Janja
Rosângela da Silva, conhecida como Janja, é a esposa do presidente Lula. Renan Santos a menciona em conexão com contratos irregulares ligados à COP30, afirmando que sua conduta justificaria prisão caso ele seja eleito presidente.
Nota: esta página reúne apenas afirmações feitas por Renan Santos em seus vídeos. As acusações são reprodução das declarações dele e não foram verificadas de forma independente por este wiki.
O que Renan diz
Pronunciamento em resposta à nota de repúdio por “misoginia” (agosto de 2026)
Em 25 de agosto de 2026, Renan grava um pronunciamento oficial em resposta à nota de repúdio que Janja enviou à Band contra suas falas no debate presidencial, classificadas por ela como misoginia. Renan diz ter ficado “confuso”: “primeiro porque Janja não representa todas as mulheres” — “a maior parte das mulheres brasileiras são pessoas honestas, não são pessoas deslumbradas e, acima de tudo, não vivem de normalizar a corrupção através de marido safado”.
Ele a chama de “deslumbrada” que “torra o nosso dinheiro em eventos internacionais” e bate “junto do seu marido recorde de gasto no cartão corporativo”. Sobre a nota que criticava homens que interrompem falas de mulheres, Renan responde que ela, “diante de um idoso, seu marido, também pratica interrupção”. Afirma que Janja, “narcisista”, “não foi eleita para nenhuma posição”, mas é “a pessoa mais influente do governo Lula” — interfere na formação de políticas públicas e cria fake news, como teria feito contra o Discord, com consequências jurídicas.
Renan retoma a acusação da OEI: Janja teria sido convidada a fazer parte da organização, que “curiosamente” passou a ter contratos sem licitação com o governo Lula e com a COP30, em valores que “ultrapassam a centenas de milhões de reais”. Conclui que ela “nunca será nada além da mulher do Lula” e, ironizando a indignação seletiva, pergunta por que ela não se manifestou quando Renan chamou Lula de “ladrão” — e a desafia a enviar Lula ao debate no SBT para defender a honra dela. Ver 2026-08-25 - Pronunciamento em resposta a Janja.
”Influencer é a tua esposa Janja”: influenciadora de moda paga com dinheiro público (agosto de 2026)
Em 24 de agosto de 2026, respondendo à provocação de Lula sobre “candidatos de internet”, Renan afirma que “influencer é a tua esposa Janja” — que ele descreve como “uma influenciadora de moda, paga com o nosso dinheiro para rodar o mundo, fingindo que usa roupas legais e tal, fazendo a gente passar vergonha”. A fala integra a resposta de Renan à tese de que “brincar na internet” não habilita alguém à presidência. Ver 2026-08-24 - Lula está me provocando.
”Melhor ficar bêbado do que com a Janja” (agosto de 2026)
Em 24 de agosto de 2026, Renan afirma que Lula “desistiu de apresentar proposta” e que “a maior parte do tempo ou ele tá bêbado ou ele tá com a Janja” — ironizando: “Melhor ficar bêbado nessas horas, né, presidente?” A fala é usada por Renan para contrastar a ausência de propostas de Lula com seu próprio “livro amarelo” de 460 páginas. Ver 2026-08-24 - MELHOR FICAR BÊBADO DO QUE COM A JANJA.
”Decijanja”: decisão sobre o Discord atribuída a Janja (agosto de 2026)
Em 23 de agosto de 2026, Renan critica uma decisão que batiza de “decijanja” — atribuída a Janja, “que nem cargo público tem”. No caso da moça que se matou, ele afirma que a transmissão ocorreu no Instagram (Meta), que Janja “inventou uma notícia falsa” de que teria sido no Discord e que, “depois dessa notícia falsa”, foram “para cima do Discord”, que “acatou a decisão” sob pressão. Ele ressalva que não está “aqui para defender o Discord” — “estou aqui para ser justo” — mas sustenta que, ainda que Janja tenha acertado no conteúdo, ela não tem cargo político para isso.
Renan afirma ser a favor da aplicação da lei mais dura possível para proteger crianças e adolescentes, com o ECA e fiscalização para todo tipo de abuso com crianças na internet, defendendo que prostituição infantil e pornografia infantil em redes sociais “sejam coibidas” — “isto é uma coisa”. Outra coisa, diz, é Janja escolher enfrentar “uma rede social que não tem nada a ver com o caso”, com decisão “motivada pela Janja” para derrubar a plataforma. Ele conclui que muitas pessoas e empresas dependem dessas redes e estariam “pagando um preço por conta de uma Janja querendo fazer propaganda em ano eleitoral”, e questiona: “Desde quando a Janja se preocupa com criança?” — citando um menino morto em latrocínio cujo autor ela não quer ver com pena aumentada. Ver 2026-08-23 - As decijanjas precisam acabar..
Decisão contra o Discord e promessa de abrir o cartão corporativo do Planalto (agosto de 2026)
Em 19 de agosto de 2026, Renan mostra a notificação que usuários profissionais do Discord receberam — a plataforma estaria proibida de fazer lives — e atribui a decisão a Janja, chamando-a de “decisão ditatorial de uma pessoa que sequer ditadora é”. Ele afirma que ela “não foi eleita para nada”, que a decisão foi baseada em notícia falsa (o caso de uma moça que se matou teria ocorrido no Instagram, não no Discord) e que ela “não tem direito de mandar em nada”.
Renan promete, se chegar ao poder, abrir todas as contas do cartão corporativo do Palácio do Planalto, cobrar explicações sobre a ONG ligada a Janja que pegou contrato sem licitação na COP30 e investigar a origem do estilo de vida dela (bolsa, roupas, viagens). Ele afirma que “as decisões vão acabar” com o fim do mandato de Lula e que a liberdade será restabelecida para quem trabalha com o Discord.
Ver 2026-08-19 - Essa é a mensagem que o Discord enviou pra todo mundo ontem.
Jingle no evento de Lula, viagens e esquema “sem licitação” na COP30 (agosto de 2026)
Em 17 de agosto de 2026, Renan menciona Janja em dois vídeos: (1) ao comentar o evento de lançamento de Lula, diz que no “momento ápice” Janja e um cantor entoaram “uma espécie de jingle” de Lula diante de uma plateia que ele descreve como “meio mortadelada”, sem energia; (2) ao desafiar Lula ao debate, afirma que Janja “tem um estranho esquema como organização, que recebeu contrato sem licitação lá na COP30” — o que classifica como “provavelmente escândalo de corrupção que no meu governo eu vou pegar”. Em outro vídeo do mesmo dia, ele cita as viagens de Janja como exemplo de gasto público que “custa muito dinheiro”.
Ver 2026-08-17 - Evento bizarro do Lula, 2026-08-17 - Lula fugiu do debate! e 2026-08-17 - Por que Lula não quer ir ao debate comigo.
Proposta de derrubar o Discord e “sanha autoritária” (agosto de 2026)
Em 7 de agosto de 2026, Renan reage à declaração de Janja defendendo a retirada do Discord do ar no Brasil. Ele ironiza o pedido em primeira pessoa — “Eu gosto muito quando ela coloca isso em primeira pessoa” — e afirma: “Janja, você não foi eleita. Institucionalmente, a sua opinião e a opinião de um cachorro é a mesma coisa.”
Renan argumenta que os crimes citados por ela ocorrem “em todas as redes sociais” e que meninas são abusadas diariamente em favelas e no interior, “regiões que votam basicamente no seu marido”. Diz que Janja “não pode usar crianças e vítimas de violência ou mesmo suicídio para justificar o que você tem, que é uma sanha autoritária”, e conclui que ela “apenas quer mostrar poder”.
Ver 2026-08-07 - Urgente Janja quer derrubar rede social.
Acusação de misoginia como ferramenta de silenciamento (julho de 2026)
Em 15 de julho de 2026, Renan critica duramente a narrativa de que apontar os gastos públicos de Janja seria “misoginia”. Ele menciona a existência de um “janjômetro” popular que monitora seus gastos e rebate: criticar uma “pessoa que não tem nenhum respeito pelo dinheiro público, uma mulher deslumbrada (…) cafona, brega, horrorosa” que utiliza a estrutura do Estado para “curtir a vida” não é misoginia — é exercício legítimo de cidadania.
“Se você acha que ela, toda deslumbrada, viajando pelo mundo, tem que ser criticada porque o dinheiro público num país pobre é escasso e tem que ser respeitado, você odeia as mulheres.”
Renan aponta que, além de misógino, o crítico também pode ser acusado de racista ou transfóbico — e que, dado o judiciário autoritário brasileiro, “você ainda pode ser preso” por isso. Ele contrasta sua postura com a de Janja e Lula, prometendo que seu governo será transparente e sem gastos supérfluos.
Ver 2026-07-15 - Criticar a gastança da Janja é MISOGINIA.
Abandono das vítimas da enchente no RS (julho de 2026)
Em 9 de julho de 2026, durante visita a Estrela (RS), Renan critica Lula e Janja por comemorarem publicamente o resgate do “cavalo caramelo” durante a enchente de 2024 enquanto as vítimas continuam vivendo em contêineres, sem as moradias prometidas. As famílias foram informadas de que os contêineres serão retirados, ficando sem qualquer alternativa habitacional.
Ver 2026-07-09 - Eu fui em uma das regiões mais destruídas pela enchente no Rio Grande do Sul.
Promessa de prender Janja (janeiro de 2026)
Em janeiro de 2026, Renan retomou publicamente a promessa de prender a primeira-dama, respaldado por notícia do TCU sobre irregularidades nas obras da COP30. Segundo Renan, o TCU apontou que obras ligadas a uma organização com presença de Janja tinham contrato sem licitação e superfaturamento comprovado — “1.000% mais caro do que o normal.”
“Janja, minha promessa é dívida. Deixa eu ganhar. Eu quero fazer com que você inverta sua relação com o Lula — dessa vez será ele a te visitar na cadeia.”
Ver 2026-01-24 - RENAN SANTOS DIZ QUE VAI PRENDER A JANJA SE FOR ELEITO PRESIDENTE.
OEI e contrato sem licitação para a COP30 (dezembro de 2025 – fevereiro de 2026)
O eixo central das acusações de Renan envolve a OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos). Segundo ele, Janja foi diretora da OEI — entidade estrangeira que teria sido contratada sem licitação pelo governo para organizar a COP30 em Belém. O TCU teria começado a investigar a relação.
No vídeo de dezembro de 2025 sobre o legado da COP30, Renan afirma que houve “contrato da dona Janja que tem que ir pra cadeia, de mais de R milhões andando com uma ONG gringa que ela supostamente é diretora.”
No vídeo de fevereiro de 2026 sobre o escândalo do Banco Master, Renan lista o caso da Janja como um dos motivos pelos quais Lula se recusa a falar publicamente: “Janja foi diretora da OEI, entidade que recebeu contrato sem licitação do governo para organizar a COP30. O TCU começou a investigar a relação.”
Ver 2025-12-04 - O legado da COP30 e 2026-02-04 - LULA ESTÁ EVITANDO FALAR DO ESCÂNDALO DO BANCO MASTER.
Argumento político mais amplo
Renan usa o caso de Janja para argumentar que o Norte e o Nordeste são utilizados pelo PT como “cenário de marketing” para que “os mesmos vagabundos possam roubar.” Após os eventos, a infraestrutura se deteriora, a população paga o custo e “algumas pessoas ficam multimilionárias.” A COP30 seria um exemplo desse padrão.
Eventos e temas relacionados
- COP30 — Legado em Belém
- Soberania Nacional e ONGs Estrangeiras
- Corrupção Municipal
- Escândalo Banco Master
Fontes
- 2026-08-25 - Pronunciamento em resposta a Janja — pronunciamento oficial em resposta à nota de repúdio por “misoginia”; OEI/COP30; “nunca será nada além da mulher do Lula”
- 2026-08-23 - As decijanjas precisam acabar. — “decijanja” sobre o Discord; Janja sem cargo público; lei dura para abuso infantil na internet
- 2026-07-15 - Criticar a gastança da Janja é MISOGINIA — Renan rebate acusação de misoginia contra quem critica gastos de Janja; denuncia uso de discurso vitimista
- 2026-01-24 - RENAN SANTOS DIZ QUE VAI PRENDER A JANJA SE FOR ELEITO PRESIDENTE — promessa de prisão; TCU e superfaturamento
- 2026-02-04 - LULA ESTÁ EVITANDO FALAR DO ESCÂNDALO DO BANCO MASTER — OEI e CPI como motivo do silêncio de Lula
- 2025-12-04 - O legado da COP30 — primeiro registro público da acusação de contrato irregular
