Renan Santos anuncia que a pesquisa Real Time Big Data o colocou em terceiro lugar na disputa presidencial, com 6% das intenções de voto — o dobro dos 3% registrados anteriormente pelo mesmo instituto. Ele destaca que, mesmo tendo ressalvas quanto à metodologia do instituto, o dado é relevante porque outros institutos tendem a captar a tendência depois. Em um cenário de segundo turno contra Lula, Renan afirma ter “tirado sete pontos do Lula.”

Renan explica que seu instituto de confiança é o Atlas, que acompanha desde 2020, por sua precisão em eleições internacionais — acertou resultados na Hungria, Chile, Argentina e, mais recentemente, na Colômbia. Na Colômbia, o Atlas previu a ascensão de Spriela, um candidato de direita de um partido pequeno, recém-surgido, com discurso anticrime e um felino como símbolo — paralelo que Renan traça com sua própria trajetória.

Ele argumenta que o Atlas antecipa tendências de crescimento de candidatos novatos, enquanto os demais institutos captam o movimento depois. Por isso, vê com otimismo o resultado da Real Time Big Data como sinal de que seu crescimento está sendo reconhecido.

Renan se posiciona como “a novidade das eleições” — sem rabo preso com ninguém, capaz de derrotar Lula nos debates. Enumera suas bandeiras: “matar bandido como se não houvesse amanhã”, fazer a economia funcionar, realizar todas as reformas possíveis, desfavelizar o Brasil e torná-lo uma das cinco maiores nações do mundo em 30 anos. Encerra com otimismo, afirmando que o brasileiro quer o mesmo que ele.

Temas abordados

Posições defendidas

  • Reformas econômicas amplas
  • Política de segurança de linha dura
  • Posicionamento antipolarização (nem PT nem bolsonarismo tradicional)

Menções

  • Lula — como adversário no segundo turno
  • Spriela — candidato colombiano de direita, paralelo traçado por Renan