Cristiano Zanin
Ministro do Supremo Tribunal Federal. Foi advogado pessoal do ex-presidente Lula e é o segundo de seus advogados nomeados ao STF — após Dias Toffoli — e anterior a Jorge Messias, cuja indicação o Senado rejeitou em abril de 2026.
Como Renan Santos o caracteriza
Renan usa Zanin como exemplo da contradição da direita bolsonarista: parlamentares do campo conservador, incluindo Flávio Bolsonaro, apoiaram sua nomeação ao STF alegando que ele era “cristão e conservador.” Para Renan, a trajetória posterior de Zanin no tribunal desmente essa avaliação.
O caso mais concreto: em 2026, Zanin fez ressalvas a uma decisão do ministro Gilmar Mendes sobre educação sexual nas escolas do Maranhão. Segundo Renan, essas ressalvas explicitamente garantem que “qualquer decisão não pode ser em prejuízo das orientações ligadas a gênero, identidade e orientação sexual” — preservando o conteúdo ideológico que grupos ativistas promovem nas escolas. Renan usa o episódio para questionar: “Como é que tem gente que vota em Flávio Bolsonaro?”
No padrão que Renan identifica, Zanin é parte de uma sequência: Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Jorge Messias — todos advogados pessoais de Lula, indicados ao STF, transformando o tribunal num instrumento político do PT. Ver STF e Ativismo Judicial e Propostas para o STF.
