Lembre-se do Gabriel

Renan Santos anuncia que está recuando no slogan “prender matô” — sua marca registrada de campanha — devido aos múltiplos processos judiciais que tem enfrentado. O novo slogan será apenas “matu”. Ele justifica a mudança como uma adaptação tática legal, sem alteração na convicção de que membros do crime organizado devem ser mortos ou presos perpetuamente.

O vídeo é centrado na história de Gabriel, um jovem voluntário de uma ONG no Capão Redondo (periferia de São Paulo). Gabriel foi assassinado por um assaltante durante um latrocínio: o casal já havia entregue o celular, mas o bandido, insatisfeito com o modelo do aparelho, executou Gabriel com um tiro nas costas.

Renan descreve Gabriel como filho único, voluntário em sua comunidade, e contrasta a perda com a impunidade provável do assassino — que, segundo ele, terá advogado de facção e provavelmente não será punido, dadas as estatísticas de resolução de homicídios no Brasil.

A partir desse caso, Renan defende que o Estado brasileiro terá que matar membros do crime organizado — que não há salvação nem redenção para quem executa outra pessoa pelo modelo do celular. Ele afirma não desejar nada de bom para o criminoso e espera que ele morra.

Renan detalha sua visão sobre o sistema penitenciário: o criminoso deve passar o resto da vida na cadeia, sem cama confortável, sem boa alimentação, sem visitas íntimas, sem livros, sem progressão de pena. Ele quer que o assassino se lembre do Gabriel todos os dias, envelheça na prisão e morra como fracasso. Não deseja nem que a mãe do Gabriel o perdoe — apenas Deus.

Encerra afirmando que estará “ao lado do Gabriel” e convida quem compartilha do ódio ao bandido a compartilhar o vídeo.

Principais Temas

Posições Defendidas

Pessoas Mencionadas

  • Gabriel — vítima de latrocínio no Capão Redondo, SP. Voluntário de ONG, filho único.