No dia 17 de junho de 2026, gravando em Santarém, no Pará, Renan Santos mostra a estrutura de escoamento de grãos da Cargill na região — um complexo que conecta a produção do Mato Grosso ao oceano via barcaças pelo Canal do Panamá até a China. Ele argumenta que, com boas rodovias, a Ferrogrão e a expansão da hidrovia, Santarém poderia se tornar altamente desenvolvida.
Renan denuncia que a estrutura da Cargill foi invadida por um grupo de “índios malandros” que, junto com o PT, barrou o avanço de uma obra para ampliar a hidrovia. Ele afirma que a etnia indígena em questão teria desaparecido no século XVII e “reaparecido” com o PT anos atrás, sugerindo manipulação política na demarcação de terras indígenas para bloquear obras de infraestrutura.
Critica duramente a FUNAI, antropólogos de extrema-esquerda, o PSOL e organizações internacionais por, segundo ele, manterem a região do Pará na pobreza. Alega haver um plano internacional para ver os paraenses como “seres primitivos” e “eternos indígenas ribeirinhos”, impedindo o crescimento econômico.
Renan defende que o governo federal precisa se aliar à população local para “destruir esses inimigos” e permitir o avanço econômico. Ele promete acabar com a “farra” de qualquer um que se declare indígena para barrar obras e o funcionamento do país como estratégia de poder político.
Temas
- Agronegócio e Matopiba — escoamento da produção do Centro-Oeste; Ferrogrão e hidrovias
- Soberania Nacional e ONGs Estrangeiras — denúncia de interferência internacional
- Ambientalismo e Produtores Rurais — crítica a FUNAI e bloqueios ambientais
Posições
- Expulsão de ONGs Estrangeiras — defesa de expulsão de ONGs que bloqueiam o desenvolvimento
Pessoas mencionadas
- Cargill — empresa multinacional do agronegócio, cuja estrutura em Santarém foi alvo de invasão
- PT — partido acusado de se aliar a grupos indígenas para bloquear obras
- PSOL — partido acusado de articular grupos indígenas contra infraestrutura
- FUNAI — órgão criticado por demarcações que Renan considera fraudulentas
