Esse aqui é meu vídeo de dia dos pais.

Em sua mensagem de Dia dos Pais (9 de agosto de 2026), Renan Santos afirma que o país assiste a um “ataque cada vez menos velado à paternidade e a boas figuras masculinas”. Segundo ele, a ideia por trás desse ataque é fazer o papel de pai “ser negligenciado”, silenciar os “exemplos virtuosos de masculinidade” e relativizar a família biparental (pai, mãe e filhos).

Renan diagnostica a causa: o Brasil vive muitas “relações infantilizadas” que “se rompem facilmente, deixando crianças desprotegidas” — a mulher acaba arcando sozinha com os cuidados, enquanto alguns homens não se mantêm próximos “porque não prestam” ou porque a mulher os vê “apenas como uma espécie de caixa eletrônico que tem que pagar pensão”, sem papel na criação das crianças.

Ele cita estudos segundo os quais famílias com pai, mãe e filhos são “superiores a qualquer arranjo diferente”: a chance de um filho cair no crime seria três vezes menor com a figura paterna por perto; a pobreza familiar seria quatro vezes menor com o núcleo familiar; e o desempenho escolar e os efeitos psicológicos seriam melhores com o pai presente. Renan aponta que a política “não gosta disso” porque, com a mãe solteira, o Estado pode “casá-la” com um benefício, desconstruindo a família e facilitando a vida do “mau pai”.

Renan alerta que o número de bebês sem o pai registrando a paternidade subiu de 5% para 7% nos últimos 10 anos, com efeitos “dramáticos” especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Ele relembra que foi à GloboNews defender a “masculinidade positiva” — o exemplo do pai, do avô e do “bom homem de referência” — e, ao ser questionado se se coloca como “homem machista”, diz ter tido dificuldade de fazer a jornalista entender o ponto, pois “as pessoas estão tão focadas em se odiar mutuamente que se esqueceram da mais importante tecnologia inventada pelo ser humano, que é a família”. Encerra desejando que as mães carreguem “cada vez menos o peso dos maus pais” e que as crianças tenham bons exemplos.

Temas abordados

Posições defendidas

  • Família biparental como arranjo superior; ataque à paternidade como problema político
  • Dados: crime 3x menor com figura paterna; pobreza familiar 4x menor com núcleo familiar
  • Crítica ao Estado que “casa” a mãe solteira com benefício em vez de preservar a família
  • Defesa da “masculinidade positiva” e do bom homem de referência

Pessoas mencionadas

Nenhuma pessoa específica mencionada. Menção à participação em entrevista na GloboNews defendendo a masculinidade positiva.

Fonte