Urna viada
Renan critica a “urna viada” — uma urna eletrônica temática LGBTQIAP+ que virou tema de campanha política. Ele associa a iniciativa à deputada Érika Hilton (PSOL), que presidia uma comissão de mulher e levou o tema para a Parada Gay. Renan afirma que Érika Hilton quer usar a urna viada para eleger candidatos do PSOL.
Renan menciona que Tarcísio de Freitas entrou na justiça contra a urna viada, mas diz não saber se a ação tem mérito. Ele usa o episódio para criticar a superficialidade do debate político brasileiro: enquanto as cidades são pobres, o Brasil está quebrado e sendo “transformado num narcoestado”, os políticos discutem temas fúteis.
Ele cita outras polêmicas como exemplos da futilidade da política nacional: a briga entre Flávio Bolsonaro e Michele, e Nikolas Ferreira. Renan expressa frustração, dizendo que enquanto ele precisa “cortar um dobrado”, rodar o Brasil inteiro, fazer pré-campanha em Belo Horizonte e bater 10% nas pesquisas presidenciais, “para algumas pessoas basta criar uma urna viada”.
Renan conclui com ironia: “Esse lugar é amaldiçoado. Rogaram uma praga nele desde o dia que falaram ‘Deus é brasileiro’.”
Temas abordados
- Érika Hilton — crítica à deputada por pautar a urna viada em vez de temas relevantes para as mulheres
Pessoas mencionadas
- Érika Hilton — deputada do PSOL, associada por Renan à urna viada
- Tarcísio de Freitas — governador de SP, entrou na justiça contra a urna viada
- Flávio Bolsonaro — citado na briga com Michele como exemplo de futilidade política
- Nikolas Ferreira — citado como exemplo de político famoso por polêmicas superficiais
