Começou a baixaria
Em vídeo publicado em 14 de agosto de 2026, Renan Santos afirma que, assim que sua candidatura atingiu 10% nas pesquisas eleitorais, “começou a baixaria”. Ele cita o Intercept, grupo de mídia que associa ao petismo, que teria passado a atacar o Partido Missão e a campanha, acusando a sigla de usar os mesmos recursos que o ex-candidato Pablo Marçal utilizava. Renan classifica a acusação como mentira e diz que o objetivo seria fazer sua candidatura ser cassada. Ele afirma enxergar um padrão: os ataques começam pela imprensa e depois tentam destruir a candidatura “por meios jurídicos”.
Renan também volta ao caso da filiação de Flávio Bolsonaro ao Partido Missão. Diz que o senador, “aparentemente”, não conseguiu explicar por que teria recebido e-mails e confirmado a filiação que Renan classifica como fraudulenta. Ele relata que Flávio foi ao TSE pedindo que a Polícia Federal atuasse no caso — o que Renan considera “chicana” para obter algum tipo de decisão jurídica contra a candidatura.
Renan afirma que a “turma violenta dos movimentos antifascistas” da USP, inclusive convocando torcida organizada que ele associa ao PCC em São Paulo, planeja agredir não só ele, mas as pessoas que participarão do ato de lançamento de campanha no domingo seguinte (16 de agosto), no Largo São Francisco. Ele descreve a situação como uma combinação de “baixaria de violência, de mentira e de assédio jurídico” para calar a candidatura.
O candidato diz que não vai recuar, que está usando colete à prova de bala e pede que todos continuem participando. Ele afirma que “os únicos limpos nessa arena somos nós” e que pretende devolver os ataques “com coragem, falando a verdade”, fazendo eventos cada vez maiores. Encerra convocando os apoiadores para o ato no Largo São Francisco e afirmando que os 10% já provocaram essa reação — “logo mais, quando virar 20, vamos ver como é que eles vão estar”.
Temas abordados
- Mídia e Imprensa — ataque do Intercept à campanha; “baixaria” após os 10% nas pesquisas
- Partido Missão — campanha sob ataque da imprensa e de movimentos de esquerda
- Crítica à Direita Tradicional — Flávio Bolsonaro e a filiação “fraudulenta”; ida ao TSE vista como “chicana”
Posições defendidas
- Não recuar diante de ataques e ameaças; “devolver com coragem, falando a verdade”
Pessoas mencionadas
- Flávio Bolsonaro — citado por não explicar a filiação “fraudulenta” e por pedir atuação da PF via TSE
