Esse caso aqui vai gerar pena de m0rte.
Em vídeo sobre o caso do ator Marco Furlan — acusado de estuprar um menino autista de 5 anos — Renan Santos afirma que, “num governo meu”, buscará a pena de morte para crimes como esse, “mesmo que eu precise alterar a Constituição para isso”. Ele descreve o relato do caso (acusação, gritos ouvidos pela mãe, exame de corpo de delito com lesões compatíveis) e diz que não entrará em detalhes por considerar o assunto “absolutamente nojento”.
Renan critica o que chama de sistema penal invertido: lembra que a pena para estupro de vulnerável é de 8 a 15 anos e que a prescrição do crime é de 20 anos — “se ele conseguir enrolar, sair da cadeia, fugir, em 20 anos esse crime desaparece”. Ironiza que o único crime que não prescreve no Brasil é a injúria racial e o crime contra a ordem constitucional — “aquilo lá que condenou a turma do 8 de janeiro”. Cita também o PL da misoginia, que considera vago, e conclui que “muito legislador considera pior você fazer um comentário com uma eventual intenção que pode ser interpretada como misógina do que você estuprar uma criança”.
Sobre a punição, Renan afirma que um criminoso como esse, em seu governo, “no mínimo vai ficar 70, 80, 90 anos na cadeia”, sem progressão penal, e que “um crime como esse nunca, mas nunca prescreve”. Defende que as leis penais “deixem de ser elas próprias um manicômio” e priorizem “o que a gente considera mais justo e certo e não o que lacrador, vagabundo e ganha vaga no Congresso Nacional quer colocar como prioridade”.
O vídeo encerra com a convocação: “Eu convido a vocês para tocar a nossa vingança”, seguida da assinatura habitual de candidato à presidência.
Temas abordados
- Segurança Pública — endurecimento do direito penal e crítica à impunidade
- Pena de Morte e Prisão Perpétua — pena de morte para crimes hediondos e contra vulneráveis
Posições defendidas
- Pena de morte para estupro de vulnerável, mesmo com alteração constitucional
- Prisão de 70 a 90 anos, sem progressão penal, e imprescritibilidade para crimes contra crianças
- Crítica à prioridade legislativa dada a crimes como injúria e ao PL da misoginia em detrimento de crimes violentos
Pessoas mencionadas
- Marco Furlan — ator de novelas acusado de estupro de vulnerável (caso comentado)
- Suzane von Richthofen — citada como exemplo de reintegração que Renan critica
