Circuito nacional da vaquejada: indústria equestre do Nordeste (agosto de 2026)
Em 21 de agosto de 2026, Renan Santos propõe a criação de um circuito nacional da vaquejada como investimento cultural com leis de incentivo, para transformar a vaquejada em “um comércio válido, uma indústria inteira baseada no entretenimento”. O objetivo é fazer do Nordeste o que existe no Texas: tornar a região um dos centros mundiais da economia equestre.
Renan defende que a vaquejada é parte da “cultura ancestral do Nordeste” e representa um mercado de bilhões de reais, mas é estigmatizada por ativistas da causa animal e “pseudoambientalistas”. Ele afirma que “ninguém cuida melhor do cavalo do que o vaqueiro” — o cavalo é vacinado, bem treinado e tratado como “um ser precioso” — e que a indústria envolveria melhoramento genético, cavalos de raça, festas, transmissão televisiva, shows e música.
A proposta prevê ainda investimento na carreira do vaqueiro, descrito como “mais que um trabalhador, um atleta profissional de alto rendimento”, e o cultivo de um estilo de vida “profundamente sertanejo e brasileiro” que traga desenvolvimento econômico às regiões mais humildes do Nordeste. Renan critica o modelo atual, em que a vaquejada fica “presa na indústria da festa da prefeitura”, com prefeitos corruptos usando emendas para usar a festa como instrumento eleitoral.
Ver 2026-08-21 - Eu serei o presidente da vaquejada, Agronegócio e Matopiba e Desigualdade Regional e Migração Interna.
