Renan apresentou propostas para a educação brasileira, com ênfase em meritocracia, ensino técnico, corte de gastos ineficientes e restauração da autoridade do professor. O ponto de partida: “Nossas crianças saem do ensino básico sem saber escrever.”
Fechar muitas universidades e manter apenas os melhores alunos (agosto de 2026)
Em 19 de agosto de 2026, ao comentar uma reportagem da BBC sobre suas propostas para a educação, Renan confirma que disse que fecharia muitas universidades e deixaria apenas os melhores alunos. Ele rebate a caracterização da jornalista (que descreveu a proposta como “lavagem cerebral para reeducar a sociedade”) e reafirma a posição como parte de sua reforma do ensino superior.
Ver 2026-08-19 - JORNALISTA ME PEGOU!!!.
Escola como espaço de “ordenação” e crítica às “teorias alternativas” (agosto de 2026)
Em 15 de agosto de 2026, Renan explica a defesa de mais escolas cívico-militares afirmando que o problema da escola pública “normal” é um problema de autoridade. Para ele, crianças de famílias humildes — muitas sem contato com o pai, em ambiente de “caos” — precisam da escola como local de ordenação: regras, lição de casa, uniforme, horários e proibição de celular em sala. Ele critica o que chama de abandono da escola pelo poder público, que teria transformado a escola em lugar de “depositar a criança”, com aprovação automática para “bater os índices” do governo, e as “teorias alternativas sobre gestão de crianças”, que teriam feito a escola “virar mais um ambiente de caos”.
Ver 2026-08-15 - Por que eu defendo mais escolas cívico-militares. e Família e Paternidade.
Meta de 9 em cada 10 crianças alfabetizadas e premiação dos melhores professores (agosto de 2026)
Em 12 de agosto de 2026, Renan fixa a meta de 9 em cada 10 crianças alfabetizadas, apontando que hoje “não dá 10%” o número de brasileiros “completamente proficientes na própria língua”. Ele promete um “gigantesco mutirão” de alfabetização e a premiação dos melhores professores e diretores: “Professor que alfabetizou bem vai ganhar muito, vai ser tratado como herói nacional.” A proposta complementa o pacote educacional já apresentado em julho (método fônico obrigatório e premiação por desempenho).
Ver 2026-08-12 - Metas da Missão.
Autoridade do professor contra o bullying e salas especiais (agosto de 2026)
Em 5 de agosto de 2026, perguntado sobre bullying nas escolas, Renan defende a restituição da autoridade do professor em sala de aula como proposta central. Ele afirma que o professor está “com medo, desmotivado e sem autoridade e sem instrumentos para sancionar o aluno que é indisciplinado” — e que é ele quem deveria impedir o bullying, tanto contra si quanto entre alunos.
Renan relata que visitou escolas cívico-militares que descreve como “muito funcionais”, com crianças “muito disciplinadas”, apontando o custo como única restrição ao modelo. Como alternativa, defende modelos híbridos com “figuras de autoridade e formação disciplinar do aluno”. Ele acrescenta que mães reclamam da mistura de alunos típicos e atípicos em sala — citando crianças autistas nível 2 e 3 que sofrem bullying — e propõe salas com atendimento especial para crianças especiais para evitar esse tipo de bullying.
Ver 2026-08-05 - Sobre bullying nas escolas..
Reforma curricular: ensino de heróis nacionais (julho de 2026)
Em 27 de julho de 2026, ao contar a história do Tenente Antônio João Ribeiro — herói da Guerra do Paraguai — Renan critica o ensino de história no Brasil, afirmando que professores “estão mais interessados em mentir sobre o conflito” e romantizar o Paraguai como vítima do que em contar feitos de heróis brasileiros. Ele promete que, como presidente, vai “fazer as crianças brasileiras conhecerem essas histórias”, indicando uma proposta de reforma curricular para incluir o ensino de heróis nacionais na educação básica.
A proposta complementa sua visão de educação como instrumento de identidade nacional e patriotismo.
Ver 2026-07-27 - Você não conhecia esse herói.
Visita à escola cívico-militar de Sorriso (MT): o modelo que quer replicar (julho de 2026)
Em 26 de julho de 2026, Renan visitou a Escola Arão Gomes Bezerra, em Sorriso (MT), uma escola pública estadual que opera no modelo cívico-militar. O vídeo documenta a qualidade da infraestrutura: salas com ar-condicionado, lousas modernas, equipamentos tecnológicos e limpeza exemplar — um padrão que Renan contrasta com a maioria das escolas públicas brasileiras.
Renan entrevistou o gestor militar Dantas, que explicou a metodologia com alunos problemáticos: os estudantes passam por um “choque de realidade” ao ingressar, com nova rotina, hierarquia e regras claras. O princípio é que “a ordem que ele vai seguir aqui é a ordem que ele vai seguir lá fora” — preparando o aluno para a sociedade.
Renan conecta o modelo ao problema da violência: “Todo mundo sabe que o problema da violência no Brasil surge do menino problemático que não tem uma referência masculina e acaba caindo na mão do tráfego.” A escola cívico-militar, argumenta, compensa essa ausência com autoridade e disciplina.
O vídeo apresenta dados comparativos entre a escola de Sorriso e escolas comuns. Renan conclui: “Vamos parar de imitar o que não funciona. Vamos tirar o funk das escolas e vamos trazer a bandeira brasileira e a autoridade.” Ele afirma que a experiência do Mato Grosso é o modelo que quer replicar em todo o país.
Ver 2026-07-26 - Sim, escola militar funciona!.
Método fônico obrigatório, meritocracia e crítica aos sindicatos (julho de 2026)
Em 22 de julho de 2026, Renan apresenta a proposta educacional do Partido Missão. O diagnóstico: o Brasil é um dos países que mais investe em educação no mundo, mas o dinheiro vai para custeio e folha de pagamento sem cobrança de desempenho — “nunca vi esse montante todo traduzido em qualidade.”
As propostas centrais:
- Método fônico obrigatório: tornar obrigatório o método fônico de alfabetização em todas as escolas, substituindo métodos alternativos que não funcionam.
- Premiação por desempenho: premiar os melhores diretores e professores com base em resultados objetivos; “seleção positiva — quem vai melhor ganha mais.”
- Investimento vinculado a resultado: a escola que vai bem recebe mais investimentos; a que vai mal troca a direção.
- Crítica aos sindicatos: Renan afirma que os sindicatos de professores “foram fundados para sabotar a educação” e promete “quebrar a perna do sindicato que tá fazendo esse lobby vagabundo.”
“O que nós vamos fazer é premiar os melhores diretores, premiar os melhores professores, trazer os melhores métodos, obrigar os melhores métodos.”
Ver 2026-07-22 - Como mudar a educação no Brasil.
Alfabetização como prioridade, não debates ideológicos (julho de 2026)
Em 18 de julho de 2026, Renan reafirma que seu foco na educação são os problemas concretos — não debates ideológicos sobre pronomes ou pautas identitárias. Ele afirma que o problema central é que “crianças não estão sendo alfabetizadas na escola” e promete um “programa muito forte de alfabetização”, recusando-se a “perder tempo discutindo questões ideológicas que a esquerda tenta trazer para a sala de aula”.
A declaração reforça sua posição pragmática em educação, já expressa na defesa do método fônico obrigatório e no foco em STEM para o ensino superior.
Ver 2026-07-18 - Entro no detalhe em tudo.
Foco em STEM e reforma das universidades públicas (julho de 2026)
Em 10 de julho de 2026, em conversa com Balestrin, Renan apresenta sua visão para as universidades públicas brasileiras. Ele reconhece que são “politizadas” e majoritariamente de esquerda, mas destaca que boa parte da pesquisa de qualidade no Brasil vem delas — “não podemos jogar o bebê com a água do banho fora.” Como exemplo de pesquisa pública de sucesso, cita o uso de pele de tilápia para tratamento de queimaduras.
Sua proposta central é concentrar o investimento público em áreas STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática), seguindo o modelo da China e do Japão. As prioridades incluem:
- Programação e tecnologia da informação
- Inteligência artificial aplicada ao banco genético brasileiro
- Produção de mudas e espécies para agricultura
- Geologia e química aplicada para processamento de terras raras
- Engenharia genética
Renan critica a superprodução de advogados no Brasil e defende que os recursos sejam direcionados a áreas que “aumentem a produtividade do brasileiro.” A conclusão é que essa estratégia tiraria o Brasil do terceiro mundo e o colocaria como superpotência mundial.
Ver 2026-07-10 - Papo com Balestrin sobre universidades públicas..
Autoridade do professor e violência escolar (julho de 2026)
Em 2 de julho de 2026, Renan comenta o caso da professora Michele, em São José dos Campos, que sofreu tentativa de homicídio por alunos que colocaram lâminas de vidro em seu copo d’água. Ele usa o caso para denunciar a perda de autoridade do professor na sala de aula.
Renan aponta que a reprovação escolar foi praticamente abolida — “foi proibido repetir os alunos de ano” —, eliminando o principal instrumento de autoridade pedagógica do professor. Alunos usam celular, desrespeitam e, em casos extremos, tentam matar o professor, que “não pode fazer nada”. O aluno permanece “intocável, continua o reizinho no seu destino”.
Ele anuncia que vai instituir escolas militares onde precisa e reinstituir a autoridade do professor. A responsabilização deve ser dupla:
“Aluno se comportou, tanto ele quanto o pai vão pagar. Pagar tanto na justiça quanto em dinheiro. Só assim você faz essa gente maldita que não se comporta sem comportar direito.”
A responsabilização financeira dos pais e a perda de autoridade do professor são novos elementos na plataforma educacional de Renan, complementando sua defesa anterior das escolas militares como substituto à ausência paterna.
Ver 2026-07-02 - Essa professora foi atacada pelos próprios alunos em São José dos Campos.
Método fônico obrigatório: a lição inglesa (junho de 2026)
Em 17 de junho de 2026, Renan aprofunda sua defesa do método fônico na alfabetização usando o exemplo da Inglaterra. Ele traça um paralelo: assim como os ingleses inventaram o futebol e o ensinaram ao Brasil, também espalharam pelo mundo o método Whole Language (palavra inteira) de alfabetização.
A Inglaterra aplicou o método Whole Language nos anos 1970 e o resultado foi desastroso — caiu de 3º para 19º nos rankings internacionais de leitura. Em 2006, os ingleses proibiram o método e retornaram ao método fônico. O país então subiu de 58% para 82% nos testes de leitura, tornando-se o melhor país em língua inglesa e o quarto mundial em todas as línguas.
Renan denuncia que o Brasil atualmente aplica o mesmo método que fracassou na Inglaterra. Critica que o método fônico (o “Caminho Suave”, que ele e seus pais usaram) não é mais obrigatório, permitindo métodos alternativos que raramente funcionam.
“Eu, portanto, vou fazer igual aos ingleses. Vou tornar obrigatório o método fônico em todas as escolas e eliminar de uma vez por todas esse método alternativo que fez as nossas crianças se tornarem, infelizmente, despreparadas pro mundo.”
A proposta é: tornar obrigatório o método fônico como política nacional de alfabetização, em substituição ao método Whole Language atualmente adotado nas escolas públicas brasileiras.
Ver 2026-06-17 - A Inglaterra vai ganhar a Cop.
As 7 propostas
As 7 propostas
1. Simplificar o currículo nacional. Retorno ao método fônico, foco em alfabetização e operações básicas de matemática, provões com critérios objetivos de avaliação. Corte do “conteúdo ideológico” do currículo. “Bora fazer o básico, como a maior parte dos países sérios fazem.”
2. Contrato de performance para diretores de escola pública. Diretores com melhor desempenho em avaliações objetivas recebem bônus salarial, e a escola ganha mais recursos. Modelo já comum na iniciativa privada.
3. Universalização do ensino técnico. Inspirado no modelo alemão: formação técnica valorizada, rápida e barata. Profissionais técnicos bem formados “ganham muito mais do que os brasileiros”. As escolas técnicas federais existentes (que formam alguns dos melhores profissionais do Brasil) seriam ampliadas. Universidades federais gigantes que “não geram nada de útil” perderiam recursos em favor do técnico.
4. Escolas polo para os melhores alunos. Provões nacionais identificariam os melhores alunos da escola pública. Vagas em “super escolas polo” em cada estado para treiná-los para vestibulares e ensino técnico de elite. Renan afirma que essa medida “vai acabar com as cotas no Brasil” — porque formará alunos capazes de competir sem auxílio.
5. Voucher para escolas privadas de elite. Enquanto as escolas polo não estiverem construídas: os melhores alunos da rede pública recebem pagamento de mensalidade em escola privada de elite, alojamento e pequena bolsa. Objetivo: permitir que o jovem conviva com pessoas de classe superior e concorra em igualdade de condições no vestibular.
6. Cortar renúncia fiscal para faculdades de baixa qualidade. O Brasil gasta cerca de R$ 20 milhões por ano em renúncia fiscal para faculdades que formam “massa de analfabetos funcionais com diploma que de nada serve.”
7. Bolsa empreendedor para os melhores alunos do Enem. Os melhores alunos do Enem recebem investimento para abrir startup e acesso a incubadora. “Eu quero viver num país em que os melhores alunos não vão prestar concurso — eles vão abrir startup.”
Universidades públicas: fim da autonomia e jubilamento de grevistas (maio de 2026)
Em 13 de maio de 2026, Renan critica a greve de estudantes da USP e propõe três medidas para universidades públicas:
1. Fim da autonomia universitária. Todo paulista paga cerca de R$ 180/ano para sustentar a USP. Renan propõe que o repasse seja vinculado a metas de desempenho da universidade (pesquisa, extensão) e dos estudantes individualmente.
2. Jubilamento de aluno que faz greve. Não existe na lei “greve de beneficiário de serviço público”. Aluno que faz greve é jubilado automaticamente.
3. Criação de endowments universitários. Fundos de investimento formados por ex-alunos, no modelo americano, para financiar pesquisa e estrutura — reduzindo a dependência do repasse público.
Contexto do anúncio: a greve de 28 dias custou R$ 643 milhões aos contribuintes paulistas (orçamento de R$ 9 bilhões/ano, paralisação 1/12 do ano). Com esse valor seria possível contratar 5.000 policiais, construir 3.000 moradias ou pagar 500 mil meses de auxílio moradia. A reivindicação era aumento do auxílio de permanência para R$ 800/mês — um salário mínimo paulista.
Ver 2026-05-13 - O que os estudantes da USP fizeram.
Escolas militares e a conexão com ausência paterna (outubro de 2025)
Em 2 de outubro de 2025, Renan defende as escolas militares como modelo para o sistema público de ensino. O argumento combina três elementos:
- Método fônico: as escolas militares ensinam por método fônico — o mesmo que Renan defende como padrão nacional — o que explica o desempenho superior de seus alunos nas avaliações.
- Disciplina e estrutura: o modelo militar fornece a disciplina e o senso de responsabilidade que muitas famílias não conseguem oferecer.
- Ausência paterna como causa do crime: Renan cita um estudo da FGV de 2007 que identificou a ausência do pai como um dos principais fatores preditivos de envolvimento com o crime. Para Renan, as escolas militares funcionam como substituto estrutural para a figura paterna ausente.
“A ausência do pai em casa é uma das maiores causas de crime. A escola militar compensa isso com disciplina, hierarquia e referência masculina.”
Ver 2025-10-02 - Você também é a favor de escolas militares e Família e Paternidade.
Abolição de todas as cotas como consequência da proposta (janeiro de 2026)
Em 27 de janeiro de 2026, Renan conecta explicitamente o fim das cotas à implementação das escolas polo:
“No meu governo, todas as cotas vão acabar: seja a cota racial, seja a cota para trans, seja a cota para índio e até a cota social que muita gente na direita defende.”
O argumento: as escolas polo (proposta 4) formarão alunos de escola pública capazes de concorrer “mano a mano com alunos de classes sociais diferentes” — eliminando a justificativa das cotas sem apelar para privilégios de grupo. Caso concreto citado: Duda Odara, aprovada para medicina na UERJ na posição 1243 com nota de química de 6,25/20 — por conta das cotas racial e trans.
Ver Pautas Identitárias e de Gênero e 2026-01-27 - TRANS APROVADA EM CONCURSO ESTAVA NA POSIÇÃO 1243.
Salas separadas para alunos autistas e revisão do BPC (maio de 2026)
Em 9 e 10 de maio de 2026, Renan acrescenta uma nova dimensão à política educacional: a crítica à inclusão escolar forçada de autistas.
A posição: crianças autistas com necessidades especiais devem ter salas separadas em escolas especiais, não ser obrigadas a conviver em salas comuns com crianças neurotípicas. O resultado da política atual — baseada na Lei Berenice Piana (2012) — é, segundo Renan: autistas sofrem bullying em taxa maior, professores entram em burnout e o desempenho de todos piora.
A crítica adicional: a lei abriu mercado para laudos falsos de autismo que permitem acesso ao BPC e a isenções fiscais. “No meu governo, vamos passar o pente fino no BPC e pegar advogado e psiquiatra usando laudo falso.”
Ver 2026-05-09 - Letícia Sabatella autista e 2026-05-10 - Renan é autista Por que razão ele foi cancelado cancelado]].
Homeschooling: regulamentação e punição a juízes ideológicos (maio de 2026)
Em 20 de maio de 2026, Renan toma posição clara sobre o homeschooling a partir de um caso concreto: um juiz (Júnior da Luz Miranda) que em maio de 2025 soltou um homem que tentara matar três pessoas (3 anos e 7 meses em regime aberto) e em abril de 2026 condenou uma mãe que praticava homeschooling — alegando que as crianças não tinham acesso a funk e sertanejo.
Renan distingue: não defende o homeschooling como solução geral para a educação, mas como ferramenta legítima para famílias que possam oferecê-lo. O Estado deve avaliar apenas os resultados finais via provas — não o método. Sobre o projeto parado no Senado há quatro anos: critica a direita por usá-lo para gerar engajamento sem nunca pautar o voto.
“A esquerda não quer que isso passe, porque eles querem ter um controle integral da formação humana de todos os brasileiros.”
Propõe também punições para juízes que extrapolam a atuação para transformar sentença em ato ideológico.
Ver 2026-05-20 - Condenados por homeschooling.
Fontes
- 2026-07-26 - Sim, escola militar funciona! — visita à escola cívico-militar em Sorriso (MT); defesa do modelo como política nacional
- 2026-07-10 - Papo com Balestrin sobre universidades públicas. — foco em STEM; reforma das universidades públicas; crítica ao excesso de advogados
- 2026-05-20 - Condenados por homeschooling — homeschooling; juiz ideológico; punições
- 2026-05-20 - Condenados por homeschooling — homeschooling; juiz ideológico Júnior da Luz Miranda; punições para juízes
- 2026-05-13 - O que os estudantes da USP fizeram — fim da autonomia universitária; jubilamento de grevistas; endowments; custo de R$ 643M para contribuintes
- 2026-05-09 - Letícia Sabatella autista — salas separadas para autistas; Lei Berenice Piana; laudos falsos
- 2026-05-10 - Renan é autista Por que razão ele foi cancelado
