Obrigado, Globo!

Em vídeo de agradecimento à Globo News após sua sabatina, Renan Santos afirma que o Brasil inteiro passou a discutir, a partir daquele programa, temas que ele considera centrais para o país: a desfavelização, a família monoparental (mãe solo sem presença paterna), o direito penal do inimigo, o cumprimento de decisões ilegais do STF pelo presidente, reformas econômicas e investimento em infraestrutura e a necessidade de 300 mil a 500 mil novas vagas em presídios. Para ele, o país deixou de debater “se gosta do médico de vermelho ou do médico verde amarelo” e passou a falar “da própria doença”.

Renan diz que a sabatina “tentou me destruir”: afirma que foi tratado como “candidato C” e que tentaram enquadrá-lo como machista — “eu não acho que aconteceu”. Diz que, mesmo que achem, “paciência”, porque sua preocupação é “resolver o problema e não ser taxado, rotulado de A, B ou C”.

Ele se apresenta como o “único médico capaz de resolver” os problemas do Brasil: “eu fui o primeiro a detectar e eu fui o único a apresentar o remédio”. Compara seu plano de governo — “um livro de 400 páginas” — com “um PDF qualquer protocolado por marqueteiros” pelos demais candidatos, e conclui: “A sorte foi lançada. Quem vai pautar as eleições somos nós.”

O vídeo encerra com o chamado para que o brasileiro decida “se ele quer escolher o remédio ou se ele quer ficar torcendo pelos falsos médicos vagabundos que levaram o país a ficar nessa situação”, e com a assinatura habitual: “Meu nome é Renan Santos e eu sou candidato à presidência da República.”

Temas abordados

Posições defendidas

  • Plano de governo denso e próprio como diferencial em relação aos demais candidatos
  • Debater problemas concretos do país em vez de adesão pessoal a candidatos

Pessoas mencionadas

  • Apresentadoras da Sabatina da Globo News (citadas como “Sadi” e “Natusa”, sem comentário adicional)

Fonte