Liberdade Religiosa
Tema presente na pré-candidatura de Renan Santos como parte de sua crítica ao que ele chama de “regime opressivo” em formação no Brasil — sustentado, segundo ele, por uma minoria de esquerda que ocupa posições de poder no Ministério Público e no Judiciário.
O caso Frei Gilson (junho de 2026)
Em 1.º de junho de 2026, Renan usa a ação do Ministério Público contra Frei Gilson como caso exemplar. O padre é acusado de misoginia e homofobia por defender a doutrina católica sobre as relações entre homem e mulher e sobre homossexualidade. As acusações estariam enquadradas como crimes inafiançáveis, equiparados à injúria racial.
Para Renan, prender um padre por pregar o que sua Igreja ensina configura perseguição religiosa. E alerta: o mesmo raciocínio pode ser aplicado a professores, pastores ou qualquer pessoa em contextos privados. “É um regime opressivo que vem se formando no Brasil.”
A identidade cristã do Brasil
Renan afirma que “o Brasil é um país cristão” e que todas as autoridades — políticas, do MP e do Judiciário — devem se submeter a esse fato. Descreve o país como “fundado pela ordem de Cristo” e com “uma alma profundamente cristã.” Argumenta que os valores impostos pela esquerda progressista são estranhos à maioria da população.
Proposta presidencial
Como presidente, Renan anuncia que nomearia um ministro do STF “terrivelmente católico” para atuar junto com o ministro André Mendonça — “terrivelmente evangélico” — com o objetivo de proteger a liberdade religiosa e garantir que padres e pastores possam pregar sem perseguição institucional.
Anuncia também que iria “para cima” do discurso de ódio de movimentos de extrema esquerda — aqueles que, segundo ele, “pregam o ódio entre homens e mulheres, entre negros e brancos, entre gays e heterossexuais” e “justificam a violência disfarçada de tolerância.” Ver Nomeação de Ministro Católico para o STF.
