Estado de sítio e GLO em áreas dominadas pelo crime organizado
Em trecho de debate publicado em 24 de agosto de 2026, Renan Santos responde a uma pergunta sobre três propostas efetivas de segurança para o país. A pergunta (de interlocutor, marcada com ”>>”) questiona o que tira o sono dos brasileiros — a falta de segurança — e pede “três propostas efetivas que podem de fato melhorar a segurança no país”.
Renan apresenta as três propostas: (1) declarar estado de defesa e colocar em GLO (Garantia da Lei e da Ordem) as regiões tomadas pelo crime organizado, permitindo que as forças de segurança — “tanto as nossas polícias quanto a Polícia Federal” — atuem “para destruir, para eliminar o crime organizado”. “Eu tô falando em passar a rapa nesses caras”, afirma.
A segunda proposta é a construção de super presídios, com 300 a 500 mil vagas, em que “não haverá mais o isolamento de facção”: “Facciado vai estar todo mundo junto porque nós vamos eliminar as facções.”
A terceira é a integração entre os estados com ameaça de intervenção: “Estado que não quiser atuar na destruição do crime organizado sofrerá intervenção do governo federal.” Renan cita Ceará e Bahia — “governos do petismo” — que, segundo ele, “têm vergonha e medo de enfrentar o crime organizado, estão deixando a população morrer”. Ele afirma que, se os governadores do Ceará e da Bahia forem reeleitos, fará intervenção caso não desejem enfrentar o crime organizado. Encerra: “Essa será a guerra. Nós vamos enfrentar o crime organizado como nunca antes na história do nosso país.”
Temas abordados
- Segurança Pública — estado de defesa, GLO, super presídios e enfrentamento ao crime organizado
Posições defendidas
- Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo — estado de defesa e GLO em áreas dominadas pelo crime; super presídios com 300-500 mil vagas
- Proposta para Governadores Anti-Crime — intervenção federal em estados que não combaterem o crime (Ceará e Bahia)
Pessoas mencionadas
- Governadores do Ceará e da Bahia — citados como “governos do petismo” que “têm vergonha e medo de enfrentar o crime organizado”
