Sobre a ameaça de m0rte que recebi.

Em vídeo de 15 de agosto de 2026, Renan Santos relata ter recebido o que classifica como uma das ameaças de morte “mais perigosas” até agora. A ameaça teria sido feita em um grupo de chan chamado Left Chan, que ele descreve como um dos grupos com mais gente da “esquerda radical bizarra” do Brasil, com perfil demográfico de usuário “muito similar” ao daqueles que, segundo ele, atiraram no ativista Charlie Kirk. Renan afirma ter recebido uma série de ameaças — do Comando Vermelho, do PCC e de grupos do Nordeste — mas considera a ameaça ideológica de esquerda a mais perigosa porque é a única “naturalizada”.

Renan argumenta que, na imprensa, a ameaça ideológica de esquerda é tratada como aceitável: “você pode ser chamado de fascista, nazista, nada acontece”, processar é difícil de vencer e as pessoas se colocam como vítimas, ganhando uma “licença poética” para dizer que quem pensa diferente “merece morrer”. Ele lembra que já houve manifestação no Largo São Francisco dizendo que ele não poderia “botar o pé lá” e que agora há posts afirmando que vão andar armados e pretendem matá-lo no ato de 16 de agosto.

Renan descreve a rotina de campanha com colete à prova de bala e a proteção da Polícia Federal, que elogia. Ele diferencia o “maluco” do “bandido”: o maluco “não tem absolutamente nada a perder”, porque a vida dele é vazia, o que o coloca “em outro jogo”. Afirma que as ameaças ideológicas estão “começando a se avolumar” e seguem um padrão: o cara que acha que está “salvando o mundo de uma ameaça fascista”.

O candidato também critica pessoas da direita — “esses Nandos Mouras, ex MBL de toda sorte” — que, segundo ele, o pintam como “nazista” porque, no fundo, “querem que me matem”. Ele afirma que os dados das pessoas que fazem as ameaças já estão sendo enviados à Polícia Federal e que há suspeita de que alunos da Faculdade de Direito da USP (onde estudou) sejam os autores. Encerra dizendo que não vai recuar “em absolutamente nada” e que o ato de domingo “vai ser muito bonito”.

Temas abordados

Posições defendidas

  • Não recuar diante de ameaças; manter o ato de campanha

Pessoas mencionadas

  • Charlie Kirk — citado como alvo de atirador; referência ao perfil dos autores das ameaças

Fonte