própria rede de internet — substituindo a infraestrutura legítima, prática que compara ao controle do PCC sobre o Porto de Santos. Critica o governador estadual por investir em projetos de conectividade e atração de empresas enquanto ignora o avanço das facções: “de nada adianta falar em fibra ótica se no fim do dia tudo isso será tocado por um bando de faccionado criminoso.” Conclui que a destruição do crime organizado é pré-condição para qualquer desenvolvimento econômico no Ceará.

Ver 2026-06-03 - Eu fui no Porto de Pecem, no Ceará!.

Lula defende bandido: excludente de ilicitude para policiais (junho de 2026)

Em 3 de junho de 2026, reagindo a declaração de Lula de que “a polícia não pode matar antes de conversar”, Renan chama a fala de “a maior defesa de bandido” que já viu. Diz que o discurso de Lula é construído para atrapalhar o trabalho das polícias e criminalizar a atividade policial.

Argumenta que exigir que um policial dialogue com um membro de facção armado com metralhadora seria sua sentença de morte. Afirma que o integrante de facção criminosa “não tem presunção de inocência” e que o tiro nesse contexto deve ter um excludente de ilicitude — sem responsabilidade penal para o agente. Promete usar a AGU para defender policiais contra acusações que considera injustas.

Reafirma a fundamentação jurídica no direito penal do inimigo (Günter Jakobs) e diz que outros pré-candidatos estão copiando a tese, popularizada por sua candidatura. Propõe colocar áreas tomadas pelo crime em estado de defesa para uma operação de um ano que prenda ou mate todos os membros das facções.

Ver 2026-06-03 - LULA SAI EM DEFESA DOS BANDIDOS.

Crime organizado é problema brasileiro, não americano (maio de 2026)

Em 30 de maio de 2026, na esteira da designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelo governo americano, Renan afirma achar “importante essa repercussão” porque o Brasil vinha “naturalizando o crime organizado como parte da nossa vida.” No entanto, sustenta que, do ponto de vista prático, é o Brasil quem tem que resolver o problema. Os Estados Unidos não fazem a lei de execuções penais brasileira, não comandam as polícias estaduais e não decidem sobre a ADPF no STF que impede a polícia de subir o morro.

Cita o especialista Lincoln Kia para detalhar uma consequência prática negativa da classificação: enquanto antes o Brasil lidava com o FBI (com acordo de cooperação), agora terá que tratar com a CIA — sem acordo com a Polícia Federal — tornando o processo mais lento e burocrático.

Reafirma sua proposta central: será o policial brasileiro — não agente americano — a destruir o PCC e o Comando Vermelho. Cita Nayib Bukele como modelo de líder que resolveu o crime organizado sem depender do exterior. Promete não tirar “das polícias o orgulho de dar o tiro fatal em todos esses vagabundos dessas facções.”

Ver 2026-05-30 - A Globo resolveu me atacar!.

Bahia: segundo estado mais violento, governador impede a PM (maio de 2026)

Em 24 de maio de 2026, reagindo a imagens de um velório em Dias d’Ávila (subúrbio de Salvador) atacado por facção rival, Renan afirma que a Bahia é hoje o segundo estado mais violento do Brasil e está sendo “tomada por facções.” Responsabiliza o governador Jerônimo Rodrigues (PT): ele tem à disposição uma polícia “letal, que gosta de matar bandido” e “simplesmente a impede de fazer qualquer coisa.”

Em entrevista de TV do mesmo dia, Renan defende declaração anterior em que disse ter ficado “muito feliz” ao ver criminosos mortos na operação policial no Complexo da Penha (RJ). Argumenta que a alegria não resolve o problema sem um direito penal do inimigo: a área é retomada pela polícia e logo recuperada pelo crime organizado — “enxugar gelo.” A solução é o governo federal participar de uma retomada territorial permanente.

Ver 2026-05-24 - A Bahia governada pelo PT já era e 2026-05-24 - Você viu o que falei.

Intervenção no Porto de Santos e PCC (maio de 2026)

Em 23 de maio de 2026, ao visitar o Porto de Santos com o policial federal e pré-candidato a deputado Caio Mendonça, Renan descreve o porto como “fonte de faturamento bilionária do PCC”: é por ali que a droga da Bolívia e da América Latina é exportada em contêineres, usando a Baixada Santista como área de triagem. A descapitalização do PCC exigiria retomar o controle territorial da região.

Proposta: colocar toda a Baixada Santista em estado de defesa para permitir que as polícias entrem nas áreas tomadas e destruam “prendendo e ou matando” as lideranças do PCC.

Ver 2026-05-23 - Por que eu quero fazer uma intervenção no Porto de Santos.

Influenciadores ligados ao crime e direito penal do inimigo (maio de 2026)

Em 22 de maio de 2026, ao comentar a prisão de Deolane Bezerra por lavagem de dinheiro para o PCC, Renan afirma que no seu governo influenciadores demonstravelmente ligados ao crime organizado não teriam direito de “ter uma opinião” — seriam presos sob o direito penal do inimigo: sem audiência de custódia, sem fiança, com penas muito duras.

Destaca que a naturalização do crime nas camadas mais vulneráveis (pessoas chorando na frente da delegacia por Deolane) é parte do problema — porque as vítimas do crime passam a aceitar isso como “modo de vida”.

Ver 2026-05-22 - Deolane Bezerra presa!.

Punição pesada como solução para violência contra a mulher: Perry Shikida (maio de 2026)

Em 21 de maio de 2026, Renan responde sobre feminicídio e violência contra a mulher, citando pesquisas do economista Perry Shikida que mostram que penas altas e certeza da punição têm efeito dissuasório sobre crimes violentos. Propõe que delegacias para mulheres e inquéritos policiais eficientes sejam o mecanismo preventivo — não critérios subjetivos como o PL da Misoginia.

Ver 2026-05-21 - F3minicídi0 não existe.

MC Rian, Felipe Marques Monteiro e a “cultura de favela” (maio de 2026)

Em 18 de maio de 2026, Renan reage à morte de Felipe Marques Monteiro, policial baleado na cabeça durante operação de helicóptero — que sobreviveu ao ferimento mas acabou morrendo. A morte passou em silêncio enquanto a soltura do rapper MC Rian — descrito como lavador de dinheiro do PCC, cujos shows esquentavam dinheiro do tráfico — gerou comoção nas redes. Os dois eventos ocorreram no mesmo dia.

Renan nomeia o fenômeno de “cultura de favela”: a mentalidade que trata bandidos como heróis e esquece os verdadeiros servidores. “Você não precisa morar na favela para ter essa cultura.” Anuncia que, como presidente, proibiria as músicas e shows de artistas como MC Rian, Oruam e Pose do Rodo: “Não tenho nenhuma preocupação em ser chamado de radical por conta disso.”

Cita como contraponto a professora Antônia Ione Rodrigues da Silva (Ceará), que recusou matar policiais para o CV e foi executada — por quem inaugurou uma estátua: “O Brasil tem que ser o país dessas pessoas e não de lixos como Oruam, Pose do Rodo ou MC Rian.”

Ver 2026-05-18 - O Brasil odeia seus heróis.

Punição pesada como solução para violência contra a mulher (maio de 2026)

Em 18 de maio de 2026, ao ser questionado sobre conscientização versus punição no combate à violência doméstica, Renan é direto: conscientização é necessária, mas “o que para uma pessoa violenta é a força maior.” Apoia agravantes para violência doméstica (traição de confiança), mas critica o PL da Misoginia como solução de fachada que diminui liberdade de expressão e cria relações de baixa confiança. O foco deve estar em penas altas para violência doméstica e assaltos à mão armada — os problemas reais que afetam mulheres, especialmente nas periferias.

Ver 2026-05-18 - Conscientizar ou punir.

A origem do “prendeu matou” e o direito penal do inimigo (maio de 2026)

Em 12 de maio de 2026, Renan conta a origem do bordão “prendeu matou”: o assassinato do ciclista Vítor Felisberto, paulistano que andava de bicicleta, vítima de latrocínio. Renan reagiu ao caso em uma live e lançou o bordão espontaneamente — “um grito de ódio sobre o que deveríamos fazer contra os membros das facções” — sem premeditação.

Após o calor do momento, trabalhou com sua equipe e juristas para desenvolver o conceito juridicamente: o direito penal do inimigo. A ideia: o membro de facção que comete crimes recorrentes e se protege na estrutura criminosa tem um status diferente — sem presunção de inocência, sem saidinha, sem progressão de pena. Preso perpetuamente se se render; morto se resistir.

Renan observa que o debate chegou ao Congresso e ao governo Lula, que invocou o argumento absurdo de que classificar faccionados como terroristas “abriria espaço para invasão americana.” Renan não se importa que outros políticos copiem o bordão: “Se isso virar consenso, o Brasil vai ficar melhor.” Mas reivindica ser o único com condições de implementar o pacote completo (direito penal do inimigo + estado de defesa).

Ver 2026-05-12 - A origem do prendeu matou.

”Rua do medo” em Pinheiros: a impunidade em IDH de primeiro mundo (maio de 2026)

Em 11 de maio de 2026, Renan visita a rua Joaquim Antunes em Pinheiros (São Paulo) — bairro com IDH 0,96, nível de primeiro mundo — onde um jovem mineiro foi roubado e levado a tiro. A rua é conhecida como a “rua do medo”: dezenas de roubos de celular por ano, passarinhagem e latrocínios.

A análise: Pinheiros é escolhido pelos criminosos justamente por ser um bairro onde as pessoas andam distraídas com o celular na mão. São Paulo tem o sistema Smart Sampa de câmeras que identifica ladrões — mas prender sem pena efetiva é inútil. Dois grupos alimentam o ciclo: quadrilhas de chineses e nigerianos que receptam celulares para exportação, e facções que cometem os roubos.

Proposta: endurecimento das leis penais; prender quadrilhas de receptação; direito penal do inimigo para faccionados; fim da progressão penal, saidinha e institutos similares; aumento de pena para reincidentes.

Critica a “elite de Pinheiros” que bebe vinho e defende os direitos dos criminosos: “Se sentem muito inteligentes e sabichões defendendo ladrão.”

Ver 2026-05-11 - Conheça a rua do medo que fica no bairro de maior qualidade de vida em São Paulo.

Presídio de Pedrinhas: escola do crime e modelo CECOT (abril de 2026)

Em 14 de abril de 2026, Renan visita o Presídio de Pedrinhas (São Luís, MA) e usa seu histórico para explicar como a má gestão prisional fabrica facções.

O mecanismo descrito: o Bonde dos 40 dominava Pedrinhas e oprimia presos do interior. Em reação, eles criaram o PCM (Primeiro Comando do Maranhão). A guerra entre os grupos resultou em dezenas de mortos e mutilações — e, com o tempo, o PCM se fragmentou em mais cinco facções que “na prática tomaram o estado do Maranhão.”

“Quando a gente administra mal o sistema prisional, surge o PCM, surge o bonde dos 40. Esses caras se dividem em mais cinco facções e essas facções, na prática, tomaram o estado do Maranhão.”

Modelo ideal proposto (inspirado no CECOT de El Salvador):

  • Sem distinção de grupo faccional entre detentos
  • Luz elétrica 24 horas para desorientar o ritmo circadiano
  • Alimentação sem proteína, apenas carboidratos (reduz hormônios e instintos agressivos)
  • Sem visita íntima, sem progressão de pena
  • Trabalho obrigatório
  • Capacidade para dezenas de milhares

Renan distingue punição de tortura: o Estado não deve torturar, mas deve punir com rigor extremo.

Ver 2026-04-14 - Presídio de Pedrinhas.

Favela Coroadinho: São Luís como caso extremo (abril de 2026)

Em 14 de abril de 2026, Renan visita o bairro do Coroadinho (São Luís, MA) e documenta a situação:

  • Cinco facções criminosas disputando o território (incluindo o Bonde dos 40)
  • Taxa de homicídios em 2014: 80 mortes a cada 100.000 habitantes — 10 vezes a taxa da Ucrânia durante a guerra
  • Esgoto a céu aberto, lixo nas ruas, cadáveres de animais sem recolhimento
  • Cerca de 35% da população de São Luís vive em favelas com condições semelhantes

Após associações do bairro emitirem nota de repúdio contra as declarações de Renan, ele manteve cada palavra e criticou o que chama de “discurso coitadista”: grupos que cultivam orgulho da identidade de favela em vez de exigir transformação, lucrando politicamente com a manutenção da pobreza.

“A taxa de homicídios nessa região, em 2014, foi de 80 homicídios a cada 100.000 habitantes. Isso é 10 vezes a taxa de homicídio na Ucrânia que tá em guerra. E essas pessoas querem que isso seja normal.”

Proposta declarada: como presidente, transformar favelas em bairros e “matar os bandidos, todas as lideranças do crime organizado, do bonde dos 40.”

Ver 2026-04-14 - Ameaçado por chamar Coroadinho de filial do inferno e 2026-04-14 - Lideranças do Coroadinho repudiam Renan.

Pena de morte: posição constitucional e reocupação do território (abril de 2026)

Em 28 de abril de 2026, Renan é questionado sobre pena de morte. Sua resposta distingue diagnóstico e proposta:

Diagnóstico: a pena de morte já existe no Brasil — “executada pelo crime organizado nos seus próprios tribunais, ocupando de maneira ilegítima pedaços do Brasil.” Quem mora na Rocinha vive sob a pena de morte do tráfico.

Posição institucional: com a Constituição atual, não pode instituir pena de morte (é cláusula pétrea). Uma discussão futura seria possível apenas em uma constituinte. O que pretende fazer de imediato é aumentar muito as penas.

O conceito central é a reocupação do território: o Estado brasileiro tem o dever constitucional de controlar seu próprio território. Renan descreve como sintomático que generais militares evitem áreas dominadas pelo crime, sabendo que essas áreas “não pertencem ao Brasil” — uma loucura que a sociedade passou a aceitar.

“O que eu estou chamando é uma convocação por parte do Estado brasileiro a uma guerra para retomar territórios que são brasileiros e cujos cidadãos estão nas mãos de gente que não tem o direito de controlá-los. A família do Marcinho VP não pode controlar pedaços do Brasil.”

Ver 2026-04-28 - Pena de morte no Brasil.

El Salvador como modelo aplicável ao Brasil (maio de 2026)

Em 4 de maio de 2026, Renan refuta o argumento de que El Salvador é pequeno demais para servir de referência. Cita também a China como exemplo de nação gigantesca com “leis penais quase tão duras” e resultados similares. Tese central: a questão não é o tamanho do país, é a decisão de tentar.

Renan identifica três elementos do sucesso de Nayib Bukele que pretende replicar:

  1. Mudança de imaginação — recusar aceitar crime e favelas como parte da identidade nacional.
  2. Tratamento de facções como terroristas — organismos anômalos, não atores sociais legítimos.
  3. Criação do CECOT (superpresídio) — encarceramento de longo prazo sem progressão.

Para o Brasil, propõe: mesmas medidas duras + capacidade bélica das polícias + COAF + Polícia Federal. Em paralelo, investimento estatal para desfavelização — eliminando o espaço onde o crime organizado domina aproximadamente 50 milhões de pessoas.

O mecanismo de cooperação federativa:

  • Se o governador cooperar: operação conjunta e metas compartilhadas.
  • Se recusar (Ceará citado como provável recusa): decreto de estado de defesa no estado, governador afastado, crime destruído assim mesmo.

Ver 2026-05-04 - Sim, o que deu certo em El Salvador vai funcionar aqui.

Normalização do crime e responsabilidade difusa (maio de 2026)

Em 2 de maio de 2026, a partir do assassinato de um pai de 28 anos durante assalto — diante do filho de 7 anos —, Renan articula uma cadeia de responsabilidade que inclui músicos, mídias e políticos que normalizam o crime organizado.

Renan descreve o Brasil como estando em “guerra civil” e rejeita o discurso de recuperação de criminosos:

“Não é sobre recuperar ninguém, é sobre fazer justiça. É sobre entregar pras famílias que foram assaltadas e tiveram seus familiares mortos o sangue do bandido.”

Ver 2026-05-02 - Oruam m4t0u um pai de família e Oruam.

Paraisópolis: São Paulo a um passo do Rio (maio de 2026)

Em 6 de maio de 2026, Renan visita a favela de Paraisópolis (zona sul de SP), descrita como cidade de 60.000 habitantes totalmente controlada pelo PCC. O palácio do governador fica a 2 km.

Dados apresentados:

  • IDH 0,6 em Paraisópolis vs. IDH 0,9 no Morumbi vizinho.
  • Expectativa de vida: 63 anos na favela vs. 73 no bairro ao lado da mesma avenida.
  • PCC opera com olheiros, fuzis, achaque sobre comerciantes e resposta armada à polícia — igual ao Rio.

Renan afirma que, independentemente do partido que governa SP, a ocupação do PCC só cresceu. Cita episódio concreto: policial desarmado por moradores e baleado ao perseguir suspeito que fugiu para dentro da favela.

Diagnóstico: São Paulo está a “um pouquinho de esforço do PCC” de virar Rio de Janeiro. O PCC já tem mais dinheiro e capacidade organizacional do que todas as facções cariocas juntas.

Proposta: destruir o PCC, prendendo e matando todos os seus líderes, depois transformar Paraisópolis em bairro — demolir vielas e barracos, construir prédios, câmeras, arborização, praças.

Ver 2026-05-06 - Eu fui em Paraisópolis, que está tomada pelo PCC.

Favelização de Santa Catarina: expansão do Comando Vermelho (abril de 2026)

Em 23 de abril de 2026, Renan visita o bairro do Pinheirinho em Criciúma (SC) — controlado por traficantes e crackudos — para demonstrar que a favelização avança até nos estados mais desenvolvidos do Brasil.

Dados que apresenta sobre Santa Catarina:

  • +50% de aumento de favelas desde o último censo.
  • A facção dominante é o PGC (Primeiro Grupo Catarinense), aliado do Comando Vermelho.
  • Em Joinville: operação de inteligência da Guarda contabilizou 775 ônibus irregulares em 60 dias trazendo faccionados do CV para se refugiar em SC.

“A grande disputa que nós temos no Brasil é de duas ideias, dois tipos de país. É se o Brasil vira Rio de Janeiro ou se o Brasil vira Santa Catarina. Santa Catarina nesse sentido, tá mais virando o Rio de Janeiro do que o contrário.”

Ao responder à reação do governador Jorginho Mello, que enviou a polícia para gravar vídeo minimizando o problema, Renan defendeu a corporação mas criticou governadores e leis penais: a polícia “sabe o que fazer” mas está “tolida” pela falta de vontade política e pelas leis federais pró-bandidos.

Ver 2026-04-23 - Santa Catarina, não podemos deixar que a favelização tome conta do estado! e 2026-04-25 - Resposta sobre o bairro de Pinheirinho, em Criciúma.

Governadores leniéticos: Ceará e Bahia como casos urgentes (abril de 2026)

Em 26 de abril de 2026, em entrevista, Renan detalha por que os estados do Ceará e da Bahia representam os casos mais urgentes de leniência com o crime organizado:

  • Ceará (governador Elmano de Freitas/PT): Renan foi processado duas vezes por denunciar o avanço do CV no estado. Suspeita que o governo é “especialmente leniente” com o Comando Vermelho. Exemplo: durante a tomada de Santa Quitéria pelo crime, o governo estadual debatia o programa “Pena Justa” — proposta de soltar mais presos por condições inadequadas dos presídios.
  • Bahia (governador Jerônimo Rodrigues/PT): as forças policiais “reclamam que querem fazer” operações mas não recebem o comando.

Dados de mortalidade: o Ceará tem números de homicídios por 100 mil habitantes “muito piores” do que o Rio de Janeiro — mas recebe menos atenção midiática.

A proposta concreta: estados que se recusarem a cooperar nas operações de retomada territorial enfrentarão estado de defesa específico, por tempo determinado, com uso das polícias estaduais e, se necessário, das Forças Armadas.

Ver 2026-04-26 - É assim que vou acabar com o crime organizado!.

Internação compulsória para usuários de crack (abril de 2026)

Em 23 de abril de 2026, Renan responde ao argumento dos “direitos humanos” contra a internação compulsória de usuários de crack:

“Um usuário de craque está num status pior do que uma criança de 7 anos. Ela não consegue fazer suas necessidades fisiológicas, não consegue se controlar. Portanto, as faculdades mentais dela colocam ela numa situação de vulnerabilidade em que ela precisa ser internada.”

A rua é pública — paga via IPTU pelos moradores — e não pode ser “privatizada” por quem a ocupa para usar drogas. As ONGs que recebem convênios públicos para “dar sopão” e defender a “resistência da cracolândia” (ex.: ONG “Ainda Há Crack Resiste”, de São Paulo) estão, segundo Renan, criando um mercado da miséria financiado com recursos públicos.

Renan menciona também a vacina do crack em desenvolvimento como “alento monumental” — mas afirma que não dá para esperar sem agir.

Ver 2026-04-23 - O que fazer com crackudo.

Legítima defesa e invasão de domicílio (abril de 2026)

Em 20 de abril de 2026, Renan defende um adolescente que matou um invasor de domicílio com uma faca após reação a roubo de celular. O menor foi detido e depois solto por decisão judicial.

Para Renan, legítima defesa é um instituto independente da idade do defensor. No momento da reação, o garoto não tinha como saber se o invasor estava armado ou quais eram suas intenções. “Em qualquer lugar do mundo, esse garoto se torna um herói.”

Rebate a equiparação feita pela esquerda entre o caso e menores em facções: “O cara que tá no Comando Vermelho está cometendo crime. Legítima defesa é um instituto nobre que permite que o ser humano possa fazer a defesa sua e dos seus.”

“Menos um vagabundo invasor de casa na rua. Notícia boa.”

Em seu governo, a justiça estará “sempre ao lado das pessoas que estão se defendendo, que estão protegendo os seus e aquilo que é seu.”

Ver 2026-04-20 - Esse menino é um herói!.

O conceito de “prendeu matou” (maio de 2026)

Em 6 de maio de 2026, Renan explica o conceito em entrevista: o bandido tem apenas dois destinos possíveis — ser preso ou morrer. “Existiu, você morreu, se entregou, você tá preso e por muito tempo.” Renan descreve como sinal da falência do sistema que isso precise ser dito como novidade — evidência de que o Brasil normalizou a ausência de consequências para o crime.

Diagnóstico do sistema:

  • A maior parte dos homicídios no Brasil não são resolvidos.
  • O inquérito policial tem problemas estruturais; há conflito entre PM e Polícia Civil.
  • O Código Penal é dos anos 40 — “não existia a ideia de facção criminosa nos anos 40.”

Ver 2026-05-06 - O que é o prendeu m4tou.

Estado de defesa no primeiro dia

Perguntado sobre qual seria sua primeira decisão nas 24 horas iniciais de governo, Renan respondeu que decretaria estado de defesa, com soldados e polícias atuando dentro das favelas para confrontar diretamente o crime organizado. Afirma que, com essa medida combinada à legislação de direito penal do inimigo, PCC, Comando Vermelho e as demais grandes facções “em um ano não existirão mais”.

Marca simbolicamente o início da operação em 5 de janeiro de 2027, data em que tomaria posse, e diz que usaria o avião presidencial para visitar as polícias do Ceará, Rio de Janeiro e Maranhão, nessa ordem.

Ver Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo.

Casos concretos usados para sustentar a proposta

PCC em Imperatriz (MA)

No bairro de Vilinha, distrito de Imperatriz, Renan mostra marcações do PCC nos muros — inclusive na lateral da Escola Municipal Professor José Queiroz, palco recente de troca de tiros. Segundo ele, o PCC derrotou a facção rival local e agora controla distribuição de drogas e compra de votos. Usa o caso para oferecer um mecanismo operacional da intervenção: se o governador cooperar, a operação é conjunta; se recusar, é afastado e substituído por interventor. Ver 2026-04-07 - O PCC chegou no interior do Maranhão.

Pouso Alegre (MG) como modelo positivo

No Centro Integrado de Defesa Social de Pouso Alegre, Renan conhece uma política municipal de reconhecimento facial e integração com cidades vizinhas que, segundo os entrevistados, levou a cidade a ser a 4ª de Minas Gerais em prisões por mandado. Apresenta o caso como exemplo do tipo de política que espalharia nacionalmente para impedir a dominação territorial por facções. O vereador e vice-prefeito local, “Russo”, é identificado como aliado recorrente de Renan na pauta. Ver 2026-04-06 - Centro de Monitoramento de Pouso Alegre.

Rio de Janeiro como “arquipélago de facções”

No vídeo 2026-03-28 - Eu vim pro Rio de Janeiro e passei por 4 países diferentes, Renan descreve a cidade do Rio como dividida em subestados controlados por Comando Vermelho, TCP, milícias e pelo “Centrão como facção política”. O roteiro descrito em uma única travessia inclui Jacarepaguá (milícia), Rocinha (CV), Morro da Babilônia no Leme (TCP), Centro (Centrão) e Tavares Bastos (BOPE).

Tavares Bastos como prova de conceito

No vídeo 2026-03-28 - Eu fui na favela que o BOPE tomou conta, Renan apresenta a favela Tavares Bastos — vizinha ao batalhão do BOPE — como modelo positivo: homicídios praticamente inexistentes, comércio prosperando, sem venda de droga. A sequência que propõe para replicar o modelo é: (1) lei e ordem → (2) título de propriedade → (3) adequação urbanística → (4) saneamento básico. Afirma que cerca de 80% da população da favela apoia medidas dessa natureza.

Esse modelo se articula com a crítica aos políticos locais — no mesmo roteiro Renan cita Flávio Bolsonaro e Eduardo Paes como figuras com amizades entre milicianos e traficantes, como TH Joias.

Assalto à mão armada: pena mínima de 30 anos

Em vídeo de 20 de novembro de 2025, Renan faz uma argumentação filosófico-jurídica sobre o assalto à mão armada: ao apontar uma arma para outra pessoa, o assaltante está “deliberando sobre a existência do outro” — algo que nenhum ser humano tem o direito de fazer. Isso tornaria o ato intrinsecamente gravíssimo, independentemente de ter resultado em morte.

Propõe pena mínima de 30 anos para assalto à mão armada, mesmo sem resultado de morte. Rejeita explicitamente o argumento de infância difícil ou desigualdade como atenuante: “Ele não tem o direito a ter essa escolha.”

“Um assalto à mão armada, mesmo que o cara só tomou o celular, mas tava apontando a arma — não importa. É 30 anos de cana no mínimo.”

Ver 2025-11-20 - Você já parou pra pensar nisso.

Caso Playboy e intervenção federal no Ceará

Em 12 de novembro de 2025, Renan documenta o caso do traficante “Playboy”, solto pelo TJ-Ceará por falta de provas. Após a soltura, Playboy foi ao distrito de Uiraponga (2.000 habitantes), ordenou a evacuação de toda a cidade e matou um morador para demonstrar poder. Era o quarto ou quinto município brasileiro evacuado pelo crime organizado.

Renan propõe intervenção federal no Ceará com assunção do controle das polícias: “Me dá três meses de mandato e não vai sobrar ninguém do Comando Vermelho no Ceará.” Ver 2025-11-12 - Você votaria numa proposta dessas.

Operação policial no Rio de Janeiro (novembro de 2025)

Em 5 de novembro de 2025, Renan reage com indignação à crítica de Lula a uma grande operação policial no Rio de Janeiro. Lula afirmou que a operação, que resultou em mortes de criminosos, foi “desastrosa do ponto de vista da ação do Estado.”

Renan argumenta que policiais cumpriram ordem de prisão e encontraram resistência armada — um deles levou tiro na cabeça. Criticar os policiais seria “desonrar pessoas que colocaram a vida em risco.” Ver 2025-11-05 - LULA CRITICA MEGA OPERAÇÃO NO RJ.

Assassinato de Rui Ferraz Fontes: o narcoestado em ação (setembro de 2025)

Em 15 de setembro de 2025, Renan reage ao assassinato de Rui Ferraz Fontes, ex-delegado geral da Polícia Civil de São Paulo — responsável pela prisão do líder histórico do PCC, Marcola — e ex-secretário de segurança de Praia Grande (SP). Fontes foi morto em uma emboscada na cidade, descrita por Renan como “infestada pelo PCC”: fugiu de carro, perdeu o controle, colidiu contra um ônibus e foi executado a sangue frio.

Para Renan, o assassinato é evidência de que o Brasil vive no narcoestado:

“O PCC e o Comando Vermelho demonstram que nós vivemos já no narcoestado.”

As medidas propostas especificamente para membros de organizações terroristas como PCC e CV: pena de morte, prisão perpétua e supressão de direitos que um cidadão comum tem mas um narcotraficante não deve ter.

Ver 2025-09-15 - Mataram delegado que combatia o PCC.

PCC envenena com metanol: terrorismo de facto (outubro de 2025)

Em 1 de outubro de 2025, Renan documenta o esquema do PCC de distribuir álcool adulterado com metanol — bebidas envenenadas — que causam morte ou cegueira por intoxicação. Para Renan, a estratégia não é acidental: é terrorismo deliberado contra a população.

Usa o caso para reforçar a tese de que o PCC e o CV devem ser legalmente classificados como organizações terroristas, sujeitando seus membros ao direito penal do inimigo: fora do sistema de garantias e direitos ordinários. O argumento: “Quem distribui veneno para matar civis é terrorista por definição.”

Ver 2025-10-01 - Prendeu, Matou e a bebida envenenada do PCC.

Crime organizado como guerrilha: os drones (outubro de 2025)

Em 28 de outubro de 2025, Renan documenta o que classifica como um ponto de virada: facções criminosas no Rio de Janeiro passaram a usar drones para lançar bombas — tática que compara às guerras da Ucrânia e do Oriente Médio. As polícias não têm equipamento nem autorização para operar drones em combate.

“O crime organizado passou a usar drones para disparar bombas. (…) Armas de guerra, táticas de guerrilha, estratégias de terror.”

Para Renan, as facções se transformaram em forças paramilitares e o enfrentamento exige Forças Armadas, não apenas policiamento estadual. Ver 2025-10-28 - O crime organizado já virou guerrilha e Rio de Janeiro em Guerra — Outubro de 2025.

Antônia Ioni: a heroína que o Brasil não lembrará (outubro de 2025)

Em 21 de outubro de 2025, Renan Santos presta homenagem a Antônia Ioni Rodrigues da Silva, 45 anos, de Saboeiro (CE). O Comando Vermelho exigiu que ela envenenasse a comida da Polícia Militar do Ceará. Ela se recusou — e foi executada ao lado de sua filha de 12 anos.

Renan lamenta que não haverá campanhas nacionais como as feitas em outros casos. Prometeu pessoalmente mandar construir um busto para a cidade e defendeu que o nome dela seja ensinado nas escolas do Ceará.

“Essa mulher foi mais corajosa do que todos os políticos desse país.”

Ver 2025-10-21 - Seu país tem heróis de verdade.

Rubens Casara: o juiz que soltou o criminoso preso 86 vezes (outubro de 2025)

Em 22 de outubro de 2025, Renan atacou o juiz carioca Rubens Casara, que soltou um criminoso com 86 prisões anteriores — que voltou a cometer crimes. Casara é descrito como defensor de uma visão socialista do direito penal, que trata criminosos como “vítimas do capitalismo”.

Renan também menciona Márcia Tiburi, ex-cônjuge de Casara, que declarou publicamente: “Tem uma lógica no assalto.” Casara censurou o jornal Antagonista que publicou suas decisões — outro juiz confirmou a censura.

Ver 2025-10-22 - O pior juiz do mundo mora no Brasil e STF e Ativismo Judicial.

A PEC da Segurança Pública como armadilha do PT

Em 30 de outubro de 2025, Renan analisa a PEC da Segurança Pública que o governo Lula acelerou aproveitando a crise do Rio. A PEC criaria um “SUS da segurança pública” centralizando o controle das polícias estaduais no governo federal, com um Conselho Nacional de Segurança Pública cujos representantes da “sociedade civil” seriam nomeados pelo próprio governo.

Renan revela que o conselho equivalente já existente desde 2019 é dominado por três ONGs financiadas por Soros e Fundação Ford que defendem direito penal mínimo e descarceramento: Instituto Sou da Paz, Instituto Igarapé e Instituto Conectas. Para ele, a PEC entregaria o controle das polícias aos inimigos da polícia.

“Se essa PEC passar, esses caras vão ter força total para controlar o desempenho das polícias de acordo com critérios viciados de gente que defende antes de tudo o traficante.”

Compara ao “modelo bolivariano” que o PT almejaria. Ver 2025-10-30 - A VERDADE SOBRE A PEC DA SEGURANÇA PÚBLICA e Expulsão de ONGs Estrangeiras.

Quem troca tiro com a polícia

Em 30 de outubro de 2025, Renan comenta imagens de suspeitos presos após troca de tiros. Rejeita tanto o argumento racial (“tem branco, pardo, preto — dá para colecionar”) quanto o argumento da ressocialização. Define quem troca tiro com a polícia como “animal disposto a colocar a vida das pessoas em risco” — e a solução como 30 anos afastado da sociedade ou morte. Ver 2025-10-30 - QUEM TROCA TIRO COM A POLÍCIA MERECE O QUE.

Tolerância zero ao tráfico em áreas de moradores de rua

No Plano para Moradores de Rua, Renan incorpora uma peça explícita de segurança pública: alterar a Lei de Execução Penal para endurecer a punição ao traficante “que leva droga para o mendigo”, tendo como referência o caso da cracolândia. Ver 2026-04-01 - Eu odeio mendigo.

Desfavelização do Brasil: as 6 medidas do BOPE

Em visita ao BOPE junto com o coronel Busnelo (pré-candidato ao governo do Rio), Renan apresenta um plano sequencial de desfavelização:

  1. Retomada territorial pela força — com estado de defesa e mudanças nas leis penais para impedir que presos saiam rapidamente.
  2. Reconstrução física — ruas abertas para carros e ambulâncias; “não vai ter mais viela na favela”.
  3. Regularização fundiária — título de propriedade que insere o morador na economia formal.
  4. Reurbanização ao estilo Buenos Aires/Medellín — projetos de engenharia + PPPs.
  5. Incentivos a empresas e comércios — para gerar emprego de qualidade local.
  6. Fim da distinção morro/asfalto — “a cidade é para todos”.

Ver Desfavelização do Brasil e 2026-03-26 - Vim no BOPE para apresentar 6 medidas para desfavelizar a cidade maravilhosa.

Impunidade sistêmica e progressão de pena

Renan analisa o caso dos assassinos de um ciclista, condenados a 20 anos por homicídio qualificado, mas com estimativa de 5 a 8 anos efetivamente cumpridos. Os mecanismos: Progressão Penal, Programa Pena Justa, juízes progressistas, bom comportamento fingido, presídio “perigoso”. Conclusão: “Se você mata alguém, quase nada acontece.”

Tese penal: “O direito tem que ficar muito mais focado em atender as dores da vítima do que as consequências psicológicas do apenado. O réu tem que sofrer — porque ele escolheu fazer a vítima sofrer.”

Anunciou um site interativo que compara penas atuais com as penas que seriam aplicadas no seu governo (acessível para quem comenta “prendeu” nos vídeos).

Ver 2026-03-26 - Quanto tempo você acha que um criminoso deve ficar preso.

Bukele e El Salvador como modelo

Renan cita Nayib Bukele e El Salvador como referência positiva: país que estava “destruído, tomado pelo crime, favelizado” e foi recuperado via direito penal do inimigo, combate ao STF corrupto, lei e ordem, e investimento em infraestrutura. Resultado: turismo, autoestima nacional, cidades bem cuidadas.

Contrasta com o Brasil de Lula, onde a Nike representa o país com imagens de favela. “O contraste entre o El Salvador de Bukele e o Brasil de Lula é nítido.”

Ver 2026-03-24 - Eu tô com muita inveja de El Salvador.

Infiltração do crime organizado nas instituições

Renan documenta o que chama de “infiltração do PCC nas instituições” a partir de casos concretos de janeiro de 2026.

Delegada do PCC em São Paulo (janeiro de 2026)

Em dezembro de 2025, foi presa em São Paulo a advogada Laila Iube, que havia se tornado delegada enquanto operava para o PCC. O próprio PCC financiou e apoiou seus estudos para o concurso; ela namorava o chefe do PCC em Roraima. Após ser aprovada no concurso, deveria cuidar de casos de interesse da facção. Ela e o namorado mantinham uma padaria de fachada em Taqueri (SP) para lavagem de dinheiro e ela continuava advogando para presos do PCC no Pará. O caso foi comentado em evento no Palácio dos Bandeirantes com o governador Tarcísio — que Renan isenta de responsabilidade direta.

“O Brasil está vivendo uma infiltração das organizações criminosas — o Comando Vermelho tomando os bairros e o PCC tomando as instituições.”

Renan propõe como resposta: direito penal do inimigo, prisão perpétua para faccionados, penas severíssimas. Em caso de resistência armada com armas de alto calibre: “um tiro no peito, um tiro na cara.”

Ver 2026-01-18 - DELEGADA LIGADA AO PCC É PRESA EM SP.

Presídio abandonado em Pernambuco como “mordomia” (janeiro de 2026)

Em visita a um presídio abandonado em Pernambuco, Renan documenta o conteúdo das celas: cadernos de contabilidade de faccionados (registros financeiros com fotos e dados de presidiários), televisores novos, churrasco dentro da cela, uma ala do Trembala e do Comando Vermelho descrita como “micromansão”. Conclui: “Você paga por uma ressocialização que é, na verdade, mordomia.” Ver 2026-01-17 - INVADI UMA PRISÃO EM PERNAMBUCO E ACHEI ISSO.

Pichações de facções em Paulista (PE) (janeiro de 2026)

Em Paulista (PE), Renan documenta demarcações de PCC, CV e BMB nas paredes das principais avenidas da cidade. Moradores de condomínio habitacional vivem em guerra de facções permanente, sem intervenção do estado. Renan pinta as pichações ao vivo como ato simbólico: “Não podemos naturalizar que nas avenidas principais da nossa cidade temos a simbologia desses caras.” Promete: “Vamos banhar esse estado no sangue dos traficantes.” Ver 2026-01-15 - RENAN PINTA PICHAÇÕES DO CRIME ORGANIZADO EM PERNAMBUCO.

Maioridade penal

Renan defende a redução da maioridade penal sem limite mínimo de idade para crimes violentos e hediondos. Posição apresentada como mais radical do que qualquer um dos governadores pré-candidatos:

  • Eduardo Leite (RS): contra, invoca a necessidade de reforma prisional antes.
  • Ratinho Júnior (PR): evasivo (“tem que ter um debate profundo”).
  • Ronaldo Caiado (GO): a favor a partir de 16 anos — Renan concorda em parte, mas considera insuficiente.

“Se foi homem, teve força de estuprar uma mulher. Se foi homem, teve força de botar uma arma na cabeça de uma pessoa. Será homem para cumprir a pena.”

Argumento central: a legislação atual é um estímulo ao uso de menores pelo crime organizado — mão de obra barata, facilmente aliciável, sem consequências jurídicas. A ausência de punição também gera ausência de senso de justiça nas vítimas.

Compromete-se a construir presídios fora do controle das facções e a garantir que policiais que levam menores à delegacia não os vejam soltos horas depois.

Ver 2026-03-16 - Veja a opinião desses governadores sobre redução da maioridade penal.

Violência contra a mulher: posição e 5 medidas (dezembro de 2025)

Em dois vídeos de 27 de dezembro de 2025, Renan reagiu a episódios virais de violência contra mulheres (incluindo uma mulher arrastada por ex-companheiro). A posição central: a raiz do problema não é cultural mas a impunidade estrutural do Brasil — “as pessoas cometem violências dessa natureza simplesmente porque o Brasil é o país da impunidade.”

Renan coloca duas possibilidades na mesa para debate com a sociedade: prisão perpétua e pena de morte para crimes de alta violência premeditados. “Pessoas que cometem crimes premeditados, muito violentos, não têm condição de conviver em sociedade, nem merecem reabilitação, muito menos perdão.”

Crítica à Érika Hilton: descrita como parlamentar que usa a causa como marketing mas “vota recorrentemente para diminuir penas para bandido de toda natureza.” Para Renan, “o homem agressor se vale das mesmas leis pró-bandido que o traficante.”

As cinco medidas presidenciais anunciadas especificamente para violência contra mulher:

  1. Fim das saidinhas para condenados por crimes passionais contra mulheres.
  2. Sem progressão de pena para agressores — pena integral.
  3. Descumprimento de medida preventiva (stalking) gera prisão preventiva automática.
  4. Sem audiência de custódia para flagrante por violência contra mulher com morte.
  5. MP obrigado a acionar judicialmente qualquer juiz que solte agressor que reincida.

As mesmas medidas se estendem a crimes violentos contra crianças e crimes graves contra a vida em geral. Ver 2025-12-27 - Se você é mulher e 2025-12-27 - 5 medidas contra a violência contra mulheres.

Feminicídio e progressão penal

Para assassinos de mulheres e autores de crimes sexuais violentos, Renan defende fim da progressão penal — pena integral, sem reincidência permitida.

Crítica à esquerda: o PT organiza marchas contra o feminicídio mas vota contra as medidas que puniriam efetivamente os culpados. Exemplo: Pedro Campos (PT), líder da bancada, avisou que ninguém do partido votaria a redução da maioridade penal — deixando impunes menores que praticaram estupro coletivo.

“Não tem que ter reincidência, tem que ficar pro resto da vida na cadeia.”

Ver 2026-03-14 - MINHA RESPOSTA PARA O FEMINICÍDIO NO BRASIL.

Curitiba e o problema do centro degradado

Em visita ao Marco Zero de Curitiba — considerada a melhor capital do Brasil — Renan documenta a degradação por concentração de moradores de rua, usuários de drogas e traficantes. Identifica o erro de modelo: sopão e marmitas distribuídos a menos de 100 metros do ponto de venda de drogas, financiados pelo Estado, com comércio abandonando o entorno.

Proposta federal: legislação que impeça a permanência na rua, encaminhamento compulsório a albergues (fora do centro), traficante na cadeia pelo resto da vida.

Ver 2026-03-16 - A melhor capital do Brasil está virando uma Cracolândia.

7 propostas para a Polícia Militar

No vídeo de 12 de março de 2026, Renan lança propostas específicas para a categoria dos policiais militares:

  1. Apoio jurídico gratuito de qualidade após ocorrências
  2. Piso nacional do salário policial (custeado pelo corte dos supersalários do Judiciário)
  3. Seguro de vida de no mínimo 24 salários do policial em caso de morte em combate
  4. Política de saúde mental (taxa de suicídio entre PMs é 3x maior que a da população geral)
  5. Independência para a polícia científica
  6. Excludente de ilicitude para abate de criminosos com armamento pesado
  7. Limite de 2 horas para registro de ocorrência na delegacia (com IA)

Ver Propostas para Polícia Militar e 2026-03-12 - 7 propostas para a Polícia Militar.

Reincidência e 60 anos de pena

Em vídeo de 11 de março, Renan parte de um caso concreto — criminoso com 26 anotações e 8 prisões solto, que matou o ex-secretário de turismo da Argentina — para propor: quem já matou e é reincidente cumprirá no mínimo 60 anos de prisão. Caso a polícia tenha condições, poderá “matá-lo ainda no meio da operação”.

A tese por trás: o Congresso não aprova leis duras porque os critérios de reincidência pegariam também políticos corruptos reincidentes. “Só vamos resolver isso trazendo gente de fora ou aproveitando os poucos nomes que não têm rabo preso com o crime.”

Ver 2026-03-11 - Eu farei o governo mais duro contra a criminalidade.

Civilidade e Singapura como modelo

Em vídeo de 9 de março, Renan amplia o conceito de “lei e ordem” para o comportamento cotidiano no espaço público: barulho no transporte, festas na rua de madrugada, pichação, lixo. Cita Singapura — que saiu de “sociedade pobre e favelizada” para um dos mais desenvolvidos do mundo por meio de punições severas para comportamento incivil, inclusive para jogar chiclete no chão. Propõe o mesmo para o Brasil: multas e, em casos graves, prisão. “Quando falo em impor lei e ordem, não estou falando só em meter vagabundo na cadeia. Estou falando que, se o brasileiro não se comportar de maneira civilizada, ele será punido.”

Ver 2026-03-09 - Você acha o povo brasileiro civilizado.

Mulheres e segurança pública

No Dia Internacional da Mulher (8 de março), Renan afirma que o principal desejo para as mulheres brasileiras é “andar na rua sem medo” — e que isso exige penas mais duras para crimes violentos. Critica mulheres que votam em partidos com penas brandas por cederem a “chantagem emocional”. Ver 2026-03-08 - FELIZ DIA DAS MULHERES.

Primeiro dia de governo: o plano completo

Em entrevista de 6 de março de 2026, Renan detalhou a sequência exata de medidas para as primeiras horas de governo:

  1. Reforma fiscal — PEC de transição aprovada imediatamente.
  2. Estado de defesa decretado no dia 5 (data de posse) — Forças Armadas e polícias atuam com poderes especiais para enfrentar o crime. Nesse regime, é possível entrar nas casas onde criminosos se escondem.
  3. Eliminação das lideranças do crime organizado em até 6 meses.
  4. Nova legislação penal — Código Penal e Lei de Execuções Penais reformados para acabar com saidinha e progressão penal.

Sobre o desafio de governar sem maioria parlamentar, usou a analogia de Milei na Argentina: “O povo votou sabendo que precisava de um remédio amargo. Eu sou a quimioterapia.” Ver 2026-03-06 - Que Brasil vou pegar ano que vem.

Desfavelização: a questão cultural

Em entrevista de 5 de março de 2026, Renan respondeu à tese de que a desfavelização destruiria a identidade cultural brasileira. Distingue entre “bairro pobre” e “favela” — a diferença é a presença do crime organizado e a ausência do Estado. Afirma que a arte de massa produzida nas favelas hoje não é Cartola, é o funk que exalta o crime e objetifica a mulher. O programa prevê R$ 900 bilhões para acabar com o “modelo arquitetônico e urbanístico fracassado”. Ver 2026-03-05 - FAVELA É UMA M3RDA SIM.

O policial que faz Uber: símbolo de injustiça

Em 1 de março de 2026, um sargento com 16 anos de serviço se apresentou a Renan em evento público, com a esposa, dizendo ser “a primeira vez que sinto esperança nesse país” — e que trabalha como motorista de aplicativo (Uber) para complementar o salário. Renan usa o depoimento como definição operacional de quem é o “brasileiro que segura o Brasil nas costas”:

“Ele é policial. Ele tá enfrentando uma guerra diária e ele trabalha por conta para botar comida na mesa da família dele. (…) Esse cara é o cara que essencialmente carrega o Brasil nas costas.”

E propõe uma fórmula para política pública:

“Quando a gente se tocar que tornar o Brasil justo é tornar o Brasil fácil para ele e difícil para filho da puta, a gente torna esse Brasil um país sério.”

Ver 2026-03-01 - O DESABAFO DESSE POLICIAL EMOCIONOU A TODOS.

Saidinha e progressão penal: alerta para o Rio de Janeiro (janeiro de 2026)

Em 10 de janeiro de 2026, Renan emite um alerta para moradores do Rio de Janeiro: 300 criminosos de alta periculosidade de facções importantes foram soltos pelas ruas por meio da saidinha e da progressão penal. Entre os citados: Thiago Vinícius Vieira (Dourado) do TCP, Nestor do Tuiuti e Márcio Martelo (Bolado) do CV, Sérgio Luiz (Um Problema) — gerente da favela da Lagoa em Magé.

Renan critica a perpetuação do sistema independentemente do partido: “É um absurdo que entra governo de esquerda, governo de direita, governo do Temer, governo do PSDB — e um absurdo como a saidinha continua de pé.” Cita que Thoias, membro do CV, foi eleito deputado estadual e atuava normalmente na Assembleia Legislativa do Rio até ser preso em nova operação.

Proposta concreta como resposta:

  • Acabar com saidinha, progressão penal, juiz de garantia, audiência de custódia e indulto de Natal
  • Duplicar todas as penas para crimes violentos
  • Tornar as leis de processo penal mais duras e simples
  • Garantir que o preso levado até a delegacia “não mais volte pra rua”

Ver 2026-01-10 - Atenção, carioca! Muito cuidado nas ruas.

Ameaças à pré-campanha no Nordeste (janeiro de 2026)

Em 22 de janeiro de 2026, Renan denunciou que o PT havia iniciado uma campanha de sabotagem contra sua turnê pelo Nordeste: o recado chegando à equipe era que, em estados governados pelo PT, não haveria policiamento nem proteção caso alguma violência acontecesse contra ele ou sua equipe.

Estados de risco identificados:

  • Rio Grande do Norte (governadora Fátima Bezerra, PT): o vereador local Faustino, aliado de Renan, era “constantemente alvo de ameaças do PT.”
  • Ceará (governador Elmano de Freitas, PT): o Comando Vermelho ameaçava a família de Pedrinho, porta-voz do Missão no estado.

Renan distingue entre as polícias estaduais (descritas como profissionais) e os governadores que as comandam: “A polícia quer fazer o que é certo. O problema é que elas respondem ao comandante em chefe — que vem a ser o governador.”

“As eleições de 2026 oficialmente começaram, ao menos na parte do crime e da maldade.”

Ver 2026-01-22 - ESTOU SENDO AMEAÇADO NO NORDESTE POR MOSTRAR A VERDADE.

Oruam e o Comando Vermelho (fevereiro de 2026)

Em 5 de fevereiro de 2026, Renan denuncia a fuga de Oruam — rapper e, segundo ele, porta-voz público do Comando Vermelho, filho de Varcinho VP, influente nos complexos da Penha e do Alemão. Oruam havia sido preso por organizar uma revolta de traficantes contra a Polícia Civil do Rio; foi solto por decisão judicial, recolocado na cadeia pelo STJ e então fugiu arrancando a própria tornozeleira eletrônica.

Renan aproveita para reiterar a proposta de estado de defesa: a medida permitiria à polícia entrar em qualquer residência para capturar traficantes que se escondem em casas de terceiros, pois o CV está presente em cidades por todo o Brasil. Ver 2026-02-05 - ORUAM VIOLA TORNOZELEIRA E ESTÁ FORAGIDO DA POLÍCIA e Oruam.

Motoboys assassinados no Rio: o herói invisível (janeiro de 2026)

Em 31 de janeiro de 2026, Renan reage à morte de dois entregadores de aplicativo (motoboys) assassinados a sangue frio por criminosos do Comando Vermelho no Rio de Janeiro — mortes que, segundo ele, não geraram comoção pública comparável a outros casos. Critica a cultura do crime glorificada por letras de trap, e apresenta o entregador como “a melhor pessoa do Brasil”: quem resistiu ao estímulo do crime, escolheu a honestidade e sustenta a família com trabalho duro.

“A única coisa que posso oferecer é a vingança. Se nós chegarmos ao poder, nós vamos prender e matar todas as pessoas que levam terror para as suas famílias.”

Ver 2026-01-31 - SOBRE OS MOTOBOYS ASSASSINADOS NO RJ.

Porto de Fortaleza tomado pelas facções (fevereiro de 2026)

Em comício no Ceará em 1 de fevereiro de 2026, Renan denuncia que o porto de Fortaleza está sendo tomado por facções criminosas (CV, GDE, TCP e PCC) para exportar drogas para a Europa, financiando o crime local com dólares e euros. O governador Elmano (CE) é acusado de mascarar os números — o Ceará seria o estado com maior número de mortos por 100.000 habitantes no Brasil. Ver 2026-02-01 - NÓS SOMOS A GERAÇÃO QUE VAI SALVAR O BRASIL.

Impunidade como causa: a pesquisa de Perry Shiida (fevereiro de 2026)

Em entrevista de 24 de fevereiro de 2026, Renan descarta a “mentalidade de escassez” como causa principal do crime e aponta a impunidade como fator determinante. O Estado oferece auxílios — o criminoso “não vai passar fome” — e ainda assim comete crimes porque a probabilidade de punição é baixa.

Cita pesquisa do Perry Shiida feita diretamente em presídios: ao perguntar a detentos o que os teria impedido de cometer crimes, a resposta foi penas de morte ou penas muito duras, combinadas com a certeza de ser pego. Renan usa isso como evidência empírica de que países mais pobres que o Brasil, mas com justiça eficaz e penas severas, conseguem reduzir o crime por meio do medo da punição.

Ver 2026-02-24 - OS BANDIDOS PRECISAM TER MEDO.

10 (+ 1) medidas completas (fevereiro de 2026)

Em 15 de fevereiro de 2026, Renan listou seu pacote completo de segurança pública em um único vídeo — o mais abrangente até então:

  1. Aumento generalizado de penas (crimes violentos e colarinho branco)
  2. Fim de progressão de pena, saidinha e perdão na Lei de Execução Penal
  3. Fim do juiz de garantia e da audiência de custódia (identificados como “erros do governo Bolsonaro”)
  4. Pena mais que triplicada para reincidentes
  5. Redução da maioridade penal para menos de 14 anos
  6. Crime não tem idade — matar ou estuprar com 12 anos = pena de adulto
  7. Direito penal do inimigo — membro de facção perde direitos iguais a terrorista
  8. Construção de 8 superpresídios em regiões isoladas
  9. Estado de defesa — polícia entra nas residências
  10. Intervenção nos portos de Santos e Pecém (Fortaleza) para cortar exportação de drogas que financia PCC e CV com dólares e euros
  11. Bônus: Câmeras com reconhecimento facial em capitais e periferias (modelo SP)

Ver 2026-02-15 - 10 MEDIDAS PARA SEGURANÇA PÚBLICA.

A lição das facções do Ceará (fevereiro de 2026)

Em 15 de fevereiro de 2026, Renan usou um caso concreto do Ceará — em que facções criminosas proibiram brigas de torcida organizadas, sob pena de morte, e funcionou — para defender punições severas e certas como mecanismo mais eficaz que qualquer abordagem sociológica. O método: sem ressocialização, sem análise de “cultura Red Pill”, sem sociólogos. Apenas uma ordem clara com punição imediata.

“Esqueça seu professor de direito, o jornalista, o professor de história. Faça o óbvio e a resposta será óbvia.”

Ver 2026-02-15 - Sim, a estratégia das facções funciona.

Violência contra mulheres: casos de facção (fevereiro de 2026)

Em 13 de fevereiro de 2026, Renan relatou o caso de uma menina de 13 anos de São João do Meriti (RJ), capturada pelo TCP (confundida com namorada do CV), estuprada por 9 homens e torturada. Lideranças do movimento negro permaneceram silenciosas — enquanto estavam no carnaval ou em Massachusetts. Renan: o ativismo só se mobiliza quando a vítima foi morta pela polícia, não pelo tráfico.

No mesmo dia, reportou o caso da menina Sofia — negra, pobre — morta no banco de trás do carro do pai metralhou por uma facção. Mesmo silêncio das lideranças. Renan: “Será que vidas negras importam ou será que traficantes negros importam?”

Ver 2026-02-13 - SE VOCÊ É MULHER, PRECISA VER ESSE VÍDEO e 2026-02-13 - O CASO QUE O MOVIMENTO NEGRO NÃO QUER FALAR SOBRE.

Por que bandidos saem soltos: a estrutura política (fevereiro de 2026)

Em 18 de fevereiro de 2026, Renan explica a raiz estrutural do problema: as mesmas leis penais que prenderiam criminosos violentos atingiriam políticos corruptos — por isso a classe política não aprova leis duras. Kim Kataguiri já aprovou projetos de aumento de pena na Câmara; todos travam no Senado, onde senadores “que ficam dançando no carnaval” reconhecem o risco pessoal.

Tanto o governo Bolsonaro (que eliminou a Lava-Jato e a prisão em segunda instância) quanto o governo Lula (que quer aumentar o controle federal sobre as polícias, não fazê-las trabalhar) falharam igualmente. Ver 2026-02-18 - VOCÊ NÃO ODEIA ESSES POLÍTICOS O SUFICIENTE.

Senado bloqueia aumento de penas (fevereiro de 2026)

Em 19 de fevereiro de 2026, Renan aprofunda a crítica ao Senado como obstáculo estrutural ao endurecimento das penas. A Câmara dos Deputados aprovou projetos de lei aumentando penas para roubo, furto, assassinato e reincidência — todos travados no Senado.

A explicação de Renan: senadores temem que, se aprovarem aumento de penas para crimes comuns, o mesmo princípio se aplique a crimes de colarinho branco, que é a especialidade da classe política.

Caso emblemático citado: um homem preso por estuprar uma menina de 11 anos, solto antes de completar 10 anos, que numa saidinha estuprou a própria mãe e depois recebeu prisão domiciliar. O perfil do Senado nas redes sociais publica sobre o limite de 10 anos como alerta — sem perceber que está denunciando sua própria omissão.

“O Senado nem sequer deveria existir. O Senado é um depósito de vagabundos.”

Ver 2026-02-19 - VOCÊ NÃO ODEIA O SENADO BRASILEIRO O SUFICIENTE.

PL de Kim Kataguiri: aprovação e tentativa de sabotagem

Em 3 de março, Renan alertou que PT, PSOL e Centrão articulavam manobra regimental para impedir votação no Senado do PL que aumenta penas para roubo e receptação — citando até a “dama do tráfico” como lobista. Ver 2026-03-03 - ATENÇÃO - querem sabotar um projeto de segurança pública do kimkataguiri. Em 4 de março, a aprovação foi comemorada: o PL — aprovado antes na Câmara por Kim Kataguiri — passou no Senado. Ver 2026-03-04 - SENADO APROVA PL DO KIM QUE AUMENTA PENA PARA VAGABUNDO.

Censura e proposta de penas duras para abusadores

Em 6 de março, Renan teve vídeos derrubados no Instagram após publicar conteúdo sobre abuso de menor em Sorocaba com proposta de penas mais duras. A Meta também suspendeu funcionalidades da conta por um ano. Renan interpreta como perseguição política ao pré-candidato que propõe endurecimento penal. Ver 2026-03-06 - COMEÇOU A CENSURA CONTRA MIM.

O caso Vanessa Lara: reincidência que mata (fevereiro de 2026)

Em 11 de fevereiro de 2026, Renan usa o assassinato de Vanessa Lara no interior de Minas Gerais para atacar a clemência judicial com reincidentes. O autor do crime tinha passagem anterior por estupro e tráfico, foi solto, e em liberdade sequestrou, estuprou e matou Vanessa com o cabo do carregador do celular. Outra mulher aparece no vídeo relatando que havia sobrevivido à tentativa de estupro do mesmo homem dois anos antes.

“A Vanessa só morreu porque o judiciário brasileiro quis ser clemente com bandido.”

Renan afirma que o objetivo do seu governo não será apenas justiça, mas também vingança: “É sobre vingança. Se vocês acreditam nisso, sigam a gente.” Ver 2026-02-11 - O JUDICIÁRIO BRASILEIRO ACHOU PRUDENTE SOLTAR ESSE ‘JOVEM RAPAZ’.

Latinos e lei: observação em Miami (fevereiro de 2026)

Em 7 de fevereiro de 2026, filmado em Miami, Renan observa crianças brincando desacompanhadas num parque e usa a cena para afirmar que o problema brasileiro não é cultural:

“Antes de falar que o seu povo pertence ao Bostil, entenda: isto é culpa das elites e de quem faz com que as nossas leis sejam lenientes com bandido.”

Latinos (brasileiros, cubanos, venezuelanos, argentinos) num ambiente com lei — “damos certo”. Cita El Salvador como país mais pobre e mais violento que conseguiu reverter o quadro, projetando o mesmo para Brasil. Ver 2026-02-07 - POR QUE OS EUA PARECE UM PAÍS TÃO MELHOR QUE O BRASIL.

”Extremista” é quem não aceita a normalidade absurda (fevereiro de 2026)

Em 9 de fevereiro de 2026, respondendo à Folha de S. Paulo que o classificou como “radical extremista”, Renan explica que matar bandido e propor intervenção federal em estados como o Maranhão não são posições extremas — “são posições que países sérios adotam.” A normalização do absurdo é o que faz parecerem extremas. Ver 2026-02-09 - MINHA RESPOSTA A MATÉRIA DA FOLHA!.

Santa Quitéria (CE): urânio, Comando Vermelho e risco de bioterrorismo (janeiro de 2026)

Em 31 de janeiro de 2026, Renan documenta a situação em Santa Quitéria (CE): município controlado pelo Comando Vermelho, com exploração de urânio nas imediações. A combinação cria, na sua análise, um risco de segurança nacional sem precedentes no Brasil:

“Uma bomba suja pode ser utilizada pelo Comando Vermelho contra operações policiais e contra a própria população, transformando-os de fato em grupo narcoterrorista.”

O prefeito anterior, Braguinha, foi afastado pela Justiça após usar o CV nas eleições — carros com membros da Rocinha vieram ao Ceará para auxiliá-lo. O filho, Joel, foi eleito em eleição suplementar. A liderança local do MBL, Pedro Artur, recebe ameaças de morte. Renan propõe intervenção federal em Santa Quitéria por questão de segurança nacional. Ver 2026-01-31 - ESTOU SENDO AMEAÇADO DE MORTE NESSA CIDADE.

Sobral (CE): desfavelização sem segurança gera “faixa de Gaza” (janeiro de 2026)

Em 30 de janeiro de 2026, Renan mostra em Sobral a chamada “faixa de Gaza” local: uma faixa de neutralidade entre conjuntos habitacionais tomados pelo PCC e uma favela do Comando Vermelho. Os prédios na faixa estão completamente desocupados. O caso serve para reforçar a tese de que construir habitações sem combater o crime é inútil: o crime organizado toma os empreendimentos e “refaveliza”.

O modelo correto é o que Renan chama de “bandeira, quartel, escola”: bairro com normas, base policial permanente, e regras para os moradores que recebem os apartamentos. Ver 2026-01-30 - RENAN VISITA FAIXA DE GAZA EM SOBRAL NO CEARÁ e Desfavelização do Brasil.

Caso do Cão Orelha: federalização e impunidade sistêmica (janeiro de 2026)

Em múltiplos vídeos de 28 a 31 de janeiro de 2026, Renan Santos se envolve ativamente no Caso do Cão Orelha — o assassinato de um cão de rua por jovens de famílias ricas em Santa Catarina, possivelmente no contexto de jogos de sadismo organizados no Discord.

Renan protocolou ações civis públicas contra os jovens e seus pais, representação para retirada de guarda, e ofícios ao consulado americano. Defendeu a federalização do caso (PF em vez da polícia de SC) pela suspeita de que os grupos do Discord teriam membros em vários estados, e pela influência das famílias sobre as autoridades locais.

“Santa Catarina, nesse sentido, é tão parecida como qualquer lugar do Maranhão. Os poderosos sempre escapam dos seus crimes.”

Ver Caso do Cão Orelha, 2026-01-28 - RENAN SANTOS LEVA ENVOLVIDOS NO CASO DO CÃO ORELHA PARA A JUSTIÇA e 2026-01-31 - PRECISAMOS FEDERALIZAR O CASO DO CÃO ORELHA.

CECOTINS: o megapresídio no Tocantins (janeiro de 2026)

Em 29 de janeiro de 2026, no presídio de Mossoró (RN) — o único no Brasil de onde houve fuga —, Renan anuncia sua proposta de CECOTINS: um presídio gigantesco de segurança máxima no meio do estado do Tocantins, inspirado no CECOT de El Salvador:

  • Localizado em área ermo, distante de cidades
  • Quatro a cinco vezes maior que Mossoró
  • Modelo replicável: “precisamos de presídio na Amazônia, em Tocantins, em lugares ermos distantes”

Critica que presídios próximos de cidades atraem familiares de presos e organizações criminosas para a vizinhança: “É muito errado que a população de Mossoró tenha que viver num lugar que vai atrair familiar de vagabundo.”

Ver 2026-01-29 - PRECISAMOS DO CECOTINS URGENTEMENTE e Propostas para Polícia Militar.

Fontes