Eu fui em uma terra indígena tomada por garimpo ilegal do Comando Vermelho

Em vídeo publicado em 18 de agosto de 2026, Renan Santos visita uma terra indígena em Mato Grosso que, segundo ele, há décadas resiste ao garimpo ilegal e agora enfrenta uma nova ameaça: o local teria sido tomado por um garimpo ilegal tocado pelo Comando Vermelho. Renan descreve a área como uma “cidade fantasma” ocupada por garimpeiros controlados pela facção, destruída por operações das forças de segurança no estado.

Durante a visita, Renan mostra buracos e túneis abertos para a extração de ouro, com detonações por explosivos, e encontra ração militar que, segundo ele, aparentemente era desviada pela facção — e não usada pelas forças de segurança. Ele também grava o que descreve como um bordel abandonado no local, onde as mulheres teriam saído às pressas, e reflete sobre “quantas infâncias não foram perdidas” num lugar como aquele.

Renan relata que houve trocas de tiro tanto com forças policiais quanto com indígenas, e que garimpeiros e membros do Comando Vermelho retornavam ao local teimosamente após cada operação — tendo sido retirados apenas quando as habitações onde ficavam foram queimadas.

O vídeo termina com um contraste: a poucos quilômetros dali existe uma exploração legal de ouro por uma mineradora regularizada, enquanto na reserva indígena a exploração é feita pelo crime organizado. Renan levanta a pergunta: “o modelo atual de reserva indígena funciona no Brasil?“.

Como resposta, Renan promete que em seu governo as fronteiras serão protegidas, as reservas indígenas “poderão ter uso comercial e econômico a favor dos índios de maneira legal” e o crime organizado como o Comando Vermelho será destruído. Encerra com a convocação “Vote 14. Vote Renanços”.

Temas abordados

Posições defendidas

Pessoas mencionadas

  • Nenhuma pessoa específica mencionada por nome com relevância substantiva.

Fonte