Renan Santos propõe retirar do Estado qualquer amarra que condicione a produção cultural brasileira ao identitarismo. A proposta aparece no contexto de sua crítica à “elite cultural” de esquerda que, na sua leitura, concentra o acesso a recursos públicos de cultura e às leis de incentivo.

”A arte será livre”: o fim das amarras identitárias (agosto de 2026)

Em 9 de agosto de 2026, comentando declarações do ator Wagner Moura, Renan afirma: “No meu governo, eu vou retirar absolutamente todas as amarras que impedem que filmes, shows e produção cultural em geral seja feita baseada no identitarismo.” Para ele, esse direcionamento faz com que “produtores, amigos e gente com Wagner Moura tenham acesso apenas eles aos recursos federais e também às leis de incentivo.”

Renan promete que “a arte será livre no Brasil” e que o artista “não precisará ser amigo nem do Caetano, nem do Wagner Moura para conseguir fazer o teu trabalho”. A proposta tem como alvo o que ele descreve como cartelização da cultura por uma elite identitária ligada à esquerda.

Ver 2026-08-09 - Olha a última do Wagner Moura.

Relação com outras posições

A posição conecta-se à crítica recorrente de Renan ao “fascismo de esquerda” e às pautas identitárias (ver Pautas Identitárias e de Gênero), bem como à sua defesa da liberdade de expressão contra o que considera censura ideológica.

Fontes