Eu não quero desistir!

Em discurso de campanha publicado em 19 de agosto de 2026, Renan Santos afirma que “o Brasil é um país que desistiu” — “ninguém mais tem saco em fazer o Brasil andar”. Ele descreve o país como “um favelão”, tomado pelo crime organizado, com uma classe política que “não liga se a cidade dela não tem atividade econômica”.

Renan apresenta um dado: mais de 2.600 municípios vivem mais de Bolsa Família do que de atividade econômica — o que ele chama de “sintoma mais óbvio da existência da nossa colonização”.

Ele critica o cenário eleitoral: Lula indo para a tentativa de quarta reeleição, concorrendo com Flávio Bolsonaro “que nem sabe o que tá fazendo lá”. Para Renan, esse é “um cenário de desistência” — ninguém está debatendo os temas que importam, como o enfrentamento a questões nacionais.

Renan alerta que, se não houver debate, “o Brasil quebra” — citando o caso das Casas Bahia como sinal de que “tá quebrando” e observando que os melhores estudantes estão indo para fora do país. “Deu errado. O Brasil fracassou.”

A candidatura é definida como “uma revolta do Brasil que trabalha e produz contra esse bando de picareta que nos administra. Picareta e preguiçoso.” Renan conclui: “Ou a gente retoma com ambição o futuro que o Brasil merece ter, ou desiste. Eu não quero desistir. Eu não nasci pra ser frouxo. Eu não nasci pra ser mandado por vagabundo.” Encerra com “Vote 14, vote Renan Santos”.

Temas abordados

Posições defendidas

Pessoas mencionadas

  • Lula — criticado por tentar a quarta reeleição num cenário de “desistência”
  • Flávio Bolsonaro — descrito como concorrente “que nem sabe o que tá fazendo lá”

Fonte