Feminismo no judiciário livrou a monstra no caso do menino Henry Borel
Resumo
Renan comenta o desfecho judicial do caso Henry Borel — a criança de 4 anos espancada até a morte em 2021 pelo padrasto, o ex-vereador Jairinho, com a conivência da mãe. O Tribunal do Júri condenou a mãe, mas uma juíza classificada por Renan como “feminista e ativista de extrema esquerda” teria anulado a decisão popular e mandado o júri votar novamente para alterar o tipo penal para homicídio culposo, permitindo que a mãe ficasse em liberdade.
Renan faz duras críticas: chama a mãe de “demoníaca”, afirma que ela “ouvia os gritos do filho sendo torturado e nada fez”, e que a justiça “não existe” no Brasil. Jairinho recebeu 40 anos de prisão, mas na prática, segundo Renan, cumprirá 5 a 7 anos.
Principais temas abordados
- Pautas Identitárias e de Gênero — crítica ao uso do feminismo como ideologia judicial
- Judiciário e Supersalários — juíza que comete abusos e continua recebendo supersalário
- Segurança Pública — impunidade como falha estrutural do sistema
Posições defendidas
- Pena de Morte e Prisão Perpétua — defesa da prisão perpétua para crimes hediondos como o do caso Henry Borel
Pessoas mencionadas
- Henry Borel — criança vítima de 4 anos, espancada até a morte pelo padrasto
- Jairinho (Dr. Jairinho) — ex-vereador, padrasto que espancou Henry até a morte; condenado a 40 anos
- Mãe de Henry Borel — descrita como conivente e “demoníaca”; beneficiada pela decisão da juíza feminista
- Pai de Henry Borel — mencionado como “sofrendo” após perder o filho e ver a ex-esposa participar do assassinato
Promessas de campanha
Renan afirma que, se eleito presidente: a juíza seria afastada sem salário; instituiria prisão perpétua para os dois; o Brasil deveria ter pena de morte para crimes como este.
