As decijanjas precisam acabar.
Em vídeo de 23 de agosto de 2026, Renan Santos critica uma decisão que ele chama de “decijanja” — atribuída a Janja, que “nem cargo público tem”. O caso envolve a transmissão em que uma moça teria se matado: Renan afirma que a transmissão ocorreu no Instagram (da Meta), que Janja “inventou” uma notícia falsa dizendo que teria sido no Discord e que, depois disso, “foram para cima do Discord”, que “acatou a decisão” sob pressão. Ele ressalva que não está “aqui para defender o Discord” — “estou aqui para ser justo”: mesmo que Janja tenha acertado no conteúdo, ela não tem cargo político para isso.
Ao ser questionado sobre como defender crianças e adolescentes expostos a esse tipo de conteúdo, Renan responde ser a favor da aplicação da lei mais dura possível, afirmando que o ECA garante isso, com fiscalização para todo tipo de abuso que acontece com crianças na internet. Ele defende que prostituição infantil e todo tipo de pornografia infantil em redes sociais “sejam coibidas” — “isto é uma coisa”. Outra coisa, diz, é Janja escolher enfrentar uma rede social “que não tem nada a ver com o caso”, gerando decisão “motivada pela Janja” para derrubar uma plataforma.
Renan argumenta que muitas pessoas trabalham nessas redes sociais e que “muitas empresas se organizam ali” — e estariam “pagando um preço por conta de uma Janja querendo fazer propaganda em ano eleitoral”. Ele questiona: “Desde quando a Janja se preocupa com criança?” — citando um menino morto em um latrocínio cujo autor, segundo ele, Janja não quer ver com pena aumentada. Conclui: “A Janja liga no fundo para bandido, assim como esse governo que é um governo que defende bandido.”
Temas abordados
- Janja — decisão “decijanja” sobre o Discord; ausência de cargo público; “propaganda em ano eleitoral”
- Mídia e Imprensa — regulação de redes sociais; liberdade nas plataformas; proteção de crianças na internet
Pessoas mencionadas
- Janja — esposa de Lula; decisão atribuída a ela sobre o Discord
- Lula — referência ao “governo que é um governo que defende bandido”
