Posições de Renan Santos sobre a saúde e os desafios específicos enfrentados por homens e meninos no Brasil. O tema aparece principalmente no contexto de sua defesa do direito de discutir masculinidade de forma saudável, sem censura feminista.

Defesa da masculinidade positiva no Dia dos Pais (agosto de 2026)

Em 9 de agosto de 2026, na mensagem de Dia dos Pais, Renan afirma que há um “ataque cada vez menos velado à paternidade e a boas figuras masculinas” no país, com o objetivo de fazer o papel de pai “ser negligenciado” e silenciar os “exemplos virtuosos de masculinidade”. Ele relembra que foi à GloboNews defender a “masculinidade positiva” — o exemplo do pai, do avô e do “bom homem de referência” — e diz ter tido dificuldade de fazer a jornalista entender o ponto, sendo questionado se se coloca como “homem machista”.

Renan defende a família biparental como “a mais importante tecnologia inventada pelo ser humano” e alerta que o número de bebês sem o pai registrando a paternidade subiu de 5% para 7% em 10 anos, com impacto maior no Norte e Nordeste — onde “quem mais sofre” são crianças, mães e a sociedade. Ele deseja que as mães carreguem “cada vez menos o peso dos maus pais” e que as crianças tenham bons exemplos do pai e da mãe.

Ver 2026-08-09 - Esse aqui é meu vídeo de dia dos pais. e Sabatina da GloboNews — Agosto de 2026.

”Restabelecer a boa autoridade masculina” (agosto de 2026)

Em 6 de agosto de 2026, Renan afirma que “maior culpada é o homem” na desestruturação familiar e defende “restabelecer a boa autoridade masculina” — uma “autoridade masculina que esteja próximo do rapaz, estabelecendo limites e exemplo que sirva de espelho”. Ele define o machismo que combate como a irresponsabilidade masculina com os filhos e a pensão, não a presença masculina em si.

Renan sustenta que a ausência da figura paterna gera “garotos indisciplinados” com pior desempenho escolar e maior propensão ao crime, citando estudos dos Estados Unidos, e que sem essa referência o rapaz tende a “reproduzir comportamentos deletérios” num ciclo de empobrecimento.

Ver 2026-08-06 - Você concorda.

Estatísticas sobre a situação do homem brasileiro (junho de 2026)

Em 6 de junho de 2026, defendendo Juliano Cazarré de censura, Renan apresenta estatísticas sobre a realidade masculina no Brasil:

  • 12 mil homens cometem suicídio por ano
  • A evasão escolar dos meninos é quase o dobro da das meninas
  • 94 em cada 100 jovens mortos no Brasil são homens
  • A maior parte da população de rua é composta por homens

Renan argumenta que há “uma política de estado para tornar os nossos meninos cidadãos de segunda categoria, tornando a masculinidade um problema.”

Crítica à abordagem feminista

Renan critica o que chama de hipocrisia feminista: ativistas querem censurar cursos sobre masculinidade saudável enquanto, segundo ele, são coniventes com a cultura do tráfico que objetifica mulheres. Cita a feminista Camille Paglia como alguém que admite que feministas querem “destruir o potencial criador e construtivo do homem.”

Nas palavras de Renan: “Elas não querem nenhuma política pública, tão pouco privada, que olhe pros rapazes como parte da solução. Feministas querem tratar homens como um problema, querem castrá-los, querem destruir o potencial criador e construtivo do homem.”

Compromisso político

Renan encerra afirmando que sua luta é para que “os jovens meninos brasileiros sejam tratados com respeito, com políticas públicas que tirem eles das drogas, da depressão, do cometimento de violência contra homens e mulheres e que torne o Brasil muito bom, tanto pros meninos quanto pras meninas brasileiras.”

Fontes