Virei persona non grata em Belém!

Renan Santos reagiu à decisão da Câmara de Vereadores de Belém, que aprovou uma moção declarando-o persona non grata na cidade. O motivo alegado: suas declarações comparando partes de Belém a um “cenário de guerra”.

Em vez de se intimidar, Renan tratou a decisão como motivo de orgulho. Ele ironizou os vereadores e pediu que lhe enviem a moção para que possa emoldurá-la — primeiro em seu escritório e depois no Palácio do Planalto. Desafiou outras câmaras municipais do Brasil a fazerem o mesmo, propondo uma “competição”: quanto mais moções de repúdio receber, mais falará sobre os problemas das cidades.

Renan exibiu imagens da favela do Jurunas, tomada por urubus e lixo, e do Mercado Ver-o-Peso, principal ponto turístico de Belém, também dominado por urubus. Entrevistou moradores que criticaram duramente o prefeito Igor Normando e o governador Hélder Barbalho, apontando falta de serviços básicos como saneamento e coleta de lixo. Um morador afirmou que o prefeito “só aparece na televisão” e que a COP30 não trouxe benefício algum. Outra moradora disse que Barbalho “está indo bem na casa dele” mas não para a população local.

Renan classificou a Câmara de Vereadores como “urubus que vivem do dinheiro público e de puxar saco de político corrupto” e afirmou que, quando for presidente, “a vida mansa deles vai acabar”. Ele reiterou que “favela não é bom. É pedacinho do inferno, sim” — e que a culpa é dos gestores públicos que abandonam a população.

Temas abordados

Posições defendidas

Pessoas mencionadas

  • Família Barbalho — Renan associa a gestão de Belém ao domínio da oligarquia Barbalho
  • Igor Normando (prefeito de Belém) — criticado por moradores como ausente e ineficaz
  • Hélder Barbalho (governador do Pará) — citado como responsável pelo abandono de Belém

URL

https://www.youtube.com/watch?v=hGcPShFq_o8