Flamengo e Palmeiras fizeram ajustes fiscais

Em trecho de entrevista publicado em 27 de agosto de 2026, Renan Santos usa a analogia do futebol para defender o ajuste fiscal do Brasil: “as medidas que o Palmeiras e o Flamengo adotaram para salvar esses times tem que ser adotadas pelo Brasil para sobreviver”. Ele observa que quem não fez os ajustes — “São Paulo, Corinthians e outros times” — “quebrou”, e que o Brasil está tomando medidas para administrar suas contas públicas “igualzinho a dos grandes times de futebol brasileiro”.

Renan propõe desindexar benefícios de salário e desvincular os pisos de educação e saúde, que considera “irracionais” e responsáveis por quebrar pequenos municípios. Ele dá exemplos: há municípios no interior do Rio Grande do Sul em que “a população envelheceu, não tá nascendo gente” — precisam de mais gastos com saúde e menos com educação; as vinculações os obrigam a gastar com educação “mesmo quase não tendo crianças novas”. Já lugares como Mato Grosso, com migração interna grande, precisam de maiores gastos em educação. “Essa liberdade precisa ser gerada. Hoje, quando a liberdade não é gerada, você tem basicamente um gasto ineficiente, pouco inteligente.”

Sobre o corte de gastos, Renan afirma que a “beleza” das medidas é que serão vinculadas “aí sim a investimento em infraestrutura, que é uma coisa que o Brasil tá precisando para poder voltar a crescer”.

Nota de atribuição: vídeo em formato de entrevista, com perguntas do interlocutor precedidas de ”>>” — registradas aqui apenas as respostas de Renan.

Temas abordados

Posições defendidas

  • Reforma Fiscal — desindexação de benefícios e desvinculação dos pisos de educação e saúde; corte de gastos vinculado a investimento em infraestrutura

Pessoas mencionadas

  • Renan Santos — apresenta a proposta em resposta a pergunta sobre desindexação de benefícios

Fonte