Posições de Renan Santos sobre a saúde e os desafios específicos enfrentados por homens e meninos no Brasil. O tema aparece principalmente no contexto de sua defesa do direito de discutir masculinidade de forma saudável, sem censura feminista.

Estatísticas sobre a situação do homem brasileiro (junho de 2026)

Em 6 de junho de 2026, defendendo Juliano Cazarré de censura, Renan apresenta estatísticas sobre a realidade masculina no Brasil:

  • 12 mil homens cometem suicídio por ano
  • A evasão escolar dos meninos é quase o dobro da das meninas
  • 94 em cada 100 jovens mortos no Brasil são homens
  • A maior parte da população de rua é composta por homens

Renan argumenta que há “uma política de estado para tornar os nossos meninos cidadãos de segunda categoria, tornando a masculinidade um problema.”

Crítica à abordagem feminista

Renan critica o que chama de hipocrisia feminista: ativistas querem censurar cursos sobre masculinidade saudável enquanto, segundo ele, são coniventes com a cultura do tráfico que objetifica mulheres. Cita a feminista Camille Paglia como alguém que admite que feministas querem “destruir o potencial criador e construtivo do homem.”

Nas palavras de Renan: “Elas não querem nenhuma política pública, tão pouco privada, que olhe pros rapazes como parte da solução. Feministas querem tratar homens como um problema, querem castrá-los, querem destruir o potencial criador e construtivo do homem.”

Compromisso político

Renan encerra afirmando que sua luta é para que “os jovens meninos brasileiros sejam tratados com respeito, com políticas públicas que tirem eles das drogas, da depressão, do cometimento de violência contra homens e mulheres e que torne o Brasil muito bom, tanto pros meninos quanto pras meninas brasileiras.”

Fontes