Um governo para todos
Respondendo a uma pergunta sobre qual seria sua pauta contra o racismo e a LGBTfobia caso eleito, Renan Santos responde: “Lei e ordem, como para todos os outros cidadãos brasileiros.” Ele afirma que hoje gays, mulheres, negros, brancos, homens e mulheres de todas as origens “sofrem o mal da violência, o mal do preconceito em cada um a sua área” — alguns mais, outros menos — e que o Brasil é um país onde “a lei e ordem deixou de existir”.
Renan diz que não pretende “ficar o tempo todo se desgastando em políticas específicas” para grupos, mas fazer um governo para todos que garanta direitos humanos e dignidade para todos. Ele ilustra: se um sujeito aparecer querendo agredir alguém gay por sua condição, “esse cara vai sofrer todo o rigor da lei”.
Para isso, ele promete uma nova metodologia para a polícia e o judiciário, com “muito rigor e muito enfrentamento”, investimento do governo federal em câmeras, um processo investigativo “muito mais veloz” e um novo modelo de inquérito policial. Sua conclusão: brancos, negros, gays e héteros “vão se sentir mais seguro, porque esse é o país que a gente precisa viver”.
Temas abordados
- Segurança Pública — lei e ordem como resposta universal à violência e ao preconceito
- Pautas Identitárias e de Gênero — recusa de políticas específicas de minorias em favor de “governo para todos”
Posições defendidas
- Lei e ordem para todos os cidadãos, independentemente de raça, orientação sexual ou gênero
- Enfrentamento com rigor da violência motivada por preconceito (ex.: agressão a pessoas gays)
- Modernização da investigação policial com câmeras, processos mais velozes e novo inquérito policial
Pessoas mencionadas
- Nenhuma pessoa citada pelo nome no vídeo
