Não veja esse vídeo!

Em vídeo publicado em 16 de agosto de 2026, dia do primeiro ato de campanha no Largo São Francisco, Renan Santos anuncia, em tom irônico (“Não veja esse vídeo… se você me conhece, não é para ver”), que é oficialmente candidato à presidência da República pelo Partido Missão, com o número 14, e que “já posso pedir o seu voto”. Ele se descreve como “o estranho caso do candidato mais desconhecido, com a menor das taxas de rejeição, que já está em terceiro com cerca de 10% dos votos” — chamado por muitos de “fenômeno eleitoral” e “a grande mudança dessa eleição”.

Renan apresenta sua biografia: nasceu em São Paulo em 1984, no bairro da Mooca, em família de classe média; passou na Faculdade de Direito da USP e “larguei a melhor faculdade do Brasil para trabalhar com meu pai”. Trabalhou, empreendeu, gerou empregos e atuou com recuperação de empresas — “empresa que tá em dificuldade, muito parecido com um certo país aí que a gente chama Brasil”. Afirma ter enfrentado “sindicalista, juiz de esquerda” e as crises econômicas “geradas pela Dilma Russef”.

Renan narra a fundação do Movimento Brasil Livre (MBL) e seu papel nas maiores manifestações da história do Brasil, que “acabaram com o governo Dilma” e “ajudaram a prender o senhor Lula”, criando “o que a gente chama hoje de direita no Brasil”. Ele diz ter sido oposição “a todas as roubalheiras da esquerda e da direita, não importando quem fosse o presidente” e que, com essa energia, o partido foi montado — o Partido Missão, o partido que mais coletou assinaturas em toda a história do Brasil.

Renan afirma ser “o único que pode atacar a corrupção do Lula e a corrupção da família Bolsonaro” e “o único que pode apontar a corrupção do Centrão e do STF”, porque “acima de tudo, eu sou livre e tenho um passado ilibado”. Ele conclui convocando eleitores que queiram “pessoas corajosas que vão destruir o crime organizado” e “fazer as reformas que vão tornar o Brasil um país rico” a votarem nele — número 14.

Nota: o vídeo contém trechos de áudio arquivados de terceiros (marcados na transcrição como ”>>”), como “Esse impeachment é meu, é seu, é de todo mundo” e “Que ajudaram a prender o senhor Lula” — não são falas de Renan e não foram atribuídos a ele.

Temas abordados

Posições defendidas

  • Combate à corrupção de Lula, da família Bolsonaro, do Centrão e do STF
  • Reformas para tornar o Brasil um país rico
  • Destruição do crime organizado

Pessoas mencionadas

  • Renan Santos — candidato oficial, biografia e trajetória
  • Lula — alvo da acusação de corrupção; “ajudaram a prender o senhor Lula”
  • Flávio Bolsonaro — citado via “corrupção da família Bolsonaro”
  • Dilma Rousseff — citada como origem das crises econômicas enfrentadas por Renan

Fonte