Alessandro Vieira
Senador (Cidadania, SE). Renan Santos o apresenta como o parlamentar que mais avançou no enfrentamento ao STF no período coberto pelas fontes — propondo CPIs e convocações de ministros — e que, por isso, sofreu reação coordenada de PT, bolsonarismo e do próprio STF.
Nota: esta página reúne apenas afirmações feitas por Renan Santos em seus vídeos.
O que Renan diz
A CPI contra ministros do STF e a sabotagem de Flávio Bolsonaro (março de 2026)
Alessandro Vieira foi o autor da CPI que pretendia investigar ministros do STF — especialmente Dias Toffoli e Alexandre de Moraes — por suposta conexão com o Escândalo Banco Master. Renan descreve a CPI como tendo “objeto válido” e como uma iniciativa que deveria ter apoio unânime da direita.
Flávio Bolsonaro assinou a CPI como 29º signatário (após o quórum mínimo já ter sido atingido) e depois deu entrevista dizendo que Alessandro Vieira havia “acelerado o processo para sacanear” o PL. Renan desmonta o argumento: Flávio poderia ter feito uma CPI própria; ao atacar Vieira publicamente, serviu ao STF.
“Toda vez que você enfrenta o sistema, PT, STF e bolsonarista trabalham juntos.”
Ver 2026-03-13 - PARABÉNS PARA A DIREITA BRASILEIRA.
Convocação de Moraes e Toffoli ao Senado (março de 2026)
Em março de 2026, Alessandro Vieira convocou Alexandre de Moraes e Dias Toffoli a comparecer ao Senado, defendendo investigação para depô-los sobre o caso Banco Master. Renan esperava que o pedido contasse com apoio unânime da direita — e ao não encontrar o nome de Flávio Bolsonaro entre os apoiadores, conclui:
“Para tirar o Alexandre de Moraes de lá, a gente vai poder contar até com a Rede Globo. Com a Fabiana Bolsonaro é difícil.”
Ver 2026-03-14 - GLOBO X STF, A GUERRA COMEÇOU.
Perseguição coordenada: PT, STF e bolsonarismo (abril de 2026)
Renan descreve o conjunto de retaliações sofridas por Alessandro Vieira após sua atuação na CPI:
- Gilmar Mendes ameaçou cassação de mandato e inelegibilidade.
- Lula foi ao Sergipe e “desmontou qualquer palanque” para Vieira no estado.
- Flávio Bolsonaro o atacou antes do STF agir, dizendo que ele era “grande hipócrita” e que a CPI era “ilegal”.
Renan interpreta esse padrão como evidência de que PT, STF e bolsonarismo operam conjuntamente para proteger o sistema quando ameaçado. O caso Vieira também é citado como paralelo à condenação de Eduardo Bolsonaro — Renan sugere que perder direitos políticos é o objetivo real de ambas as ações.
Ver 2026-04-17 - Nota oficial sobre uma humilhação imposta pelo STF e 2026-04-17 - Eduardo Bolsonaro será preso!.
Gilmar Mendes cita Vieira como exemplo de “quem não pode investigá-lo” (abril de 2026)
Ao comentar a entrevista de Gilmar Mendes sobre o caso Banco Master, Renan relembra a declaração do ministro sobre Alessandro Vieira — identificada como “esse cara aí não pode me investigar, isso aqui não pode chegar na gente” — e a classifica como parte de um padrão autoritário e desproporcional do STF.
Ver 2026-04-27 - Gilmar Mendes perdeu o controle.
Proposta de Renan inspirada no caso Vieira
O caso de Alessandro Vieira levou Renan a propor a criação de um tribunal político específico para julgar parlamentares, com desembargadores nomeados por sorteio e mandato de 2 anos — retirando essa competência do STF. O objetivo declarado: que nenhum parlamentar sofra chantagem de ministro algum ao fiscalizar o Supremo.
“Ninguém mais sofre chantagem de ministro algum. Ninguém quer dançar com ministro algum.”
Ver 2026-04-17 - Nota oficial sobre uma humilhação imposta pelo STF.
Temas e posições relacionados
Fontes
- 2026-04-27 - Gilmar Mendes perdeu o controle — Gilmar cita Vieira como intocável
- 2026-04-17 - Nota oficial sobre uma humilhação imposta pelo STF — perseguição coordenada; proposta do tribunal político
- 2026-04-17 - Eduardo Bolsonaro será preso! — paralelo entre Vieira e Eduardo Bolsonaro
- 2026-03-14 - GLOBO X STF, A GUERRA COMEÇOU — convocação de Moraes e Toffoli; ausência de Flávio
- 2026-03-13 - PARABÉNS PARA A DIREITA BRASILEIRA — CPI e sabotagem de Flávio Bolsonaro
