Respondendo críticas ao debate
Em 25 de agosto de 2026, Renan Santos responde às críticas e “impressões negativas” que recebeu após o debate presidencial da Band. Ele afirma estar acompanhando as reações e que “a maior parte delas tá muito positiva. Cresci bastante, ganhei seguidores, subi em pesquisa” — mas, “porque eu sou um cara honesto”, decidiu responder “as acusações e as impressões negativas” uma a uma.
À crítica de que teria “falado nada com nada, só conversa com vento, zero proposta”, Renan responde que apresentou “um livro deste tamanho, um livro de propostas chamado livro amarelo” e que foi a podcasts e sabatinas apresentando propostas — citando a sabatina do Globo (GloboNews), onde “foi o que mais falou de propostas” e “foi atacado por todos os lados e defendi propostas”. Ele sugere ao crítico comparar “o número de propostas e a qualidade de propostas” do livro amarelo com os dos outros candidatos.
À psicóloga que diz que “a gente tem que parar de normalizar agressividade”, Renan responde que, se fosse “passivo todo calmão” diante “dos maiores escândalos de corrupção da nossa história”, “do avanço do Comando Vermelho e PCC sobre bairros e cidades inteiras”, das mortes de “homens, mulheres e crianças em todo o país vítimas do crime”, dos assaltos e “da fila na creche”, ele seria “que tipo de pessoa? Uma pessoa negligente”. Para ele, “ter raiva do errado é uma virtude” e “aceitar as coisas como elas estão vai só ajudar quem tá no poder”.
Ao crítico que prevê que ele “no segundo turno vai apertar o 13 e confirmar”, Renan rebate que irá ao segundo turno enfrentar Lula — “e dessa vez ele não vai poder fugir dos debates”. Ele promete: “Eu vou comer o Lula com farinha nos debates. Vai ser a maior humilhação que esse homem já passou na vida dele.” E conclui que “não vai restar pedra sobre pedra do lulismo no Brasil”, pedindo que o crítico deixe de ser “um homem de pouca fé” — “essa visão tua que permite que gente como o Lula vença as eleições”. Encerra reafirmando que “o futuro é glorioso e o Brasil há de se tornar um grande país”, apresentando-se como “Renan Santos, meu número é 14 e eu sou candidato à presidência da República”.
Nota de atribuição: as críticas de terceiros (Cov, Famia, Atamike) aparecem na transcrição precedidas de ”>>” — registradas aqui apenas as respostas de Renan.
Temas abordados
- Partido Missão — defesa do “livro amarelo” de propostas contra a acusação de “zero proposta”
- Segurança Pública — avanço do Comando Vermelho e PCC sobre bairros e cidades inteiras
- Candidatos do Partido Missão e os Debates — 2026 — projeção de enfrentamento no segundo turno
Posições defendidas
- Propostas para Educação — contexto (não central): fila na creche como sintoma da omissão do Estado
Pessoas mencionadas
- Lula — “vou comer o Lula com farinha nos debates”; “maior humilhação que esse homem já passou na vida dele”
