Eu não vou ser o presidente de todos
Resumo
Renan Santos defende que o trabalhador pobre e honesto — aquele que tem a opção de se tornar bandido na porta de casa e escolhe permanecer honesto — é a pessoa mais honesta que existe. Ele contrasta essa figura com o colega que entrou para o crime, comprou moto e conquistou a garota que o trabalhador honesto gostava, enquanto este continuava “ralando” como entregador.
Renan faz paralelo com a mulher que age honestamente em um país onde “a mulher é mais valorizada quando está mostrando por aí” — uma referência a modelos como Virgínia Fonseca. Segundo ele, a moça honesta “se sente ridícula sendo uma pessoa decente”.
Renan então declara que não será “presidente de todos” — isso seria mentira. Ele se apresenta como “presidente do Brasil que vai trabalhar e do Brasil que mata bandido”. Afirma que, se a pessoa é vagabunda ou está aterrorizando brasileiros na rua, ele não é seu presidente — é seu inimigo.
“Eu sou o presidente do Brasil que vai trabalhar e do Brasil que mata bandido. E se você é vagabundo, você é vagabunda, e se você tá aterrorizando os brasileiros na rua? Eu não sou seu presidente, eu sou seu inimigo. Essa é a regra.”
Temas abordados
- Segurança Pública — “presidente do Brasil que mata bandido” como plataforma de campanha
- Empobrecimento e Mercado de Trabalho — valorização do trabalhador honesto que escolhe não entrar para o crime
Posições relacionadas
- Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo — framework jurídico que trata criminosos como “inimigos” do estado
Pessoas mencionadas
- Virgínia Fonseca (referência indireta a “Virgínias”) — influenciadora digital, citada como exemplo de valorização da ostentação em detrimento da discrição
