Caso Eldorado do Sul (RS): data center bilionário bloqueado por grupos indígenas (junho de 2026)

Em 29 de junho de 2026, Renan visita Eldorado do Sul (RS), cidade devastada pelas enchentes de 2024 que não conseguiu se recuperar. Ele denuncia que um data center com investimentos de 3 a 5 bilhões de reais — que usaria energias renováveis para abastecer a indústria de inteligência artificial — está sendo bloqueado por grupos indígenas Guarani, articulados pelo PT, PSOL e The Intercept, usando demandas de demarcação de terras.

Renan afirma que a obra foi autorizada, a cidade aprovou legislação e a área foi comprada, mas o projeto está paralisado pelo mesmo padrão de “sabotagem” que atingiu a Cargill em Santarém.

“Enquanto a campanha de embargo a investimentos bilionários acontece, as pessoas não recuperam seus domicílios, a atividade econômica não retorna.”

Ele promete que, em seu governo, licenciamentos ambientais aprovados pelo Congresso (como o projeto de Kim Kataguiri) serão respeitados e que órgãos como ICMBio, FUNAI e IBAMA não serão usados politicamente para bloquear obras.

Ver 2026-06-29 - Sabotagem indígena até no Rio Grande do Sul! e Ambição Nacional e Soberania Tecnológica.

Renan Santos critica a atuação de órgãos ambientais brasileiros — especialmente o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) — como instrumentos de uma agenda ideológica que prejudica pequenos produtores rurais, especialmente na região amazônica. O tema aparece como extensão de sua crítica mais ampla ao ambientalismo que, segundo ele, bloqueia o desenvolvimento do Brasil.

Defesa do abate do javaporco como política ambiental e de manejo de fauna (junho de 2026)

Em 25 de junho de 2026, Renan se posiciona na polêmica envolvendo César Rincon (namorado da cantora Ana Castela), que foi atacado nas redes sociais após postar a caça de 124 javaporcos em uma fazenda. Renan defende o abate do javaporco — híbrido de javali com porco doméstico — como política ambiental, econômica e de saúde pública.

Ele explica que o javaporco não é um animal nativo do Brasil, mas uma praga invasora vinda da Argentina e do Uruguai que se espalhou pelo campo brasileiro. O híbrido combina a força do javali com a capacidade reprodutiva do porco — “o pior dos dois mundos” — e causa danos multimilionários (já bilionários) a plantações, fauna nativa e biodiversidade.

Renan critica a população urbana que defende a praga por sentimentalismo e ataca caçadores nas redes sociais, citando os casos de Richard Rasmussen e Firmino Cortadas, que também sofreram ataques por defender o abate controlado.

“O javaporco não é um animal normal. Ele é um híbrido de um javali com o porco. Nesse sentido, ele tem a força do javali, mas a capacidade reprodutiva do porco.”

Proposta concreta: “Eu como presidente da República vou instituir a caça ao javaporco como uma política ambiental, de segurança aos biomas brasileiros.” Ele defende que o governo federal contrate caçadores para eliminar a praga, classificando a questão como ambiental, econômica e de saúde pública.

“O debate público não pode ficar contaminado com ignorância e burrice, especialmente quando são baseados em sentimentalismo porco em nome de um porco que é uma praga.”

Ver 2026-06-25 - Você é a favor da caça de Javaporcos.

Exemplo positivo de desenvolvimento sustentável em Marajó (junho de 2026)

Em 20 de junho de 2026, Renan visita uma ecofazenda no arquipélago do Marajó (PA) que, diferentemente dos bloqueios ambientais que critica, apresenta um modelo de desenvolvimento sustentável bem-sucedido. O projeto combina agricultura com preservação da floresta, produzindo cacau (livre de vassoura-de-bruxa) e café na região amazônica. A ecofazenda, financiada pelo norte-americano Deric Galo (ligado ao projeto Rios Voadores), opera no modelo de fazenda-escola, treinando ribeirinhos para se tornarem autossustentáveis.

Renan contrapõe este exemplo ao abandono da ilha (pobreza, prostituição infantil) e sugere que a atração de capital humano internacional qualificado pode transformar a região. Ele defende “mais projetos como esse e menos visitas a lá Epstein aqui na região”, em referência a casos de exploração sexual de menores associados a estrangeiros.

Ver 2026-06-20 - Como esse exemplo pode salvar Marajó.

Denúncia de bloqueio indígena em Santarém (junho de 2026)

No mesmo dia, em Santarém (PA), Renan denuncia que a expansão da hidrovia da Cargill foi barrada por um grupo indígena que, segundo ele, teria desaparecido no século XVII e “reaparecido” com o PT. Acusa a FUNAI e antropólogos de extrema-esquerda de fabricar demarcações para bloquear o desenvolvimento da região. Promete acabar com o que classifica como “farra” de falsas declarações indígenas usadas para impedir obras. Ver 2026-06-17 - Índios vagabundos estão sabotando o país.

Denúncia contra o ICMBio (junho de 2026)

Em 17 de junho de 2026, apoiando a denúncia feita pelo influenciador Richard Rasmussen, Renan detalha o modus operandi do ICMBio no Pará:

  • O órgão cria reservas ambientais que desapropriam proprietários rurais sem indenização justa.
  • Em seguida, cria “zonas de amortecimento” de quilômetros ao redor das reservas, empurrando os agricultores para fora.
  • Relata uma rebelião de agricultores que recuperaram o gado tomado pelo ICMBio.

Renan classifica ICMBio, FUNAI, IBAMA e SEMIB como “inimigos do brasileiro que trabalha e produz”, afirmando que são compostos por “gente ideologizada” que usa a ecologia para destruir quem produz e tocar uma “agenda primitivista e socialista”. Segundo ele, a visão desses órgãos é que ninguém pode produzir no meio rural — o máximo aceitável seria um ribeirinho que pesca ou um indígena sustentado pela FUNAI ou Bolsa Família.

“Órgãos como Funai, Ibama e Semib são inimigos do brasileiro que trabalha e produz. […] Esses órgãos são compostos por gente ideologizada, que odeia brasileiro trabalhador, que usa a ideia de ecologia de maneira malandra para destruir quem trabalha e produz e tocar assim sua agenda primitivista e também socialista.”

As 4 propostas de Renan para o problema

  1. Fim de novas expropriações e demarcações: suspender todas as novas desapropriações de terra e demarcações até que todas as indenizações com correção sejam pagas.
  2. Proteção aos ocupantes atuais: garantir proteção do Estado a quem estiver trabalhando nessas terras.
  3. Responsabilização de agentes: usar a AGU para processar agentes do ICMBio que perseguirem moradores locais.
  4. Redução das zonas de amortecimento: limitar a zona de amortecimento a no máximo 400 metros de uma reserva já estabelecida.

“Com essas regras, nunca mais vai ter produtor sendo perseguido.”

Ver 2026-06-17 - O Richard Rasmussen avisou, a ICMBio precisa PARAR.

Conexão com outros temas

Renan conecta a crítica ao ambientalismo com:

Fontes