Governador da Bahia pelo PT. Renan Santos o menciona como exemplo da leniência estrutural do PT com o crime organizado e como principal responsável político pela deterioração da Bahia em segurança pública, população e economia.

Nota: esta página reúne apenas afirmações feitas por Renan Santos em seus vídeos.

Facções, chacina e presídio-hotel em Salvador (maio de 2026)

Em 27 e 28 de maio de 2026, Renan grava três vídeos em Salvador que aprofundam a acusação contra Jerônimo:

Praia da Gamboa controlada pelo CV: A praia é dominada pelo Comando Vermelho. O rival local, o BDM (Bonde dos Malucos), usa as três listras da Adidas como símbolo — e turistas que usam a marca ou fazem determinados gestos podem ser mortos por erro. Em vez de combater as facções, Jerônimo instruiu turistas a “tomar cuidado” — o que Renan classifica como cumplicidade. “Descumprir sua obrigação como governador.” Ver 2026-05-27 - Fui na praia onde é proibido usar adidas e fazer certos gestos.

Chacina — homem com 100 tiros: Renan grava ao vivo no local de um “justiçamento” ocorrido naquela manhã: o CV executou com mais de 100 tiros um homem que havia roubado na área. Renan responsabiliza Jerônimo pela omissão que permite esse domínio territorial. Ver 2026-05-27 - Eu fui onde morreu um homem com 100 tiros.

Presídio transformado em hotel de luxo: A imprensa descobriu que um presídio onde surgiu o BDM havia sido convertido em hotel de luxo para faccionados. A administração carcerária era controlada pelo MDB — parceiro de coligação de Jerônimo. O político do MDB que ficou preso lá, Gedel Vieira Lima, teria aproveitado o trânsito do partido para reformar as instalações. Renan conclui que há “relação promíscua entre o crime organizado e o atual governo da Bahia.” Ver 2026-05-28 - Transformaram um presídio na Bahia em hotel de luxo!.

VLT e facções em Salvador — “lugar controlado pelo PT sempre fica mais pobre” (maio de 2026)

Em dois vídeos gravados em Salvador em 26 de maio de 2026, Renan denuncia dois problemas estruturais sob a gestão Jerônimo.

O primeiro é o VLT de Salvador: orçado em R$1 bilhão, já custou mais de R$5 bilhões e ainda não opera. O governo Jerônimo captou mais de R$30 bilhões em empréstimos — valor que Renan apresenta como superior ao emprestado pelo governo federal para estados não-petistas. A população de Salvador e da Bahia tem migrado para outros estados, o que Renan associa ao colapso da qualidade de vida sob o PT.

“Lugar controlado pelo PT sempre fica mais pobre.”

O segundo é o domínio das facções sobre o território de Salvador: mais de 20 facções disputam o município, cobram “taxa de proteção” de 30% de empresas de internet para operar nos bairros e assassinam trabalhadores que atuam em áreas sob controle de facções rivais. Três instaladores de internet foram assassinados por trabalhar em área de facção rival — episódio que Renan usa para ilustrar a omissão do governador. Ver 2026-05-26 - O VLT já chegou em Salvador.

Fontes