Renan Santos grava da BR-163, no Pará, para denunciar o estado deplorável da principal estrada de escoamento da produção agrícola e mineral da região. A rodovia está “absolutamente esburacada”, com buracos tão profundos que uma pessoa pode deitar dentro deles sem atingir o nível do asfalto. Renan descreve a estrada como impossível de trafegar e mostra [música] o tamanho da cratera.
Ele explica que houve investimentos na Ferrogrão — ferrovia que permitiria o escoamento da produção por via ferroviária, sem depender da BR-163. A ferrovia traria menos poluição, reduziria a carga de caminhões e facilitaria a vida do produtor. No entanto, o projeto foi sabotado: a base da Cargill foi invadida por indígenas ligados a ONGs e ao PSOL, que reclamavam de uma hidrovia conectada à ferrovia. A partir daí, geraram uma greve e paralisaram o funcionamento da Ferrogrão.
Renan critica duramente a reação do governo brasileiro: em vez de remover os invasores, o governo cedeu às ameaças e “deu um presente para o PSOL e para as ONGs estrangeiras”. O recado que deixa é claro: “ONG vagabunda que sabota o Brasil vai ser colocada para fora. Vamos alterar a legislação para que índio vagabundo que trabalha com invasão seja preso.” Além de destravar a Ferrogrão, promete recapear as estradas brasileiras.
O vídeo conecta a deterioração da infraestrutura rodoviária ao bloqueio político de projetos ferroviários, apresentando a sabotagem ambientalista como causa direta do abandono que vê na BR-163.
Temas
- Ambição Nacional e Soberania Tecnológica — infraestrutura ferroviária e logística como projeto de desenvolvimento nacional
- Soberania Nacional e ONGs Estrangeiras — bloqueio de projetos por ONGs financiadas por capital estrangeiro
- Agronegócio e Matopiba — escoamento da produção agrícola
Posições defendidas
- Expulsão de ONGs Estrangeiras — expulsão de ONGs que sabotam o desenvolvimento brasileiro
Pessoas mencionadas
- PSOL (menção institucional) — partido acusado de se aliar a ONGs estrangeiras para sabotar a Ferrogrão
