ADPF STF

Renan anuncia que o Partido Missão entrou com uma ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) no STF exigindo que a Corte reconheça como inconstitucionais todos os territórios brasileiros tomados pelo crime organizado — municípios, favelas e instâncias de governo dominadas por facções.

Ele cita o precedente do próprio STF que reconheceu o “estado inconstitucional de coisas” nas prisões brasileiras, que resultou no programa Pena Justa — criticado por Renan como política que solta bandidos presos sob o pretexto de violação de direitos humanos. Ele argumenta que os direitos humanos dos cidadãos inocentes (assaltados, estuprados, impedidos de circular) são permanentemente violados e que isso é igualmente inconstitucional.

A ADPF, elaborada pelo deputado Kim Kataguiri e pelo corpo jurídico do partido, caiu nas mãos do ministro Flávio Dino. Renan espera que Dino entenda a ação como oportunidade de mudar o país, não como provocação. Se reconhecida, a ação obrigaria o governo federal e governadores a atuar para destruir imediatamente o crime organizado em todas as cidades, bairros e favelas tomados pelo PCC, Comando Vermelho e outras facções.

Renan se coloca como o único presidenciável com independência para tomar essa medida, por ser presidente do próprio partido — diferentemente de Flávio Bolsonaro (preso a Valdemar Costa Neto), Ronaldo Caiado (preso a Cássabe), Romeu Zema (partido bolsonarista) e Lula (partido que “gosta dos mesmos bandidos que ocupam os territórios”).

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