Essa violência contra mulheres a esquerda não liga.

Em vídeo publicado em 14 de agosto de 2026, Renan Santos comenta o assalto a uma estudante que implorava para não levar o seu único celular — abordada por um homem desarmado que fazia uso apenas da força física. Ele afirma que “milhares de mulheres em todo o Brasil todos os dias são vítimas de assaltos como esse” e cobra uma decisão de jornalistas, da galera de esquerda e dos defensores de direitos humanos: “ou vocês ligam pra violência contra a mulher, ou vocês ligam pro direito do bandido. Não dá para conciliar as duas coisas ao mesmo tempo.”

Renan ironiza o paradoxo que, segundo ele, a esquerda vive: “Se eu for ouvir os jornalistas e os especialistas, eu tenho que me preocupar muito com a violência contra a mulher. E talvez para isso eu tenha que punir um humorista que faz uma piada. Mas eu não posso punir, nem falar que eu vou matar esse cara, porque aí eu tô violando os direitos humanos.” Para ele, “no fundo, parece que essa turma quer bandido solto e cidadão comum censurado” — e a mulher “tem que ser assaltada para virar vítima perfeita, para que o jornalismo ou os defensores dos direitos humanos possam ganhar dinheiro e censurar quem eles não gostam”.

O candidato afirma que o assaltante “tinha que ter tomado um tiro na fuça” e que “isso que um país sério tem que fazer”: bandido que usa violência “tem que ser reprimido”, o policial “vai atirar nele” se for abordado no momento do assalto e, “quando preso, ele vai cumprir sua pena por muito, muito tempo. Não vai ter progressão de pena, não vai sair fácil da cadeia.” Ele defende que as mulheres têm mais medo do que os homens de andar na rua “e sim, elas têm razão de ter medo, porque o estado, em vez de protegê-las, criou toda uma legislação para proteger o vagabundo do bandido”.

Renan conclui que “o estado é mais preocupado em recuperar o bandido do que recuperar o celular da menina” e que o Estado, “com seus juristas, seus defensores de direitos humanos, gosta dos bandidos e oprime as mulheres”. Ele reafirma que “o único elemento que para uma pessoa má no meio da sua ação de maldade é a força maior” e que seu governo usará “muito a nossa força maior contra os bandidos”: “Se reagir, eles vão morrer. Se entregarem, vão ficar presos por muito tempo.”

Temas abordados

  • Segurança Pública — repressão ao assalto, força contra o bandido, crítica ao estado que protege o criminoso
  • Pautas Identitárias e de Gênero — crítica à prioridade da esquerda (punir humorista) em vez do combate à violência real contra a mulher

Posições defendidas

  • Repressão dura ao crime: bandido “preso por muito tempo” ou morto em confronto, sem progressão de pena
  • Crítica ao “direito do bandido” e à legislação que, na visão de Renan, protege criminosos em vez de vítimas

Pessoas mencionadas

  • Nenhuma pessoa pública é mencionada nominalmente; o vídeo comenta o caso de uma estudante vítima de assalto.

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