Teve que ser carregado pela polícia

Em vídeo publicado em 14 de agosto de 2026, Renan Santos comenta imagens de um homem carregado pela polícia como se fosse “um saco de batata”. Ele explica que o sujeito — “sem nenhuma dignidade” — é um homem que estuprou uma criança de 12 anos e que, após perceber o crime, tentou o suicídio com remédios. Não veio a óbito, ficou desacordado durante todo o tempo e foi finalmente pego pela polícia brasileira.

Renan observa que o criminoso vai responder pelo crime de estupro de vulnerável, cuja pena “quando não seguida de morte é de apenas 15 anos”. Ele critica que, se o criminoso não tiver passagem pela polícia e tiver bom comportamento, “em algum momento, quando condenado, esse sujeito será alvo de algum tipo de política garantista que vai fazer com que essa pena seja cumprida mais rápido”. Também aponta que, se não tivesse sido pego e tivesse fugido, o crime “teria prescrito em alguns anos”.

O candidato compara a situação com o crime de misoginia, que ironiza como imprescritível: “se eventualmente num ambiente de trabalho você discorda de uma mulher, ela pode entrar com BO contra você e durante toda a sua vida você poderá ser alvo da perseguição penal pelo terrível crime de ter eventualmente discordado de uma mulher no ambiente de trabalho”. Renan classifica o país como “tosco e bizarro”.

Renan afirma que quer viver num país em que uma pessoa que comete estupro de vulnerável “termine preso pro resto da vida dele” ou, “como eu preferiria se a gente pudesse alterar a constituição”, que se permitisse a pena de morte — “porque não faz nenhum sentido a gente ficar sustentando e mantendo uma massa de carbono ambulante que teve como grande feito na sua vida violentar sexualmente uma criança”. Ele classifica o ato como “abjeto, escroto, imundo, nojento” e encerra pedindo o compartilhamento do vídeo por quem “quer viver num país de lei e ordem”.

Temas abordados

  • Segurança Pública — crítica às penas baixas e à prescrição de crimes graves; defesa do “país de lei e ordem”

Posições defendidas

Pessoas mencionadas

  • Nenhuma pessoa pública é mencionada nominalmente; o vídeo comenta o caso de um criminoso preso.

Fonte