Renan Santos defende Frei Gilson, alvo de ação do Ministério Público sob acusações de misoginia e homofobia. Renan argumenta que as acusações decorrem exclusivamente de Frei Gilson defender a doutrina da Igreja Católica — a visão bíblica da relação entre homem e mulher e a posição católica sobre homossexualidade. As acusações seriam enquadradas como crimes inafiançáveis, equiparados à injúria racial.

Renan descreve Frei Gilson como parte de um renascimento católico no Brasil, com milhões de pessoas rezando o terço com ele diariamente na madrugada. Ele critica o Ministério Público por se voltar contra um padre em vez de focar no crime organizado e na corrupção política. Alerta que o mesmo raciocínio jurídico pode ser usado contra professores, pastores e cidadãos comuns.

Como solução, Renan promete que, se eleito presidente, nomeará um ministro “terrivelmente católico” para o STF, que atuará junto com André Mendonça (“terrivelmente evangélico”) para disciplinar a perseguição aos valores cristãos. Também promete expulsar ONGs estrangeiras que “pregam guerra entre os brasileiros.”

Ele descreve o Brasil como “um país cristão, fundado pela ordem de Cristo” e diz que as autoridades precisam se submeter a esse fato. Conclui que nenhum outro pré-candidato está falando sobre o assunto.

Temas abordados

Posições defendidas

Pessoas mencionadas

  • Frei Gilson — padre acusado pelo MP
  • André Mendonça — citado como par para ministro católico no STF
  • Lula — mencionado como adversário que não fala do assunto