Eu tenho que tomar impeachment se eu não fizer isso

Em formato de diálogo com um entrevistador, Renan declara que desobedecerá decisões do STF que tentem bloquear suas operações contra o crime organizado nas favelas. A afirmação é apresentada como consequência do dever constitucional do presidente.

Resumo

Renan afirma que se vier uma decisão do STF obstruindo operações nas favelas — referindo-se à ADPF das Favelas — ele não cumprirá. Ele coloca as favelas nas primeiras operações e declara estado de defesa nas cidades. O estado de defesa depende de aprovação do Congresso, que ele afirma que aprovará em 5 de janeiro de 2027.

Se o STF determinar a paralisação, Renan diz que cumprirá as operações apenas com as forças policiais e, se necessário, com auxílio das Forças Armadas — caracterizando sua ação como estrito cumprimento do dever constitucional. Ele duvida que o STF vá querer enfrentar essa situação.

O entrevistador complementa que o presidente que deixar de agir estaria prevaricando, e Renan concorda: “Presidente da República tem que falar: ‘Eu tô prevaricando, eu tenho que tomar impeachment se eu não fizer isso.‘”

Renan conclui reafirmando que decisão judicial que venha para obstar o cumprimento do papel do presidente será ignorada, e que a retomada territorial das favelas é sua obrigação constitucional. Finaliza com uma reflexão sobre os moradores de favela: optar por não ser criminoso é um ato de coragem.

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