Esse caso aqui vai gerar pena de morte.
Republicação do vídeo de 7 de agosto de 2026 sobre o caso do ator Marco Furlan (conteúdo idêntico ao anterior, nova edição publicada em 8 de agosto). Renan Santos usa o caso — a acusação de estupro de um menino autista de 5 anos — para defender a pena de morte para crimes hediondos contra vulneráveis.
Renan afirma que, “num governo meu”, buscará a pena de morte “mesmo que eu precise alterar a Constituição para isso”. Ele critica a pena prevista para estupro de vulnerável (8 a 15 anos) e a prescrição de 20 anos — “se ele conseguir enrolar, sair da cadeia, fugir, em 20 anos esse crime desaparece”. Ironiza que os únicos crimes imprescritíveis no Brasil sejam a injúria racial e o crime contra a ordem constitucional (“aquilo lá que condenou a turma do 8 de janeiro”).
Renan promete que um criminoso como esse, em seu governo, “no mínimo vai ficar 70, 80, 90 anos na cadeia”, sem progressão penal, e que “um crime como esse nunca, mas nunca prescreve”. Critica a prioridade legislativa dada ao PL da misoginia — que considera vago — em detrimento de crimes violentos, e conclui que as leis penais precisam “deixar de ser elas próprias um manicômio”.
O vídeo encerra com a convocação habitual: “Eu convido a vocês para tocar a nossa vingança”, seguida da assinatura de candidato à presidência.
Temas abordados
- Segurança Pública — endurecimento do direito penal e crítica à impunidade
- Pena de Morte e Prisão Perpétua — pena de morte para crimes hediondos e contra vulneráveis
Posições defendidas
- Pena de morte para estupro de vulnerável, mesmo com alteração constitucional
- Prisão de 70 a 90 anos, sem progressão penal, e imprescritibilidade para crimes contra crianças
- Crítica à prioridade legislativa dada a crimes como injúria e ao PL da misoginia
Pessoas mencionadas
- Marco Furlan — ator de novelas acusado de estupro de vulnerável (caso comentado)
- Suzane von Richthofen — citada como exemplo de reintegração que Renan critica
