Renan Santos assinou publicamente um compromisso de campanha de não taxar o PIX e não negociá-lo com os Estados Unidos em qualquer acordo comercial bilateral. A posição é apresentada em contraste direto com as duas ameaças que ele identifica ao sistema: a pressão do governo americano (Trump) e a disposição do governo Lula de taxar o PIX.

O compromisso (junho de 2026)

Em 4 de junho de 2026, Renan declarou:

“Eu, como pré-candidato a presidente, assino um compromisso agora diante de todos vocês, me comprometendo a não taxar o Pix e muito menos negociar ele com os Estados Unidos.”

Ele desafiou seus dois principais rivais — Lula e Flávio Bolsonaro — a fazerem o mesmo compromisso público.

Contexto

A posição surge do duplo cerco que Renan identifica sobre o PIX:

  1. Pressão americana: o governo Trump exige que o PIX seja colocado na mesa de negociação bilateral. Eduardo Bolsonaro defende a posição americana, comparando PIX ao Zelle (sistema privado e mais lento). Renan rejeita qualquer negociação do PIX, definindo-o como “tecnologia própria” e “grande conquista brasileira.”

  2. Taxação por Lula: Lula já tentou tachar o PIX anteriormente com sua equipe econômica. Renan afirma que, se reeleito, Lula provavelmente retomará essa estratégia.

Para Renan, o PIX beneficiou especialmente o pequeno comerciante brasileiro, facilitou pagamentos entre pessoas e reduziu filas de banco. Sua defesa do sistema é um ponto central de sua campanha — “o interesse brasileiro tem que sempre vir à frente do interesse de qualquer outro país ou de político que sabota a própria nação.”

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