Eu serei o presidente da vaquejada

Em vídeo publicado em 21 de agosto de 2026, Renan Santos defende a vaquejada como parte da “cultura ancestral do Nordeste” e um mercado de bilhões de reais. Ele afirma que essa cultura passa por uma “espécie de sabotagem”: é estigmatizada e alvo de uma campanha de Luísa Mell (referida na transcrição como “Luía Mel”) e de “pseudoambientalistas” que dizem que os cavalos são maltratados. Renan rebate: “ninguém cuida melhor do cavalo do que o vaqueiro” — o cavalo é vacinado, bem treinado, com o casco cuidado “como se fosse uma joia” e tratado “como um ser precioso”, porque no campo ele é “não apenas um bem, é um amigo do vaqueiro”.

Renan propõe tornar a vaquejada um comércio válido e uma indústria inteira baseada no entretenimento, transformando o Nordeste “no que existe no Texas” — um dos centros mundiais da economia equestre. Ele observa que a vaquejada hoje está muito presa à “indústria da festa da prefeitura”, com prefeitos corruptos usando emendas para usar a festa como instrumento meramente eleitoral, enquanto uma indústria de verdade envolveria melhoramento genético, cavalos de raça, transmissão televisiva, shows e música.

A proposta central: “O meu governo vai criar o circuito nacional da vaquejada”, com investimento cultural e leis de incentivo para criar toda uma indústria baseada nisso — cuidados com animais, investimento na carreira do vaqueiro (“mais que um trabalhador, é um atleta profissional de alto rendimento”) e o cultivo de um estilo de vida “profundamente sertanejo e brasileiro” que traga desenvolvimento econômico às regiões mais humildes do Nordeste. Encerra com a tese de campanha: “O Nordeste é solução para boa parte dos problemas brasileiros. Basta parar de ver o Nordeste como coitadismo. Meu nome é Renan Santos, meu número é 14 e eu sou candidato à presidência da República.”

Temas abordados

Posições defendidas

Pessoas mencionadas

  • Luísa Mell — ativista da causa animal, criticada por Renan por liderar campanha contra a vaquejada

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