No debate: estado de defesa + GLO, super presídios e intervenção em estados que não combatem o crime (agosto de 2026)
Em 24 de agosto de 2026, em trecho de debate, Renan apresenta três propostas de segurança: (1) declarar estado de defesa e colocar em GLO as regiões tomadas pelo crime organizado — “passar a rapa nesses caras” — com polícias estaduais e Polícia Federal atuando “para destruir, para eliminar o crime organizado”; (2) construir super presídios com 300 a 500 mil vagas, sem isolamento de facção, porque “nós vamos eliminar as facções”; (3) integração entre estados com ameaça de intervenção federal para quem não combater o crime — citando Ceará e Bahia como “governos do petismo” que “têm vergonha e medo de enfrentar o crime organizado, estão deixando a população morrer”. “Essa será a guerra. Nós vamos enfrentar o crime organizado como nunca antes na história do nosso país.” Ver 2026-08-24 - Estado de sítio e GLO em áreas dominadas pelo crime organizado, Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo e Proposta para Governadores Anti-Crime.
PCC tenta impedir evento de campanha; Renan resiste e lança marco de desfavelização (agosto de 2026)
Em 23 de agosto de 2026, Renan relata que um evento de campanha foi proibido e recebeu um “salve” do PCC dizendo que “nós não poderíamos entrar” — mas o evento foi realizado mesmo assim. Ele justifica: “Se nós não tivermos coragem de nos arriscarmos aqui para falar a mensagem que nós temos que falar, nós não vamos fazer nada como governo.” Descreve São Paulo como “um lugar altamente injusto”: a escola particular mais cara do Brasil (mensalidade acima de R$ 10 mil), um dos shoppings mais caros do país (bolsas e sapatos acima de R$ 30 mil) e, no meio, uma favela com presença do PCC, usada “como estoque e entreposto para venda de drogas”, sem serviços públicos básicos — onde “as pessoas não são tratadas como gente”. Ele conecta o enfrentamento ao crime à desfavelização e anuncia o “Nuremberg das favelas”. Ver 2026-08-23 - O PCC tentou nos impedir de fazer o nosso evento, mas nós o fizemos mesmo assim..
PM da Paraíba contra as barricadas do crime e governadores “amigos do crime” (agosto de 2026)
Em 21 de agosto de 2026, Renan comenta o protesto da Polícia Militar da Paraíba, que apareceu com uma barricada em chamas e metralhadora apontada para cima diante das barricadas erguidas pelo crime organizado em João Pessoa e Cabedelo. Ele afirma que a polícia “não consegue trabalhar porque não recebe ordens de cima”, recebe pouco salário e que “político vagabundo” não faz o trabalho dela. Renan estende o diagnóstico ao Nordeste: “as polícias do Nordeste não conseguem trabalhar porque os governadores petistas, lulistas do Nordeste são amigos do crime” — citando também Ceará e Bahia.
Renan manda recado de apoio aos policiais: “continuem o bom trabalho… nós vamos chegar ao poder” e, se o governador não quiser atuar contra o crime organizado, “eu vou intervir no estado, vou meter uma intervenção federal no estado”. Ele também critica o humorista Oscar Filho, que teria chamado a barricada de “só lixo”, afirmando que “as pessoas no Brasil ficaram cínicas”. Ver 2026-08-21 - PM perde paciência e bota fogo em barricadas na Paraíba e Intervenção Federal em Estados com Baixo IDH.
Paraíba: resposta ao governador, homicídios acima da média e PT “amigo do crime” (agosto de 2026)
Em 21 de agosto de 2026, Renan responde ao ataque do governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (ver Lucas Ribeiro), após demonstrar que João Pessoa e arredores estão tomados pelo crime organizado. Ele cita que a Paraíba tem 28 a 30 homicídios a cada 100 mil habitantes — “muito mais do que a média nacional” — e que o governo, “continuidade do João Azevedo”, reduziu os homicídios “só na margem”. Renan afirma que a gestão é aliada histórica do PT, “o mesmo PT que não promove políticas de enfrentamento real ao crime organizado, nem é muito favorável ao aumento de penas contra a bandidagem”, e promete: “No meu governo, nós vamos destruir as facções criminosas.” Ele cita a infiltração do crime nas ruas, bairros, polícia e política, as câmeras de facção em Santa Rita e aliados do ex-governador presos em Cabedelo ligados a facções que “determinavam quem podia votar”. Ver 2026-08-21 - Resposta ao Governador da Paraíba e Campanha na Paraíba — Agosto de 2026.
”Morro ou Faria Lima”: 90 a 100 mortes por dia, narcoestado e intervenção no Rio (agosto de 2026)
Em 21 de agosto de 2026, em diálogo com um interlocutor sobre o slogan “prender e matar”, Renan afirma que morrem hoje no Brasil 90 a 100 pessoas por dia, a maior parte meninos negros da periferia — mortos “antes de tudo” pelo crime organizado. Sobre o Rio de Janeiro, pergunta “em que instância do Rio de Janeiro não há presença do crime organizado?” e defende que, “eventualmente, nós vamos precisar fazer uma intervenção no Rio de Janeiro, porque o Brasil está se tornando um narcoestado”.
Renan explica que o “prender e matar” se aplica a agentes públicos envolvidos com o crime: se o agente responder à polícia armado, o policial “vai ter que atirar de volta”; se se entregar, não será morto — “ninguém vai matar ele”. Conclui que as punições no Brasil são muito baixas e que o ato de pertencer à facção deve aumentar as punições, com o direito funcionando “de maneira diferente” para os membros do crime organizado.
Ver 2026-08-21 - Morro ou Faria Lima, Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo e Intervenção Federal em Estados com Baixo IDH.
Barricada do Comando Vermelho derrubada em João Pessoa: “retomada dos bairros” (agosto de 2026)
Em 20 de agosto de 2026, durante dia de campanha em João Pessoa (Paraíba), Renan usa uma retroescavadeira para derrubar uma barricada do Comando Vermelho no bairro dos Grotões — que, segundo ele, impedia a população de passar. Ele afirma que a ação é “um gostinho do que será o governo Renan Santos” e que “a retomada dos bairros brasileiros será obrigação do nosso governo”, com cenas como essa “vão se repetir em todo o país”.
Renan cobra os governantes locais — “por que que os governantes locais aqui da Paraíba não fazem isso?” — e conecta a ação às bandeiras de desfavelização e de enfrentamento total ao crime, afirmando que é preciso “devolver a cidade pras nossas crianças”, com a rua “livre de vagabundo, livre de bandido”.
Ver 2026-08-20 - Eu destruí uma barricada do Comando Vermelho!, Desfavelização do Brasil e Campanha na Paraíba — Agosto de 2026.
Visão do “triunfo” sobre o crime: desfile na Sapucaí após a vitória no Rio (agosto de 2026)
Em 20 de agosto de 2026, em vídeo de tom satírico, Renan imagina um desfile na Sapucaí comemorando a vitória total das forças de segurança sobre o crime organizado no Rio de Janeiro — com o BOPE, blindados e caveirões como carros alegóricos e a cobertura da Rede Globo. Ele afirma que, “no governo Renan Santos”, esse triunfo aconteceria e que homenagearia o melhor soldado da operação com uma “biga” de ouro. O vídeo projeta a cena como um “momento” de 2027, reforçando a narrativa de campanha de uma “guerra” vitoriosa contra as facções.
Câmeras de facções, monitoramento territorial e reocupação (agosto de 2026)
Em 20 de agosto de 2026, durante dia de campanha em João Pessoa, Renan sobe em um poste para destruir o sistema de câmeras da facção local (referida na transcrição como “Okaida”). Ele explica que facções instalam câmeras em toda a cidade para monitorar pessoas, adversários e a aproximação da polícia — uma versão criminosa de sistemas como o Smart Sampa de São Paulo — com central no Rio de Janeiro operada por um criminoso chamado Fatoca. Promete que, em seu governo, membros das facções “serão destruídos” via reocupação territorial e direito penal do inimigo a favor da polícia e do Estado. Ver 2026-08-20 - Eu destruí as câmeras de uma facção criminosa e Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo.
”Onde há uma facção, haverá uma operação”: parceria federal-estados e remoção de câmeras na Paraíba (agosto de 2026)
Em 20 de agosto de 2026, durante dia de campanha em João Pessoa e Santa Rita (Paraíba), Renan afirma: “Onde há uma facção, haverá uma operação”, com o governo federal e os governos estaduais “em parceria, com aumento de penas” — para retirar o crime “dos bairros e cidades que eles costumam tomar”, utilizando forças federais quando necessário e aprovando no Congresso o aumento de penas. Para o caso de um assalto com arma apontada à cabeça para levar o celular, defende pena mínima de 30 anos de prisão.
O dia de campanha incluiu a participação de Renan na retirada de entulho jogado por traficantes nas ruas do bairro do Grotão (João Pessoa) para impedir a circulação da polícia, e a remoção de câmeras instaladas em postes pelo crime organizado em Santa Rita. Ver 2026-08-20 - Vídeos completos logo logo! e Aumento de Penas e Crimes Imprescritíveis.
Caso Giulia Falcão: punição dura para agressores e crítica à progressão de pena (agosto de 2026)
Em 19 de agosto de 2026, Renan comenta o caso de Giulia Falcão, agredida com taco de beisebol pelo marido, e afirma que o agressor — “rico, com bons advogados” — “vai conseguir uma progressão de pena já”, “isso se não for solto antes de um ano”. Ele cita as 250.000 mulheres que reportam oficialmente violência à polícia e outras 250.000 a 500.000 que não reportam, e resume sua posição: “Internet livre pras pessoas e punição dura para vagabundo”.
Ver 2026-08-19 - Quanto tempo o agressor de Giulia Falcão ficará preso, Agressão a Giulia Falcão — Agosto de 2026 e Aumento de Penas e Crimes Imprescritíveis.
”Bola de ferro no pé do bandido”: proposta defendida por Renan (agosto de 2026)
Em 19 de agosto de 2026, ao comentar uma reportagem da BBC sobre suas propostas, Renan destaca a ideia de “colocar bola de ferro nos pés dos bandidos”. Ele diz que, “para ser sincero”, não estava totalmente convencido da ideia, “mas agora está acontecendo. Eu quero bola de ferro no pé do bandido.” O episódio também reafirma a “guerra contra facções” e o uso de forças auxiliares e forças armadas.
Ver 2026-08-19 - JORNALISTA ME PEGOU!!! e Aumento de Penas e Crimes Imprescritíveis.
Garimpo ilegal do Comando Vermelho em terra indígena no Mato Grosso (agosto de 2026)
Em 18 de agosto de 2026, Renan visita uma terra indígena em Mato Grosso que, segundo ele, foi tomada por um garimpo ilegal controlado pelo Comando Vermelho. Ele descreve o local como uma “cidade fantasma” destruída por operações das forças de segurança, com túneis de extração de ouro, ração militar supostamente desviada pela facção e um bordel abandonado — e relata que garimpeiros e membros da facção retornavam após cada operação, só saindo quando as habitações foram queimadas.
Renan usa o caso para questionar o modelo atual de reserva indígena e promete que seu governo destruirá o crime organizado como o Comando Vermelho e protegerá as fronteiras. Ver 2026-08-18 - Eu fui em uma terra indígena tomada por garimpo ilegal do Comando Vermelho e Uso Econômico das Reservas Indígenas.
Origem do “prendeu matou” e o “prendeu soltou”: duas opções ao bandido, sem terceira via (agosto de 2026)
Em 18 de agosto de 2026, em trecho de entrevista, Renan explica a origem do bordão “prendeu matou”: um empresário foi assaltado no Parque do Povo, em São Paulo, entregou o celular ao bandido e levou um tiro, morrendo no momento da entrega. Renan afirma ter concluído que “o destino dele é prender ou matar” — diante de um assalto armado, “a única coisa justa, séria, a se fazer” é prender por muito tempo ou o bandido morrer, sem terceira opção.
Renan critica o ciclo do “prendeu soltou”: bandidos que agridem esposas ou namoradas e criminosos sexuais contra crianças que “pegam pena pequena e voltam soltos”. Para ele, quem comete “essas atrocidades” precisa ficar preso de verdade. Reafirma ainda que, quando o bandido enfrenta a polícia com arma, a polícia tem o “direito sagrado” de atirar e fazê-lo “se tornar uma massa de carbono deforme”.
Ver 2026-08-18 - Hoje no Brasil a gente vive o “prendeu soltou”, Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo e Aumento de Penas e Crimes Imprescritíveis.
Policial que matou o assassino do próprio filho: “herói nacional” e crítica a Lula (agosto de 2026)
Em 18 de agosto de 2026, Renan conta o caso de um policial que matou o assassino do próprio filho durante um assalto: o bandido abriu fogo contra o pai e a criança na moto, o pai revidou, o filho foi atingido no peito e morreu no hospital. Renan chama o policial de “herói nacional” e critica o presidente Lula por não lhe dar “uma medalha de herói nacional” — defende que o Estado deveria condecorá-lo e fazer uma estátua em sua homenagem.
Ao responder sobre o bordão “prendeu, matô”, Renan reafirma: “Quero” matar vagabundos — o bandido “precisa morrer 1000 vezes”. Ele convoca os brasileiros a comprarem o enfrentamento ao crime “da maneira correta” e a não ouvirem jornalistas ou políticos que defendem bandidos: “Não são os filhos deles a morrer, são os nossos.”
Ver 2026-08-18 - Esse cara m4tou o ass4ss1no do próprio filho e Lula.
”O Brasil prende muito”: terceira maior população carcerária do mundo e a necessidade de prender mais (agosto de 2026)
Em 17 de agosto de 2026, Renan afirma que o Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo, perdendo apenas para China e Estados Unidos. Ele rebate o argumento de que “o problema não é prender”: “se não se prende, quem comanda essas facções?” Renan defende que “infelizmente vai ter que prender ainda mais”, porque, se os que estão nas ruas estivessem “fazendo bem pros outros, não tava todo mundo com sensação de segurança” — e as pesquisas mostram a segurança como a maior preocupação eleitoral.
O diagnóstico central é o ciclo do “prendeu e soltou”: os assaltos em que o bandido é pego e retorna continuam. Para Renan, “ele vai precisar ser pego e vai ficar na cadeia por muito tempo”. Ele compara a violência brasileira a uma guerra urbana de nações em conflito — “morre mais gente no Brasil do que no conflito da Ucrânia” — e conclui que “nós vamos ter que prender de qualquer maneira. É uma questão de política pública, uma questão de justiça.”
Ver 2026-08-17 - O Brasil prende muito e Aumento de Penas e Crimes Imprescritíveis.
Destruir o crime organizado e retomar as ruas, bairros e favelas (agosto de 2026)
Em 16 de agosto de 2026, em discurso de campanha, Renan pergunta por que ninguém antes de sua geração afirmou que era preciso “destruir o crime organizado” e “retomar as nossas ruas, os nossos bairros, as favelas e as cidades”. Ele defende que o objetivo do líder político é “sempre o bem comum” e que quer “ver bandido muito preso” porque isso “gera sensação de justiça”: “Eu não quero saber se diminui ou aumenta a criminalidade, eu quero ver bandido muito preso.”
Ver 2026-08-16 - Por que ninguém antes.
Líderes do PCC e do Comando Vermelho: fuga e destino de prisão ou morte (agosto de 2026)
Em 16 de agosto de 2026, em discurso de campanha, Renan projeta o cenário de um governo seu no combate ao crime organizado: líderes do PCC e do Comando Vermelho tentando fugir desesperadamente para a Bolívia, o Peru ou qualquer outra nação, “sabendo que o destino deles é ser preso ou ser morto se ficarem no Brasil”. A fala reforça a promessa de enfrentamento direto às facções. Ver 2026-08-16 - Já imaginaram.
Assalto a estudante: “a esquerda não liga para a violência contra a mulher” (agosto de 2026)
Em 14 de agosto de 2026, Renan comenta o assalto a uma estudante que implorava para não levar o seu único celular, abordada por um homem desarmado. Ele afirma que jornalistas, a esquerda e os defensores de direitos humanos precisam escolher: “ou vocês ligam pra violência contra a mulher, ou vocês ligam pro direito do bandido”. Ironiza o paradoxo de se preocupar em punir um humorista que faz piada mas não poder punir o assaltante por causa dos “direitos humanos”. Renan defende que o assaltante “tinha que ter tomado um tiro na fuça”, que o bandido preso deve cumprir pena “por muito, muito tempo”, sem progressão de pena, e que o Estado, “com seus juristas, seus defensores de direitos humanos, gosta dos bandidos e oprime as mulheres”. Conclui que “o único elemento que para uma pessoa má no meio da sua ação de maldade é a força maior”.
Ver 2026-08-14 - Essa violência contra mulheres a esquerda não liga. e Aumento de Penas e Crimes Imprescritíveis.
Estupro de vulnerável: pena de 15 anos, prescrição e pena de morte (agosto de 2026)
Em 14 de agosto de 2026, comentando a prisão de um homem que estuprou uma criança de 12 anos, Renan critica a pena de 15 anos para estupro de vulnerável e a possibilidade de “política garantista” encurtar o cumprimento da pena. Ele afirma que, se o criminoso tivesse fugido, o crime “teria prescrito em alguns anos”, e ironiza que o crime de misoginia seja imprescritível enquanto crimes violentos prescrevem. Renan defende que o estuprador de vulnerável fique “preso pro resto da vida” ou, se a Constituição fosse alterada, receba pena de morte.
Ver 2026-08-14 - Teve que ser carregado pela polícia, Pena de Morte e Prisão Perpétua e Aumento de Penas e Crimes Imprescritíveis.
Metas de governo: menos de 10 mil homicídios por ano e ofensiva contra PCC e CV (agosto de 2026)
Em 12 de agosto de 2026, Renan fixa a meta de reduzir os homicídios no Brasil para menos de 10.000 por ano — “hoje passa de 30 [mil]. Isso é uma revolução num país como o nosso”. Ele cita a disposição de policiais para enfrentar as facções: “um policial de São Paulo tá ávido para matar os líderes do PCC”, “os policiais do Rio e o coronel Buznelo (…) vão passar a rapa no comando vermelho” e, com o “Delegado Hugo, no Ceará vamos fazer a mesma coisa”. Para Renan, “esse é o nosso destino”.
Ver 2026-08-12 - Metas da Missão.
Resposta a Andréia Sadi: estatísticas de homicídio e endurecimento penal (agosto de 2026)
Em 10 de agosto de 2026, Renan responde à jornalista Andréia Sadi, que o acusou de “não ligar pra feminicídio”, apresentando estatísticas de homicídio no Brasil: as mulheres são 10% das vítimas — das quais o feminicídio corresponde a 4% —, crianças e adolescentes somam 12% e homens adultos são 78% das vítimas. Ele reconhece que parte dos homens adultos mortos são confrontos com a polícia (“esses é para morrer mesmo. Esse eu quero que morra”), mas conclui que “quem tá morrendo muito é brasileiro” e que é preciso “parar de se dividir”.
Renan diagnostica que “as penas são muito baixas” e que a progressão de pena impede que as penas máximas sejam cumpridas. Ele propõe subir todas as penas — “não para 40, mas sobe tudo, incluindo feminicídio, para 50, 60 anos” — e tornar imprescritíveis os crimes violentos (“não pode ter prescrição”). Critica o fato de feminicídio e homicídio prescreverem em 20 anos enquanto a misoginia — que considera “só censura em rede social” e nem deveria ser crime — é o único entre os crimes listados que não prescreve, ironizando que esse é “o crime favorito da Tabata Amaral”. Conclui: “Vamos pegar assassino, homem que bate mulher, homem que estupra criança.”
Ver 2026-08-10 - Fui cancelado pela Andréia Sadi. e Aumento de Penas e Crimes Imprescritíveis.
Slogan “vamos matar quem roubar” esclarecido: duas opções ao bandido (agosto de 2026)
Em 8 de agosto de 2026, em formato de entrevista, Renan esclarece a declaração “vamos matar quem roubar”. Ele afirma que falava de um país em que a pessoa “pode andar com o seu celular na rua” e comprar “as coisas que você quer” sem ser assaltada: “Quem tentar te fazer isso vai morrer.” Diz que “a resposta que a presidência da República tem que dar é o bandido ser tratado como bandido e que o cidadão não tem que ter medo”.
Ao ser perguntado sobre o risco de abusos e de matar inocentes, Renan responde: “Não, não temo. A gente já vive na sociedade do abuso” — afirma que o “abuso e a violação dos direitos humanos se tornou regra” e que se vive numa “sociedade de medo” que ele quer inverter. Sobre o slogan virar política de Estado, faz a distinção: “Aí é uma confusão entre um slogan e uma prática. Eu não vou permitir que policiais fiquem andando atirando a esmo. Isso nem existe.”
Renan define que o bandido terá apenas duas opções em seu governo: “Ou você vai ser preso, ou se você reagir, você vai terminar morto ou machucado.” Critica o “prendeu e soltou”: “Hoje você prende, vem uma audiência de custódia, solta quase todo mundo. Os crimes são cometidos pelas mesmas pessoas. Essas pessoas são reincidentes e retornam à rua.” Conclui que “a provocação do ‘prendeu, matou’ é você ter dois caminhos. O prendeu, o matou”.
Ver 2026-08-08 - Vamos matar quem roubar e Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo.
Assassinato de motorista de aplicativo e a redução da maioridade penal (agosto de 2026)
Em 8 de agosto de 2026, Renan usa o assassinato do motorista de aplicativo José Edson da Silva — morto em Ribeirão Preto por três adolescentes que queriam roubar o carro — como “argumento irrefutável” para a redução da maioridade penal. Ele declara: “Eu quero matar esses adolescentes”, e os chama de “demônios”: “assassinou, não há idade penal”.
Renan defende penas “gigantescas”, sem “treinamento nem recuperação”, e um direito penal focado na vítima — em oposição ao direito penal atual, que diz ser “voltado pra recuperação do bandido”. Afirma que, se a polícia pegar adolescentes cometendo esse crime, “ela vai passar fogo. Ela vai matar esses adolescentes”. Critica Tabata Amaral e Érika Hilton por defenderem o PL da misoginia e serem contra a redução da maioridade penal, o que faria menores assassinos “pegarem apenas 3 anos de uma pena disciplinar”, voltarem “pra rua com a sua ficha limpa” e voltarem a assassinar. Encerra: “Eu tenho lado, eu vou vingar esse homem.”
Ver 2026-08-08 - Esse vídeo é o argumento irrefutável para derrubar a maioridade penal. e Redução da Maioridade Penal e Hospitais Psiquiátricos.
Estado de defesa em áreas controladas pelo crime, câmeras e pena de morte (agosto de 2026)
Em 7 de agosto de 2026, Renan detalha sua proposta de estado de defesa restrito às áreas controladas pelo crime organizado, em resposta a quem viu recuo em sua sabatina na GloboNews. Ele afirma que “não serei o Bukele, eu serei bem pior” e que as medidas brasileiras serão diferentes das de El Salvador: entrada sem mandado judicial, restrição ao direito de reunião e ao sigilo de correspondência, prisão de até 10 dias por crimes contra o Estado — apenas em territórios dominados por facções, sem afetar cidades como Poços de Caldas (MG) ou Gramado (RS).
O pacote inclui câmeras no modelo do Smart Sampa com reconhecimento facial de membros do PCC, Comando Vermelho e outras facções; recompensa em dinheiro à população por criminosos localizados; e o “Nuremberg das favelas” para registrar violência sexual passada na ficha de presos. No mesmo dia, ao comentar o caso do ator Marco Furlan, Renan reafirma a defesa da pena de morte para estupro de vulnerável e promete prisão de 70 a 90 anos, sem progressão penal e com imprescritibilidade, para crimes contra crianças.
Ver 2026-08-07 - Não vou fazer nada igual o Bukele, 2026-08-07 - Esse caso aqui vai gerar pena de m0rte. e Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo. O vídeo do caso Furlan foi republicado por Renan em 8 de agosto de 2026 (2026-08-08 - Esse caso aqui vai gerar pena de morte.) com o mesmo conteúdo.
”O Brasil não está vivendo uma normalidade”: guerra contra o crime organizado (agosto de 2026)
Em 6 de agosto de 2026, Renan afirma que o Brasil “não está vivendo uma normalidade” e que há “uma guerra” contra o crime organizado, que controla territórios em todo o país — citando o Rio de Janeiro como exemplo de áreas onde “não posso andar” e onde uma pessoa que pedir um Uber “vai tomar porrada”. Ele informa que o Partido Missão entrou com uma ação no STF para reconhecer o “estado inconstitucional de coisas nos territórios tomados pelo crime organizado”.
Renan conecta o diagnóstico de guerra ao tema institucional: defende que o presidente da República não deve cumprir decisão ilegal do STF e afirma que a “democracia brasileira hoje é meramente nominal em muitos termos”.
Ver 2026-08-06 - Ordem ilegal não se cumpre. e STF e Ativismo Judicial.
Lei e ordem para todos: resposta universal à violência e ao preconceito (agosto de 2026)
Em 5 de agosto de 2026, perguntado sobre qual seria sua pauta contra o racismo e a LGBTfobia, Renan responde: “Lei e ordem, como para todos os outros cidadãos brasileiros.” Ele argumenta que gays, mulheres, negros, brancos e pessoas de todas as origens “sofrem o mal da violência, o mal do preconceito em cada um a sua área” e que o Brasil é hoje um país onde “a lei e ordem deixou de existir”.
Renan recusa “políticas específicas” para grupos e defende um “governo para todos” que garanta direitos humanos e dignidade para todos. Promete que quem agredir alguém por sua condição — por exemplo, um gay — “vai sofrer todo o rigor da lei”. Para isso, propõe nova metodologia para polícia e judiciário, com “muito rigor e muito enfrentamento”, investimento federal em câmeras, processo investigativo “muito mais veloz” e novo modelo de inquérito policial.
Ver 2026-08-05 - Um governo para todos.
Comunicado oficial de rendição aos traficantes (agosto de 2026)
Em 3 de agosto de 2026, respondendo a pergunta sobre homicídios e letalidade policial, Renan lança o que chama de “comunicado oficial para todos os traficantes que ocupam o território brasileiro”: que eles se entreguem sem combate. Nesse cenário, a polícia não precisaria matar ninguém — “eu não gostaria de matar alguém por matar”. Quem se entregar será levado à cadeia, pois “nós somos um país republicano”. Se resistirem armados, encontrarão “um enfrentamento devido”: “Não existe guerra unilateral.”
Renan afirma que os homicídios não são consequência da ação policial, mas da ação do crime — citando Comando Vermelho, PCC, Bonde dos Maluco e ADA como facções que “tomaram o território nacional”. Ele menciona Santa Quitéria (CE), cidade tomada pelo CV, a periferia de Fortaleza, a Bahia e o Amapá como lugares tomados pela violência. Seu diagnóstico central é a impunidade: “O Brasil se tornou o país da impunidade e o homicídio se tornou regra nos lugares mais pobres do Brasil.” Relata que, no Pará e Maranhão, as pessoas pediam “Acabe com esses caras” — mas que ele não vai necessariamente acabar matando.
Ver 2026-08-03 - Eu proponho que todos os bandidos se entreguem. e Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo.
Ameaças de morte do PCC e Comando Vermelho: “Venham me pegar!” (agosto de 2026)
Em 2 de agosto de 2026, Renan relata que o Comando Vermelho e o PCC o ameaçam de morte e os desafia publicamente: “Venham pegar, seus vagabundos.” Ele promete que, se chegar ao poder, não sobrará um: “Matem a G e matem a mim antes, porque se eu chegar lá não sobrará um. Ou eles se entregam, ou eles servirão de tapete para a população brasileira desfilar.”
Ver 2026-08-02 - VENHAM ME PEGAR! e Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo.
Fronteira com o Paraguai: contrabando e tráfico que “supera o PCC” (agosto de 2026)
Em 2 de agosto de 2026, Renan vai à fronteira do Brasil com o Paraguai (região de Ponta Porã, MS) e demonstra a “inexistência de fronteira”: compra uma arma de airsoft de plástico e atravessa sem dificuldade. No local, é possível adquirir armas (revólver R8 .38 por R$ 4.500) e drogas (cocaína peruana). Renan afirma que, em seu governo, “o Brasil vai ter fronteira de verdade” e aponta que a droga que domina mercados brasileiros — “inclusive super o PCC” — vem da Bolívia ou do Paraguai.
Ver 2026-08-02 - É fácil cruzar a fronteira do Brasil com o Paraguai e Imigração e Fronteiras.
Fronteira Brasil-Bolívia abandonada ao crime: operação em Corumbá (julho de 2026)
Em 30 de julho de 2026, Renan realiza uma operação em Corumbá (MS), na fronteira com a Bolívia, capturando três suspeitos em uma estação de trem abandonada. O local é descrito como ponto de proliferação de usuários de droga e membros do PCC. Um dos detidos é um jovem venezuelano. Renan diagnostica: “O Brasil abandonou suas fronteiras, o Brasil abandonou sua infraestrutura e ao fazer isso, ele entregou tudo ao crime.” Ele conclui que é na “fraqueza, preguiça e leniência” que o crime toma todos os espaços.
Ver 2026-07-30 - Pegamos 3 crackudos, Imigração e Fronteiras e Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo.
Partido Missão entra com ADPF no STF contra territórios dominados pelo crime (julho de 2026)
Em 29 de julho de 2026, Renan anuncia que o Partido Missão protocolou uma ADPF no STF exigindo que a Corte reconheça como inconstitucionais todos os territórios brasileiros tomados pelo crime organizado. A ação, redigida por Kim Kataguiri, usa o precedente do “estado inconstitucional de coisas” que o STF já reconheceu nas prisões (que gerou o programa Pena Justa). Renan critica o Pena Justa por “soltar bandido” e argumenta que os direitos humanos dos inocentes são mais violados que os dos presos. A ação caiu nas mãos do ministro Flávio Dino.
Renan afirma ser o único presidenciável com independência para tomar essa medida, por ser presidente do próprio partido — diferentemente de Flávio Bolsonaro (preso a Valdemar), Caiado (preso a Cássabe), Zema (partido bolsonarista) e Lula (partido que “gosta de bandidos”).
Ver 2026-07-29 - ADPF STF, STF e Ativismo Judicial e Partido Missão.
Convocação para a “guerra contra o crime organizado” e homenagem a soldados (julho de 2026)
Em 27 de julho de 2026, ao final de um vídeo sobre o herói da Guerra do Paraguai Tenente Antônio João Ribeiro, Renan faz uma convocação direta: “Te convoco para participar de uma próxima guerra, a guerra contra o crime organizado, em que novos homens e novos heróis vão surgir.”
Ele anuncia a criação da Medalha Antônio João Ribeiro, que será concedida aos familiares dos soldados brasileiros que perecerem no combate ao crime organizado. A proposta conecta o tema de segurança pública à valorização dos profissionais de segurança e à construção de uma narrativa patriótica em torno do combate ao crime.
Ver 2026-07-27 - Você não conhecia esse herói e Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo.
Conexão entre educação e violência: escolas cívico-militares como prevenção (julho de 2026)
Em 26 de julho de 2026, ao visitar a Escola Arão Gomes Bezerra em Sorriso (MT), Renan reafirma a tese de que “o problema da violência no Brasil surge do menino problemático que não tem uma referência masculina e acaba caindo na mão do tráfego.” Ele defende o modelo de escola cívico-militar como instrumento de prevenção à criminalidade — fornecendo disciplina, hierarquia e autoridade que compensam a ausência paterna. O vídeo apresenta dados comparativos que, segundo Renan, comprovam a eficácia do modelo.
Ver 2026-07-26 - Sim, escola militar funciona! e Propostas para Educação.
Crime hediondo na Bahia: dedos arrancados para saque bancário (julho de 2026)
Em 25 de julho de 2026, Renan comenta imagens de um crime ocorrido na Bahia: um bandido assassina uma professora, arranca seus dedos e utiliza a biometria do banco para sacar o dinheiro da conta da vítima. Ele refuta a classificação de feminicídio adotada pela imprensa, afirmando que se trata de “mais um caso de violência brutal que acontece contra brasileiros, homens e mulheres, todos os dias no Brasil”.
Renan aponta duas causas para a impunidade:
- Governo federal (Lula/PT): descreve como “fraco”, “governo de bandido” e “amigo do crime organizado”. Afirma que o PT “circulava entre membros do crime organizado” e não é favorável a mudanças na lei de execução penal, aumento de pena ou fim das saidinhas. Conclui: “O PT quer bandido na rua, o PT não quer mais presídio.”
- Governo da Bahia (Jerônimo Rodrigues/PT): afirma que a polícia “não consegue trabalhar” e que Jerônimo é “fraco”. Renan critica a população baiana que “ainda apoia o Jerônimo” e o reelege apesar da violência, classificando-a como “masoquista”.
Renan defende que “esse cara não deveria ter nenhum tipo de recuperação” e promete, como presidente, convocar uma constituinte para permitir a pena de morte.
Ver 2026-07-25 - Mais um cr1me hediondo na Bahia.
Resposta a Thomas Trauman (GloboNews): defesa do direito penal do inimigo (julho de 2026)
Em 23 de julho de 2026, Renan responde a Thomas Trauman, comentarista da GloboNews e ex-chefe de comunicação da presidenta Dilma Rousseff durante o processo de impeachment (liderado pelo MBL). Trauman havia analisado as propostas de Renan em um podcast, comparando sua abordagem de segurança pública a um regime “pré-ditatorial” e associando-a a Nayib Bukele.
Renan rebate:
- Membro de facção não é cidadão comum — “se você é membro de uma facção, você abdicou de direitos e prerrogativas porque você decidiu entrar num grupo que está permanentemente cometendo crimes.”
- Inverte a acusação de “bandido bom, bandido morto” — argumenta que o Brasil é “o país do cidadão bom é cidadão morto e do bandido bom é bandido solto, que é o que vocês defendem.”
- Revela o histórico de Trauman — foi chefe de comunicação da Dilma no impeachment, e sugere que age por “recalques” contra o MBL.
- Defende a função essencial do Estado — “prefiro que pessoas sejam presas e eventualmente em combate mortas do que o cidadão ficar com medo andando na rua. Isso não te torna um ditador. Isso faz apenas que o Estado garanta sua função essencial, que é garantir vida, liberdade e propriedade dos seus cidadãos.”
Renan conclui que está defendendo apenas “o uso da lei da ordem para destruir o crime” e que as acusações da imprensa são “extrapolações” de quem tem interesse em desqualificá-lo.
Ver 2026-07-23 - Resposta ao comentarista da GloboNews.
Drones-bomba no Rio e as quatro propostas de Renan (julho de 2026)
Em 23 de julho de 2026, gravando na Barra da Tijuca (RJ), Renan denuncia que traficantes estão usando drones-bomba para atacar autoridades no condomínio Península — onde moram figuras como Wilson Witson, Cláudio Castro e Ronnie Lessa (Pisani). Ele afirma que a cidade perdeu mais de 300 mil habitantes nos últimos 10 anos e contrasta a segurança dos condomínios fechados com a realidade das ruas.
Renan propõe quatro medidas:
- Prender os políticos corruptos que vivem nesses condomínios fechados.
- Desfavelizar as cidades, começando pelo Rio de Janeiro.
- Estabelecer um modelo de urbanismo funcional que permita que as pessoas andem na rua com segurança.
- Aumentar as penas para todo tipo de crime, incluindo vandalismo, perturbação e violência.
Sua tese central é inverter a regra atual: “quem vai viver no condomínio fechado vão ser os bandidos, sempre presos, e o resto da população, não mais favelizada, vivendo um Brasil livre para todos.”
O vídeo tem a participação de Vítor Antum, pré-candidato a deputado federal pelo Partido Missão.
Ver 2026-07-23 - Estão tacando granada de drones no Rio de Janeiro.
Infiltração do PCC no setor de combustíveis: operação Carbono Oculto em Goiás (julho de 2026)
Em 21 de julho de 2026, Renan grava na porta da distribuidora DTC, em Goiás, para denunciar a infiltração do PCC no setor de combustíveis. A operação “Carbono Oculto” da Polícia Federal revelou que o PCC utiliza distribuidoras de combustível para lavar dinheiro do tráfico de drogas e adulterar gasolina consumida em todo o Brasil.
Renan explica que, como a polícia de Goiás é “muito dura”, o PCC se adaptou: em vez de disputa territorial armada, a facção montou um monopólio da distribuição de combustível — movimentando bilhões de reais e atuando em mais de mil postos em todo o país. A PF apreendeu combustível adulterado suficiente para 700 mil abastecimentos.
Renan propõe enquadrar os diretores dessas empresas no direito penal do inimigo: sem presunção de inocência, sem progressão penal, enviados aos mesmos presídios que os criminosos armados. “Além de destruir o teu carro, isso aqui tá financiando a vida bilionária das lideranças do PCC.”
Ver 2026-07-21 - O PCC adultera a sua gasolina..
Desobediência a decisões do STF e retomada territorial das favelas (julho de 2026)
Em 21 de julho de 2026, Renan declara que desobedecerá decisões do STF que tentem bloquear operações de retomada territorial nas favelas. Ele afirma que o Congresso aprovará estado de defesa em 5 de janeiro de 2027 e que, se o STF determinar paralisação, cumprirá as operações com forças policiais e, se necessário, com as Forças Armadas. “Decisão judicial que venha para obstar o cumprimento do papel do presidente, ela será ignorada.”
Ver 2026-07-21 - Eu tenho que tomar impeachment se eu não fizer isso.
Visita ao bairro fantasma Vila Velha em Fortaleza — crime organizado expulsa moradores (julho de 2026)
Em 17 de julho de 2026, Renan visitou o bairro Vila Velha em Fortaleza (CE), que descreveu como uma “rua fantasma” onde o crime organizado expulsou praticamente todos os moradores. Ele comparou a tática à usada em narcoestados como El Salvador e México, onde facções dominam territorialmente áreas e expulsam residentes para demonstrar força — situação que ocorre no Ceará desde 2017.
Renan afirmou que a solução é repressão violenta: “passar fogo em todo faccionado do estado do Ceará”. Como governador, prometeu executar essa política; como presidente, oferecer meios para que prender e matar criminosos. Ele também sugeriu que o governo estadual do PT no Ceará parece colaborar com o crime organizado, usando a polícia não para combater criminosos mas para forçar a população a sair de suas casas.
O vídeo contou com a participação do Delegado Hugo, pré-candidato ao governo do Ceará.
Ver 2026-07-17 - Fui em um bairro fantasma em Fortaleza!.
Caso do bebê de 10 meses em Fortaleza: Renan defende pena de morte e constituinte (julho de 2026)
Em 16 de julho de 2026, gravando em Fortaleza (CE), Renan comenta o estupro e assassinato de um bebê de 10 meses pela mãe e o namorado dela. Ele usa o caso para defender pena de morte e prisão perpétua para crimes hediondos, e propõe uma assembleia constituinte originária para alterar a Constituição a fim de permitir penas mais duras.
“O Estado brasileiro, se quiser fazer justiça, precisa eliminar da existência um homem desses. Um homem desse precisa ter pena de morte.”
Renan critica a impunidade no sistema atual — 8 a 10 anos de prisão com progressão — e diz que o Brasil precisa de uma constituição “que faça com que o Estado faça justiça”. Se o Estado é incapaz de proteger uma criança de 10 meses, pergunta: “por que que esse estado tem que existir?”
Ver 2026-07-16 - Eu fui em um lugar amaldiçoado no Ceará.
Tortura de mulher por traficante: Renan defende execução ou prisão perpétua (julho de 2026)
Em 13 de julho de 2026, Renan exibe imagens de uma mulher sendo torturada por traficantes — que rasparam seu cabelo como punição por ela ter se recusado a fazer sexo com um membro da facção. Ele usa o caso para reafirmar sua posição de que não há recuperação possível para criminosos que cruzam “essa linha”.
Renan argumenta que o debate entre ressocialização e punição é falso diante de casos como este: a única resposta possível é prisão perpétua ou morte em confronto com a polícia. Ele rejeita o discurso de que o traficante é “titular de direitos” e afirma que a sociedade que normaliza esse tipo de crime “está perdida”.
“Não existe recuperação para uma pessoa que cruzou essa linha. Não existe recuperação para uma sociedade que acha normal imaginar que esse rapaz que está fazendo isso é um titular de direitos.”
Renan afirma que mulheres das periferias — principais vítimas da violência do crime organizado — apoiam sua posição, exibindo uma moradora que diz “pode, bem matado”. Ele critica Lula por “defender bandido” e Flávio Bolsonaro por supostamente apoiar membros do Comando Vermelho.
Ver 2026-07-13 - O que esses caras merecem.
Psicopata do Shopping Morumbi solto e visto em Salvador (julho de 2026)
Em 11 de julho de 2026, Renan denuncia que Mateus da Costa Meira — autor do massacre no Shopping Morumbi em 1999, que matou várias pessoas a tiros dentro de uma sessão de cinema — foi solto pela justiça e visto novamente em Salvador, na Bahia, frequentando um shopping. Renan critica a “luta antimanicomial” que levou à desmontagem dos hospitais psiquiátricos e pede o retorno da internação compulsória. Também responsabiliza o governador Jerônimo Rodrigues por supostamente impedir a polícia de trabalhar na Bahia.
“No Brasil as esquerdas vieram com a luta antimanicomial e logo todo maluco e maníaco tem que ser solto, quem vai ficar com medo de andar na rua? É você.”
Renan propõe que a polícia atire para matar em situações de ameaça armada em espaços públicos e que psicopatas sejam presos para o resto da vida ou internados compulsoriamente.
Ver 2026-07-11 - Cuidado ao ir ao shopping.
Violência escolar e tentativa de homicídio por alunos (julho de 2026)
Em 2 de julho de 2026, Renan comenta o caso da professora Michele, em São José dos Campos, que sofreu tentativa de homicídio por quatro alunos que colocaram lâminas de vidro em seu copo d’água. Ele descreve o caso como sintoma de uma escalada da violência que atinge também o ambiente escolar:
“Isso vai se somando a um número cada vez maior de casos de violência e desrespeito contra professores em sala de aula. Isso cada vez mais vem se tornando a regra.”
Renan vincula o episódio à perda de autoridade do professor — que não pode mais reprovar alunos, não tem instrumentos de disciplina e vê os alunos “intocáveis” — e defende a redução da maioridade penal e escolas militares como resposta.
Ver 2026-07-02 - Essa professora foi atacada pelos próprios alunos em São José dos Campos.
Restinga (Porto Alegre): crime organizado no Sul do país (junho de 2026)
Em 30 de junho de 2026, Renan visita o bairro da Restinga, em Porto Alegre (RS), para mostrar que o crime organizado não é um fenômeno restrito ao Norte e Nordeste. Porto Alegre tem IDH de 0,9, mas a Restinga tem apenas 0,59 e taxa de criminalidade 63% maior que o resto da cidade.
Renan revela que o Rio Grande do Sul tem 13 facções criminosas, e a Restinga é dominada por três: Manos, V7 e Bala na Cara. Ele promete eliminar todas, com uma ameaça direta à facção Bala na Cara: “vai terminar tomando bala na cara da própria polícia”.
“Comigo todas essas facções serão eliminadas, especialmente o Bala na Cara, que vai terminar tomando é bala na cara da própria polícia.”
Ver 2026-06-30 - Restinga teu povo te ama.
Resposta ao PSOL: promessa de legislação mais pesada (julho de 2026)
Em 1º de julho de 2026, ao responder a um ataque da deputada Sâmia Bonfim (PSOL/SP), Renan promete aprovar a legislação mais pesada do Brasil para crimes violentos, como contraponto ao que chama de “defesa de bandido” pelo PSOL. Ele critica o PSOL por não ter votado o aumento de penas para crimes violentos e por defender progressão de pena e saidinhas.
Renan especificamente propõe que menores de idade que cometerem crimes sexuais contra mulheres sejam presos como adultos, independentemente da idade.
“Nós vamos passar a legislação mais pesada no Brasil para todo tipo de crime violento. E mesmo menor de idade, com qualquer idade que cometer crime sexual contra uma mulher, será preso como adulto.”
Ver 2026-07-01 - Sâmia Bonfim resolveu me atacar.
Segurança pública é um dos eixos centrais da pré-candidatura de Renan Santos. Sua proposta mais enfática sobre o tema é decretar estado de defesa no primeiro dia de governo e implementar uma legislação que ele chama de “direito penal do inimigo” para combater o crime organizado.
”Presidente do Brasil que trabalha e mata bandido” (junho de 2026)
Em 29 de junho de 2026, Renan faz uma declaração contundente sobre quem representa e quem é seu inimigo. Ele afirma que não será “presidente de todos” — isso seria mentira. Define-se como “presidente do Brasil que vai trabalhar e do Brasil que mata bandido”. Para quem é vagabundo ou está aterrorizando brasileiros, diz: “Eu não sou seu presidente, eu sou seu inimigo.”
A declaração se conecta ao conceito de Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo, em que criminosos são tratados não como cidadãos com presunção de inocência, mas como inimigos do estado. Renan também aproveita para valorizar o trabalhador honesto — aquele que tem a opção de entrar para o crime na porta de casa e escolhe permanecer honesto — como o mais honesto dos brasileiros.
Ver 2026-06-29 - Eu não vou ser o presidente de todos.
México como narcoestado: o que o Brasil pode aprender (junho de 2026)
Em 28 de junho de 2026, como parte da série “Países na Copa”, Renan analisa o México como um alerta para o Brasil. Ele descreve o país como uma sociedade menos desenvolvida que, pela vizinhança com os Estados Unidos, tornou-se rota de produção e escoamento de drogas — permitindo o crescimento de cartéis gigantescos.
Renan critica tanto a estratégia fracassada de Felipe Calderón (focar em lideranças sem reocupar territórios) quanto o governo de Andrés Manuel López Obrador (AMLO), que aplicou uma política de não enfrentamento ao crime — descrita como “basicamente não fazer nada contra o crime”. O resultado foi explosão de homicídios, fortalecimento dos cartéis e uma situação que Renan classifica como “quase guerra civil”, tornando o México um “narcoestado” onde boa parte do território é ocupado por facções.
Renan afirma que o Brasil seguirá o mesmo destino se continuar elegendo a esquerda — que, segundo ele, em todo o continente é aliada do narcotráfico. Cita como exemplos: as FARC na Colômbia, os plantadores de coca próximos a Evo Morales na Bolívia, e Lula “passeando no Complexo do Alemão”. Também critica a direita sem plano, apontando que Calderón teve um ministro na folha de pagamento do crime organizado.
Como contraponto positivo, Renan cita Nayib Bukele em El Salvador — país que não foi à Copa mas “está metendo goleada em todo mundo no combate ao crime”.
Ver 2026-06-28 - O que o Brasil pode aprender com o México nessa Copa do Mundo.
Apoio popular ao “prendeu matou” na cidade mais pobre do Brasil (junho de 2026)
Em 24 de junho de 2026, Renan testa o apoio popular ao slogan “prendeu matou” na cidade com o pior IDH do Brasil (Melgaço, PA). Uma moradora anônima, ao ser perguntada se concorda com a política, responde afirmativamente e diz desejar “uma pausa” nos violentos — expressão que Renan interpreta como apoio ao endurecimento penal. A moradora também menciona que gostaria de ver melhorias em água tratada, energia estável e desfavelização.
O episódio serve a Renan como evidência de que as camadas mais pobres e vulneráveis — justamente as que mais sofrem com a violência — endossam suas propostas de segurança, contrariando a narrativa de que políticas duras seriam impopulares entre a população de baixa renda.
Ver 2026-06-24 - Será que defendem o que nós defendemos na cidade com pior IDH do país.
Lição do Haiti: quando o crime captura o estado (junho de 2026)
Em 20 de junho de 2026, como parte da série “Países na Copa”, Renan usa o Haiti como advertência sobre a relação entre estado e crime organizado. Ele descreve um país onde 90% da capital Porto Príncipe é controlada por facções criminosas, a fome é regra, e a população come bolinhos de argila para sobreviver.
A tese central do vídeo: “Quando você entrega o estado pro crime organizado, o crime desorganiza o estado. O estado se torna apenas um instrumento de achaque do crime para com as pessoas.” Renan cita a atuação da ONU no Haiti (MINUSTAH), onde o Brasil cumpriu um papel que ele considera positivo sob o comando do general Santos Cruz — mas a ordem durou apenas enquanto a força internacional esteve presente.
Renan afirma que não acredita que o Brasil vá virar um Haiti, mas sustenta que “alguns pequenos lugares do nosso país já o são”, citando favelas e o estado do Maranhão como exemplos de territórios onde o crime já capturou o estado. O paralelo com o Maranhão se conecta à sua análise sobre o Presídio de Pedrinhas e o surgimento do Bonde dos 40 e do PCM.
“Viver nesse lugar se torna o inferno.”
Ver 2026-06-20 - O que podemos aprender com o Haiti.
”Precisamos libertar 25 milhões de brasileiros”: visão estratégica (setembro de 2025)
Em 9 de setembro de 2025, Renan afirma que 25 milhões de brasileiros vivem “presos nas mãos do crime organizado” e defende uma abordagem multifatorial: uso de todas as forças policiais, da Força Aérea para controle de fronteiras e alterações nas leis penais. Critica a GLO de Michel Temer como ineficaz (“feita de Brasília olhando”) e a atuação de Wilson Witzel como “malandra” por descer de helicóptero sem compromisso real com a retomada de territórios.
Renan propõe romper com o paradigma ressocializador do direito penal brasileiro — que remonta aos constituintes de 1988 — para um modelo focado na punição. Ele anuncia que a primeira ocupação de seu governo demonstrará esse novo enfoque.
Ver 2025-09-09 - Precisamosa libertar 25 milhões de brasileiros!.
Primeira aparição em pesquisa e o discurso de “guerra” (setembro de 2025)
Em 2 de setembro de 2025, logo após aparecer com 2% em pesquisa presidencial, Renan formula pela primeira vez de forma pública o núcleo de sua plataforma de segurança: “prender e matar bandidos, libertar as favelas do comando do crime organizado.” Em reportagem televisiva, ele afirma que “cansamos de buscar a paz” e que é preciso “declarar guerra às facções criminosas”, invadir áreas ocupadas pelo tráfico e prender colaboradores.
Renan propõe reocupar o território e desfavelizar os locais tomados pelo crime organizado.
Ver 2025-09-02 - QUEM É RENAN SANTOS (QrFE87WpcEs).
”Vingar as pessoas boas”: compromisso pessoal e motivação familiar (junho de 2026)
Em 18 de junho de 2026, Renan faz um pronunciamento de tom profundamente pessoal. Questionado sobre qual compromisso público assume, ele promete que no final do primeiro ano de mandato o brasileiro conseguirá comprar um item de alto valor no celular sem se endividar e sem medo de ser roubado.
Renan revela que sua mãe foi sequestrada duas vezes — motivação pessoal que o leva a dizer que quer “vingar as vítimas do crime organizado”. Para os criminosos, declara: “ou ele vai estar preso ou eu vou matar ele.” Afirma não ter perdão e que é consumido pela “raiva da injustiça”.
“Se eu pudesse 30 anos praticamente depois, eu gostaria de estrangular o cara que praticamente torturou minha mãe. Eu não tenho perdão com esses caras.”
Contrasta a “moça correta, trabalhadora, boa filha” com influenciadoras como Virgínia Fonseca e Deolane Bezerra, que segundo ele recebem valor e atenção no país enquanto o brasileiro honesto se sente injustiçado.
Ver 2026-06-18 - Meu governo vai vingar as pessoas boas do Brasil..
”Proeza” de Lula: devolução de celular pelo correio e a crítica de Renan (junho de 2026)
Em 18 de junho de 2026, Renan critica uma proposta de Lula que permitiria a criminosos devolver celulares roubados pelo correio, em vez de irem a uma delegacia, porque os bandidos “têm medo” da polícia. Renan ironiza a proposta como mais um exemplo de Lula colocando “os sentimentos do bandido em primeiro lugar.”
No contraste com sua própria posição, Renan afirma que em seu governo criminosos em flagrante “vão tomar uns tiros” e, se forem a julgamento, pegarão 30 anos de prisão sem possibilidade de saída.
“A réal é que se o bandido assaltar alguém a mão armada, eu vou pegar ele. Se isso acontecer em flagrante, provavelmente ele vai tomar uns tiros e ele vai morrer. E caso vá a julgamento, ele vai pegar 30 anos de cadeia e de lá não vai sair.”
Ver 2026-06-18 - Lula conseguiu uma proeza! e Lula.
Facções criminosas vs. terrorismo: o caso do Amapá (junho de 2026)
Em 18 de junho de 2026, no vídeo “Noruega vs Iraque”, Renan afirma que as facções criminosas brasileiras matam mais do que organizações terroristas como o Estado Islâmico. Ele aponta que o Amapá é o estado mais perigoso do Brasil e que “é mais seguro viver em Bagdá do que em Macapá”.
A comparação serve para criticar a gestão dos recursos do petróleo no Amapá — que, combinada com a violência do crime organizado, cria um cenário pior que o de países em guerra. Ver 2026-06-18 - Noruega vs Iraque.
Rota PCC-Holanda: Paranaguá, Rotterdam e o tráfico internacional (junho de 2026)
Em 14 de junho de 2026, no episódio da série “Países na Copa”, Renan denuncia a conexão entre Brasil e Holanda através do tráfico internacional de drogas. O PCC utiliza o Porto de Paranaguá (PR) para exportar cocaína para a Europa, tendo como destino principal o Porto de Rotterdam, na Holanda — descrito como o maior ponto de entrada de drogas do continente europeu.
Renan revela que a facção holandesa “Tag” — descrita como a versão local do PCC — matou um jornalista que investigava essa rota bilionária. Os lucros da exportação de drogas para a Europa, segundo ele, “alimentam todos os outros braços dessa facção, tornando ela hoje a mais poderosa da América do Sul.”
Proposta: intervenção federal em todos os portos brasileiros que estão sob “ocupação silenciosa do PCC” — Paranaguá, Santos e Pecém entre eles.
Renan também usa a Holanda como contra-exemplo no debate sobre legalização de drogas: argumenta que a Holanda não tem PCC, Comando Vermelho ou facções fazendo ocupação territorial — portanto, a legalização não resolveria o problema brasileiro. “Qualquer discussão sobre o tema tem que passar antes por eliminar, destruir completamente as nossas facções.”
Critica jornalistas e sociólogos que citam o exemplo holandês para justificar o uso recreativo de drogas no Brasil, classificando o argumento como “conversa mole.”
Ver 2026-06-14 - O que a Holanda e o Brasil tem em comum Tráfico internacional de drogas.
Mega-presídio no Ceará: Renan responde à imprensa que chamou proposta de “pior das eleições” (junho de 2026)
Em 10 de junho de 2026, Renan responde à imprensa que classificou sua proposta de construir o maior presídio do mundo no Ceará como “a pior proposta das eleições de 2026”. Ironiza a crítica apontando a contradição do jornal O Povo (CE), que na mesma edição noticiava homicídios e a atuação do Comando Vermelho enquanto condenava a solução — o enfrentamento ao crime.
Renan afirma que o Ceará é o estado que mais vem sendo tomado pelo crime organizado no Brasil, com uma das taxas de homicídio mais altas do país. Diz que pretende dar o nome de Antônia Ioni Rodrigues da Silva ao presídio — a cozinheira de escola que se recusou a envenenar a comida dos policiais a mando do CV e foi morta por isso.
Anuncia que, se necessário, vai decretar estado de defesa no Ceará e afastar o governador caso ele não colabore. Menciona que Hugo Leonardo, pré-candidato da Missão ao governo cearense, teve farda e arma retiradas e está sob ameaça por denunciar que a polícia no estado não consegue trabalhar.
“A gente no Brasil fica vivendo aquela bobeira da dicotomia entre mais escolas ou mais presídios. Pois bem, eu vou fazer mais presídios do que escolas, até porque o que nós precisamos é reformar nossas escolas e prender bandido como se não houvesse amanhã.”
Ver 2026-06-10 - A pior proposta dessa eleição É MINHA!!!.
Minas Gerais como novo Rio de Janeiro: avanço do crime organizado em três frentes (junho de 2026)
Em 7 de junho de 2026, Renan alerta que Minas Gerais está se tornando o novo Rio de Janeiro em violência urbana. Apresenta dados: desde 2018, as mortes violentas em MG aumentaram 14%, enquanto a média nacional caiu 8%. Atribui o fenômeno à localização geográfica do estado, que faz fronteira com São Paulo (PCC), Rio de Janeiro (Comando Vermelho) e Bahia (ambas as facções).
Renan descreve a situação em diferentes regiões:
- Juiz de Fora — periferia tomada pelo Comando Vermelho
- Triângulo Mineiro — tomada pelo PCC, especialmente em Araguari
- Belo Horizonte — favela onde “Niícolas” surgiu controlada pelo TCP (Terceiro Comando Puro), que Renan descreve como grupo que criou o “Complexo de Israel”, versão própria e corrupta do cristianismo
No Aglomerado da Serra (BH), o tráfico passou um áudio impondo regras para motoristas de Uber — as mesmas regras clássicas do Rio de Janeiro: vidro baixado, luz interna acesa, farol baixo, sob pena de levar bala. Para Renan, isso prova que o modus operandi do crime organizado carioca já se instalou em Minas.
Renan critica o governo mineiro por dar bilhões em renúncia fiscal para “empresários amigos” em vez de dar aumento salarial à polícia. Propõe como presidente: estado de defesa em todas as favelas controladas pelo crime em MG; transferência de presos faccionados para presídios de segurança máxima em áreas remotas (Amazônia ou litoral); corte de privilégios do judiciário para financiar a polícia; e proteção jurídica via AGU para policiais em operação.
Encerra pedindo que mineiros sigam Ben Mendes, pré-candidato do Partido Missão ao governo de Minas Gerais.
Ver 2026-06-07 - Minas Gerais é o novo Rio de Janeiro.
Ditadura militar vs. violência das facções: 434 mortos em 20 anos contra 4 dias de facções (junho de 2026)
Em 6 de junho de 2026, ao comentar a série “Brasil 70” da Netflix, Renan faz uma comparação contundente para contestar a narrativa sobre a ditadura militar brasileira. Ele afirma não ser defensor do regime militar — que “teve inúmeros defeitos” — mas sustenta que o Brasil governado pelo PT hoje é “muito, mas muito mais sanguinário.”
Renan apresenta o número de 434 mortos em mais de 20 anos de ditadura militar, reconhecendo que haviam pessoas inocentes e jornalistas entre eles. Contrasta esse número com a violência atual: “Em coisa de quatro dias morre mais gente na mão das facções do que todas as vítimas da ditadura militar.” Ele argumenta que a maior parte dos mortos pela ditadura eram “membros de organizações terroristas que faziam uso da violência e do terror para implementar um golpe comunista no país” e afirma que “ninguém liga pros mortos em nome das facções” enquanto se exige “indenização eterna pros terroristas que foram vítimas da ditadura militar.”
O argumento serve para reforçar sua tese central: a prioridade deve ser o combate ao crime organizado, que mata em escala muito superior ao que a ditadura já matou.
Ver 2026-06-06 - Já politizaram a copa!.
Caso Gabriel: latrocínio em Capão Redondo e evolução do slogan (junho de 2026)
Em 6 de junho de 2026, Renan anuncia que está recuando no slogan “prender matô” devido aos múltiplos processos judiciais que tem enfrentado. O novo slogan passa a ser apenas “matu” — uma adaptação tática legal sem alteração na convicção.
O anúncio é feito a partir do caso de Gabriel, jovem voluntário de uma ONG no Capão Redondo (SP), executado por um assaltante que não gostou do modelo do celular roubado — mesmo após o casal ter entregue o aparelho. Renan descreve Gabriel como filho único e contrasta sua morte com a provável impunidade do assassino.
A partir desse caso, Renan detalha sua visão sobre o sistema penitenciário: o criminoso deve passar o resto da vida na cadeia sem cama confortável, sem boa alimentação, sem visitas íntimas, sem livros e sem progressão de pena. Ele quer que o assassino se lembre de Gabriel todos os dias, envelheça na prisão e morra como fracasso.
“Eu acho que o assaltante tem que morrer. E eu acho que a polícia brasileira tem que ter todos os meios possíveis para pegar bandidos, figuras más, figuras que cometem latrocínio. E eu quero que ela possa matá-los.”
Renan afirma que não deseja ensinar nada ao criminoso na cadeia e não quer que ele tenha sequer uma cama, boa comida ou visita íntima. Conclui que, enquanto os 40 mil “Gabriéis” anuais forem esquecidos pela imprensa, sua posição continuará sendo a de defesa da punição extrema.
Ver 2026-06-06 - Lembre-se do Gabriel.
Porto de Pecém tomado pelo crime organizado (junho de 2026)
Em 3 de junho de 2026, ao visitar o Porto de Pecém (CE), Renan descreve o porto — construído com bilhões em recursos públicos — como tomado por facções criminosas. Segundo ele, o PCC utilizou o local para escoar drogas para a Europa e os EUA; depois GDE e Comando Vermelho passaram a disputar o controle. O Ceará é apontado por Renan como o estado com maior número de homicídios do Brasil, e sua posição geográfica privilegiada o torna alvo das facções justamente por oferecer rotas de exportação.
Renan destaca que o Comando Vermelho cortou cabos de fibra ótica no entorno do porto e está instalando o CVnet — sua própria rede de internet — substituindo a infraestrutura legítima, prática que compara ao controle do PCC sobre o Porto de Santos. Critica o governador estadual por investir em projetos de conectividade e atração de empresas enquanto ignora o avanço das facções: “de nada adianta falar em fibra ótica se no fim do dia tudo isso será tocado por um bando de faccionado criminoso.” Conclui que a destruição do crime organizado é pré-condição para qualquer desenvolvimento econômico no Ceará.
Ver 2026-06-03 - Eu fui no Porto de Pecem, no Ceará!.
Lula defende bandido: excludente de ilicitude para policiais (junho de 2026)
Em 3 de junho de 2026, reagindo a declaração de Lula de que “a polícia não pode matar antes de conversar”, Renan chama a fala de “a maior defesa de bandido” que já viu. Diz que o discurso de Lula é construído para atrapalhar o trabalho das polícias e criminalizar a atividade policial.
Argumenta que exigir que um policial dialogue com um membro de facção armado com metralhadora seria sua sentença de morte. Afirma que o integrante de facção criminosa “não tem presunção de inocência” e que o tiro nesse contexto deve ter um excludente de ilicitude — sem responsabilidade penal para o agente. Promete usar a AGU para defender policiais contra acusações que considera injustas.
Reafirma a fundamentação jurídica no direito penal do inimigo (Günter Jakobs) e diz que outros pré-candidatos estão copiando a tese, popularizada por sua candidatura. Propõe colocar áreas tomadas pelo crime em estado de defesa para uma operação de um ano que prenda ou mate todos os membros das facções.
Ver 2026-06-03 - LULA SAI EM DEFESA DOS BANDIDOS.
Crime organizado é problema brasileiro, não americano (maio de 2026)
Em 30 de maio de 2026, na esteira da designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelo governo americano, Renan afirma achar “importante essa repercussão” porque o Brasil vinha “naturalizando o crime organizado como parte da nossa vida.” No entanto, sustenta que, do ponto de vista prático, é o Brasil quem tem que resolver o problema. Os Estados Unidos não fazem a lei de execuções penais brasileira, não comandam as polícias estaduais e não decidem sobre a ADPF no STF que impede a polícia de subir o morro.
Cita o especialista Lincoln Kia para detalhar uma consequência prática negativa da classificação: enquanto antes o Brasil lidava com o FBI (com acordo de cooperação), agora terá que tratar com a CIA — sem acordo com a Polícia Federal — tornando o processo mais lento e burocrático.
Reafirma sua proposta central: será o policial brasileiro — não agente americano — a destruir o PCC e o Comando Vermelho. Cita Nayib Bukele como modelo de líder que resolveu o crime organizado sem depender do exterior. Promete não tirar “das polícias o orgulho de dar o tiro fatal em todos esses vagabundos dessas facções.”
Ver 2026-05-30 - A Globo resolveu me atacar!.
Bahia: segundo estado mais violento, governador impede a PM (maio de 2026)
Em 24 de maio de 2026, reagindo a imagens de um velório em Dias d’Ávila (subúrbio de Salvador) atacado por facção rival, Renan afirma que a Bahia é hoje o segundo estado mais violento do Brasil e está sendo “tomada por facções.” Responsabiliza o governador Jerônimo Rodrigues (PT): ele tem à disposição uma polícia “letal, que gosta de matar bandido” e “simplesmente a impede de fazer qualquer coisa.”
Em entrevista de TV do mesmo dia, Renan defende declaração anterior em que disse ter ficado “muito feliz” ao ver criminosos mortos na operação policial no Complexo da Penha (RJ). Argumenta que a alegria não resolve o problema sem um direito penal do inimigo: a área é retomada pela polícia e logo recuperada pelo crime organizado — “enxugar gelo.” A solução é o governo federal participar de uma retomada territorial permanente.
Ver 2026-05-24 - A Bahia governada pelo PT já era e 2026-05-24 - Você viu o que falei.
Intervenção no Porto de Santos e PCC (maio de 2026)
Em 23 de maio de 2026, ao visitar o Porto de Santos com o policial federal e pré-candidato a deputado Caio Mendonça, Renan descreve o porto como “fonte de faturamento bilionária do PCC”: é por ali que a droga da Bolívia e da América Latina é exportada em contêineres, usando a Baixada Santista como área de triagem. A descapitalização do PCC exigiria retomar o controle territorial da região.
Proposta: colocar toda a Baixada Santista em estado de defesa para permitir que as polícias entrem nas áreas tomadas e destruam “prendendo e ou matando” as lideranças do PCC.
Ver 2026-05-23 - Por que eu quero fazer uma intervenção no Porto de Santos.
Influenciadores ligados ao crime e direito penal do inimigo (maio de 2026)
Em 22 de maio de 2026, ao comentar a prisão de Deolane Bezerra por lavagem de dinheiro para o PCC, Renan afirma que no seu governo influenciadores demonstravelmente ligados ao crime organizado não teriam direito de “ter uma opinião” — seriam presos sob o direito penal do inimigo: sem audiência de custódia, sem fiança, com penas muito duras.
Destaca que a naturalização do crime nas camadas mais vulneráveis (pessoas chorando na frente da delegacia por Deolane) é parte do problema — porque as vítimas do crime passam a aceitar isso como “modo de vida”.
Ver 2026-05-22 - Deolane Bezerra presa!.
Punição pesada como solução para violência contra a mulher: Perry Shikida (maio de 2026)
Em 21 de maio de 2026, Renan responde sobre feminicídio e violência contra a mulher, citando pesquisas do economista Perry Shikida que mostram que penas altas e certeza da punição têm efeito dissuasório sobre crimes violentos. Propõe que delegacias para mulheres e inquéritos policiais eficientes sejam o mecanismo preventivo — não critérios subjetivos como o PL da Misoginia.
Ver 2026-05-21 - F3minicídi0 não existe.
MC Rian, Felipe Marques Monteiro e a “cultura de favela” (maio de 2026)
Em 18 de maio de 2026, Renan reage à morte de Felipe Marques Monteiro, policial baleado na cabeça durante operação de helicóptero — que sobreviveu ao ferimento mas acabou morrendo. A morte passou em silêncio enquanto a soltura do rapper MC Rian — descrito como lavador de dinheiro do PCC, cujos shows esquentavam dinheiro do tráfico — gerou comoção nas redes. Os dois eventos ocorreram no mesmo dia.
Renan nomeia o fenômeno de “cultura de favela”: a mentalidade que trata bandidos como heróis e esquece os verdadeiros servidores. “Você não precisa morar na favela para ter essa cultura.” Anuncia que, como presidente, proibiria as músicas e shows de artistas como MC Rian, Oruam e Pose do Rodo: “Não tenho nenhuma preocupação em ser chamado de radical por conta disso.”
Cita como contraponto a professora Antônia Ione Rodrigues da Silva (Ceará), que recusou matar policiais para o CV e foi executada — por quem inaugurou uma estátua: “O Brasil tem que ser o país dessas pessoas e não de lixos como Oruam, Pose do Rodo ou MC Rian.”
Ver 2026-05-18 - O Brasil odeia seus heróis.
Punição pesada como solução para violência contra a mulher (maio de 2026)
Em 18 de maio de 2026, ao ser questionado sobre conscientização versus punição no combate à violência doméstica, Renan é direto: conscientização é necessária, mas “o que para uma pessoa violenta é a força maior.” Apoia agravantes para violência doméstica (traição de confiança), mas critica o PL da Misoginia como solução de fachada que diminui liberdade de expressão e cria relações de baixa confiança. O foco deve estar em penas altas para violência doméstica e assaltos à mão armada — os problemas reais que afetam mulheres, especialmente nas periferias.
Ver 2026-05-18 - Conscientizar ou punir.
A origem do “prendeu matou” e o direito penal do inimigo (maio de 2026)
Em 12 de maio de 2026, Renan conta a origem do bordão “prendeu matou”: o assassinato do ciclista Vítor Felisberto, paulistano que andava de bicicleta, vítima de latrocínio. Renan reagiu ao caso em uma live e lançou o bordão espontaneamente — “um grito de ódio sobre o que deveríamos fazer contra os membros das facções” — sem premeditação.
Após o calor do momento, trabalhou com sua equipe e juristas para desenvolver o conceito juridicamente: o direito penal do inimigo. A ideia: o membro de facção que comete crimes recorrentes e se protege na estrutura criminosa tem um status diferente — sem presunção de inocência, sem saidinha, sem progressão de pena. Preso perpetuamente se se render; morto se resistir.
Renan observa que o debate chegou ao Congresso e ao governo Lula, que invocou o argumento absurdo de que classificar faccionados como terroristas “abriria espaço para invasão americana.” Renan não se importa que outros políticos copiem o bordão: “Se isso virar consenso, o Brasil vai ficar melhor.” Mas reivindica ser o único com condições de implementar o pacote completo (direito penal do inimigo + estado de defesa).
Ver 2026-05-12 - A origem do prendeu matou.
”Rua do medo” em Pinheiros: a impunidade em IDH de primeiro mundo (maio de 2026)
Em 11 de maio de 2026, Renan visita a rua Joaquim Antunes em Pinheiros (São Paulo) — bairro com IDH 0,96, nível de primeiro mundo — onde um jovem mineiro foi roubado e levado a tiro. A rua é conhecida como a “rua do medo”: dezenas de roubos de celular por ano, passarinhagem e latrocínios.
A análise: Pinheiros é escolhido pelos criminosos justamente por ser um bairro onde as pessoas andam distraídas com o celular na mão. São Paulo tem o sistema Smart Sampa de câmeras que identifica ladrões — mas prender sem pena efetiva é inútil. Dois grupos alimentam o ciclo: quadrilhas de chineses e nigerianos que receptam celulares para exportação, e facções que cometem os roubos.
Proposta: endurecimento das leis penais; prender quadrilhas de receptação; direito penal do inimigo para faccionados; fim da progressão penal, saidinha e institutos similares; aumento de pena para reincidentes.
Critica a “elite de Pinheiros” que bebe vinho e defende os direitos dos criminosos: “Se sentem muito inteligentes e sabichões defendendo ladrão.”
Ver 2026-05-11 - Conheça a rua do medo que fica no bairro de maior qualidade de vida em São Paulo.
Presídio de Pedrinhas: escola do crime e modelo CECOT (abril de 2026)
Em 14 de abril de 2026, Renan visita o Presídio de Pedrinhas (São Luís, MA) e usa seu histórico para explicar como a má gestão prisional fabrica facções.
O mecanismo descrito: o Bonde dos 40 dominava Pedrinhas e oprimia presos do interior. Em reação, eles criaram o PCM (Primeiro Comando do Maranhão). A guerra entre os grupos resultou em dezenas de mortos e mutilações — e, com o tempo, o PCM se fragmentou em mais cinco facções que “na prática tomaram o estado do Maranhão.”
“Quando a gente administra mal o sistema prisional, surge o PCM, surge o bonde dos 40. Esses caras se dividem em mais cinco facções e essas facções, na prática, tomaram o estado do Maranhão.”
Modelo ideal proposto (inspirado no CECOT de El Salvador):
- Sem distinção de grupo faccional entre detentos
- Luz elétrica 24 horas para desorientar o ritmo circadiano
- Alimentação sem proteína, apenas carboidratos (reduz hormônios e instintos agressivos)
- Sem visita íntima, sem progressão de pena
- Trabalho obrigatório
- Capacidade para dezenas de milhares
Renan distingue punição de tortura: o Estado não deve torturar, mas deve punir com rigor extremo.
Ver 2026-04-14 - Presídio de Pedrinhas.
Favela Coroadinho: São Luís como caso extremo (abril de 2026)
Em 14 de abril de 2026, Renan visita o bairro do Coroadinho (São Luís, MA) e documenta a situação:
- Cinco facções criminosas disputando o território (incluindo o Bonde dos 40)
- Taxa de homicídios em 2014: 80 mortes a cada 100.000 habitantes — 10 vezes a taxa da Ucrânia durante a guerra
- Esgoto a céu aberto, lixo nas ruas, cadáveres de animais sem recolhimento
- Cerca de 35% da população de São Luís vive em favelas com condições semelhantes
Após associações do bairro emitirem nota de repúdio contra as declarações de Renan, ele manteve cada palavra e criticou o que chama de “discurso coitadista”: grupos que cultivam orgulho da identidade de favela em vez de exigir transformação, lucrando politicamente com a manutenção da pobreza.
“A taxa de homicídios nessa região, em 2014, foi de 80 homicídios a cada 100.000 habitantes. Isso é 10 vezes a taxa de homicídio na Ucrânia que tá em guerra. E essas pessoas querem que isso seja normal.”
Proposta declarada: como presidente, transformar favelas em bairros e “matar os bandidos, todas as lideranças do crime organizado, do bonde dos 40.”
Ver 2026-04-14 - Ameaçado por chamar Coroadinho de filial do inferno e 2026-04-14 - Lideranças do Coroadinho repudiam Renan.
Pena de morte: posição constitucional e reocupação do território (abril de 2026)
Em 28 de abril de 2026, Renan é questionado sobre pena de morte. Sua resposta distingue diagnóstico e proposta:
Diagnóstico: a pena de morte já existe no Brasil — “executada pelo crime organizado nos seus próprios tribunais, ocupando de maneira ilegítima pedaços do Brasil.” Quem mora na Rocinha vive sob a pena de morte do tráfico.
Posição institucional: com a Constituição atual, não pode instituir pena de morte (é cláusula pétrea). Uma discussão futura seria possível apenas em uma constituinte. O que pretende fazer de imediato é aumentar muito as penas.
O conceito central é a reocupação do território: o Estado brasileiro tem o dever constitucional de controlar seu próprio território. Renan descreve como sintomático que generais militares evitem áreas dominadas pelo crime, sabendo que essas áreas “não pertencem ao Brasil” — uma loucura que a sociedade passou a aceitar.
“O que eu estou chamando é uma convocação por parte do Estado brasileiro a uma guerra para retomar territórios que são brasileiros e cujos cidadãos estão nas mãos de gente que não tem o direito de controlá-los. A família do Marcinho VP não pode controlar pedaços do Brasil.”
Ver 2026-04-28 - Pena de morte no Brasil.
El Salvador como modelo aplicável ao Brasil (maio de 2026)
Em 4 de maio de 2026, Renan refuta o argumento de que El Salvador é pequeno demais para servir de referência. Cita também a China como exemplo de nação gigantesca com “leis penais quase tão duras” e resultados similares. Tese central: a questão não é o tamanho do país, é a decisão de tentar.
Renan identifica três elementos do sucesso de Nayib Bukele que pretende replicar:
- Mudança de imaginação — recusar aceitar crime e favelas como parte da identidade nacional.
- Tratamento de facções como terroristas — organismos anômalos, não atores sociais legítimos.
- Criação do CECOT (superpresídio) — encarceramento de longo prazo sem progressão.
Para o Brasil, propõe: mesmas medidas duras + capacidade bélica das polícias + COAF + Polícia Federal. Em paralelo, investimento estatal para desfavelização — eliminando o espaço onde o crime organizado domina aproximadamente 50 milhões de pessoas.
O mecanismo de cooperação federativa:
- Se o governador cooperar: operação conjunta e metas compartilhadas.
- Se recusar (Ceará citado como provável recusa): decreto de estado de defesa no estado, governador afastado, crime destruído assim mesmo.
Ver 2026-05-04 - Sim, o que deu certo em El Salvador vai funcionar aqui.
Normalização do crime e responsabilidade difusa (maio de 2026)
Em 2 de maio de 2026, a partir do assassinato de um pai de 28 anos durante assalto — diante do filho de 7 anos —, Renan articula uma cadeia de responsabilidade que inclui músicos, mídias e políticos que normalizam o crime organizado.
Renan descreve o Brasil como estando em “guerra civil” e rejeita o discurso de recuperação de criminosos:
“Não é sobre recuperar ninguém, é sobre fazer justiça. É sobre entregar pras famílias que foram assaltadas e tiveram seus familiares mortos o sangue do bandido.”
Ver 2026-05-02 - Oruam m4t0u um pai de família e Oruam.
Paraisópolis: São Paulo a um passo do Rio (maio de 2026)
Em 6 de maio de 2026, Renan visita a favela de Paraisópolis (zona sul de SP), descrita como cidade de 60.000 habitantes totalmente controlada pelo PCC. O palácio do governador fica a 2 km.
Dados apresentados:
- IDH 0,6 em Paraisópolis vs. IDH 0,9 no Morumbi vizinho.
- Expectativa de vida: 63 anos na favela vs. 73 no bairro ao lado da mesma avenida.
- PCC opera com olheiros, fuzis, achaque sobre comerciantes e resposta armada à polícia — igual ao Rio.
Renan afirma que, independentemente do partido que governa SP, a ocupação do PCC só cresceu. Cita episódio concreto: policial desarmado por moradores e baleado ao perseguir suspeito que fugiu para dentro da favela.
Diagnóstico: São Paulo está a “um pouquinho de esforço do PCC” de virar Rio de Janeiro. O PCC já tem mais dinheiro e capacidade organizacional do que todas as facções cariocas juntas.
Proposta: destruir o PCC, prendendo e matando todos os seus líderes, depois transformar Paraisópolis em bairro — demolir vielas e barracos, construir prédios, câmeras, arborização, praças.
Ver 2026-05-06 - Eu fui em Paraisópolis, que está tomada pelo PCC.
Favelização de Santa Catarina: expansão do Comando Vermelho (abril de 2026)
Em 23 de abril de 2026, Renan visita o bairro do Pinheirinho em Criciúma (SC) — controlado por traficantes e crackudos — para demonstrar que a favelização avança até nos estados mais desenvolvidos do Brasil.
Dados que apresenta sobre Santa Catarina:
- +50% de aumento de favelas desde o último censo.
- A facção dominante é o PGC (Primeiro Grupo Catarinense), aliado do Comando Vermelho.
- Em Joinville: operação de inteligência da Guarda contabilizou 775 ônibus irregulares em 60 dias trazendo faccionados do CV para se refugiar em SC.
“A grande disputa que nós temos no Brasil é de duas ideias, dois tipos de país. É se o Brasil vira Rio de Janeiro ou se o Brasil vira Santa Catarina. Santa Catarina nesse sentido, tá mais virando o Rio de Janeiro do que o contrário.”
Ao responder à reação do governador Jorginho Mello, que enviou a polícia para gravar vídeo minimizando o problema, Renan defendeu a corporação mas criticou governadores e leis penais: a polícia “sabe o que fazer” mas está “tolida” pela falta de vontade política e pelas leis federais pró-bandidos.
Ver 2026-04-23 - Santa Catarina, não podemos deixar que a favelização tome conta do estado! e 2026-04-25 - Resposta sobre o bairro de Pinheirinho, em Criciúma.
Governadores leniéticos: Ceará e Bahia como casos urgentes (abril de 2026)
Em 26 de abril de 2026, em entrevista, Renan detalha por que os estados do Ceará e da Bahia representam os casos mais urgentes de leniência com o crime organizado:
- Ceará (governador Elmano de Freitas/PT): Renan foi processado duas vezes por denunciar o avanço do CV no estado. Suspeita que o governo é “especialmente leniente” com o Comando Vermelho. Exemplo: durante a tomada de Santa Quitéria pelo crime, o governo estadual debatia o programa “Pena Justa” — proposta de soltar mais presos por condições inadequadas dos presídios.
- Bahia (governador Jerônimo Rodrigues/PT): as forças policiais “reclamam que querem fazer” operações mas não recebem o comando.
Dados de mortalidade: o Ceará tem números de homicídios por 100 mil habitantes “muito piores” do que o Rio de Janeiro — mas recebe menos atenção midiática.
A proposta concreta: estados que se recusarem a cooperar nas operações de retomada territorial enfrentarão estado de defesa específico, por tempo determinado, com uso das polícias estaduais e, se necessário, das Forças Armadas.
Ver 2026-04-26 - É assim que vou acabar com o crime organizado!.
Internação compulsória para usuários de crack (abril de 2026)
Em 23 de abril de 2026, Renan responde ao argumento dos “direitos humanos” contra a internação compulsória de usuários de crack:
“Um usuário de craque está num status pior do que uma criança de 7 anos. Ela não consegue fazer suas necessidades fisiológicas, não consegue se controlar. Portanto, as faculdades mentais dela colocam ela numa situação de vulnerabilidade em que ela precisa ser internada.”
A rua é pública — paga via IPTU pelos moradores — e não pode ser “privatizada” por quem a ocupa para usar drogas. As ONGs que recebem convênios públicos para “dar sopão” e defender a “resistência da cracolândia” (ex.: ONG “Ainda Há Crack Resiste”, de São Paulo) estão, segundo Renan, criando um mercado da miséria financiado com recursos públicos.
Renan menciona também a vacina do crack em desenvolvimento como “alento monumental” — mas afirma que não dá para esperar sem agir.
Ver 2026-04-23 - O que fazer com crackudo.
Legítima defesa e invasão de domicílio (abril de 2026)
Em 20 de abril de 2026, Renan defende um adolescente que matou um invasor de domicílio com uma faca após reação a roubo de celular. O menor foi detido e depois solto por decisão judicial.
Para Renan, legítima defesa é um instituto independente da idade do defensor. No momento da reação, o garoto não tinha como saber se o invasor estava armado ou quais eram suas intenções. “Em qualquer lugar do mundo, esse garoto se torna um herói.”
Rebate a equiparação feita pela esquerda entre o caso e menores em facções: “O cara que tá no Comando Vermelho está cometendo crime. Legítima defesa é um instituto nobre que permite que o ser humano possa fazer a defesa sua e dos seus.”
“Menos um vagabundo invasor de casa na rua. Notícia boa.”
Em seu governo, a justiça estará “sempre ao lado das pessoas que estão se defendendo, que estão protegendo os seus e aquilo que é seu.”
Ver 2026-04-20 - Esse menino é um herói!.
O conceito de “prendeu matou” (maio de 2026)
Em 6 de maio de 2026, Renan explica o conceito em entrevista: o bandido tem apenas dois destinos possíveis — ser preso ou morrer. “Existiu, você morreu, se entregou, você tá preso e por muito tempo.” Renan descreve como sinal da falência do sistema que isso precise ser dito como novidade — evidência de que o Brasil normalizou a ausência de consequências para o crime.
Diagnóstico do sistema:
- A maior parte dos homicídios no Brasil não são resolvidos.
- O inquérito policial tem problemas estruturais; há conflito entre PM e Polícia Civil.
- O Código Penal é dos anos 40 — “não existia a ideia de facção criminosa nos anos 40.”
Ver 2026-05-06 - O que é o prendeu m4tou.
Estado de defesa no primeiro dia
Perguntado sobre qual seria sua primeira decisão nas 24 horas iniciais de governo, Renan respondeu que decretaria estado de defesa, com soldados e polícias atuando dentro das favelas para confrontar diretamente o crime organizado. Afirma que, com essa medida combinada à legislação de direito penal do inimigo, PCC, Comando Vermelho e as demais grandes facções “em um ano não existirão mais”.
Marca simbolicamente o início da operação em 5 de janeiro de 2027, data em que tomaria posse, e diz que usaria o avião presidencial para visitar as polícias do Ceará, Rio de Janeiro e Maranhão, nessa ordem.
Ver Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo.
Casos concretos usados para sustentar a proposta
PCC em Imperatriz (MA)
No bairro de Vilinha, distrito de Imperatriz, Renan mostra marcações do PCC nos muros — inclusive na lateral da Escola Municipal Professor José Queiroz, palco recente de troca de tiros. Segundo ele, o PCC derrotou a facção rival local e agora controla distribuição de drogas e compra de votos. Usa o caso para oferecer um mecanismo operacional da intervenção: se o governador cooperar, a operação é conjunta; se recusar, é afastado e substituído por interventor. Ver 2026-04-07 - O PCC chegou no interior do Maranhão.
Pouso Alegre (MG) como modelo positivo
No Centro Integrado de Defesa Social de Pouso Alegre, Renan conhece uma política municipal de reconhecimento facial e integração com cidades vizinhas que, segundo os entrevistados, levou a cidade a ser a 4ª de Minas Gerais em prisões por mandado. Apresenta o caso como exemplo do tipo de política que espalharia nacionalmente para impedir a dominação territorial por facções. O vereador e vice-prefeito local, “Russo”, é identificado como aliado recorrente de Renan na pauta. Ver 2026-04-06 - Centro de Monitoramento de Pouso Alegre.
Rio de Janeiro como “arquipélago de facções”
No vídeo 2026-03-28 - Eu vim pro Rio de Janeiro e passei por 4 países diferentes, Renan descreve a cidade do Rio como dividida em subestados controlados por Comando Vermelho, TCP, milícias e pelo “Centrão como facção política”. O roteiro descrito em uma única travessia inclui Jacarepaguá (milícia), Rocinha (CV), Morro da Babilônia no Leme (TCP), Centro (Centrão) e Tavares Bastos (BOPE).
Tavares Bastos como prova de conceito
No vídeo 2026-03-28 - Eu fui na favela que o BOPE tomou conta, Renan apresenta a favela Tavares Bastos — vizinha ao batalhão do BOPE — como modelo positivo: homicídios praticamente inexistentes, comércio prosperando, sem venda de droga. A sequência que propõe para replicar o modelo é: (1) lei e ordem → (2) título de propriedade → (3) adequação urbanística → (4) saneamento básico. Afirma que cerca de 80% da população da favela apoia medidas dessa natureza.
Esse modelo se articula com a crítica aos políticos locais — no mesmo roteiro Renan cita Flávio Bolsonaro e Eduardo Paes como figuras com amizades entre milicianos e traficantes, como TH Joias.
Assalto à mão armada: pena mínima de 30 anos
Em vídeo de 20 de novembro de 2025, Renan faz uma argumentação filosófico-jurídica sobre o assalto à mão armada: ao apontar uma arma para outra pessoa, o assaltante está “deliberando sobre a existência do outro” — algo que nenhum ser humano tem o direito de fazer. Isso tornaria o ato intrinsecamente gravíssimo, independentemente de ter resultado em morte.
Propõe pena mínima de 30 anos para assalto à mão armada, mesmo sem resultado de morte. Rejeita explicitamente o argumento de infância difícil ou desigualdade como atenuante: “Ele não tem o direito a ter essa escolha.”
“Um assalto à mão armada, mesmo que o cara só tomou o celular, mas tava apontando a arma — não importa. É 30 anos de cana no mínimo.”
Ver 2025-11-20 - Você já parou pra pensar nisso.
Caso Playboy e intervenção federal no Ceará
Em 12 de novembro de 2025, Renan documenta o caso do traficante “Playboy”, solto pelo TJ-Ceará por falta de provas. Após a soltura, Playboy foi ao distrito de Uiraponga (2.000 habitantes), ordenou a evacuação de toda a cidade e matou um morador para demonstrar poder. Era o quarto ou quinto município brasileiro evacuado pelo crime organizado.
Renan propõe intervenção federal no Ceará com assunção do controle das polícias: “Me dá três meses de mandato e não vai sobrar ninguém do Comando Vermelho no Ceará.” Ver 2025-11-12 - Você votaria numa proposta dessas.
Operação policial no Rio de Janeiro (novembro de 2025)
Em 5 de novembro de 2025, Renan reage com indignação à crítica de Lula a uma grande operação policial no Rio de Janeiro. Lula afirmou que a operação, que resultou em mortes de criminosos, foi “desastrosa do ponto de vista da ação do Estado.”
Renan argumenta que policiais cumpriram ordem de prisão e encontraram resistência armada — um deles levou tiro na cabeça. Criticar os policiais seria “desonrar pessoas que colocaram a vida em risco.” Ver 2025-11-05 - LULA CRITICA MEGA OPERAÇÃO NO RJ.
Assassinato de Rui Ferraz Fontes: o narcoestado em ação (setembro de 2025)
Em 15 de setembro de 2025, Renan reage ao assassinato de Rui Ferraz Fontes, ex-delegado geral da Polícia Civil de São Paulo — responsável pela prisão do líder histórico do PCC, Marcola — e ex-secretário de segurança de Praia Grande (SP). Fontes foi morto em uma emboscada na cidade, descrita por Renan como “infestada pelo PCC”: fugiu de carro, perdeu o controle, colidiu contra um ônibus e foi executado a sangue frio.
Para Renan, o assassinato é evidência de que o Brasil vive no narcoestado:
“O PCC e o Comando Vermelho demonstram que nós vivemos já no narcoestado.”
As medidas propostas especificamente para membros de organizações terroristas como PCC e CV: pena de morte, prisão perpétua e supressão de direitos que um cidadão comum tem mas um narcotraficante não deve ter.
Ver 2025-09-15 - Mataram delegado que combatia o PCC.
PCC envenena com metanol: terrorismo de facto (outubro de 2025)
Em 1 de outubro de 2025, Renan documenta o esquema do PCC de distribuir álcool adulterado com metanol — bebidas envenenadas — que causam morte ou cegueira por intoxicação. Para Renan, a estratégia não é acidental: é terrorismo deliberado contra a população.
Usa o caso para reforçar a tese de que o PCC e o CV devem ser legalmente classificados como organizações terroristas, sujeitando seus membros ao direito penal do inimigo: fora do sistema de garantias e direitos ordinários. O argumento: “Quem distribui veneno para matar civis é terrorista por definição.”
Ver 2025-10-01 - Prendeu, Matou e a bebida envenenada do PCC.
Crime organizado como guerrilha: os drones (outubro de 2025)
Em 28 de outubro de 2025, Renan documenta o que classifica como um ponto de virada: facções criminosas no Rio de Janeiro passaram a usar drones para lançar bombas — tática que compara às guerras da Ucrânia e do Oriente Médio. As polícias não têm equipamento nem autorização para operar drones em combate.
“O crime organizado passou a usar drones para disparar bombas. (…) Armas de guerra, táticas de guerrilha, estratégias de terror.”
Para Renan, as facções se transformaram em forças paramilitares e o enfrentamento exige Forças Armadas, não apenas policiamento estadual. Ver 2025-10-28 - O crime organizado já virou guerrilha e Rio de Janeiro em Guerra — Outubro de 2025.
Antônia Ioni: a heroína que o Brasil não lembrará (outubro de 2025)
Em 21 de outubro de 2025, Renan Santos presta homenagem a Antônia Ioni Rodrigues da Silva, 45 anos, de Saboeiro (CE). O Comando Vermelho exigiu que ela envenenasse a comida da Polícia Militar do Ceará. Ela se recusou — e foi executada ao lado de sua filha de 12 anos.
Renan lamenta que não haverá campanhas nacionais como as feitas em outros casos. Prometeu pessoalmente mandar construir um busto para a cidade e defendeu que o nome dela seja ensinado nas escolas do Ceará.
“Essa mulher foi mais corajosa do que todos os políticos desse país.”
Ver 2025-10-21 - Seu país tem heróis de verdade.
Rubens Casara: o juiz que soltou o criminoso preso 86 vezes (outubro de 2025)
Em 22 de outubro de 2025, Renan atacou o juiz carioca Rubens Casara, que soltou um criminoso com 86 prisões anteriores — que voltou a cometer crimes. Casara é descrito como defensor de uma visão socialista do direito penal, que trata criminosos como “vítimas do capitalismo”.
Renan também menciona Márcia Tiburi, ex-cônjuge de Casara, que declarou publicamente: “Tem uma lógica no assalto.” Casara censurou o jornal Antagonista que publicou suas decisões — outro juiz confirmou a censura.
Ver 2025-10-22 - O pior juiz do mundo mora no Brasil e STF e Ativismo Judicial.
A PEC da Segurança Pública como armadilha do PT
Em 30 de outubro de 2025, Renan analisa a PEC da Segurança Pública que o governo Lula acelerou aproveitando a crise do Rio. A PEC criaria um “SUS da segurança pública” centralizando o controle das polícias estaduais no governo federal, com um Conselho Nacional de Segurança Pública cujos representantes da “sociedade civil” seriam nomeados pelo próprio governo.
Renan revela que o conselho equivalente já existente desde 2019 é dominado por três ONGs financiadas por Soros e Fundação Ford que defendem direito penal mínimo e descarceramento: Instituto Sou da Paz, Instituto Igarapé e Instituto Conectas. Para ele, a PEC entregaria o controle das polícias aos inimigos da polícia.
“Se essa PEC passar, esses caras vão ter força total para controlar o desempenho das polícias de acordo com critérios viciados de gente que defende antes de tudo o traficante.”
Compara ao “modelo bolivariano” que o PT almejaria. Ver 2025-10-30 - A VERDADE SOBRE A PEC DA SEGURANÇA PÚBLICA e Expulsão de ONGs Estrangeiras.
Quem troca tiro com a polícia
Em 30 de outubro de 2025, Renan comenta imagens de suspeitos presos após troca de tiros. Rejeita tanto o argumento racial (“tem branco, pardo, preto — dá para colecionar”) quanto o argumento da ressocialização. Define quem troca tiro com a polícia como “animal disposto a colocar a vida das pessoas em risco” — e a solução como 30 anos afastado da sociedade ou morte. Ver 2025-10-30 - QUEM TROCA TIRO COM A POLÍCIA MERECE O QUE.
Tolerância zero ao tráfico em áreas de moradores de rua
No Plano para Moradores de Rua, Renan incorpora uma peça explícita de segurança pública: alterar a Lei de Execução Penal para endurecer a punição ao traficante “que leva droga para o mendigo”, tendo como referência o caso da cracolândia. Ver 2026-04-01 - Eu odeio mendigo.
Desfavelização do Brasil: as 6 medidas do BOPE
Em visita ao BOPE junto com o coronel Busnelo (pré-candidato ao governo do Rio), Renan apresenta um plano sequencial de desfavelização:
- Retomada territorial pela força — com estado de defesa e mudanças nas leis penais para impedir que presos saiam rapidamente.
- Reconstrução física — ruas abertas para carros e ambulâncias; “não vai ter mais viela na favela”.
- Regularização fundiária — título de propriedade que insere o morador na economia formal.
- Reurbanização ao estilo Buenos Aires/Medellín — projetos de engenharia + PPPs.
- Incentivos a empresas e comércios — para gerar emprego de qualidade local.
- Fim da distinção morro/asfalto — “a cidade é para todos”.
Ver Desfavelização do Brasil e 2026-03-26 - Vim no BOPE para apresentar 6 medidas para desfavelizar a cidade maravilhosa.
Impunidade sistêmica e progressão de pena
Renan analisa o caso dos assassinos de um ciclista, condenados a 20 anos por homicídio qualificado, mas com estimativa de 5 a 8 anos efetivamente cumpridos. Os mecanismos: Progressão Penal, Programa Pena Justa, juízes progressistas, bom comportamento fingido, presídio “perigoso”. Conclusão: “Se você mata alguém, quase nada acontece.”
Tese penal: “O direito tem que ficar muito mais focado em atender as dores da vítima do que as consequências psicológicas do apenado. O réu tem que sofrer — porque ele escolheu fazer a vítima sofrer.”
Anunciou um site interativo que compara penas atuais com as penas que seriam aplicadas no seu governo (acessível para quem comenta “prendeu” nos vídeos).
Ver 2026-03-26 - Quanto tempo você acha que um criminoso deve ficar preso.
Bukele e El Salvador como modelo
Renan cita Nayib Bukele e El Salvador como referência positiva: país que estava “destruído, tomado pelo crime, favelizado” e foi recuperado via direito penal do inimigo, combate ao STF corrupto, lei e ordem, e investimento em infraestrutura. Resultado: turismo, autoestima nacional, cidades bem cuidadas.
Contrasta com o Brasil de Lula, onde a Nike representa o país com imagens de favela. “O contraste entre o El Salvador de Bukele e o Brasil de Lula é nítido.”
Ver 2026-03-24 - Eu tô com muita inveja de El Salvador.
Infiltração do crime organizado nas instituições
Renan documenta o que chama de “infiltração do PCC nas instituições” a partir de casos concretos de janeiro de 2026.
Delegada do PCC em São Paulo (janeiro de 2026)
Em dezembro de 2025, foi presa em São Paulo a advogada Laila Iube, que havia se tornado delegada enquanto operava para o PCC. O próprio PCC financiou e apoiou seus estudos para o concurso; ela namorava o chefe do PCC em Roraima. Após ser aprovada no concurso, deveria cuidar de casos de interesse da facção. Ela e o namorado mantinham uma padaria de fachada em Taqueri (SP) para lavagem de dinheiro e ela continuava advogando para presos do PCC no Pará. O caso foi comentado em evento no Palácio dos Bandeirantes com o governador Tarcísio — que Renan isenta de responsabilidade direta.
“O Brasil está vivendo uma infiltração das organizações criminosas — o Comando Vermelho tomando os bairros e o PCC tomando as instituições.”
Renan propõe como resposta: direito penal do inimigo, prisão perpétua para faccionados, penas severíssimas. Em caso de resistência armada com armas de alto calibre: “um tiro no peito, um tiro na cara.”
Ver 2026-01-18 - DELEGADA LIGADA AO PCC É PRESA EM SP.
Presídio abandonado em Pernambuco como “mordomia” (janeiro de 2026)
Em visita a um presídio abandonado em Pernambuco, Renan documenta o conteúdo das celas: cadernos de contabilidade de faccionados (registros financeiros com fotos e dados de presidiários), televisores novos, churrasco dentro da cela, uma ala do Trembala e do Comando Vermelho descrita como “micromansão”. Conclui: “Você paga por uma ressocialização que é, na verdade, mordomia.” Ver 2026-01-17 - INVADI UMA PRISÃO EM PERNAMBUCO E ACHEI ISSO.
Pichações de facções em Paulista (PE) (janeiro de 2026)
Em Paulista (PE), Renan documenta demarcações de PCC, CV e BMB nas paredes das principais avenidas da cidade. Moradores de condomínio habitacional vivem em guerra de facções permanente, sem intervenção do estado. Renan pinta as pichações ao vivo como ato simbólico: “Não podemos naturalizar que nas avenidas principais da nossa cidade temos a simbologia desses caras.” Promete: “Vamos banhar esse estado no sangue dos traficantes.” Ver 2026-01-15 - RENAN PINTA PICHAÇÕES DO CRIME ORGANIZADO EM PERNAMBUCO.
Maioridade penal
Renan defende a redução da maioridade penal sem limite mínimo de idade para crimes violentos e hediondos. Posição apresentada como mais radical do que qualquer um dos governadores pré-candidatos:
- Eduardo Leite (RS): contra, invoca a necessidade de reforma prisional antes.
- Ratinho Júnior (PR): evasivo (“tem que ter um debate profundo”).
- Ronaldo Caiado (GO): a favor a partir de 16 anos — Renan concorda em parte, mas considera insuficiente.
“Se foi homem, teve força de estuprar uma mulher. Se foi homem, teve força de botar uma arma na cabeça de uma pessoa. Será homem para cumprir a pena.”
Argumento central: a legislação atual é um estímulo ao uso de menores pelo crime organizado — mão de obra barata, facilmente aliciável, sem consequências jurídicas. A ausência de punição também gera ausência de senso de justiça nas vítimas.
Compromete-se a construir presídios fora do controle das facções e a garantir que policiais que levam menores à delegacia não os vejam soltos horas depois.
Ver 2026-03-16 - Veja a opinião desses governadores sobre redução da maioridade penal.
Violência contra a mulher: posição e 5 medidas (dezembro de 2025)
Em dois vídeos de 27 de dezembro de 2025, Renan reagiu a episódios virais de violência contra mulheres (incluindo uma mulher arrastada por ex-companheiro). A posição central: a raiz do problema não é cultural mas a impunidade estrutural do Brasil — “as pessoas cometem violências dessa natureza simplesmente porque o Brasil é o país da impunidade.”
Renan coloca duas possibilidades na mesa para debate com a sociedade: prisão perpétua e pena de morte para crimes de alta violência premeditados. “Pessoas que cometem crimes premeditados, muito violentos, não têm condição de conviver em sociedade, nem merecem reabilitação, muito menos perdão.”
Crítica à Érika Hilton: descrita como parlamentar que usa a causa como marketing mas “vota recorrentemente para diminuir penas para bandido de toda natureza.” Para Renan, “o homem agressor se vale das mesmas leis pró-bandido que o traficante.”
As cinco medidas presidenciais anunciadas especificamente para violência contra mulher:
- Fim das saidinhas para condenados por crimes passionais contra mulheres.
- Sem progressão de pena para agressores — pena integral.
- Descumprimento de medida preventiva (stalking) gera prisão preventiva automática.
- Sem audiência de custódia para flagrante por violência contra mulher com morte.
- MP obrigado a acionar judicialmente qualquer juiz que solte agressor que reincida.
As mesmas medidas se estendem a crimes violentos contra crianças e crimes graves contra a vida em geral. Ver 2025-12-27 - Se você é mulher e 2025-12-27 - 5 medidas contra a violência contra mulheres.
Feminicídio e progressão penal
Para assassinos de mulheres e autores de crimes sexuais violentos, Renan defende fim da progressão penal — pena integral, sem reincidência permitida.
Crítica à esquerda: o PT organiza marchas contra o feminicídio mas vota contra as medidas que puniriam efetivamente os culpados. Exemplo: Pedro Campos (PT), líder da bancada, avisou que ninguém do partido votaria a redução da maioridade penal — deixando impunes menores que praticaram estupro coletivo.
“Não tem que ter reincidência, tem que ficar pro resto da vida na cadeia.”
Ver 2026-03-14 - MINHA RESPOSTA PARA O FEMINICÍDIO NO BRASIL.
Curitiba e o problema do centro degradado
Em visita ao Marco Zero de Curitiba — considerada a melhor capital do Brasil — Renan documenta a degradação por concentração de moradores de rua, usuários de drogas e traficantes. Identifica o erro de modelo: sopão e marmitas distribuídos a menos de 100 metros do ponto de venda de drogas, financiados pelo Estado, com comércio abandonando o entorno.
Proposta federal: legislação que impeça a permanência na rua, encaminhamento compulsório a albergues (fora do centro), traficante na cadeia pelo resto da vida.
Ver 2026-03-16 - A melhor capital do Brasil está virando uma Cracolândia.
7 propostas para a Polícia Militar
No vídeo de 12 de março de 2026, Renan lança propostas específicas para a categoria dos policiais militares:
- Apoio jurídico gratuito de qualidade após ocorrências
- Piso nacional do salário policial (custeado pelo corte dos supersalários do Judiciário)
- Seguro de vida de no mínimo 24 salários do policial em caso de morte em combate
- Política de saúde mental (taxa de suicídio entre PMs é 3x maior que a da população geral)
- Independência para a polícia científica
- Excludente de ilicitude para abate de criminosos com armamento pesado
- Limite de 2 horas para registro de ocorrência na delegacia (com IA)
Ver Propostas para Polícia Militar e 2026-03-12 - 7 propostas para a Polícia Militar.
Reincidência e 60 anos de pena
Em vídeo de 11 de março, Renan parte de um caso concreto — criminoso com 26 anotações e 8 prisões solto, que matou o ex-secretário de turismo da Argentina — para propor: quem já matou e é reincidente cumprirá no mínimo 60 anos de prisão. Caso a polícia tenha condições, poderá “matá-lo ainda no meio da operação”.
A tese por trás: o Congresso não aprova leis duras porque os critérios de reincidência pegariam também políticos corruptos reincidentes. “Só vamos resolver isso trazendo gente de fora ou aproveitando os poucos nomes que não têm rabo preso com o crime.”
Ver 2026-03-11 - Eu farei o governo mais duro contra a criminalidade.
Civilidade e Singapura como modelo
Em vídeo de 9 de março, Renan amplia o conceito de “lei e ordem” para o comportamento cotidiano no espaço público: barulho no transporte, festas na rua de madrugada, pichação, lixo. Cita Singapura — que saiu de “sociedade pobre e favelizada” para um dos mais desenvolvidos do mundo por meio de punições severas para comportamento incivil, inclusive para jogar chiclete no chão. Propõe o mesmo para o Brasil: multas e, em casos graves, prisão. “Quando falo em impor lei e ordem, não estou falando só em meter vagabundo na cadeia. Estou falando que, se o brasileiro não se comportar de maneira civilizada, ele será punido.”
Ver 2026-03-09 - Você acha o povo brasileiro civilizado.
Mulheres e segurança pública
No Dia Internacional da Mulher (8 de março), Renan afirma que o principal desejo para as mulheres brasileiras é “andar na rua sem medo” — e que isso exige penas mais duras para crimes violentos. Critica mulheres que votam em partidos com penas brandas por cederem a “chantagem emocional”. Ver 2026-03-08 - FELIZ DIA DAS MULHERES.
Primeiro dia de governo: o plano completo
Em entrevista de 6 de março de 2026, Renan detalhou a sequência exata de medidas para as primeiras horas de governo:
- Reforma fiscal — PEC de transição aprovada imediatamente.
- Estado de defesa decretado no dia 5 (data de posse) — Forças Armadas e polícias atuam com poderes especiais para enfrentar o crime. Nesse regime, é possível entrar nas casas onde criminosos se escondem.
- Eliminação das lideranças do crime organizado em até 6 meses.
- Nova legislação penal — Código Penal e Lei de Execuções Penais reformados para acabar com saidinha e progressão penal.
Sobre o desafio de governar sem maioria parlamentar, usou a analogia de Milei na Argentina: “O povo votou sabendo que precisava de um remédio amargo. Eu sou a quimioterapia.” Ver 2026-03-06 - Que Brasil vou pegar ano que vem.
Desfavelização: a questão cultural
Em entrevista de 5 de março de 2026, Renan respondeu à tese de que a desfavelização destruiria a identidade cultural brasileira. Distingue entre “bairro pobre” e “favela” — a diferença é a presença do crime organizado e a ausência do Estado. Afirma que a arte de massa produzida nas favelas hoje não é Cartola, é o funk que exalta o crime e objetifica a mulher. O programa prevê R$ 900 bilhões para acabar com o “modelo arquitetônico e urbanístico fracassado”. Ver 2026-03-05 - FAVELA É UMA M3RDA SIM.
O policial que faz Uber: símbolo de injustiça
Em 1 de março de 2026, um sargento com 16 anos de serviço se apresentou a Renan em evento público, com a esposa, dizendo ser “a primeira vez que sinto esperança nesse país” — e que trabalha como motorista de aplicativo (Uber) para complementar o salário. Renan usa o depoimento como definição operacional de quem é o “brasileiro que segura o Brasil nas costas”:
“Ele é policial. Ele tá enfrentando uma guerra diária e ele trabalha por conta para botar comida na mesa da família dele. (…) Esse cara é o cara que essencialmente carrega o Brasil nas costas.”
E propõe uma fórmula para política pública:
“Quando a gente se tocar que tornar o Brasil justo é tornar o Brasil fácil para ele e difícil para filho da puta, a gente torna esse Brasil um país sério.”
Ver 2026-03-01 - O DESABAFO DESSE POLICIAL EMOCIONOU A TODOS.
Saidinha e progressão penal: alerta para o Rio de Janeiro (janeiro de 2026)
Em 10 de janeiro de 2026, Renan emite um alerta para moradores do Rio de Janeiro: 300 criminosos de alta periculosidade de facções importantes foram soltos pelas ruas por meio da saidinha e da progressão penal. Entre os citados: Thiago Vinícius Vieira (Dourado) do TCP, Nestor do Tuiuti e Márcio Martelo (Bolado) do CV, Sérgio Luiz (Um Problema) — gerente da favela da Lagoa em Magé.
Renan critica a perpetuação do sistema independentemente do partido: “É um absurdo que entra governo de esquerda, governo de direita, governo do Temer, governo do PSDB — e um absurdo como a saidinha continua de pé.” Cita que Thoias, membro do CV, foi eleito deputado estadual e atuava normalmente na Assembleia Legislativa do Rio até ser preso em nova operação.
Proposta concreta como resposta:
- Acabar com saidinha, progressão penal, juiz de garantia, audiência de custódia e indulto de Natal
- Duplicar todas as penas para crimes violentos
- Tornar as leis de processo penal mais duras e simples
- Garantir que o preso levado até a delegacia “não mais volte pra rua”
Ver 2026-01-10 - Atenção, carioca! Muito cuidado nas ruas.
Ameaças à pré-campanha no Nordeste (janeiro de 2026)
Em 22 de janeiro de 2026, Renan denunciou que o PT havia iniciado uma campanha de sabotagem contra sua turnê pelo Nordeste: o recado chegando à equipe era que, em estados governados pelo PT, não haveria policiamento nem proteção caso alguma violência acontecesse contra ele ou sua equipe.
Estados de risco identificados:
- Rio Grande do Norte (governadora Fátima Bezerra, PT): o vereador local Faustino, aliado de Renan, era “constantemente alvo de ameaças do PT.”
- Ceará (governador Elmano de Freitas, PT): o Comando Vermelho ameaçava a família de Pedrinho, porta-voz do Missão no estado.
Renan distingue entre as polícias estaduais (descritas como profissionais) e os governadores que as comandam: “A polícia quer fazer o que é certo. O problema é que elas respondem ao comandante em chefe — que vem a ser o governador.”
“As eleições de 2026 oficialmente começaram, ao menos na parte do crime e da maldade.”
Ver 2026-01-22 - ESTOU SENDO AMEAÇADO NO NORDESTE POR MOSTRAR A VERDADE.
Oruam e o Comando Vermelho (fevereiro de 2026)
Em 5 de fevereiro de 2026, Renan denuncia a fuga de Oruam — rapper e, segundo ele, porta-voz público do Comando Vermelho, filho de Varcinho VP, influente nos complexos da Penha e do Alemão. Oruam havia sido preso por organizar uma revolta de traficantes contra a Polícia Civil do Rio; foi solto por decisão judicial, recolocado na cadeia pelo STJ e então fugiu arrancando a própria tornozeleira eletrônica.
Renan aproveita para reiterar a proposta de estado de defesa: a medida permitiria à polícia entrar em qualquer residência para capturar traficantes que se escondem em casas de terceiros, pois o CV está presente em cidades por todo o Brasil. Ver 2026-02-05 - ORUAM VIOLA TORNOZELEIRA E ESTÁ FORAGIDO DA POLÍCIA e Oruam.
Motoboys assassinados no Rio: o herói invisível (janeiro de 2026)
Em 31 de janeiro de 2026, Renan reage à morte de dois entregadores de aplicativo (motoboys) assassinados a sangue frio por criminosos do Comando Vermelho no Rio de Janeiro — mortes que, segundo ele, não geraram comoção pública comparável a outros casos. Critica a cultura do crime glorificada por letras de trap, e apresenta o entregador como “a melhor pessoa do Brasil”: quem resistiu ao estímulo do crime, escolheu a honestidade e sustenta a família com trabalho duro.
“A única coisa que posso oferecer é a vingança. Se nós chegarmos ao poder, nós vamos prender e matar todas as pessoas que levam terror para as suas famílias.”
Ver 2026-01-31 - SOBRE OS MOTOBOYS ASSASSINADOS NO RJ.
Porto de Fortaleza tomado pelas facções (fevereiro de 2026)
Em comício no Ceará em 1 de fevereiro de 2026, Renan denuncia que o porto de Fortaleza está sendo tomado por facções criminosas (CV, GDE, TCP e PCC) para exportar drogas para a Europa, financiando o crime local com dólares e euros. O governador Elmano (CE) é acusado de mascarar os números — o Ceará seria o estado com maior número de mortos por 100.000 habitantes no Brasil. Ver 2026-02-01 - NÓS SOMOS A GERAÇÃO QUE VAI SALVAR O BRASIL.
Impunidade como causa: a pesquisa de Perry Shiida (fevereiro de 2026)
Em entrevista de 24 de fevereiro de 2026, Renan descarta a “mentalidade de escassez” como causa principal do crime e aponta a impunidade como fator determinante. O Estado oferece auxílios — o criminoso “não vai passar fome” — e ainda assim comete crimes porque a probabilidade de punição é baixa.
Cita pesquisa do Perry Shiida feita diretamente em presídios: ao perguntar a detentos o que os teria impedido de cometer crimes, a resposta foi penas de morte ou penas muito duras, combinadas com a certeza de ser pego. Renan usa isso como evidência empírica de que países mais pobres que o Brasil, mas com justiça eficaz e penas severas, conseguem reduzir o crime por meio do medo da punição.
Ver 2026-02-24 - OS BANDIDOS PRECISAM TER MEDO.
10 (+ 1) medidas completas (fevereiro de 2026)
Em 15 de fevereiro de 2026, Renan listou seu pacote completo de segurança pública em um único vídeo — o mais abrangente até então:
- Aumento generalizado de penas (crimes violentos e colarinho branco)
- Fim de progressão de pena, saidinha e perdão na Lei de Execução Penal
- Fim do juiz de garantia e da audiência de custódia (identificados como “erros do governo Bolsonaro”)
- Pena mais que triplicada para reincidentes
- Redução da maioridade penal para menos de 14 anos
- Crime não tem idade — matar ou estuprar com 12 anos = pena de adulto
- Direito penal do inimigo — membro de facção perde direitos iguais a terrorista
- Construção de 8 superpresídios em regiões isoladas
- Estado de defesa — polícia entra nas residências
- Intervenção nos portos de Santos e Pecém (Fortaleza) para cortar exportação de drogas que financia PCC e CV com dólares e euros
- Bônus: Câmeras com reconhecimento facial em capitais e periferias (modelo SP)
Ver 2026-02-15 - 10 MEDIDAS PARA SEGURANÇA PÚBLICA.
A lição das facções do Ceará (fevereiro de 2026)
Em 15 de fevereiro de 2026, Renan usou um caso concreto do Ceará — em que facções criminosas proibiram brigas de torcida organizadas, sob pena de morte, e funcionou — para defender punições severas e certas como mecanismo mais eficaz que qualquer abordagem sociológica. O método: sem ressocialização, sem análise de “cultura Red Pill”, sem sociólogos. Apenas uma ordem clara com punição imediata.
“Esqueça seu professor de direito, o jornalista, o professor de história. Faça o óbvio e a resposta será óbvia.”
Ver 2026-02-15 - Sim, a estratégia das facções funciona.
Violência contra mulheres: casos de facção (fevereiro de 2026)
Em 13 de fevereiro de 2026, Renan relatou o caso de uma menina de 13 anos de São João do Meriti (RJ), capturada pelo TCP (confundida com namorada do CV), estuprada por 9 homens e torturada. Lideranças do movimento negro permaneceram silenciosas — enquanto estavam no carnaval ou em Massachusetts. Renan: o ativismo só se mobiliza quando a vítima foi morta pela polícia, não pelo tráfico.
No mesmo dia, reportou o caso da menina Sofia — negra, pobre — morta no banco de trás do carro do pai metralhou por uma facção. Mesmo silêncio das lideranças. Renan: “Será que vidas negras importam ou será que traficantes negros importam?”
Ver 2026-02-13 - SE VOCÊ É MULHER, PRECISA VER ESSE VÍDEO e 2026-02-13 - O CASO QUE O MOVIMENTO NEGRO NÃO QUER FALAR SOBRE.
Por que bandidos saem soltos: a estrutura política (fevereiro de 2026)
Em 18 de fevereiro de 2026, Renan explica a raiz estrutural do problema: as mesmas leis penais que prenderiam criminosos violentos atingiriam políticos corruptos — por isso a classe política não aprova leis duras. Kim Kataguiri já aprovou projetos de aumento de pena na Câmara; todos travam no Senado, onde senadores “que ficam dançando no carnaval” reconhecem o risco pessoal.
Tanto o governo Bolsonaro (que eliminou a Lava-Jato e a prisão em segunda instância) quanto o governo Lula (que quer aumentar o controle federal sobre as polícias, não fazê-las trabalhar) falharam igualmente. Ver 2026-02-18 - VOCÊ NÃO ODEIA ESSES POLÍTICOS O SUFICIENTE.
Senado bloqueia aumento de penas (fevereiro de 2026)
Em 19 de fevereiro de 2026, Renan aprofunda a crítica ao Senado como obstáculo estrutural ao endurecimento das penas. A Câmara dos Deputados aprovou projetos de lei aumentando penas para roubo, furto, assassinato e reincidência — todos travados no Senado.
A explicação de Renan: senadores temem que, se aprovarem aumento de penas para crimes comuns, o mesmo princípio se aplique a crimes de colarinho branco, que é a especialidade da classe política.
Caso emblemático citado: um homem preso por estuprar uma menina de 11 anos, solto antes de completar 10 anos, que numa saidinha estuprou a própria mãe e depois recebeu prisão domiciliar. O perfil do Senado nas redes sociais publica sobre o limite de 10 anos como alerta — sem perceber que está denunciando sua própria omissão.
“O Senado nem sequer deveria existir. O Senado é um depósito de vagabundos.”
Ver 2026-02-19 - VOCÊ NÃO ODEIA O SENADO BRASILEIRO O SUFICIENTE.
PL de Kim Kataguiri: aprovação e tentativa de sabotagem
Em 3 de março, Renan alertou que PT, PSOL e Centrão articulavam manobra regimental para impedir votação no Senado do PL que aumenta penas para roubo e receptação — citando até a “dama do tráfico” como lobista. Ver 2026-03-03 - ATENÇÃO - querem sabotar um projeto de segurança pública do kimkataguiri. Em 4 de março, a aprovação foi comemorada: o PL — aprovado antes na Câmara por Kim Kataguiri — passou no Senado. Ver 2026-03-04 - SENADO APROVA PL DO KIM QUE AUMENTA PENA PARA VAGABUNDO.
Censura e proposta de penas duras para abusadores
Em 6 de março, Renan teve vídeos derrubados no Instagram após publicar conteúdo sobre abuso de menor em Sorocaba com proposta de penas mais duras. A Meta também suspendeu funcionalidades da conta por um ano. Renan interpreta como perseguição política ao pré-candidato que propõe endurecimento penal. Ver 2026-03-06 - COMEÇOU A CENSURA CONTRA MIM.
O caso Vanessa Lara: reincidência que mata (fevereiro de 2026)
Em 11 de fevereiro de 2026, Renan usa o assassinato de Vanessa Lara no interior de Minas Gerais para atacar a clemência judicial com reincidentes. O autor do crime tinha passagem anterior por estupro e tráfico, foi solto, e em liberdade sequestrou, estuprou e matou Vanessa com o cabo do carregador do celular. Outra mulher aparece no vídeo relatando que havia sobrevivido à tentativa de estupro do mesmo homem dois anos antes.
“A Vanessa só morreu porque o judiciário brasileiro quis ser clemente com bandido.”
Renan afirma que o objetivo do seu governo não será apenas justiça, mas também vingança: “É sobre vingança. Se vocês acreditam nisso, sigam a gente.” Ver 2026-02-11 - O JUDICIÁRIO BRASILEIRO ACHOU PRUDENTE SOLTAR ESSE ‘JOVEM RAPAZ’.
Latinos e lei: observação em Miami (fevereiro de 2026)
Em 7 de fevereiro de 2026, filmado em Miami, Renan observa crianças brincando desacompanhadas num parque e usa a cena para afirmar que o problema brasileiro não é cultural:
“Antes de falar que o seu povo pertence ao Bostil, entenda: isto é culpa das elites e de quem faz com que as nossas leis sejam lenientes com bandido.”
Latinos (brasileiros, cubanos, venezuelanos, argentinos) num ambiente com lei — “damos certo”. Cita El Salvador como país mais pobre e mais violento que conseguiu reverter o quadro, projetando o mesmo para Brasil. Ver 2026-02-07 - POR QUE OS EUA PARECE UM PAÍS TÃO MELHOR QUE O BRASIL.
”Extremista” é quem não aceita a normalidade absurda (fevereiro de 2026)
Em 9 de fevereiro de 2026, respondendo à Folha de S. Paulo que o classificou como “radical extremista”, Renan explica que matar bandido e propor intervenção federal em estados como o Maranhão não são posições extremas — “são posições que países sérios adotam.” A normalização do absurdo é o que faz parecerem extremas. Ver 2026-02-09 - MINHA RESPOSTA A MATÉRIA DA FOLHA!.
Santa Quitéria (CE): urânio, Comando Vermelho e risco de bioterrorismo (janeiro de 2026)
Em 31 de janeiro de 2026, Renan documenta a situação em Santa Quitéria (CE): município controlado pelo Comando Vermelho, com exploração de urânio nas imediações. A combinação cria, na sua análise, um risco de segurança nacional sem precedentes no Brasil:
“Uma bomba suja pode ser utilizada pelo Comando Vermelho contra operações policiais e contra a própria população, transformando-os de fato em grupo narcoterrorista.”
O prefeito anterior, Braguinha, foi afastado pela Justiça após usar o CV nas eleições — carros com membros da Rocinha vieram ao Ceará para auxiliá-lo. O filho, Joel, foi eleito em eleição suplementar. A liderança local do MBL, Pedro Artur, recebe ameaças de morte. Renan propõe intervenção federal em Santa Quitéria por questão de segurança nacional. Ver 2026-01-31 - ESTOU SENDO AMEAÇADO DE MORTE NESSA CIDADE.
Sobral (CE): desfavelização sem segurança gera “faixa de Gaza” (janeiro de 2026)
Em 30 de janeiro de 2026, Renan mostra em Sobral a chamada “faixa de Gaza” local: uma faixa de neutralidade entre conjuntos habitacionais tomados pelo PCC e uma favela do Comando Vermelho. Os prédios na faixa estão completamente desocupados. O caso serve para reforçar a tese de que construir habitações sem combater o crime é inútil: o crime organizado toma os empreendimentos e “refaveliza”.
O modelo correto é o que Renan chama de “bandeira, quartel, escola”: bairro com normas, base policial permanente, e regras para os moradores que recebem os apartamentos. Ver 2026-01-30 - RENAN VISITA FAIXA DE GAZA EM SOBRAL NO CEARÁ e Desfavelização do Brasil.
Caso do Cão Orelha: federalização e impunidade sistêmica (janeiro de 2026)
Em múltiplos vídeos de 28 a 31 de janeiro de 2026, Renan Santos se envolve ativamente no Caso do Cão Orelha — o assassinato de um cão de rua por jovens de famílias ricas em Santa Catarina, possivelmente no contexto de jogos de sadismo organizados no Discord.
Renan protocolou ações civis públicas contra os jovens e seus pais, representação para retirada de guarda, e ofícios ao consulado americano. Defendeu a federalização do caso (PF em vez da polícia de SC) pela suspeita de que os grupos do Discord teriam membros em vários estados, e pela influência das famílias sobre as autoridades locais.
“Santa Catarina, nesse sentido, é tão parecida como qualquer lugar do Maranhão. Os poderosos sempre escapam dos seus crimes.”
Ver Caso do Cão Orelha, 2026-01-28 - RENAN SANTOS LEVA ENVOLVIDOS NO CASO DO CÃO ORELHA PARA A JUSTIÇA e 2026-01-31 - PRECISAMOS FEDERALIZAR O CASO DO CÃO ORELHA.
CECOTINS: o megapresídio no Tocantins (janeiro de 2026)
Em 29 de janeiro de 2026, no presídio de Mossoró (RN) — o único no Brasil de onde houve fuga —, Renan anuncia sua proposta de CECOTINS: um presídio gigantesco de segurança máxima no meio do estado do Tocantins, inspirado no CECOT de El Salvador:
- Localizado em área ermo, distante de cidades
- Quatro a cinco vezes maior que Mossoró
- Modelo replicável: “precisamos de presídio na Amazônia, em Tocantins, em lugares ermos distantes”
Critica que presídios próximos de cidades atraem familiares de presos e organizações criminosas para a vizinhança: “É muito errado que a população de Mossoró tenha que viver num lugar que vai atrair familiar de vagabundo.”
Ver 2026-01-29 - PRECISAMOS DO CECOTINS URGENTEMENTE e Propostas para Polícia Militar.
Fontes
- 2026-08-24 - Estado de sítio e GLO em áreas dominadas pelo crime organizado — no debate, três propostas: estado de defesa + GLO, super presídios (300-500 mil vagas), intervenção em estados que não combatem o crime
- 2026-08-23 - O PCC tentou nos impedir de fazer o nosso evento, mas nós o fizemos mesmo assim. — “salve” do PCC tentando impedir evento; coragem de enfrentar o crime; marco de desfavelização
- 2026-08-20 - Eu destruí as câmeras de uma facção criminosa — destruição de câmeras de facção; monitoramento territorial; reocupação e direito penal do inimigo
- 2026-08-20 - Vídeos completos logo logo! — “onde há uma facção, haverá uma operação”; parceria federal-estados; remoção de entulho e câmeras de facção na Paraíba
- 2026-08-16 - Já imaginaram — líderes do PCC e do Comando Vermelho fugindo; destino de prisão ou morte
- 2026-08-02 - VENHAM ME PEGAR! — ameaças de morte do PCC e Comando Vermelho; desafio “venham me pegar”
- 2026-08-02 - É fácil cruzar a fronteira do Brasil com o Paraguai — fronteira sem fiscalização; armas e drogas; tráfico que “supera o PCC”
- 2026-07-21 - Eu tenho que tomar impeachment se eu não fizer isso — declaração de desobediência a decisões do STF sobre operações em favelas; retomada territorial
- 2026-07-16 - Eu fui em um lugar amaldiçoado no Ceará — Renan defende pena de morte, prisão perpétua e constituinte após bebê de 10 meses ser morto em Fortaleza
- 2026-06-28 - O que o Brasil pode aprender com o México nessa Copa do Mundo — Análise do México como narcoestado; lição para o Brasil; crítica a AMLO, Calderón e à esquerda latino-americana
- 2026-06-18 - Lula conseguiu uma proeza! — Crítica de Renan à proposta de Lula de devolução de celular pelo correio; defesa de confronto armado e 30 anos de prisão
- 2026-06-18 - Noruega vs Iraque — Comparação do Amapá com Bagdá; facções matam mais que terroristas
- 2026-06-14 - O que a Holanda e o Brasil tem em comum Tráfico internacional de drogas — Rota PCC-Holanda via Paranaguá
- 2026-06-10 - A pior proposta dessa eleição É MINHA!!! — Presídio gigante no Ceará; estado de defesa
- 2026-06-07 - Minas Gerais é o novo Rio de Janeiro — Avanço do crime em MG
- 2026-06-06 - Já politizaram a copa! — 434 mortos na ditadura vs. 4 dias de facções
- 2026-06-06 - Lembre-se do Gabriel — Crime em Capão Redondo; evolução do slogan
- 2026-06-05 - Feminismo no judiciário livrou a monstra no caso do menino Henry Borel — Pena de morte e prisão perpétua
- 2026-06-03 - LULA SAI EM DEFESA DOS BANDIDOS — Lula defende bandido; excludente de ilicitude
- 2026-06-03 - Eu fui no Porto de Pecem, no Ceará! — Porto de Pecém tomado por facções
- 2026-05-30 - A Globo resolveu me atacar! — PCC/CV como terroristas; Bukele como modelo
- 2026-05-24 - A Bahia governada pelo PT já era — Bahia segundo estado mais violento
- 2026-05-24 - Você viu o que falei — Bahia, Complexo da Penha, direito penal do inimigo
- 2026-05-23 - Por que eu quero fazer uma intervenção no Porto de Santos — Intervenção no Porto de Santos
- 2026-05-22 - Deolane Bezerra presa! — Influenciadores e direito penal do inimigo
- 2026-05-21 - F3minicídi0 não existe — Feminicídio; punição como dissuasão
- 2026-05-18 - O Brasil odeia seus heróis — MC Rian, Felipe Marques Monteiro, cultura de favela
- 2026-05-18 - Conscientizar ou punir — Violência doméstica e punição
- 2026-05-12 - A origem do prendeu matou — Origem do bordão; direito penal do inimigo
- 2026-05-11 - Conheça a rua do medo que fica no bairro de maior qualidade de vida em São Paulo — Rua do medo em Pinheiros
- 2026-05-06 - Eu fui em Paraisópolis, que está tomada pelo PCC — Paraisópolis dominada pelo PCC
- 2026-05-06 - O que é o prendeu m4tou — Conceito de prendeu matou
- 2026-05-04 - Sim, o que deu certo em El Salvador vai funcionar aqui — El Salvador como modelo
- 2026-05-02 - Oruam m4t0u um pai de família — Normalização do crime; responsabilidade difusa
- 2026-04-28 - Pena de morte no Brasil — Pena de morte; reocupação do território
- 2026-04-26 - É assim que vou acabar com o crime organizado! — Governadores lenientes; proposta de ação
- 2026-04-25 - Resposta sobre o bairro de Pinheirinho, em Criciúma — Resposta sobre Pinheirinho SC
- 2026-04-23 - Santa Catarina, não podemos deixar que a favelização tome conta do estado! — Favelização de SC
- 2026-04-23 - O que fazer com crackudo — Internação compulsória para usuários de crack
- 2026-04-20 - Esse menino é um herói! — Legítima defesa e invasão de domicílio
- 2026-04-14 - Presídio de Pedrinhas — Presídio de Pedrinhas; modelo CECOT
- 2026-04-14 - Ameaçado por chamar Coroadinho de filial do inferno — Favela Coroadinho
- 2026-04-14 - Lideranças do Coroadinho repudiam Renan — Resposta a nota de repúdio
- 2026-03-26 - Vim no BOPE para apresentar 6 medidas para desfavelizar a cidade maravilhosa
- 2026-03-26 - Quanto tempo você acha que um criminoso deve ficar preso
- 2026-03-24 - Quem rouba a mão armada precisa ficar MUITO preso
- 2026-03-24 - Eu tô com muita inveja de El Salvador
- 2026-04-11 - ESSA AQUI E POLEMICA
- 2026-04-07 - O PCC chegou no interior do Maranhão
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- 2026-03-28 - Eu vim pro Rio de Janeiro e passei por 4 países diferentes
- 2026-03-28 - Eu fui na favela que o BOPE tomou conta
- 2026-04-01 - Eu odeio mendigo
- 2026-03-27 - VOU PERDER MINHA CANDIDATURA
- 2026-03-16 - Veja a opinião desses governadores sobre redução da maioridade penal
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- 2026-03-12 - 7 propostas para a Polícia Militar
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- 2026-01-31 - SOBRE OS MOTOBOYS ASSASSINADOS NO RJ
- 2026-01-31 - ESTOU SENDO AMEAÇADO DE MORTE NESSA CIDADE
- 2026-01-30 - RENAN VISITA FAIXA DE GAZA EM SOBRAL NO CEARÁ
- 2026-01-29 - PRECISAMOS DO CECOTINS URGENTEMENTE
