Terra indígena tomada por garimpo ilegal do CV: o modelo de reserva em questão (agosto de 2026)

Em 18 de agosto de 2026, Renan grava em uma terra indígena no Mato Grosso que descreve como tomada por garimpo ilegal do Comando Vermelho e pergunta se “o modelo atual de reserva indígena funciona no Brasil”. Ele contrasta a exploração ilegal feita pela facção com a mineração legal regularizada nas proximidades e promete que as reservas “poderão ter uso comercial e econômico a favor dos índios de maneira legal”.

Ver 2026-08-18 - Eu fui em uma terra indígena tomada por garimpo ilegal do Comando Vermelho e Uso Econômico das Reservas Indígenas.

Mensagem internacional: indígenas querem produzir, não ser “bons selvagens” (julho de 2026)

Em 27 de julho de 2026, em vídeo gravado em inglês para uma audiência internacional, Renan Santos se dirige diretamente a figuras como Leonardo DiCaprio, Greta Thunberg e Marina Silva para criticar a visão de que os indígenas brasileiros devem permanecer “no Neolítico” como objetos de contemplação do primeiro mundo.

Renan afirma que os indígenas brasileiros querem preservar suas tradições mas também cooperar com o mundo moderno e ganhar dinheiro. Cita o exemplo de um líder indígena empreendedor que possui maquinário pesado mas é impedido pelo governo e ONGs de usar variedades modernas de milho.

“Fique preso ao Neolítico. Seja uma espécie de objeto de culto, para que nós, do mundo desenvolvido, possamos olhar para você e dizer: ‘Vejam, nós preservamos as culturas deles’.”

O vídeo conclui com promessa de expulsar ONGs estrangeiras que sabotam o trabalho dos indígenas, e um aviso a estrangeiros que queiram usar os indígenas contra o Brasil: “Eu sou o inimigo de vocês.”

Ver 2026-07-27 - Leonardo DiCaprio, Greta Thunberg and Marina Silva wont like this native brazilian..

Pantanal: ONGs estrangeiras miram pequenos pecuaristas (julho de 2026)

Em 29 de julho de 2026, gravando no Pantanal (rio Salobra, MS), Renan denuncia que ONGs estrangeiras estão levando para o Pantanal o mesmo padrão de conflito já documentado no Pará. Ele alega que organizações com “suposto interesse ambiental” estão exigindo “manejo ambiental” da região, criando risco jurídico para pequenos produtores de gado que estão na área há décadas.

Renan conecta o caso ao episódio anterior com Richard Rasmussen e o ICMBio no Pará, classificando a atuação como sabotagem financiada por dinheiro estrangeiro. Reitera a promessa de expulsão: “Tentou sabotar a gente, entrou dinheiro gringo para impedir o funcionamento não só da nossa agricultura, não só da nossa pecuária […] Essa ONG vai ter que fazer isso no próprio país.”

“Brasil não é quintal de gringo. Brasil não é lugar em que gringo manda e a gente obedece. Somos soberanos do nosso próprio destino.”

Ver 2026-07-29 - Larguei tudo.

COP30: ONGs internacionais focaram em financiamento, não em medidas ambientais práticas (julho de 2026)

Em 27 de julho de 2026, gravando em Mato Grosso do Sul, Renan critica as ONGs internacionais que participaram da COP30 em Belém, dizendo que elas “sabotam o agro” e focaram em conseguir dinheiro do governo federal em vez de discutir medidas práticas para proteger a fauna silvestre. Ele contrasta a postura dessas ONGs com soluções concretas e de baixo custo que propõe, como túneis subterrâneos para animais e sinalização em rodovias.

Ver 2026-07-27 - Quantos animais você acha que morrem nas estradas por ano.

Renan Santos tem entre seus temas mais enfáticos a denúncia do que chama de “interferência estrangeira” em projetos de infraestrutura, exploração de recursos e agricultura no Brasil, operada por ONGs financiadas por governos e fundações internacionais.

ICMBio em Bonito: ONGs internacionais e o lobby ambiental contra o ecoturismo (julho de 2026)

Em 26 de julho de 2026, Renan denuncia que o ICMBio está tentando criar uma reserva na região de Bonito (MS) e acusa o órgão de ser controlado por “ONGs quase sempre internacionais”. Segundo ele, os funcionários do ICMBio “quase sempre atendem a causa de ONGs, ONGs quase sempre internacionais”, e o objetivo real não é preservar, mas entregar as riquezas da região de Bonito para “lobby internacional” e “concessão sobre um parque que vai ser tocado por um contrato governamental através de algum amiguinho deles”.

Ver 2026-07-26 - O ICMBio quer destruir o turismo em Bonito.

ONGs estrangeiras sabotam o agro brasileiro, diz Renan (julho de 2026)

Em 25 de julho de 2026, após os EUA acusarem o agro brasileiro de desmatamento e trabalho forçado, Renan afirma que os americanos usam “o mesmo discurso das ONGs bancadas pelos Estados Unidos e pelos europeus.” Ele propõe que seu governo expulse ONGs norte-americanas e europeias que “vêm aqui no Brasil sabotar a nossa agricultura com essas falsas narrativas.”

Ver 2026-07-25 - Eu desafio o Lula e o Flávio Bolsonaro..

Visita à tribo Pareci (MT): autonomia indígena versus sabotagem de ONGs (julho de 2026)

Em 24 de julho de 2026, Renan visita a tribo dos Pareci (língua Aruak) no Mato Grosso e apresenta um contraste com a narrativa de ONGs sobre os indígenas. Segundo ele, os Pareci querem trabalhar e produzir, mas são “sabotados pelo governo federal e pelas malditas ONGs” que os tratam como “bons selvagens.”

Renan mostra que a tribo possui colheitadeira, maquinário de qualidade e cooperativa — e que o cacique dirige pessoalmente a colheitadeira. Ele critica a obrigação de usar milho convencional (não transgênico), comparando a “obrigar uma fábrica a fazer apenas celular Nokia.”

Renan apresenta sua política indígena: as reservas serão mantidas e respeitadas, não serão usadas como “instrumento político por ONG estrangeira”, e o índio que quiser ser produtivo (mineração, agropecuária) poderá fazê-lo com financiamento e licenciamento. Quem quiser se isolar será protegido.

“Regras diferentes para nações diferentes e vontades diferentes. Quem trata o indígena como uma coisa só […] é apenas agente político brasileiro e estrangeiro querendo manter o índio na pobreza para que eles próprios vivam na riqueza.”

Ver 2026-07-24 - Você entendeu o que ele falou.

PSOL e indígenas acionam MP contra Renan (junho de 2026)

Em 22 de junho de 2026, Renan anuncia que o PSOL e grupos indígenas ligados ao partido entraram com uma ação no Ministério Público contra ele, como resposta a suas denúncias sobre bloqueios ao desenvolvimento no Pará. Em tom irônico, Renan diz estar “retirando a pré-candidatura” e afirma que querem calá-lo. Ele reafirma suas acusações, defende que a verdade precisa ser dita e que sabotadores do desenvolvimento sejam investigados e presos. Sua resposta ao que classifica como tentativa de censura é: “Não vão calar”.

Ver 2026-06-22 - Resposta aos índios do PSOL.

Bloqueio em Santarém: Cargill e a hidrovia parada (junho de 2026)

Em 17 de junho de 2026, em Santarém (PA), Renan denuncia que a expansão da hidrovia conectada à estrutura da Cargill foi barrada por um grupo indígena articulado com o PT. Segundo ele, a etnia teria desaparecido no século XVII e “reaparecido” com o governo petista anos atrás para bloquear a obra. Renan critica FUNAI, antropólogos de esquerda, PSOL e organizações internacionais, alegando um plano para manter o Pará na pobreza. Promete acabar com demarcações que considera fraudulentas.

Ver 2026-06-17 - Índios vagabundos estão sabotando o país.

O caso da Ferrogrão

Em vídeo de 12 de abril de 2026, Renan comenta a ação que levou o PSOL e ONGs indígenas ao STF para barrar a Ferrogrão, citando relatório da FUNAI sobre uma tribo localizada a 160 km da ferrovia. Nomeia as entidades envolvidas e mapeia suas fontes de financiamento:

  • Instituto Kabu — recebe recursos do Fundo Amazônia (com contribuições da Noruega e Alemanha) e do ator americano Leonardo DiCaprio, que ele classifica como “eterno sabotador do agro brasileiro”.
  • ISA (Instituto Socioambiental) — financiado pela União Europeia, pela Fundação Gordon & Betty Moore (EUA) e pelas embaixadas de Noruega e Alemanha.
  • APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) — recebe recursos da Amazon Watch e da Fundação Ford (Clima).

A tese de fundo

O argumento central é que existe um padrão nas fontes de financiamento: sempre países que competem com o agro brasileiro ou têm interesses territoriais e minerais na Amazônia. Cita a União Europeia como principal antagonista histórica do Mercosul e do agro brasileiro, e menciona Greta Thunberg como figura lançada nessa lógica. A Noruega é citada como país com interesse em terras amazônicas.

Renan conecta o caso Ferrogrão a outros episódios em que, segundo ele, o mesmo bloqueio ambientalista impediu o avanço do Brasil: falta de fertilizantes para o agro e barreiras à exploração de petróleo na margem equatorial (Amapá).

Classifica o tema como questão de segurança nacional e defende que as ONGs estrangeiras sejam expulsas — ver Expulsão de ONGs Estrangeiras.

Segundo vídeo sobre a Ferrogrão (07/04)

Em vídeo anterior, de 7 de abril, Renan já havia tratado a paralisação da Ferrogrão como “sabotagem” conjunta do PSOL, de ONGs ambientalistas e de “lobby gringo, especialmente americano”. Nesse vídeo, oferece números que sustentam a importância econômica da obra: redução de 40% no frete, economia anual de R$ 8 bilhões e cerca de 100 mil postos de trabalho gerados direta e indiretamente. Também aponta o STF como instância inadequada para decidir questões de licenciamento ambiental. Ver 2026-04-07 - A ferrogrão está sendo sabotada.

A crise dos fertilizantes como caso-limite

No vídeo “O agro brasileiro pode quebrar nos próximos meses” (5 de abril), Renan desenvolve a aplicação prática da tese: o conflito com a Rússia e a escalada no Irã comprometeriam o fornecimento internacional de fosfato e potássio. Como o Brasil tem reservas dessas substâncias no Ceará e na Amazônia mas é impedido de explorá-las pelo licenciamento ambiental — bloqueio que atribui a Marina Silva e ao Greenpeace —, o agro brasileiro estaria refém de governos externos.

A solução proposta nesse vídeo é explícita:

  • Tratar fertilizante como segurança alimentar (e, portanto, segurança nacional).
  • Acelerar o licenciamento para exploração interna.
  • Montar PPP entre Estado e privados para produção nacional.
  • Qualificar como “terrorismo e sabotagem” a atuação de ONGs e agentes que impeçam a produção.

Ver 2026-04-05 - O agro brasileiro pode quebrar.

A PEC da Segurança Pública: ONGs controlando as polícias

Em 30 de outubro de 2025, Renan usa a PEC da Segurança Pública para denunciar o que descreve como a infiltração mais profunda das ONGs financiadas externamente no Estado brasileiro: o controle sobre as polícias.

A PEC criaria um Conselho Nacional de Segurança Pública com “representantes da sociedade civil” nomeados pelo governo federal. Renan revela que o conselho equivalente já operante é composto por três ONGs:

  • Instituto Sou da Paz — ligado à esquerda, defende descarceramento
  • Instituto Igarapé — financiado pela Open Society (Soros) e Fundação Ford
  • Instituto Conectas — defende direito penal mínimo

Essas mesmas entidades foram convocadas por Flávio Dino em 2023 para supervisionar a letalidade policial. Para Renan, são “as raposas cuidando do galinheiro” — organizações que recebem dinheiro internacional de quem quer o Brasil desarmado, atuando dentro do Estado para limitar a capacidade de resposta das polícias.

Ver 2025-10-30 - A VERDADE SOBRE A PEC DA SEGURANÇA PÚBLICA e Segurança Pública.

Caminhoneiros presos 8 dias: o bloqueio de hidrovia (fevereiro de 2026)

Antes dos episódios da Ferrogrão, Renan já havia documentado um caso com o mesmo padrão: grupo indígena articulado pelo PSOL e financiado por ONG estrangeira invadiu instalações da Cargill na região norte, bloqueou caminhões e forçou um decreto de Lula proibindo o uso de uma hidrovia. Resultado: 8 dias de caminhoneiros paralisados, fome, carga perdida.

A imprensa nacional destacou a narrativa dos grupos indígenas; a imprensa europeia entrevistou um indígena do PSOL celebrando o bloqueio como “exercício de democracia”.

Renan formula a proposta:

“ONG estrangeira que coloca dinheiro nisso, vai presa. Gente que faz barricada em estrada e impede produtor de trabalhar, vai preso. No meu governo vai ter hidrovia em todos esses rios.”

Ver 2026-02-25 - ÍNDIOS E PICARETAS DO PSOL ESTÃO SABOTANDO OS CAMINHONEIROS NA REGIÃO NORTE.

O Instituto Marielle Franco e o financiamento de Soros (fevereiro de 2026)

Em 8 de fevereiro de 2026, Renan apresenta dados específicos sobre o financiamento estrangeiro ao que chama de “braço jurídico do crime organizado”:

  • O Instituto Marielle Franco recebeu R$ 6 milhões da Open Society (George Soros) em um único ano.
  • ONGs de “direitos humanos” ligadas ao descarceramento circulam em Brasília com o mesmo argumento das ONGs próximas ao PCC e Comando Vermelho.
  • Uma aliança produziu um filme na Netflix com a participação de Anielle Franco defendendo o descarceramento como luta antirracista.

Para Renan, o movimento negro intelectualizado trabalha numa linha que converte o apelo emocional à raça em ferramenta para proteger o crime organizado — gerando instabilidade social que, na tradição marxista, é “o fermento da revolução”.

“Se esses caras tiverem qualquer relação próxima ao crime organizado, vão prender eles e o dinheiro que vem de fora vai ser proibido.”

Ver 2026-02-08 - EU FUI PROCESSADO POR SER O ÚNICO A FALAR ISSO e 2026-02-08 - O HOMEM JOVEM NORDESTINO VAI MUDAR O DESTINO DESSE PAÍS.

A “operação abafa” no caso Vorcaro (fevereiro de 2026)

Em 10 de fevereiro de 2026, Renan denuncia que autoridades envolvidas no esquema do Banco Master estavam tentando barrar a recuperação de dados do celular de Vorcaro pela PF. Nomeia o fenômeno de “operação abafa”: autoridades desesperadas para fazer as informações sumirem antes que a investigação avance.

A análise conecta ao tema da soberania: o judiciário e o STF funcionam como escudo de interesses privados contra investigações que deveriam ser conduzidas de forma autônoma pelo Estado.

Ver 2026-02-10 - Atenção - o celular que vai derrubar a república está nas mãos da PF.

Fontes