Posição de Renan Santos sobre a aplicação da pena de morte e da prisão perpétua para crimes hediondos no Brasil.

Resposta direta sobre padrasto que matou bebê de 10 meses: “Morte” (julho de 2026)

Em 20 de julho de 2026, questionado sobre qual punição daria a um padrasto que matou um bebê de 10 meses por asfixia, Renan responde: “Morte”. Ele descarta qualquer discussão socioeconômica, afirmando que o criminoso “tinha grana, tava no apartamento dele, decidiu por bem asfixiar um bebê de 10 meses” — não há justificativa, é “maldade pura e simples”, “a presença da maldade no mundo”. Renan afirma que “essa pessoa não deveria existir” e que “não existe recuperação para essa pessoa”. Ele pondera que se pode discutir prisão perpétua como alternativa (“ele vai sofrer mais tempo lá”), mas não há outra opção.

“Isso tem que ser apenas combatido e destruído. Esta pessoa não deveria existir.”

Renan conecta o caso à sua visão mais ampla sobre o papel do Estado: se o Estado é incapaz de honrar um bebê de 10 meses morto dessa maneira, “esse estado não deveria existir”.

Ver 2026-07-20 - O que mais um tipo assim merece.

Caso do bebê de 10 meses em Fortaleza e a proposta de constituinte (julho de 2026)

Em 16 de julho de 2026, gravando em frente ao Edifício Melbourne em Fortaleza (CE), Renan comenta o estupro e assassinato de um bebê de 10 meses pela própria mãe e seu novo namorado. O crime ocorreu em um bairro nobre, sem motivação econômica aparente — o que Renan chama de “maldade pura e simples na Terra”.

Renan afirma que, no sistema atual, o criminoso pegaria 8 a 10 anos de prisão e logo estaria solto, e que é preciso “eliminar da existência um homem desses”. Ele defende:

  1. Pena de morte — “Um homem desse precisa ter pena de morte. Ele precisa morrer.”
  2. Prisão perpétua — como alternativa à pena de morte
  3. Assembleia constituinte originária — para alterar a Constituição e permitir penas que efetivamente façam justiça

“Para isso, eu vou precisar de uma assembleia constituinte originária. Eu vou precisar alterar totalmente nossa Constituição. E talvez seja isso que nós precisamos fazer.”

Renan compara ao caso Henry Borel e critica a impunidade estrutural: criminosos com dinheiro têm acesso a bons advogados, conseguem progressão de pena e saidinhas, enquanto a vítima (o bebê de 10 meses) é esquecida.

Ver 2026-07-16 - Eu fui em um lugar amaldiçoado no Ceará.

Sem recuperação para quem tortura: o caso da mulher torturada por traficantes (julho de 2026)

Em 13 de julho de 2026, Renan exibe imagens de uma mulher sendo torturada por traficantes — que rasparam seu cabelo como punição por ela ter se recusado a fazer sexo com eles. Ele afirma que não há recuperação possível para quem cruza “essa linha” e rejeita qualquer argumento de que o criminoso seja “titular de direitos”.

“Não existe recuperação para uma pessoa que cruzou essa linha.”

Renan sustenta que as únicas opções são: prisão perpétua sem qualquer possibilidade de soltura, ou morte em confronto com a polícia. Ele conecta o caso à sua proposta mais ampla de Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo e à necessidade de uma legislação penal que trate faccionados como inimigos do Estado.

Ver 2026-07-13 - O que esses caras merecem.

Prisão como punição degradante: o caso Gabriel (junho de 2026)

Em 6 de junho de 2026, ao narrar a execução de Gabriel — jovem morto por assaltante que não gostou do modelo do celular — Renan detalha sua visão sobre o sistema penitenciário para criminosos violentos: pena sem qualquer conforto ou redenção.

Ele afirma que o criminoso deve passar o resto da vida na cadeia em condições degradantes: sem cama confortável, sem boa alimentação, sem livros, sem visitas íntimas, sem progressão de pena. A frase sintetiza sua posição sobre o propósito da pena:

“Eu não quero ensinar nada para esse rapaz na cadeia. Eu não quero que ele tenha uma cama. Eu não quero que ele coma bem. Eu não quero que ele tenha visita íntima.”

Renan defende que a polícia deve ter “todos os meios possíveis” para matar criminosos que cometem latrocínio. Se o criminoso se entregar, que passe o resto da vida na cadeia lembrando-se de Gabriel até morrer velho e arrependido.

Para Renan, não há salvação nem redenção possível para esse tipo de criminoso — apenas a mãe de Gabriel, se quiser, poderá perdoá-lo, mas “muito menos o Estado brasileiro”.

Ver 2026-06-06 - Lembre-se do Gabriel.

Prisão perpétua como promessa de campanha (junho de 2026)

Em 5 de junho de 2026, comentando o caso Henry Borel, Renan afirma que, embora desejasse a pena de morte para crimes hediondos, ela não é permitida no Brasil. Como alternativa, promete instituir a prisão perpétua para casos como aquele:

“Num país sério, tanto Jairinho quanto essa vagabunda. Ambos receberiam pena de morte, mas nós não podemos ter. O que eu vou fazer? Vai ter prisão perpétua para eles. Eles nunca mais sairiam da cadeia.”

Afirma também que um país que permite a tortura de seus filhos “é um país completamente doente” e promete: “Se chegar no poder, eu vou alterar todas essas leis.”

Ver 2026-06-05 - Feminismo no judiciário livrou a monstra no caso do menino Henry Borel.

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