Posição de Renan Santos sobre o endurecimento das penas e o fim da prescrição para crimes violentos no Brasil, apresentada em resposta a críticas de que ele não se importaria com o feminicídio.
Pena mínima de 30 anos para assalto à mão armada (agosto de 2026)
Em 20 de agosto de 2026, durante dia de campanha na Paraíba, Renan propõe aprovar no Congresso o aumento de penas para que “um bandido que te assalte, que venha com uma arma apontada na tua cabeça para levar teu celular, fique no mínimo 30 anos preso”. A medida integra o pacote de operação conjunta contra facções entre governo federal e estados (“onde há uma facção, haverá uma operação”). Ver 2026-08-20 - Vídeos completos logo logo! e Segurança Pública.
Caso Giulia Falcão: punição dura e crítica à progressão de pena para agressor rico (agosto de 2026)
Em 19 de agosto de 2026, ao comentar o caso de Giulia Falcão, agredida com taco de beisebol pelo marido, Renan critica a progressão de pena: o agressor “é rico, tem bons advogados” e “vai conseguir uma progressão de pena já — isso se não for solto antes de um ano”. Ele defende “punição dura para vagabundo” em vez de se discutir a “cultura do Betinha” no Congresso.
Ver 2026-08-19 - Quanto tempo o agressor de Giulia Falcão ficará preso e Agressão a Giulia Falcão — Agosto de 2026.
Fim do “prendeu soltou”: agressores de mulheres e criminosos sexuais devem ficar presos de verdade (agosto de 2026)
Em 18 de agosto de 2026, Renan critica o ciclo do “prendeu soltou” — o bandido vai preso, fica pouco tempo e termina solto. Ele cita casos de quem agride a esposa ou namorada, detido e liberado, e de quem pratica crimes sexuais contra criança, que “pega uma pena pequena e volta solto”. Para Renan, quem comete “essas atrocidades” precisa ficar preso de verdade, e a “única coisa justa, séria, a se fazer” com um assaltante armado é prisão por muito tempo ou a morte — “não pode terceira opção”. Ver 2026-08-18 - Hoje no Brasil a gente vive o “prendeu soltou”.
Terceira maior população carcerária do mundo e prisão prolongada (agosto de 2026)
Em 17 de agosto de 2026, Renan afirma que o Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo (atrás de China e Estados Unidos) e que “infelizmente vai ter que prender ainda mais”. Ele rebate quem diz que o problema não é prender — “se não se prende, quem comanda essas facções?” — e defende que o bandido “vai precisar ser pego e vai ficar na cadeia por muito tempo”, criticando o ciclo de “prendeu e soltou” que mantém a segurança como principal preocupação eleitoral. Ver 2026-08-17 - O Brasil prende muito.
”Bandido muito preso” e a sensação de justiça (agosto de 2026)
Em 16 de agosto de 2026, Renan afirma querer “ver bandido muito preso” porque isso “gera sensação de justiça”: “Eu não quero saber se diminui ou aumenta a criminalidade, eu quero ver bandido muito preso porque eu fico feliz em ver bandido muito preso.” A fala reforça o endurecimento penal como prioridade, independentemente do impacto estatístico na criminalidade. Ver 2026-08-16 - Por que ninguém antes.
Estupro de vulnerável: 15 anos, prescrição e o crime de misoginia imprescritível (agosto de 2026)
Em 14 de agosto de 2026, Renan critica a pena de 15 anos para estupro de vulnerável, a possibilidade de redução por “política garantista” e o fato de o crime “prescrever em alguns anos” se o criminoso fugir. Ele ironiza que o crime de misoginia seja imprescritível — “se você discorda de uma mulher no ambiente de trabalho, ela pode entrar com BO” — enquanto crimes violentos prescrevem. Para Renan, crimes como o estupro de vulnerável deveriam ser imprescritíveis e levar o criminoso à prisão perpétua ou à pena de morte.
Ver 2026-08-14 - Teve que ser carregado pela polícia e Pena de Morte e Prisão Perpétua.
Assalto a estudante: pena longa e sem progressão para o bandido (agosto de 2026)
Em 14 de agosto de 2026, comentando o assalto a uma estudante, Renan reafirma que o bandido, “quando preso, vai cumprir sua pena por muito, muito tempo. Não vai ter progressão de pena, não vai sair fácil da cadeia.” Ele critica o Estado por criar “toda uma legislação para proteger o vagabundo do bandido” e ser “mais preocupado em recuperar o bandido do que recuperar o celular da menina”.
Ver 2026-08-14 - Essa violência contra mulheres a esquerda não liga..
Subir todas as penas e tornar crimes violentos imprescritíveis (agosto de 2026)
Em 10 de agosto de 2026, Renan diagnostica que “as penas são muito baixas” e que a progressão de pena impede que as penas máximas sejam cumpridas. Ele lista as penas atuais que considera insuficientes: feminicídio (40 anos), homicídio de mulheres e latrocínio (30 anos), homicídio de menores (30 anos), homicídio de homens adultos (30 anos), estupro de vulnerável (15 anos), agressão contra mulheres (5 anos) e misoginia (5 anos). Critica a disparidade: “se você assassinar uma mulher depois de roubar algo dela, você fica menos tempo na cadeia. Devia ficar igual.”
Sua proposta é subir todas as penas — “não para 40, mas sobe tudo, incluindo feminicídio, para 50, 60 anos” — e tornar imprescritíveis os crimes violentos: “isso aqui tudo tem que ser imprescritível, crimes absurdos, violentos. Não pode ter prescrição.” Ele contrapõe com o quadro atual, em que feminicídio e homicídio prescrevem em 20 anos, enquanto a misoginia é o único entre os crimes listados que não prescreve.
Renan defende que o crime de misoginia não deveria ser crime — é “só censura em rede social” — e que a prioridade deveria ser proteger todas as vítimas de crimes violentos: “Vamos pegar assassino, homem que bate mulher, homem que estupra criança.”
Ver 2026-08-10 - Fui cancelado pela Andréia Sadi., Segurança Pública e Pena de Morte e Prisão Perpétua.
