O que mais um tipo assim merece

Renan Santos responde a uma pergunta sobre qual punição seria adequada para um padrasto que matou um bebê de 10 meses por asfixia.

Resumo

Questionado sobre o crime, Renan responde diretamente: “Morte”. Ele argumenta que não há discussão socioeconômica possível — o criminoso tinha dinheiro, estava em seu próprio apartamento e “decidiu por bem asfixiar um bebê de 10 meses”. Não existe justificativa alguma; Renan classifica o ato como “maldade pura e simples”, “a presença da maldade no mundo”, que precisa ser “apenas combatida e destruída”.

Renan afirma que essa pessoa “não deveria existir” e que “não existe recuperação” para ela. Ele pondera que se pode discutir se a punição deve ser prisão perpétua (para que o criminoso “sofra mais tempo”), mas que não há alternativa além da morte ou da prisão perpétua. Renan conclui que, se o Estado não é capaz de proteger um bebê de 10 meses que morreu dessa forma, “esse estado não deveria existir”.

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