Eu quase peguei o Lula hoje.

Em 25 de agosto de 2026, Renan Santos relata que quase encontrou o presidente Lula em um evento da Adib (associação ligada à área de infraestrutura), onde palestraria logo após ele. Diz que estava tudo certo e que iria “trazer um presentinho pro Lula”, mas descobriu na chegada que Lula cancelou a saída de última hora. Renan ironiza o padrão: “não apenas ele, vamos lembrar, o Flávio também cancelou. Esses caras cancelam todos os eventos em que eu tô presente.”

Renan conta que, no lugar de Lula, o governo mandou “um sonolento do Geraldo Walking” — descrito como “tudo sonolento, indo falar qualquer coisa”. Ele diz que Lula “tava com medo” porque Renan levou à coletiva de imprensa uma camiseta com a foto de Lulinha estampada com a pergunta “Cadê o dinheiro dos velhinhos?“. Renan cobra: “Ô Lula, conta pra gente cadê o dinheiro. Que que teu filho fez com esse dinheiro? Por que que o teu irmão estava participando do mesmo escândalo? Ele próprio também com uma ONG que ficava se apropriando de curso de vovô.”

Renan desafia Lula: “Tá na hora de você explicar. Para de fugir, meu amigo. Apareça nos debates. Larga de ser covarde.” Ele também comenta a nota oficial de Janja que o atacou no dia anterior: “eu nem ofendi a Janja. Assim, eu só falei que pô, ela não é a melhor das companhias. E agora você tá nessa, pô, Lula” — cobrando que o presidente defenda “a honra do teu filho e da tua esposa”.

Temas abordados

Posições defendidas

Pessoas mencionadas

  • Lula — cancelou participação em evento da Adib; desafiado a explicar o caso dos “velhinhos” e a aparecer nos debates
  • Janja — nota oficial contra Renan; “ela não é a melhor das companhias”
  • Lulinha (filho de Lula) — alvo da cobrança; foto na camiseta “Cadê o dinheiro dos velhinhos?”

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