Renan Santos denuncia ação movida no STF pelo Fórum Nacional dos Travestis, Aliança Nacional LGBT e Associação das Famílias Homotransafetivas para proibir famílias maranhenses de retirar seus filhos de aulas de educação sexual e orientação sexual conduzidas pelo governo do estado.

Renan afirma não ser contra educação sexual — reconhece a gravidez na adolescência e a desestruturação familiar no Maranhão como problemas reais — mas critica o conteúdo ideológico promovido pelas ONGs, que classifica como “visão ideológica que gera danos psicológicos irreversíveis nos jovens, envolvendo gênero e orientação sexual.” Ele aponta que as ressalvas feitas pelos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino à decisão de Gilmar Mendes preservam justamente o conteúdo de gênero, confirmando suas suspeitas.

Critica bolsonaristas que votaram pela nomeação de Zanin ao STF achando que ele era conservador, e pergunta: “Como é que tem gente que vota em Flávio Bolsonaro?” Descreve as famílias maranhenses como humildes e pouco escolarizadas, incapazes de se defender dessa “ideologização.”

Promete que, como presidente, “vai derrubar por decreto todos esses absurdos” e nomeará um ministro “terrivelmente católico” para o STF, que atuará com André Mendonça para barrar essas decisões.

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