Hoje no Brasil a gente vive o “prendeu soltou”

Em trecho de entrevista publicado em 18 de agosto de 2026, Renan Santos é questionado por um jornalista sobre a plateia do lançamento de sua campanha ter entoado o bordão “prendeu ou matou” e sobre uma eventual “falta de comunicação” em sua fala. Renan responde explicando a origem do bordão e reafirma sua posição.

Renan conta que a ideia do “prendeu matô” surgiu quando um rapaz — “acho que foi um empresário” — foi assaltado no Parque do Povo, em São Paulo: entregou o celular ao bandido e, no exato momento da entrega, levou um tiro e morreu. Ele afirma que ficou “com muita raiva” e concluiu: “Eu vou recuperar um bandido desses? Não. O destino dele é prender ou matar.”

Renan defende que, diante de um assalto armado, “a única coisa justa, séria, a se fazer” é levar o bandido preso “para ficar muito tempo na cadeia” ou ele morrer. Ele admite a possibilidade de o bandido levar um tiro da polícia e apenas se machucar — “ele vai se machucar e depois vai ser levado pra prisão” — mas afirma que não pode haver terceira opção.

Renan critica o ciclo do “prendeu soltou”: o bandido vai preso, fica pouco tempo e termina solto. Ele cita casos de quem agride a esposa ou namorada, detido e liberado, e de quem pratica crimes sexuais contra criança, que “pega uma pena pequena e volta solto” — afirmando que quem comete “essas atrocidades” precisa ficar preso de verdade. Conclui que, quando o bandido “resolver enfrentar a polícia” com arma contra a polícia ou contra qualquer cidadão, a polícia tem o “direito sagrado” de apontar a arma e fazê-lo “se tornar uma massa de carbono deforme”.

Temas abordados

  • Segurança Pública — origem do bordão “prendeu matou”; crítica ao “prendeu soltou”

Posições defendidas

Pessoas mencionadas

  • Nenhuma pessoa específica mencionada por nome. A história de origem do bordão refere-se a um empresário anônimo assaltado no Parque do Povo (SP).

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