Esse cara m4tou o ass4ss1no do próprio filho

Em vídeo publicado em 18 de agosto de 2026, Renan Santos conta a história de um policial que matou o assassino do próprio filho. O policial estava numa moto com a criança quando um bandido chamado Gabriel, com muitas passagens e que assaltava pessoas para roubar alianças, abriu fogo durante o assalto. O pai revidou, conseguiu derrubar o bandido, mas o filho foi atingido no peito e morreu no hospital. O bandido também morreu.

Renan critica o presidente Lula por não ter dado “uma medalha de herói nacional” a esse pai. Ele defende que o Estado deveria condecorar o homem, fazer uma estátua para ele e lembrar sempre a sua história: “o que um presidente de verdade faz? Condecore este homem. Faça uma estátua para este homem.”

Ao ser questionado sobre o bordão “prendeu, matô” — “você quer matar vagabundo?” — Renan responde: “Quero.” Ele afirma que o bandido “precisa morrer 1000 vezes” e chama o policial de “herói nacional”, dizendo que ele “lutou pela honra e pela vida do seu filho”.

Renan conclui convocando os brasileiros a comprarem o enfrentamento ao crime “da maneira correta” e a pensarem duas vezes antes de ouvir jornalista ou político que defende bandido: “Não são os filhos deles a morrer, são os nossos.” O vídeo encerra com o pedido de voto: “Meu nome é Renan Santos, meu número é 14 e eu sou candidato à presidência da República.”

Temas abordados

  • Segurança Pública — heroização do policial que matou o assassino do próprio filho; enfrentamento ao crime

Posições defendidas

  • Condecoração e homenagem do Estado a policiais e “heróis” do combate ao crime — estátua e reconhecimento público (relacionada à ideia de honrar combatentes da “guerra contra o crime”)
  • Reafirmação do bordão “prendeu, matou”: resposta de que quer que bandidos armados morram em confronto

Pessoas mencionadas

  • Lula — criticado por não conceder “medalha de herói nacional” ao policial que matou o assassino do próprio filho.

Fonte